Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1296579234090746
As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.
Na tentativa de construir uma alternativa ao presidente Jair Bolsonaro e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição de 2022, lideranças de nove partidos fizeram, nesta quarta-feira (18), mais uma reunião para alinhar ideias. Em um almoço realizado em Brasília, na sede do PSDB, presidentes de seis partidos – PSDB, DEM, MDB, Cidadania, Podemos e PV – debateram sobre os rumos do pleito do ano que vem. O fato é que seguem sem encaminhar nenhuma posição.
O encontro teve a presença do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, pré-candidato ao Planalto pelo DEM, e líderes partidários, como o deputado Efraim Filho (DEM-PB) e o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Ao sair do almoço, o presidente do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), reconheceu a dificuldade apontada pelas pesquisas eleitorais, hoje polarizadas entre Lula e Bolsonaro, mas adotou um tom otimista e avaliou que o cenário pode mudar.
“Isso (pesquisas eleitorais) é um reflexo do momento. Temos essa consciência que hoje temos uma visão muito extremada da sociedade e da própria disputa política, dos dois extremos que contrapondo”, declarou Rossi.
O dirigente partidário afirmou que a meta é que os partidos se unam e formem apenas uma candidatura de consenso. “Se dividir o centro democrático, você perde competitividade. Em contrapartida, se nós estivermos unidos, podemos oferecer uma boa opção para a população”, afirmou.
Dispersos em várias possibilidades de candidaturas, nenhum nome da chamada terceira via conseguiu marcar mais de dez pontos porcentuais na última pesquisa XP/Ipespe. Apesar disso, ainda há uma profusão de nomes que são apontados com candidatos dentro dos nove partidos: os governadores João Doria (PSDB-SP) e Eduardo Leite (PSDB-RS), a senadora Simone Tebet (MDB), o apresentador José Luiz Datena (PSL), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Mandetta e o ex-ministro Sérgio Moro.
“Cada reunião que a gente faz, a gente fortalece esse vínculo. O mais importante é mostrar que esses partidos estão discutindo uma pauta para o País, um projeto para o País e buscando uma identidade para que a gente possa fazer nos próximos meses uma discussão já com nomes que cada partido colocará”, avaliou Baleia.
O grupo de partidos ainda tem a participação do Novo, PSL e Solidariedade. Representantes dos nove partidos têm um grupo no WhatsApp onde debatem sobre a disputa de 2022.
O presidente do Cidadania, Roberto Freire, minimizou a grande quantidade de nomes e disse que os debates entre os partidos sinalizam que haverá unidade entre eles no próximo pleito e que muitos dos postulantes hoje colocados podem desistir de tentar o Planalto.
“Os candidatos que porventura sejam desses partidos sabem que os presidentes desses partidos estão discutindo e não ficam imaginando que vão ser candidatos de qualquer jeito. Não é assim”, declarou.
Pesquisa XP-Ipespe divulgada na terça (17), deixa claro as dificuldades que o campo de terceira via ainda enfrenta. Lula pontuou 40% das intenções de voto em uma simulação de primeiro turno, Bolsonaro marcou 24% e Ciro Gomes (PDT), 10%. O pedetista também quer construir uma alternativa aos dois primeiros colocados, mas não está alinhado com o bloco de nove partidos.
Representantes da terceira via almejada pelos nove partidos não chegaram a dois dígitos. Sérgio Moro, que flerta com o Podemos sobre uma possível candidatura, tem 9%; e Luiz Henrique Mandetta e Eduardo Leite, 4% cada.
Em um segundo cenário pesquisado, com o governador de São Paulo, João Doria, o apresentador de TV José Luiz Datena e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a diferença entre Lula e Bolsonaro cai para 9 pontos porcentuais. Neste cenário, Lula registra 37% das intenções de voto, e Bolsonaro 28%. Na sequência, Ciro tem 11%, Mandetta, Doria e Datena aparecem com 5% cada um, e Pacheco com 1%.
No almoço, os presidentes partidários também debateram sobre a análise pela Câmara da proposta de emenda à Constituição (PEC) do voto impresso, usada por Bolsonaro para questionar a legitimidade da eleição de 2022. A avaliação geral foi de surpresa pela quantidade de votos favoráveis que Bolsonaro conseguiu, mas que foi bem-sucedida a articulação feita pelos dirigentes contra aprovação da medida.
O Sul
Quando começar a ser negociada no Congresso, a proposta de emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios enfrentará forte oposição dos Estados. Haverá resistências não só ao parcelamento em dez anos de um pagamento que normalmente é feito à vista, como também à autorização para que a União faça um encontro de contas entre o que tem a pagar aos Estados e municípios e as dívidas deles para com o governo federal.
Estados e municípios são os principais credores dos chamados superprecatórios, aqueles com valor acima de R$ 66 milhões, que a PEC propõe parcelar. Segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), os entes subnacionais detêm quase 60% dos superprecatórios. São R$ 17,8 bilhões em um total de 49 precatórios que somam R$ 29,9 bilhões.
O encontro de contas poderia resolver, dessa forma, boa parte do problema dos precatórios de alto valor. Ao todo, detentores de superprecatórios devem R$ 95,1 bilhões à União, dos quais perto de R$ 30 bilhões estão em situação irregular, informa nota da PGFN.
A PEC determina que o encontro de contas pode ser feito para “amortizar dívidas nos contratos em que houve prestação de garantia [da União] aos entes federativos, parcelas, vencidas ou a vencer, nos parcelamentos de tributos ou contribuições sociais, bem como obrigações decorrentes do descumprimento de prestação de contas ou desvio de recursos”.
“É um cheque em branco”, afirmou o secretário de Fazenda da Bahia, Manoel Vitório. Ele comenta que a redação da PEC é confusa. Não é claro, por exemplo, se o encontro de contas também será feito de forma parcelada ou de uma só vez. Seria ainda necessário alterar os contratos de financiamento que os entes têm com o Tesouro Nacional.
A Bahia não pretende abrir mão de receber integralmente os R$ 8,8 bilhões em precatórios que lhe são devidos em 2022. “Nossa intenção é utilizar integralmente para uma reforma nas políticas de educação, um grande fator de mobilidade social”, afirmou.
Com R$ 3,9 bilhões em precatórios a receber da União em 2022, o secretário de Fazenda de Pernambuco, Décio Padilha, frisou que o Estado defende o cumprimento da regra constitucional: créditos de precatórios inscritos em um ano são pagos no ano seguinte.
Na equipe econômica, informa-se que o dispositivo precisará ser regulamentado para definir como o encontro de contas será realizado. Mas a ideia é mesmo compensar os valores dos precatórios contra o saldo devedor dos entes com o governo federal. Uma fonte comentou que não faria sentido a União pagar bilhões a Estados que tiveram o aval do governo federal para tomar empréstimos e deram calote.
Envolvido em uma dura negociação em torno da reforma do Imposto de Renda, Padilha disse que as tentativas de entendimento com o governo federal a respeito de tributos fracassaram. Dessa forma, não haveria interesse do Estado em sentar-se à mesa para negociar precatórios.
“Claramente, o objetivo do governo federal com a PEC é abrir espaço fiscal direto de R$ 40 bilhões em 2022, para utilizar em despesas correntes”, afirmou o secretário de Pernambuco. Essa folga serviria, entre outras coisas, para bancar um aumento nos benefícios do programa social, comentou. Ele afirmou que os Estados são favoráveis ao reajuste, mas que a União pode encontrar outras fontes de financiamento.
O pagamento de precatórios aos Estados e municípios poderia ser feito fora do teto de gastos, a exemplo do que ocorre com outros pagamentos feitos pela União aos entes subnacionais, como os repasses dos Fundos de Participação dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM). A sugestão é do economista-chefe da XP Investimentos, Caio Megale.
Para ele, o mais sensato seria tirar parte do pagamento dos superprecatórios do teto e pagar à vista, com emissão de dívida. Assim, não seria necessário o governo propor uma PEC cujo resultado final, após a tramitação, é desconhecido. Do ponto de vista de gestão financeira, disse, pagar os precatórios de forma parcelada ou emitir títulos para quitá-los de uma só vez dá praticamente no mesmo. Apenas seria necessário limitar o tipo de precatório que sairia do teto.
Os precatórios decorrem da derrota do governo federal na Justiça, em que Estados alegaram erro no valor dos repasses ao antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).
As resistências dos entes credores à PEC não serão surpresa para o governo federal. Isso porque, quando a União foi derrotada nos tribunais, a Advocacia-Geral da União tentou promover um acordo com Estados e municípios. A iniciativa fracassou.
A PEC também traz um mecanismo que facilitará o encontro de contas com credores privados. Ela propõe que o pagamento, em vez de ser feito por intermédio do juiz da ação, como é hoje, passe a ser feito pelo juiz da execução fiscal. Dessa forma, o governo tenta substituir um mecanismo de compensação automática que foi julgado inconstitucional.
O Sul
Os diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negaram unanimemente o pedido do Instituto Butantan para incluir crianças e adolescentes (de 3 a 17 anos) entre as pessoas que podem receber a CoronaVac no Brasil.
Na mesma reunião da diretoria colegiada realizada nesta quarta-feira (18), os técnicos também revisaram e mantiveram a autorização de uso emergencial do imunizante para os adultos, que já tinha sido aprovado em 17 de janeiro. Entretanto, os diretores cobraram o envio de dados recentes sobre o desempenho da vacina, conforme previsto no processo.
A CoronaVac atualmente está em uso para crianças acima de 3 anos na China. A decisão foi baseada em estudos de fase 1 e 2 que indicam que imunizante é seguro. Os resultados foram publicados em junho na revista The Lancet. Os pesquisadores dizem que uma forte resposta imunológica foi verificada em 96% dos participantes.
No Brasil, atualmente a vacina da Pfizer é a única aprovada para maiores de 12 anos. Além disso, o laboratório Janssen recebeu autorização para condução de estudo com menores de 18 no País.
Reforço
A diretora Meiruze Freitas, da Segunda Diretoria da Anvisa, foi a relatora do processo e resumiu seu voto em quatro pontos:
— Recomendou que não seja aprovada a ampliação de uso da CoronaVac para as crianças e solicitou que sejam providenciados estudos de fase 3 (mais abrangente e específicos para avaliar a eficácia);
— Foi favorável à manter a autorização para uso emergencial da CoronaVac para adultos considerando que não houve mudança no benefício/risco do uso da vacina, que ajudou a conter a pandemia no Brasil;
— Votou por determinar que o Butantan apresente dados complementares de imunogenicidade, conforme cronograma a ser estabelecido, e
— Recomendou ao Ministério da Saúde que “considere a possibilidade de indicação de uma dose de reforço em caráter experimental para quem recebeu duas doses de CoronaVac, especialmente imunossuprimidos, idosos e em especial os idosos acima de 80 anos”.
Cobrança de dados
O gerente Gustavo Mendes, responsável pela Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED) da Anvisa, explicou que os dois estudos apresentados pelo Butantan são preliminares (fase 1 e 2) e que faltam dados sobre a eficácia, a duração da proteção da vacina e também qual a proteção para crianças com comorbidades ou imunossuprimidas.
Na mesma reunião, Mendes também apresentou outro relatório, desta vez sobre a manutenção do autorização de uso emergencial da vacina para adultos. O parecer foi favorável: “o perfil benefício-risco se mantém favorável, mas as incertezas persistem”, definiu Mendes.
O gerente da GGMED alertou que o Instituto Butantan ainda não entregou diversos dados aguardados, entre eles estão as informações completas sobre imunogenicidade (capacidade da estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos) ou os que mostram o acompanhamento da população vacinada, entre outros.
O gerente afirmou que não recebeu dados sobre o estudo de Serrana e que as informações ausentes somadas têm impacto até mesmo no planejamento sobre a necessidade de uma terceira dose.
“O que discutimos internamente é que as lacunas sobre imunogenicidade e do acompanhamento dos vacinados no estudo limitam conclusões sobre a duração da proteção e, por consequência, a necessidade de doses de reforço da vacina. No momento não há dados regulatórios que indicam se e quando existe a necessidade de dose de reforço para nenhuma vacina”, explicou Gustavo Mendes.
Diálogo
Em nota, o Butantan disse que está em diálogo com a Anvisa. “Os dados do estudo de imunogenicidade da CoronaVac ainda não foram entregues na sua totalidade à Anvisa por conta de divergências no método de análise”, informou o instituto.
E complementou: “Cabe ressaltar que em relação ao estudo de fase III da vacina, o artigo foi disponibilizado na plataforma de preprint Lancet e aguarda a revisão dos pares para a publicação em revista”.
O Sul
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta quarta-feira (18) que a terceira dose da vacina contra o coronavírus no Brasil será aplicada, inicialmente, em idosos e profissionais da saúde.
Entretanto, ele não informou quando a dose de reforço começará e afirmou que mais dados científicos são necessários. “Estamos planejando para que, no momento que tivermos todos os dados científicos e tivermos o número de doses suficiente disponível, já orientar um reforço da vacina. Isso vale para todos os imunizantes. Para isso, nós precisamos de dados científicos, não vamos fazer isso baseado em opinião de especialista”, explicou o ministro.
Ele lembrou que o Ministério da Saúde já encomendou um estudo para verificar a estratégia de terceira dose em pessoas que tomaram a CoronaVac. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também autorizou estudos de terceira dose das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca no Brasil.
“Sabemos que os idosos têm um sistema imunológico comprometido e por isso eles são mais vulneráveis. Pessoas que tomaram duas doses da vacina podem adoecer com a Covid, inclusive ter formas graves da doença. Mas se compararmos os que vacinaram com duas doses e aqueles que não vacinaram, o benefício da vacina é inconteste”, disse Queiroga.
Pfizer
Queiroga também informou que o Ministério da Saúde considera diminuir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer para 21 dias em setembro.
“O intervalo da Pfizer no bulário é de 21 dias. Para avançar no número de brasileiros vacinados com a primeira dose, resolveu-se ampliar o espaço para 90 dias. Agora que nós já vamos completar a D1 [primeira dose] em setembro, estudamos voltar o intervalo para 21 dias para que a gente possa acelerar a D2 [segunda dose]. Se fizermos isso, em outubro teremos mais de 75% da população vacinada com a D2”, disse o ministro.
O Sul
Atlas, também chamado Atlante, na mitologia grega, é um dos titãs condenado por Zeus a sustentar os céus para sempre. Era casado com Pleione, com a qual teve sete filhas conhecidas como Plêiades, bem como sete filhas que eram ninfas, as hespérides. Atlas era filho do titã Jápeto e da oceânide Ásia.
Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1295968730818463
A 44ª Expointer foi lançada oficialmente na tarde desta quarta-feira (18), no Palácio Piratini, em Porto Alegre. Com presença limitada de público, a maior feira agropecuária da América Latina terá protocolos sanitários rigorosos e foco nos negócios.
O evento será realizado de 4 a 12 de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. “Estamos mais uma vez fazendo uma Expointer especial, por conta das exigências da pandemia. Em 2020, já havíamos inovado, com uma edição totalmente digital. Agora, em 2021, estamos propondo um evento controlado e seguro, com a presença de pessoas no Parque Assis Brasil. Uma característica comum nas duas edições: a Expointer não perdeu a sua alma empreendedora. Mais do que isso: a Expointer traduz dois traços do povo gaúcho: superação e reinvenção diante das dificuldades”, disse o governador Eduardo Leite.
“Chegamos seguros a esse lançamento porque contamos com uma profunda interação entre as pastas da Agricultura e da Saúde, que encontraram, juntas, uma forma de fazer a edição de 2021, respeitando cuidados, mas preservando o espírito da presença do público, ainda que controlado”, completou o governador.
“Em conjunto, construímos um plano para que a feira aconteça com a maior segurança possível e possamos aproveitar este espaço de visitação, de exposição e de participação da comunidade como um espaço de autocuidado e de cuidado coletivo, e que seja uma grande vivência de cumprimento de medidas sanitárias que levaremos para o cotidiano”, afirmou a secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann.
Segundo o governo, os cuidados com os visitantes e o público interno começarão na bilheteria, que será totalmente on-line para evitar contato e aglomerações em filas. Também haverá testes de Covid-19 para os expositores. Os cuidados envolvem todos os setores, incluindo um cercamento eletrônico nos principais espaços, com bloqueio automático das catracas caso o limite de pessoas seja alcançado.
O público total que poderá circular pelo Parque Assis Brasil por dia será de 25 mil pessoas, contando o limite de 15 mil visitantes e as 10 mil pessoas que compõem o público interno (trabalhadores em geral, expositores, copromotores, autoridades e imprensa). Com isso, o limite que a feira alcançará será de 135 mil visitas nos nove dias de evento – o que representa menos de um terço do público da edição de 2019.
“O desafio é imenso, mas, ao lado dos nossos copromotores, nos propusemos a fazer um evento que retrate as conquistas do nosso agronegócio. Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia e pelas questões climáticas, os gaúchos produziram uma safra recorde de soja no verão, com mais de 20 milhões de toneladas de grãos. Temos boas projeções para a safra de inverno e, recentemente, recebemos o certificado internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação, um marco histórico esperado por 20 anos. Esses feitos elevam o otimismo das cadeias produtivas, que têm ajudado a alimentar o Estado, o País e o mundo com produtos de qualidade durante a pandemia”, disse a secretária da Agricultura, Silvana Covatti.
Os portões de acesso ao parque ficarão abertos das 8h às 19h30min. Todas as pessoas serão obrigadas a usar máscara e passarão por uma triagem na entrada do parque, com medição de temperatura.
Não será obrigatório estar vacinado contra a Covid-19 para participar do evento. No entanto, projeções do governo do Estado indicam que todos os adultos já terão recebido pelo menos a primeira dose da vacina contra a doença.
O público interno (expositores, copromotores e trabalhadores em geral), que estará presente durante os nove dias da Expointer, deverá providenciar o exame e apresentar o resultado negativo ou não detectável para a Covid-19 no primeiro dia de acesso ao parque.
Animais e agricultura familiar
Neste ano, irão a julgamento no parque 2.820 animais de argola, enquanto na edição anterior foram 1.019. O destaque é a participação de ovinos. Ao todo, 810 foram inscritos na exposição.
O Pavilhão da Agricultura Familiar contará com a participação de 216 agroindústrias e empreendimentos de artesanato, plantas e flores. Em 2020, foram 52 estandes em formato drive-thru.
O setor de máquinas agrícolas também estará presente. Até o início deste mês, 85 empresas já haviam confirmado participação.
O Sul
A prefeitura de Porto Alegre irá ampliar a faixa etária para a vacinação contra a Covid-19 nesta quinta-feira (19). Podem buscar os pontos de vacinação todos os porto-alegrenses com 20 anos ou mais. A aplicação das doses será mantida em 12 unidades de saúde e outros dois locais: Shopping Total (avenida Cristóvão Colombo, 545 – Floresta) e drive-thru híbrido do Bourbon Wallig (avenida Grécia, 1500 – Cristo Redentor).
A aplicação da primeira dose continua para os públicos já contemplados anteriormente na campanha: profissionais de saúde e de apoio à saúde; pessoas com deficiência a partir de 18 anos; pessoas com comorbidades a partir de 18 anos; funcionários das escolas municipais, estaduais e particulares de ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior; gestantes e puérperas; cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente e lactantes (que estejam amamentando bebês com até 12 meses). Também haverá a vacinação de adolescentes com comorbidades de 12 anos a 17 anos.
Documentos
Para receber a primeira dose, todos os públicos devem apresentar documento de identidade com CPF e comprovante de residência em Porto Alegre. Para os cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente, é preciso levar certidão de nascimento ou documento de guarda e comprovação da deficiência permanente. Gestantes precisam de documento que comprove a gestação (exame laboratorial/ecográfico ou o cartão de pré-natal) e puérperas, documento que comprove o puerpério (registro de alta hospitalar ou certidão de nascimento da criança). Já as lactantes devem apresentar documento de comprovação que contenha a data de nascimento da criança.
Para profissionais de saúde ou da educação, é preciso documento que comprove o vínculo de trabalho em Porto Alegre. Já para o grupo das comorbidades e deficiência, é necessário comprovar a condição (receita, laudo de exame, laudo ou relatório médico, etc – exceto Síndrome de Down). No caso dos adolescentes com comorbidades, o comprovante de residência poderá ser no nome dos pais ou responsáveis.
Segunda dose
A aplicação da segunda dose segue disponível em 12 unidades de saúde e duas farmácias para quem recebeu AstraZeneca há pelo menos dez semanas e em 13 unidades de saúde para todos que receberam a primeira dose de Coronavac há 28 dias. Já a aplicação da segunda dose da Pfizer segue disponível em quatro unidades de saúde para que recebeu a primeira dose há dez semanais ou mais.
Para segunda dose, é necessário levar identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação.
O quê: primeira dose contra a Covid-19
Público: pessoas com 20 anos ou mais; profissionais de saúde e de apoio à saúde; pessoas com deficiência a partir de 18 anos; pessoas com comorbidades a partir de 12 anos; funcionários das escolas municipais, estaduais e particulares de ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior; gestantes e puérperas, cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente e lactantes (que estejam amamentando bebês com até 12 meses).
Onde: 12 unidades de saúde, Shopping Total (a partir das 9h) e drive-thru híbrido do Bourbon Wallig (a partir das 9h)
Horário: 8h às 17h
Endereços: confira no link
Onde: App 156+POA (agendas para as unidades Diretor Pestana, Morro Santana, Nossa Senhora de Belém, Passo das Pedras 1, São Carlos e Tristeza)
Horário: 8h às 17h
Endereços: confira no link
O quê: segunda dose da Coronavac/Butantan
Público: pessoas que receberam a primeira dose há 28 dias
Onde`13 unidades de saúde – Clínica da Família Álvaro Difini, Assis Brasil, Belém Novo, Camaquã, Glória (Igreja N. Sra. da Glória), Clínica da Família IAPI, Moab Caldas, Modelo, Morro Santana, Panorama, Santa Cecília, Santa Marta e São Carlos
Horário: 8h às 17h
Endereços: confira no link
Onde: App 156+POA (agendas para a unidade Bananeiras)
O quê: segunda dose da AstraZeneca/Oxford
Público: pessoas que receberam a primeira dose há dez semanas
Onde: 12 unidades de saúde – Clínica da Família Álvaro Difini, Assis Brasil, Belém Novo, Camaquã, Glória (Igreja N. Sra. da Glória), Clínica da Família IAPI, Moab Caldas, Modelo, Morro Santana, Santa Cecília, Santa Marta e São Carlos – e duas farmácias
Horário: 8h às 17h (nas unidades de saúde) e das 9h às 17h (nas farmácias parceiras)
Endereços: confira no link
Onde: App 156+POA (agendas para as unidades Belém Novo, Diretor Pestana, Nossa Senhora de Belém, São Cristóvão e Vila Jardim)
Horário: 10h às 19h
O quê: segunda dose da Pfizer/BioNTech
Público: pessoas que receberam a primeira dose há dez semanas ou mais
Onde: 4 unidades de saúde
Horário: 8h às 17h
Endereços: confira no link
O Sul