Antiquário - Cadeira à venda

 




Valor: R$ 80,00

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Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 -  Porto Alegre - RS, 90040-001
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Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1285665118515491

REFINARIAS

 Por que ninguém construiu refinaria desde 1997, quando houve a abertura do mercado? A resposta para esta pergunta, segundo o diretor de Exploração e Produção da Petrobrás, Fernando Borges é simples: - O preponderante é o risco de interferência no preço. Como a margem é pequena, se você é quem controla o preço na refinaria, aí pode operar com margem negativa. A gente viveu isso no passado recente”, disse o dirigente em evento online promovido pela agência Estado, referindo-se aos governos do Partido dos Trabalhadores, principalmente o de Dilma Rousseff (2011-2016), que manteve os preços congelados por longos períodos.


De acordo com o executivo, mesmo com o Termo de Compromisso de Cessação (TCC) assinado pela Petrobras com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), de vender metade da sua participação no refino, quebrando assim um monopólio de décadas, existe um temor dos investidores de que o controle dos preços volte, devido à alternância de poder no País.


“Hoje, o medo da interferência é um dos riscos que não está tornando fácil a Petrobras vender suas refinarias. Esse histórico de interferência no Brasil é longo, e quando se tem alternância de governo, pode ter um outro que acha que é a solução controlar preço e coloca esse desafio na desconcentração do refino”, explicou.


A Petrobras colocou oito refinarias à venda em 2019, mas até o momento só conseguiu vender a Rlam, da Bahia, para o fundo de investimentos árabe Mubadala. Em fase mais adiantada, segundo informações recentes da empresa, estão as refinarias do Amazonas (Reman), Ceará (Lubnor) e Paraná (Six). O processo da Repar, no Paraná, foi suspenso por causa do preço baixo ofertado e ainda não voltou ao mercado. Faltam ainda também as refinarias Refap, no Rio Grande do Sul, e Rnest, em Pernambuco.


Após as vendas, que têm prazo até o final deste ano para serem concluídas, determinado pelo Cade, a Petrobras ficará com uma capacidade de refino de 1,1 milhão de barris diários.


Pontocritico.com

ALEMANHA COMUNISTA

 A história dos atletas fabricados pela Alemanha comunista- por Jones Rossi, Gazeta do Povo.


 


 Durante os anos 1970 e 1980, a Alemanha Oriental conduziu um programa de doping envolvendo milhares de atletas para promover as façanhas esportivas do comunismo.


Quem acompanhou de perto as Olimpíadas de Tóquio certamente notou que a Rússia competiu sob a sigla ROC (Russian Olympic Committee, ou, em português, Comitê Olímpico Russo). A proibição de usar o nome, a bandeira e até o hino russo veio depois do grande escândalo de doping envolvendo os atletas do país em 2019. A Agência Mundial Antidoping descobriu que as amostras eram adulteradas para ocultar a dopagem em um complexo e criminoso esquema promovido pelo governo. A Rússia não é mais comunista desde o fim da União Soviética, em 1991, mas o doping era uma tradição dentro da Cortina de Ferro.


 


“A gente tinha que checar o símbolo na porta quando entrava no vestiário com as nadadoras da Alemanha Oriental para saber se era o lugar certo”, conta uma nadadora americana em depoimento ao psicólogo Steven Ungerleider, autor do livro “Faust's Gold: Inside the East German Doping Machine (O Ouro de Fausto: por dentro da máquina de doping da Alemanha Oriental” e ex-membro do Comitê Olímpico dos EUA. “Elas eram gigantes, pareciam jogadores de futebol americano, e tinham pelos crescendo no corpo inteiro.” Outra nadadora comenta o comportamento agressivo das alemãs orientais: “Elas cuspiam no chão e nos olhavam como se quisessem arrancar nossa língua. Era um tanto surreal, e intimidador.”


 


Essas superatletas eram fruto de um programa secreto do governo comunista da Alemanha Oriental, que selecionou os melhores atletas nas escolas do país e então passou a submetê-los a experimentos que lembravam os dias do nazismo: neles eram aplicados hormônios sintéticos, esteroides anabolizantes e uma variedade de drogas para melhorar o desempenho esportivo. O programa era supervisionado pela infame Stasi — que vigiava praticamente todos os cidadãos do país — e chegou a recrutar garotas de apenas 12 anos. Os atletas, aliás, não tinham qualquer conhecimento de que estavam sendo dopados para que o país pudesse se destacar nas competições internacionais e demonstrar a "superioridade" do comunismo frente ao “decadente” capitalismo ocidental. Os pais dos atletas, a maioria menores de idade, também não sabiam de nada.


 


“EU ERA CHAMADA DE GAY OU TRAVESTI”


Um laboratório secreto na cidade de Leipzig estabeleceu as bases químicas do programa. As nadadoras descritas no livro de Ungerleider recebiam um produto chamado Oral-Turinabol, um esteroide anabolizante derivado da testosterona fabricado pela farmacêutica estatal VEB Jenapharm. O que faz o Oral-Turinabol? Aumenta a massa muscular e reduz o tempo de recuperação, evidentemente dando vantagem sobre as adversárias.


Prescrito a meninas que mal haviam entrado na puberdade, causava o aparecimento de pelos, engrossamento da voz, as deixando com uma aparência masculina. “Eu era chamada de gay ou travesti”, afirma a nadadora Katharina Bullin, em depoimento a um documentário da rede pública americana PBS sobre o doping na Alemanha Oriental. Hoje, mais velhas, as atletas que foram submetidas ao programa sofrem de várias condições decorrentes do doping, como diabetes, pressão alta, problemas nos rins e nos nervos. Na juventude, várias desenvolveram cistos no ovário e tiveram abortos. Efeitos que eram bem conhecidos dos cientistas alemães.


 


MEDALHA, MEDALAHA, MEDALHA


Os resultados apareceram. Nas Olimpíadas de 1968, na Cidade do México, a Alemanha Oriental obteve um bom desempenho, com nove medalhas de ouro, mas nada se compara ao que veio depois, na década de 1970, com o programa estatal de dopagem a pleno vapor. Em Munique foram 20 medalhas de ouro, deixando o país atrás apenas da União Soviética e dos Estados Unidos. Nas Olimpíadas seguintes, em Montreal, no auge do programa, a Alemanha Oriental conquistou 40 medalhas de ouro, ultrapassando até os poderosos EUA. Em 1980, em Moscou, foram 47 ouros. Em 1984, a Alemanha Oriental boicotou os Jogos Olímpicos juntamente com todos os países do bloco soviético. Mesmo em Seul, em 1988, manteve o bom desempenho: 37 ouros e mais uma vez o segundo lugar, novamente à frente dos EUA e de sua vizinha Alemanha Ocidental, muito mais rica e desenvolvida, que obteve apenas 11 ouros. Nas Olimpíadas de Tóquio, realizadas este ano, não teria para ninguém: a Alemanha Oriental de 1976 ficaria em primeiro lugar no quadro de medalhas.


 


A surpreendente performance deve-se ao fato de que, naquela época, o Oral-Turinabol não era detectado nos exames de urina, deixando a Alemanha Oriental livre para aplicá-los em seus atletas até 1981. Mesmo depois que o Comitê Olímpico Internacional recorreu a cientistas para desenvolver testes que detectassem o uso de testosterona, os médicos da Alemanha Oriental conseguiram criar um método capaz de equilibrar a quantidade do hormônio no organismo dos atletas de modo a burlar o sistema.


 


Durante os anos 1980, os cuidados foram redobrados. Todos os atletas eram testados antes de sair do país e, caso o resultado fosse positivo, jornais oficiais inventavam alguma notícia atribuindo a ausência a uma lesão ou algo do tipo. Relatos esporádicos sobre o programa de doping eram feitos por esportistas que conseguiam fugir do país. Mas a verdade só apareceu em 1993, quando os arquivos da Stasi tornaram-se públicos.


 


Os arquitetos desse grande esquema de doping que arruinou a vida de milhares de jovens da Alemanha Oriental escaparam praticamente ilesos, mesmo após terem sido julgados na década de 1990 e nos anos 2000. No máximo receberam multas irrisórias de menos de 10 mil euros e ainda escaparam da prisão, como Lothar Kipke, médico da associação de natação da Alemanha Oriental. Os atletas que fizeram parte do programa, sem saber que estavam sendo vítimas de experimentação com drogas perigosas, sofrem os efeitos até hoje.



Pontocritico.com

Construtora & Incorporadora k2

 www.k2construcoes.com.br







PETROBRÁS: MAIS TRIBUTOS DO QUE PETRÓLEO - Gilberto Simões Pires

 REAJUSTES DE COMBUSTÍVEIS

Mais do que sabido e comprovado, a cada momento que a Petrobrás anuncia um reajuste dos preços dos combustíveis, a turma da MÍDIA ABUTRE entra em grande SURTO. Sem demonstrar o mínimo interesse em saber e/ou entender as reais razões que levam a estatal a reajustar os preços do diesel, da gasolina e do gás, por exemplo, o que faz, sistematicamente, é promover a demonização do governo e da administração da Petrobrás, colocando-os como CULPADOS MALDOSOS pelos preços dos combustíveis.


IMPOSTOS

Assim, ao invés de explicar a CAUSA dos reajustes, a cada vez que entram em vigor os repórteres correm imediatamente para os postos de combustíveis para ouvir as reações dos indignados consumidores, que fazem coro com o grito nada esclarecedor da mídia. 


ROYALTIES E ICMS

O mais preocupante nisto tudo é o silêncio sepulcral da MÍDIA ABUTRE quanto aos IMPOSTOS PAGOS PELA PETROBRÁS, que se vê obrigada a recolher -na fonte- por determinação da estúpida SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA. Vejam que neste ano (2021), a Petrobrás recolheu R$ 76,7 bilhões em IMPOSTOS, ou 22% mais do que entregou no ano anterior (2020), quando recolheu R$ 62,6 bilhões. Que tal? Segundo a estatal, como diz a nota que emitiu, o aumento se deve principalmente por conta do pagamento dos royalties e do ICMS próprio: “Assim, mais uma vez, a Petrobrás segue como uma das maiores pagadoras de tributos e participações governamentais do Brasil".


SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

Mais: o total pago compreende R$ 32,4 bilhões em TRIBUTOS PRÓPRIOS de suas operações; R$ 23,3 bilhões em PARTICIPAÇÕES GOVERNAMENTAIS, e R$ 21 bilhões em TRIBUTOS RETIDOS DE TERCEIROS uma vez que a companhia possui incumbência legal de recolhimento por toda a cadeia, na figura de SUBSTITUTA TRIBUTÁRIA. Para a UNIÃO foram pagos R$ 14,3 bilhões em tributos federais, mais R$ 23,3 bilhões em participações governamentais, totalizando R$ 37,6 bilhões ao ente federal no primeiro semestre de 2021. Já para os ESTADOS foram recolhidos R$ 38,6 bilhões, enquanto para os municípios foram recolhidos os valores de R$ 497,3 milhões no acumulado do período.


TRIBUTAÇÃO PETROLÍFERA

O levantamento concluiu que a tributação petrolífera no Brasil representa aproximadamente 70% da renda da atividade, bem acima da carga tributária média no país, a qual se situa na faixa de 38 a 40%. No que se refere aos tributos estaduais, o relatório fiscal, divulgado esta semana pela companhia, apresenta um estudo do panorama geral do ICMS recolhido pela Petrobrás e sua relevância contributiva em comparação ao total arrecadado de ICMS por cada estado. No Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, o recolhimento foi de R$ 3,92 bilhões, o que representa 16,9% do total arrecadado em todo o estado, segundo dados do boletim de arrecadação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).


IMPOSTOS DÃO DE GOLEADA NOS LUCROS

Aliás, no Relatório de Produção e Venda da Petrobrás, de fevereiro deste ano, consta que a Petrobrás é a maior pagadora de tributos do Brasil. Diante dos preços baixos do petróleo e da contração da demanda, pagamos R$ 129 bilhões ao governo em 2020, totalizando R$ 375 bilhões nos últimos dois anos. Comparados os resultados que vem sendo mostrados pela Petrobrás, os IMPOSTOS dão de goleada nos LUCROS da estatal. Isto a MÍDIA ABUTRE não mostra.



Pontocritico.com

Frase de Luís Roberto Barroso, presidente do TSE

 



Fonte: https://twitter.com/AnaPaulaVolei/status/1425519779188658176/photo/1

Exportações do agronegócio gaúcho registram alta de 42% no segundo trimestre deste ano

 


As exportações do agronegócio do Rio Grande do Sul somaram US$ 4,6 bilhões no segundo trimestre de 2021, uma alta de 42% em valor na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Entre os setores mais representativos do segmento, o desempenho no trimestre foi puxado pelo complexo soja (US$ 2,8 bilhões; +56,2%), carnes (US$ 614,3 milhões; +24,8%) e produtos florestais (US$ 342,9 milhões; +55,4%), enquanto fumo e seus produtos (US$ 241,3 milhões; -2,1%) e cereais, farinhas e preparações (US$ 102,0 milhões; -46,1%) tiveram resultado abaixo do registrado no segundo trimestre de 2020.

Em termos absolutos, o incremento foi de US$ 1,4 bilhão, o que garantiu o segundo melhor trimestre em vendas do Estado desde o início da série histórica, em 1997, perdendo apenas para o terceiro trimestre de 2013.

No acumulado dos seis primeiros meses de 2021, a alta nas exportações gaúchas do agronegócio foi de 30,5% em valor na comparação com o primeiro semestre de 2020, atingindo US$ 6,6 bilhões. Sem considerar a inflação do período, o valor é o maior desde 1997 e representa um aumento de US$ 1,5 bilhão no comércio.

As informações sobre as vendas do período e do acumulado do primeiro semestre de 2021 fazem parte do boletim Indicadores do Agronegócio do RS, divulgado na manhã desta quarta-feira (11) pelo DEE (Departamento de Economia e Estatística), vinculado à SPGG (Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão), e elaborado pelos analistas Rodrigo Feix e Sérgio Leusin Júnior.

Setores e principais destinos

Segmento mais representativo da pauta de exportações gaúcha, o complexo soja viu no aumento das vendas da soja em grão (mais US$ 788,7 milhões, +52%) o principal destaque do segundo trimestre, seguido das altas nas vendas do farelo de soja (mais US$ 145,7 milhões; +65,8%) e do óleo de soja (mais US$ 71,8 milhões; +138,8%).

No setor de carnes, a expansão nas vendas externas das carnes de frango (mais US$ 90,6 milhões; +42%) e suína (mais US$ 45,1 milhões; +26,7%) puxaram os resultados, já que a carne bovina teve queda de US$ 13,8 milhões (-17,3%) na sua comercialização.

No setor de produtos florestais, as exportações de celulose (mais US$ 63 milhões; +41,9%) e de madeiras em bruto e manufaturas de madeira (mais US$ 56,4 milhões; +87,3%) sustentaram a elevação. Para o segmento de cereais, farinhas e preparações, o resultado negativo do segundo trimestre de 2021 veio puxado pela baixa nas vendas do arroz (menos US$ 99,45 milhões; -55%).

Entre os principais destinos dos produtos do agronegócio do Rio Grande do Sul no trimestre, a China foi responsável por 58,7% dos valores, com uma alta de US$ 903,1 milhões em compras (+50,6%).

O destaque na pauta do país asiático foi a soja em grão (mais US$ 750,1 milhões; +51,1%), enquanto o óleo de soja (mais US$ 44,1 milhões; +165,8%), celulose (mais US$ 36,3 milhões; +84,8%) e a carne suína (mais US$ 35,2 milhões; +26,2%) também contribuíram no resultado final. Além da China, União Europeia (8,5% do total), Coreia do Sul (3,6%), Estados Unidos (3,3%) e Irã (2,3%) completam o ranking dos cinco primeiros colocados em compras do Estado.

Primeiro semestre de 2021

No acumulado dos seis primeiros meses de 2021, o complexo soja (US$ 3,1 bilhões), carnes (US$ 1,1 bilhão) e fumo e seus produtos (US$ 600,3 milhões) tiveram as maiores participações nas vendas externas.

Em termos de crescimento, as exportações de soja (mais US$ 952,9 milhões; +44,2%), carnes (mais US$ 181,5 milhões; +19,2%) e produtos florestais (mais US$ 145,5 milhões; +33,2%) foram as que mais avançaram no período, marcado pela recuperação da estiagem registrada no primeiro semestre do ano passado.

Quanto a produtos específicos da pauta de exportações gaúcha, a soja em grão (mais US$ 644,1 milhões; +36,3%), farelo de soja (mais US$ 227,5 milhões; +69,2%), carne de frango (mais US$ 95,6 milhões; +20,6%) e carne suína (US$ 84,8 milhões; +28,5%) ganharam espaço em valor no período. Contrariando a tendência, o arroz apresentou queda nas vendas externas (menos US$ 100,5 milhões; -41,7%).

Em relação aos destinos das exportações no primeiro semestre de 2021, a China permanece no topo, com 48,4% do total das compras gaúchas. União Europeia (11,4%), Estados Unidos (3,9%), Coreia do Sul (3,8%) e Arábia Saudita (2,9%) completam o ranking.

“Com uma oferta maior de soja no Estado e uma demanda firme da China, a tendência é de significativo crescimento nas vendas da oleaginosa para o país asiático este ano. Embora o acordo comercial estabelecido em 2020 com os EUA empenhe a China a elevar as compras da soja norte-americana, ainda há espaço para compras do Brasil, principal exportador mundial”, destaca o pesquisador Sérgio Leusin Jr.

Emprego formal no campo

O segundo trimestre de 2021 registrou saldo negativo de 6.330 postos de trabalho com carteira assinada no agronegócio do Rio Grande do Sul. O resultado é esperado para o período em função da sazonalidade da produção agrícola, que tem a partir de abril um movimento de desmobilização da mão de obra. No mesmo período de 2020, a baixa foi de 10.332 postos.

“No segundo trimestre de 2021, a perda de empregos foi inferior à registrada em 2020 principalmente em razão do desempenho das indústrias de máquinas agrícolas e do couro, além do setor atacadista de produtos agroindustriais, que se beneficiou da recuperação da produção agrícola no RS, após um ciclo de forte estiagem”, afirma o pesquisador Rodrigo Feix, responsável por essa seção do boletim.

Dentre os três segmentos que constituem o agronegócio, “antes”, “dentro” e “depois” da porteira, apenas o “antes da porteira”, formado por atividades de fornecimento de insumos, máquinas e equipamentos, registrou saldo positivo (1.969 postos). A maior redução foi registrada no segmento “depois da porteira”, composto predominantemente por atividades agroindustriais, com menos 4.432 postos, seguido do “dentro da porteira”, constituído pelas atividades agropecuárias, com menos 3.867 empregos.

No acumulado do primeiro semestre, no entanto, o saldo da criação de postos de trabalho com carteira assinada é positivo em 20.073 vagas, um ganho em relação aos seis primeiros meses de 2020, quando o saldo positivo foi de 8.897. Na comparação com o conjunto da economia gaúcha, que teve um saldo positivo de 93.139 postos de trabalho no semestre, o agronegócio representa 22% do saldo total de empregos formais gerados no Estado.

Em junho de 2021, o estoque de empregos (vínculos ativos) com carteira assinada no agronegócio do Rio Grande do Sul era de 356.861 vínculos, contra 334.986 do mesmo período de 2020.

O Sul

Facebook derruba rede internacional de desinformação sobre vacinas que tinha o Brasil como alvo

 


O Facebook derrubou de suas plataformas uma rede internacional de desinformação sobre vacinas que vinha atuando de forma organizada na Rússia desde novembro de 2020, com intuito de espalhar notícias falsas sobre os imunizantes da AstraZeneca e da Pfizer em regiões específicas do mundo, entre elas o Brasil. As informações foram reveladas na terça-feira (10) no Relatório de Comportamento Inautêntico Coordenado (CIB, na sigla em inglês), documento publicado mensalmente pela empresa.

Ao todo, foram removidas 65 contas do Facebook e 243 contas do Instagram, todas ligadas à empresa de marketing Fazze, com registro no Reino Unido, mas com operações na Rússia. Segundo o relatório da empresa de tecnologia, o público-alvo da campanha de desinformação orquestrada pela Fazze eram usuários da Índia, do Brasil, de outros países da América Latina e, em menor grau, dos Estados Unidos.

A Fazze foi banida das redes sociais do grupo por violar a política contra interferência estrangeira da plataforma (quando um país tenta manipular o debate público de outra região, por exemplo), algo que, diz o Facebook, se enquadra como “comportamento inautêntico coordenado”, que são “esforços coordenados para manipular o debate público para um fim estratégico, onde contas falsas são centrais para a operação”.

A campanha de desinformação começou em fóruns populares da internet, como Reddit e Medium, passando para a criação de contas falsas no Facebook e Instagram, onde o conteúdo enganoso seria repercutido nas redes sociais para usuários desavisados. Em seguida, “influenciadores digitais” eram utilizados para amplificar as mentiras, ajudados pela Fazze, que oferecia acesso a essas personalidades com muitos seguidores.

“As operações cada vez mais buscam usar vozes influentes autênticas para transmitir suas mensagens. Por meio delas, as campanhas enganosas ganham acesso ao público-alvo do influenciador, mas isso vem com um risco significativo de exposição”, escreve o Facebook no relatório.

De novembro de 2020 a dezembro daquele mesmo ano, as vacinas da AstraZeneca eram alvo dos propagadores de notícias falsas, que diziam que o imunizante transformaria as pessoas em chimpanzés, trazendo imagens do filme Planeta dos Macacos (1968) para supostamente exemplificar o efeito nocivo das doses. Depois de cinco meses de inatividade, explica o Facebook, foi a vez da Pfizer, que supostamente teria maior taxa de mortalidade do que outras vacinas. As hashtags publicadas nas plataformas estavam em hindi, inglês, espanhol e português.

Cerca de 24 mil contas seguiram um ou mais desses perfis de desinformação no Instagram. Para o Facebook, tratou-se de uma operação de notícias falsas de baixo alcance, ou seja, não obteve sucesso, já que gerou pouco engajamento.

Não há informações sobre quem contratou a Fazze para iniciar a campanha de desinformação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul