Foto do dia - 21.08.2021

 Autor desconhecido.




Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1297147917367211

Número de assassinatos no Brasil cai 8% no primeiro semestre deste ano

 


O Brasil registrou queda de 8% nos assassinatos no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2020. Nos seis primeiros meses de 2021, ocorreram 21.042 mortes violentas no País, contra 22.838 no mesmo período do ano anterior.

O levantamento, que reúne dados oficiais dos 26 Estados e do Distrito Federal, faz parte do Monitor da Violência – uma parceria do site G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Foram contabilizadas as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.

No primeiro semestre deste ano, apenas seis Estados registraram alta nos assassinatos: dois do Norte (Roraima e Amazonas) e quatro do Nordeste (Maranhão, Piauí, Paraíba e Bahia). Roraima teve o maior aumento: 40,4%. Já o Ceará registrou a maior queda: -28,8%

A queda acontece após um 2020 violento, mesmo com a pandemia do novo coronavírus. No ano passado, o país teve uma alta nos assassinatos após dois anos consecutivos de queda.

O que dizem os especialistas

Para Bruno Paes Manso, do NEV-USP, o balanço da variação dos homicídios no Brasil no primeiro semestre de 2021 traz alguns motivos para comemoração e outros de preocupação.

“A queda de 8% é importante, com destaque para o estado do Ceará, que em 2020 tinha liderado o crescimento de mortes intencionais violentas. Neste semestre, foi o que mais reduziu entre as 27 unidades da federação. Houve queda em 21 estados do Brasil, enquanto seis registraram aumentos. Difícil apontar as causas no calor dos fatos, mas a força da pandemia em todo o semestre e o distanciamento social podem ter contribuído para a redução de conflitos nas ruas”, diz.

“Os motivos para o alerta vêm da região Norte. Roraima (40%) e Amazonas (36%) ficaram nos primeiros lugares entre os que mais cresceram, justamente estados onde os conflitos em áreas indígenas foram mais intensos, com suspeita de participação do crime organizado na invasão de terras.”

Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirma que é preciso destinar esforços para a contenção da violência letal na região, que está associada à atuação de organizações criminosas que migraram do Sudeste e passaram a brigar com facções locais. “Ou seja, o problema é nacional.”

Além disso, ela chama a atenção para o arrefecimento do ritmo de queda nos últimos três meses. “Os homicídios ficaram muito elevados no 1º trimestre de 2020 por conta do motim da PM no Ceará, o que fez explodir os assassinatos no estado e aumentar o número nacional”, diz. Em maio e junho de 2020 e 2021, por exemplo, os números de crimes violentos são muito próximos.

Samira também diz que houve uma tendência de queda nos homicídios nos períodos em que o isolamento foi mais rígido.

O Sul

Bolsonaro envia ao Senado pedido de impeachment do ministro do Supremo Alexandre de Moraes

 


Um funcionário do Palácio do Planalto entregou nesta sexta-feira (20) ao Senado um pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O pedido foi protocolado no fim da tarde.

No último dia (14), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que pediria nesta semana ao Senado a abertura de processo sob o argumento de que Moraes e o ministro Luis Roberto Barroso extrapolam os limites da Constituição.

Mas, nesta sexta, o pedido entregue — com 102 páginas e assinado por Bolsonaro e pelo advogado-geral da União, Bruno Bianco — diz respeito somente a Moraes.

No pedido, Bolsonaro pede a destituição de Alexandre de Moraes da condição de ministro do Supremo Tribunal Federal e a inabilitação de Moraes para exercício de função pública durante oito anos.

A tramitação do pedido depende de decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). O senador já disse que a análise do pedido “não é algo recomendável” para o Brasil.

Jair Bolsonaro viajou na manhã desta sexta para Iporanga, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Um interlocutor do presidente afirmou que auxiliares do Planalto conseguiram convencê-lo a não ir pessoalmente ao Senado para fazer a entrega do pedido.

Bolsonaro é investigado em cinco inquéritos — quatro no Supremo Tribunal Federal e um no Tribunal Superior Eleitoral.

No último dia 4, Alexandre de Moraes determinou a inclusão do presidente como investigado no inquérito que apura a divulgação de “fake news”. O motivo são os ataques de Bolsonaro à urna eletrônica e ao sistema eleitoral. A decisão de Moraes atendeu ao pedido aprovado por unanimidade pelos ministros do TSE dois dias antes.

Nesta quinta, Bolsonaro ingressou no STF com uma ação a fim de impedir o tribunal de abrir inquérito “de ofício”, ou seja, por iniciativa própria e sem pedido do Ministério Público Federal.

A ação, assinada por Bolsonaro e pelo advogado-geral da União, Bruno Bianco, questiona o artigo 43 do regimento interno do Supremo, que deu origem ao inquérito das “fake news”, aberto de ofício em março de 2019 pelo então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, com o objetivo de apurar notícias fraudulentas e ameaças a ministros do tribunal.

O pedido de impeachment de Alexandre de Moraes é mais um episódio da escalada da tensão provocada por Bolsonaro contra ministros do Supremo. O presidente tem atacado e ofendido de forma reiterada os ministros Alexandre de Moraes e Luis Roberto Barroso.

No caso de Barroso, ele acusa o ministro de agir contra a adoção do voto impresso, proposta de Bolsonaro derrotada em votação no plenário da Câmara. Barroso defende o atual sistema de voto eletrônico, contra o qual o TSE nunca registrou denúncia de fraude, argumento usado por Bolsonaro para se opor ao modelo.

O Sul

CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE

 


Por: Marcelo Castro _ Adm. Cultura em Dose
Ciência e Espiritualidade deveriam caminhar juntas. Se não, vejamos:
O físico e cosmólogo brasileiro Marcelo Gleise ganhou em março de 2019 o prêmio Templeton, mais conhecido como o Nobel da espiritualidade. Marcelo é o primeiro cientista da América do Sul a receber o prêmio que já foi concedido também a Madre Teresa de Calcutá e ao Dalai Lama.
O interesse dos cientistas pela espiritualidade vem aumentando a cada ano e o prêmio Templeton é apenas um exemplo do que eu chamaria de uma reaproximação da ciência materialista com o transcendente, pelo menos nos últimos cinquenta anos.
Universidades famosas no mundo, como a de Harvard e Stanford (EUA), Melbourne (Austrália) e Copenhague (Dinamarca) já incluem nos seus currículos disciplinas para estudar a espiritualidade aplicada à saúde.
A carta de Ottawa, conclamou, em 1986, organizações sociais e a Organização Mundial da Saúde (OMS) a esforços para um novo padrão de saúde pública e hoje a OMS já determina que o conceito de qualidade de vida envolve aspectos biológicos, psicológicos, sociais e espirituais (protocolo WHOQOL-100).
A desunião
Desde a antiguidade a medicina era praticada por líderes sacerdotais que aliavam suas práticas de curas à práticas espirituais no cuidado aos seus pacientes. Podemos mesmo dizer que na história da civilização ocidental, desde os filósofos pré socráticos até o Renascimento, o sagrado e o transcendente, sempre andaram de mãos dadas com a matéria.
O fato é que a partir de René Descartes e principalmente no período pós iluminista muitos mitos tomaram conta do meio científico como por exemplo: que o universo só é composto de matéria e forças físicas e tudo que transcende o material é tratado como superstição e anticientífico (dogmatismo). Outro mito que difundiu-se é que o cérebro produz a mente, o que a ciência até o momento não comprovou. Se tomarmos isto como verdade então nós não seríamos nada mais que uma espécie de robô.
Mas o mito que mais prejudica o bom relacionamento entre a ciência e a espiritualidade é de que não é possível estudar “cientificamente” aspectos transcendentes do ser; obviamente tendo em vista as limitações da nossa ciência atual frente ao incognoscível.
Ciência é um método de investigação racional e empírica e que para evoluir deve estar livre de dogmas e preconceitos.
Ciência e religião (não a espiritualidade), contribuíram historicamente para que houvesse esse afastamento entre o meio científico e o transcendente.
Veja por exemplo o que a religião causou quando em 1630, Galileu Galilei publica um novo livro que reafirma o heliocentrismo (o sol é o centro do universo e não a terra como se pensava). Na época, o papa cedeu às pressões e enviou o caso à Inquisição em 22 de junho de 1633 e aos 70 anos, Galileu foi condenado por heresia e à prisão em sua residência onde ficou até sua morte.
Por outro lado, a convivência harmoniosa entre ciência e religião também foi minada pelas atrocidades cometidas durante a revolução francesa e por Hitler (eugenia) em nome da ciência.
Embora o período que vai do renascimento à chamada revolução científica (século XIV ao XVIII) seja reconhecido como sendo materialista e anti-espiritual, o Prof. Alexander Almeida da faculdade de medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e profundo pesquisador do tema, defende que os revolucionários da ciência daquele período como por exemplo: Bacon, Copérnico, Galileu, Kepler, Robert Boyle, Newton e Descartes,”…tinham uma visão espiritual do homem e da natureza…” “… e a maioria deles tinha motivações espirituais para realizar as suas investigações…” “eles queriam compreender a obra Divina e conhecer a mente de Deus.”, diz o professor.
Novos rumos
Felizmente a espiritualidade está reflorescendo e retornando à academia. Nos últimos 20 anos foram realizados mais de 30 mil trabalhos sobre espiritualidade na área de saúde no mundo.
Nas palavras da presidente da Fundação Templeton, o prêmio Nobel da espiritualidade é importante incentivo para que as pessoas possam “explorar aspectos da existência espiritual e da natureza do divino”.
A postura de Marcelo Gleiser como pesquisador nos parece acertada quando mostra a sua sobriedade e humildade nas seguintes declarações sobre o assunto:
“A ciência é apenas mais uma maneira de nos envolvermos com o mistério de quem somos.”
e essa outra sobre a fé das pessoas:
“Quem sou eu ou qualquer outro cientista para dizer que a pessoa que tem fé está certa ou errada quando nós sabemos tão pouco quanto ao universo.”
Nas últimas décadas muitos outros cientistas abriram caminhos com os seus estudos indo ao encontro da descoberta da dimensão espiritual do ser. Esses estudos só aumentam a cada dia.
Vejamos exemplos em algumas áreas:
Ciência e Reencarnação
Dr. Ian Stevenson psiquiatra canadense, cientista e professor da Universidade da Virginia (EUA); foi um dos mais importantes pesquisadores na temática das experiências espirituais e a maior autoridade mundial no estudo da reencarnação com método científico, e talvez ainda o fosse se não tivesse falecido em fev/2007 aos 88 anos.
Dedicou-se por mais de 40 anos à pesquisa, estudou mais de 3.000 casos sugestivos de reencarnação, escreveu mais de 200 artigos e diversos livros fundamentais sobre o tema. Mas as descobertas que realizou e o imenso acervo de casos que pesquisou o fez chegar a poucos passos das provas definitivas, já que as ferramentas contemporâneas da ciência ainda não são capazes de flagrar esse fenômeno.
Veja ao final (*) os vídeos de dois casos muito interessantes e impressionantes de reencarnação estudado por Dr. Stevenson: o caso da criança indiana Titu Singh/Suresh Verma da cidade de Agra e o caso de James Leininger.
Influência espiritual nas doenças físicas _ Mediunidade
O Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico da USP, idealizador e coordenador da UNIESPÍRITO Universidade Internacional de Ciências do Espírito (**) pesquisador das áreas de neurociências medicina e espiritualidade e Diretor do Instituto Pineal Mind desenvolve um trabalho sério de pesquisa sobre a influência do mundo espiritual na saúde das pessoas, e vem obtendo resultados fantásticos. É talvez o maior estudioso do mundo da glândula pineal ou epífise, que seria o canal físico no cérebro por onde transitam as ondas eletromagnéticas que possibilitam a comunicação com o invisível.
No passado muitos outros cientistas sérios estudaram a espiritualidade. Vejam por exemplo a conclusão, não definitiva, a que chegaram o famoso psiquiatra Carl Gustav Jung e o psicólogo americano William James:
“a mediunidade não é necessariamente patológica, teria origem no inconsciente do médium, mas não foi excluída a possibilidade de uma origem paranormal, inclusive a real comunicação de um espírito. Reforçam a necessidade de maiores estudos.” (Almeida, A.M.; Lotufo Neto, F, 2004)
Medicina e espiritualidade no Brasil e no mundo
Cada vez mais Universidades ao redor do mundo estão incluindo nos seus currículos acadêmicos a disciplina Medicina e Espiritualidade, que já é ministrada na faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), desde 2017.
Segundo o Prof. Ribeiro, urologista e professor da (UFF), na Europa e nos Estados Unidos, cerca de 80% das faculdades já têm essa disciplina no currículo.
Na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), alunos criaram a Liga Acadêmica de Medicina e Espiritualidade (Liame), em 2014, para dar espaço a pesquisas e debates sobre o tema.
O Dr. Alexander Moreira de Almeida professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e também coordenador da seção em religião e espiritualidade da Associação Mundial de Psiquiatria, comanda sérias pesquisas na área e fundou o NUPES (Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde) na UFJF.
O Fato é que para o bem da humanidade, aos poucos a resistência da ciência materialista às pesquisas na área da espiritualidade está sendo quebrada.
Hoje, por causa desse movimento é que o SUS – Sistema Único de Saúde já oferece a milhões de brasileiros terapias alternativas que até pouco tempo atrás eram impensáveis. Até início de 2018 contava-se com 29 terapias alternativas gratuitas à disposição da população, como yoga, meditação e reiki só para citar 3 exemplos.
Por: Marcelo Castro _ Adm. Cultura em Dose
Fontes: OMS carta de Ottawa_1986, OMS protocolo WHOQOL-100, NUPES _ UFJF , SCIELO Dr. Alexander Moreira , UNIESPÍRITO, Revista Planeta_Ago/2007, O GLOBO_Jun/2018.
(*) Vídeos _ click nos links ou para ver, copie os endereços abaixo e cole no seu navegador:
Reencarnação – O Caso de Titu Singh
Reencarnação – James Leininger – Um dos casos de reencarnação mais convincentes


Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1297162040699132

Sob pressão internacional, o governo federal aumenta em 118% orçamento para combater o desmatamento na Amazônia

 


Após o governo sofrer pressão internacional, o Ministério da Economia aumentou em 118% o total de recursos orçamentários destinados aos órgãos de defesa do meio ambiente – e, nos próximos dias, deverão ser contratados 739 fiscais para o Ibama e o Instituto Chico Mendes. As medidas fazem parte de um conjunto de ações para tentar melhorar a imagem do Brasil no exterior, tisnada pela falta de resultados positivos no combate ao desmatamento ilegal da floresta Amazônica.

A ideia dessa investida é apresentar um plano de cumprimento de metas internacionais e evitar chegar de mãos vazias à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP26, que acontecerá no próximo mês de novembro, na Escócia.

A expansão do Orçamento para o Ministério do Meio Ambiente foi uma promessa feita em abril pelo presidente Jair Bolsonaro em uma reunião de chefes de Estado sobre o clima, convocada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Naquela ocasião, Bolsonaro disse que iria dobrar o volume de recursos.

Já a contratação de mais funcionários poderá até ajudar a combater o desmatamento, mas o déficit de pessoal continuará elevado. Somente no Ibama há uma carência de 1.363 pessoas, entre analistas ambientais, analistas administrativos e técnicos ambientais. A expectativa é que sejam absorvidos pelo concurso 655 novos servidores. O ICMBio não informou, até o momento, o total de vagas em aberto.

Durante a reunião de cúpula sobre o clima, Bolsonaro também prometeu que vai antecipar, de 2060 para 2050, o prazo para atingir a chamada neutralidade climática, que consiste na eliminação de combustíveis fósseis e outras fontes de emissões de dióxido de carbono. Sem apresentar um plano concreto, o presidente ainda afirmou que que o Brasil acabará com o desmatamento ilegal até 2030.

Na última terça-feira, uma comissão interministerial formada por oito ministros aprovou a criação de um grupo de trabalho cuja tarefa é elaborar um plano para o Brasil cumprir metas de redução das emissões de gases que provocam efeito estufa. A ideia é evitar que o país continue sendo cobrado pelos parceiros internacionais — e sofra um impacto nos investimentos estrangeiros.

Acordo de Paris

O governo não pretende alterar a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) ao Acordo de Paris, apresentada em dezembro de 2020 e, hoje, o principal compromisso internacional do Brasil no debate sobre mudança do clima. O país assumiu, entre outros compromissos, o de reduzir em 37% até 2025, e 43% até 2030, as emissões de gases.

O Brasil vai, ainda, cobrar a implementação do artigo sexto do Acordo de Paris, que trata de regulação do mercado de carbono. A delegação brasileira deve questionar por que os países ricos não cumpriram sua promessa de repasses anuais de US$ 100 bilhões para os pobres para ações climáticas.

Argumentos que mostram que as nações industrializadas são as principais responsáveis pelo aquecimento global serão reiterados pelo governo brasileiro. Um deles é que a floresta e a agricultura respondem por 22% das emissões de gases de efeito estufa, enquanto 70% têm origem na queima de combustíveis fósseis nos Estados Unidos, na Europa e na China, entre outros.

O Sul

Com inscrições encerradas, Expointer terá mais de 4.500 animais no Parque de Esteio

 


Encerradas as inscrições, a Expointer receberá um total de 4.057 animais na edição 44ª, de 4 a 12 de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (Região Metropolitana de Porto Alegre). Além dos rústicos, participam da feira 2.825 animais de argola, também chamados de animais de galpão, totalizando 4.057 animais.

Somente no que se refere a rústicos, são 1.232 bovinos, equinos de prova e pequenas espécies:

– 198 bovinos das raças angus, ultrablack, hereford e braford;
– 176 equinos de prova das raças crioula, paint horse e quarto de milha;
– 858 pequenos animais, entre chinchilas, coelhos e pássaros.

De acordo com o governo do Rio Grande do Sul, na comparação com o evento de 2019 os números se mantêm, em média, no mesmo patamar. A raça que teve um aumento significativo (89%) na participação foi a hereford, passando de 46 em 2019, para 87 em 2021. Os dados de 2020 não estão sendo considerados para os animais rústicos.

“Em 2020, a Expointer não contou com a participação de aves nem dos pequenos animais, e a presença dos rústicos foi bem pequena, já que julgamentos não foram realizados”, relembra o veterinário Paulo Coelho de Souza, chefe do Serviços de Exposições e Feiras da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

Equinos e pássaros registraram uma participação menor neste ano na comparação com a Expointer 2019. De acordo com Souza, “em 2019, houve muitos leilões de equinos, o que não está previsto para este ano, reduzindo assim o número de equinos de provas e leilões presentes na feira”.

Pássaros são mais direcionados para a venda direta ao consumidor. Com a restrição de público no parque por causa da pandemia do coronavírus, os criadores optaram por trazer um menor número de animais, constata Souza.

Outros Estados

Dos 4.057 animais, entre rústicos e de argola, existem 515 animais de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás.

“Com o novo status sanitário do Rio Grande do Sul, livre de febre aftosa sem vacinação, a intenção de participação de bovinos de Santa Catarina aumentou muito”, constata Paulo Coelho de Souza.

Agricultura familiar

O Pavilhão da Agricultura Familiar já está sendo preparado para receber o público com todos os cuidados sanitários de prevenção ao coronavírus. Ao todo, 228 empreendimentos, distribuídos em 210 estandes, estarão presentes à feira, considerada a maior do agronegócio na América Latina.

Serão oferecidos alimentos orgânicos, artesanato, queijos e embutidos, vinhos e espumantes, cachaças, produtos de agroindústrias, entre outros. Neste ano, participam empreendedores de 126 municípios do Rio Grande do Sul, além dos Estados de Amapá, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

“Nossa equipe trabalha para cumprir com todos os protocolos que a Secretaria da Saúde determina. Para dar toda a segurança aos nossos expositores e clientes e para que nós possamos fazer uma feira do recomeço, mas também segura”, afirma Flávio Smaniotto, diretor do Departamento da Agricultura Familiar e Agroindústria (Dafa) da Seapdr.

Ainda conforme Smaniotto, em um espaço de 7 mil metros quadrados haverá distanciamento de 1,5 metro entre cada estande, com controle de público.

“Poderão circular 800 visitantes ao mesmo tempo, além dos expositores, e o pavilhão terá monitores para orientar as pessoas sobre os protocolos de saúde. Tudo conforme determinou o Centro Estadual de Vigilância em Saúde [Cevs]”, afirma. O diretor acrescenta que neste ano não haverá o formato drive-thru no Pavilhão da Agricultura Familiar.

O Sul

Frase de Thomas Sowell

 A maioria esmagadora dos órgãos de imprensa também manipulam os negros dessa forma visando seus interesses mesquinhos.




Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1297213197360683

Vacinação contra o coronavírus segue no fim de semana para porto-alegrenses com 19 anos ou mais

 


A vacinação contra o coronavírus será mantida para todos os porto-alegrenses com 19 anos ou mais neste fim de semana. No sábado (21) e domingo (22), pessoas com as faixas etárias já contempladas também podem buscar os locais de vacinação para receber a primeira e segunda dose do imunizante.

Haverá esquema especial de vacinação no sábado em dois locais – auditório da Escola Júlio de Castilhos e Unidade de Saúde Morro dos Sargentos -, das 9h às 17h. Para adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades, a vacinação não ocorrerá no domingo.

A imunização continua para os públicos já contemplados anteriormente na campanha: profissionais de saúde e de apoio à saúde, pessoas com deficiência a partir de 18 anos, pessoas com comorbidades a partir de 18 anos, funcionários das escolas municipais, estaduais e particulares de ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente, gestantes, puérperas e lactantes (que estejam amamentando bebês com até 12 meses).

Para profissionais de saúde ou da educação, é preciso documento que comprove o vínculo de trabalho em Porto Alegre. Já para o grupo das comorbidades e deficiência, é necessário comprovar a condição (receita, laudo de exame, laudo ou relatório médico, etc – exceto Síndrome de Down). No caso dos adolescentes com comorbidades, o comprovante de residência poderá ser no nome dos pais ou responsáveis.

Segunda dose – A aplicação da segunda dose segue disponível para quem recebeu AstraZeneca e Pfizer há pelo menos dez semanas e para todos que receberam a primeira dose de Coronavac há 28 dias.

Para segunda dose é necessário levar identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação.

Sábado

– Auditório da Escola Júlio de Castilhos (entrada pela rua Laurindo – Santana), das 9h às 17h.
– Unidade de Saúde Morro dos Sargentos (rua Argemiro Ogando Corrêa, 330 – Serraria), das 9h às 17h.

Domingo

Unidade Móvel de Saúde levará a vacinação até a comunidade do bairro Jardim Sabará. O serviço estará instalado na Escola Romano Senhor Bom Jesus (rua Noel Rosa, 223 – Jardim Sabará), das 9h às 13h.

O Sul

Protocolada no Senado denúncia contra o Ministro Alexandre de Moraes do STF, com pedido de destituição do cargo.

 

Mais uma vitória da resistência afegã contra os Talibãs! A Aliança do Norte recapturou o distrito de Khanjan.