Câmara de Porto Alegre aprova alteração no Bônus Moradia

 Agora, o benefício poderá ser unificado em até duas pessoas, facilitando a compra de imóveis com valores maiores



Os vereadores da Câmara de Porto Alegre aprovaram, nesta quarta-feira, o projeto de lei do Executivo que permite a unificação do Bônus Moradia em até duas pessoas para aquisição de imóveis com valores maiores. O benefício atende às famílias que residem em áreas públicas e, em função de obras (como a duplicação ou criação de uma avenida), necessitam sair do local onde moram e às famílias que ocupam áreas consideradas vulneráveis. A medida, antes impedida por lei, foi aprovada de maneira simbólica.

O benefício é pago através do Departamento Municipal de Habitação (Demhab) e tem como objetivo facilitar a aquisição de imovéis com valores maiores para melhor atender as necessidades do grupo familiar. Para ser contemplado, é necessário que os beneficiários comprovem a sua situação, que será analisada pelo departamento.  

Esta é a segunda vez que base e oposição se unem para acelerar a aprovação de um projeto do governo. Protocolado nesta segunda-feira, os líderes de oposição e base, Pedro Ruas (PSol) e Idenir Cecchim (MDB), respectivamene, solicitaram lado a lado - em um gesto simbólico - que o texto fosse analisado, ainda na segunda, na reunião conjunta das comissões e, com isso fosse votado ainda na sessão de hoje. O mesmo movimento ocorreu, anteriormente, na proposta que autorizou a prefeitura a comprar vacinas de forma direta. Na ocasião, o projeto foi protocolado e aprovado em 72 horas.

Em plenário, a proposta recebeu uma emenda, que foi rejeitada e previa a extensão do benefício as mulheres chefes da família. Segundo declaração do Demhab, a alteração não poderia ser atendida em função da "impossibilidade do cálculo imediado dos seus efeitos sobre o orçamento municipal". 

Correio do Povo


Hospital de Clínicas registra surto de Covid-19 em Porto Alegre



CPI da Covid aprova acareação entre Onyx e Luis Miranda

Alexander Ermolaev (artista russo, 1955)

 Rio Amur-Amarelo




Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1289759294772740

Câmara dos Deputados cassa mandato de Flordelis, acusada de mandar matar marido

 Medida foi aprovada por 437 votos a 7 nesta quarta-feira



A Câmara dos Deputados cassou nesta quarta-feira (11), por quebra de decoro parlamentar, o mandato da deputada federal Flordelis (PSD-RJ), acusada de ser a mandante do assassinato de seu ex-marido, o pastor Anderson do Carmo. O plenário aprovou a perda de mandato por 437 votos a 7 - são necessários 257 votos, a maioria absoluta, para a cassação de um mandato parlamentar. Foram contabilizadas 12 abstenções.

O processo contra Flordelis foi aberto no Conselho de Ética da Câmara em 23 de fevereiro, após a acusação contra a parlamentar. Em 8 de junho, o grupo decidiu pela cassação do mandato - o relatório aponta que ela teria violado o código ao abusar das prerrogativas para ocultar provas e coagir testemunhas. Na ocasião, foram 16 votos a 1 - o único deputado que votou a favor da deputada foi Márcio Labre (PSL-RJ).

Flordelils nega a acusação

Em pronunciamento no plenário, Flordelis negou a acusação e afirmou ser inocente. Disse que será absolvida no júri popular e que "não deve pagar pelos erros de ninguém". A deputada pediu que lhe dessem o direito de defesa, além de que fosse julgada pelos brasileiros que votaram nela em 2018. “Permita que eu seja julgada pelo povo e retirada daqui pelo mesmo povo”, disse.

A parlamentar contou que não foi ouvida pela maioria dos deputados, inclusive o presidente Arthur Lira (PP-AL). “O próprio presidente dessa Casa, eleito dizendo que daria voz a todos nós, não me ouviu. Não por falta de tentativa, porque eu tentei, mas talvez por causa da pandemia”.

Flordelis afirmou que, caso o plenário aprovasse a cassação, sairia de cabeça erguida. “Porque eu sei que sou inocente e todos saberão que eu sou inocente. A minha inocência será provada”, garantiu. Quando o tribunal do júri me absolver, porque eu serei absolvida, vocês iram colocar a cabeça no travesseiro e se arrepender, por condenar alguém que ainda não foi julgada”, acrescentou.

A deputada do PSD-RJ ainda falou sobre sua família – ela tem 55 filhos, muitos adotivos. “Tive filhos meus que erraram, mas não foram todos. Mas toda minha família está sendo criminalizada. Eu não posso e não devo pagar pelos erros de ninguém. A Flordelis que está aqui está destruída. Eu não tinha condições para estar aqui, mas eu vim, por respeito a esta Casa.”

Relator do caso no Conselho de Ética, o deputado federal Alexandre Leite (DEM-SP) afirmou que a parlamentar não apresentou provas concretas contra as acusações, que se limitou a dizer que era inocente e que provaria tal declaração. Leite contou também que Anderson do Carmo, segundo Flordelis relatou, tinha autorização especial para entrar no plenário da Casa, que fazia parte dos grupos parlamentares de articulação e de debate de matéria, além de influenciar em votos.

“A produção legislativa da deputada caiu para menos da metade a quase zero nos anos subsequentes da morte do pastor Anderson do Carmo, ou seja, era quem de fato exercia o mandato parlamentar da deputada Flordelis”, disse.

No plenário, a defesa de Flordelis rebateu a fala do relator. "Eu queria ver se fosse uma situação invertida. Se fosse um homem sendo acusado, eu duvido que uma acusação dessa se sustentava. É muito mais fácil atacar uma mulher, que por uma série de fatores não pode se defender adequadamente", disse o advogado.

Durante a sessão, o presidente Arthur Lira (PP-AL) informou sobre a possibilidade de discussão de um projeto de resolução que previa uma pena mais branda para Flordelis – suspensão de seis meses, e não a cassação. Para que o texto fosse votado, era necessário que alguma emenda fosse apresentada. No entanto, nenhum parlamentar protocolou nenhuma emenda.

Momentos antes, o presidente havia afirmado que a Casa “não tem competência para julgar crime penal, e sim quebra de decoro”.

“Quem pode cassar, pode absolver e pode suspender. O que eu não quero é que essa discussão no plenário seja se cometeu ou não homicídio, se é culpada ou se é inocente. Nós não somos juízes de vara de direito. Nós aqui vamos fazer a penosa missão de discutir se houve ou não falta de decoro”, acrescentou.

Ação no STF

Mais cedo, a defesa da parlamentar acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar a sessão. Os advogados argumentaram que o crime do qual é acusada não tem relação com o mandato que ocupa na Câmara. Na sequência, citaram diversos casos de parlamentares que são alvos de processos criminais. Entre eles, o presidente Arthur Lira (PP-AL) e Daniel Silveira (PSL-RJ). O pedido, contudo, foi negado pela ministra Cármen Lúcia.

Flordelis foi denunciada como a mandante da morte do ex-marido, ocorrida em junho de 2019, pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em 24 de agosto de 2020. A juíza do 3º Tribunal do Júri de Niterói Nearis dos Santos Carvalho Arce decidiu levar a júri popular o caso.

Imputam contra a parlamentar os crimes de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado, associação criminosa, uso de documento falso e falsidade ideológica. Ela nega as acusações.

Em setembro do ano passado, a Justiça do Rio determinou que Flordelis passasse a usar tornozeleira eletrônica. Relatório da SEAP (Secretaria Estadual de Administração Penitenciária) do Rio apontou que a bateria do objeto terminou por 11 vezes, o que é considerado como violação ao uso do equipamento.

Essa não é a primeira vez que a Câmara dos Deputados aprova uma cassação. Outros parlamentares já perderam seu mandato, por exemplo, Eduardo Cunha (MDB-RJ), José Dirceu (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ), Pedro Corrêa (PP-PE), Natan Donadon (sem partido-RO), André Vargas (sem partido-PR) e André Luiz (sem partido-RJ).

R7 e Correio do Povo

Morre o ator Paulo José

 Ator gaúcho morreu nesta quarta-feira, aos 84 anos, em um hospital do Rio de Janeiro, após 20 dias com quadro de pneumonia



Paulo José morreu aos 84 anos, nesta quarta-feira, em um hospital particular, na cidade do Rio de Janeiro. Internado havia 20 dias, o artista apresentava um quadro de pneumonia. Há mais de 20 anos, ele sofria de Mal de Parkinson e lutava contra o avanço da doença. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da TV Globo. 

"Um dos maiores nomes da nossa dramaturgia, como ator e diretor, e também dono de uma voz marcante, Paulo José é daqueles artistas de quem o público sempre se sentiu próximo. Nas últimas décadas, entrou em nossas casas por meio de uma infinidade de personagens que ficam, assim como ele, para a história", diz um dos trechos do comunicado enviado pela emissora. O artista deixa a esposa Kika Lopes e quatros filhos de outros relacionamentos: Ana, Bel e Clara Kutner (filhas dele com Dina Sfat) e Paulo Henrique Caruso (do relacionamento com Beth Caruso). 

Paulo José Gómez de Souza nasceu no dia 20 de março de 1937, em Lavras do Sul, no interior do Rio Grande do Sul. O primeiro contato com o teatro aconteceu na infancia, ainda no colégio. 
A carreira profissional começaria em 1955, em Porto Alegre. Ele ajudou a criar o Teatro de Equipe, junto com Paulo César Pereio, Lilian Lemmertz, Ítala Nandi, Fernando Peixoto, e outros. Entre inúmeros trabalhos no teatro, destacam-se: “Os Fuzis da Senhora Carrar”, de Brecht; “O Filho do Cão”, de Gianfrancesco Guarnieri, no qual foi diretor. Dirigiu e atuou na montagem carioca de “Arena conta Zumbi”.

Anos depois, na década de 1960, ele foi morar em São Paulo. Na capital, o artista trabalhou no chamado teatro de arena. A primeira participação em montagem teatral foi em Testamento de um Cangaceiro (1961), de autoria de Chico de Assis. Iniciou sua carreira no cinema, em 1966, com o filme “O Padre e a Moça”. Foi protagonista de produções como “Todas as Mulheres do Mundo”, “Saneamento Básico, o Filme” e “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil”. Na TV, estreou em 1969 com Zé Mário na novela “Véu de Noiva”. Em 17 de agosto de 1999, a Prefeitura de Porto Alegre concedeu ao ator o título de Cidadão de Porto Alegre. Em agosto de 2000, Paulo José foi homenageado no 28° Festival de Cinema de Gramado com o Troféu Oscarito. 

R7 e Correio do Povo


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Conjunção SE

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1289753404773329

RS tem menor número de surtos por Covid-19 desde novembro

 Estado registra atualmente 113 casos ativos de surtos em 45 municípios


O Rio Grande do Sul contabiliza atualmente 113 surtos ativos de Covid-19, distribuídos em 45 municipios gaúchos. O volume é o menor desde novembro do ano passado, quando o Estado registrou 108 contaminações em investigação. Ao todo, 1.439 surtos foram encerrados em solo gaúcho desde o início da pandemia. A redução no acumulativo de surtos ativos acompanha as quedas de outros indicadores no Estado, como a de internaçõs em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Os dados, divulgados nesta quarta-feira pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), são referentes à Semana Epidemiológica 30, com dados coletados até 4 de agosto. 

Dos 113 surtos ativos no Estado, 67 foram reportados em empresas que desempenham atividades industriais, comerciais, econômicas e administrativas (exceto frigoríficos e laticínios). Ao todo, são 51.852 expostos ao coronavírus nestes ambientes, dos quais 6.035 (11,6%) são casos positivos. Nesta categoria, conforme a SES, foram notificados 16 óbitos diretos e 1 secundário em decorrência das contaminações ativas.

Os demais surtos em investigação foram registrados em Indústrias destinadas à fabricação de produtos alimentícios (23 surtos), Instituições de longa permanência que desempenham atividades ligadas à saúde humana, administração pública e defesa – com exceção das ILPIs (10 surtos) e, por fim, em ILPIs (13 surtos).

De acordo com o boletim, todas as regiões do estado já registraram ao menos um surto desde o início da pandemia, sendo Porto Alegre, Caxias do Sul e Passo Fundo as que concentram quase metade do total de surtos reportados até o momento. Na Capital, 84,8% dos surtos foram registrados em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs).

Desde a SE 21, não foram observados novos surtos em 8 das 21 regiões. Dentre as regiões com aumento, Porto Alegre e Santa Cruz do Sul apresentaram o maior crescimento com 21 e 10 novos surtos, respectivamente.

Os três casos de surtos em hospitais de Porto Alegre ainda não constam no boletim, visto que foram identificados após 4 de agosto - data de fechamento do balanço. 

De acordo com os dados, dos surtos identificados até o momento, 329 são reincidentes (21,2%), sendo que destes 249 estão na
primeira reincidência, 62 na segunda, 14 na terceira, 3 na quarta e 1 na quinta. 


Correio do Povo

Governo do RS emite quatro Avisos e altera protocolos para o setor de eventos

 Novas regras só poderão ser aplicadas após publicação no Diário Oficial do Estado


O governo do Rio Grande do Sul anunciou, nesta quarta-feira, que emitiu Avisos para as regiões de Porto Alegre, Canoas, Guaíba e Santo Ângelo com base nos aumentos recentes de internações hospitalares. Além disto, o Piratini também informou que alterou os protocolos para o setor de eventos no Estado, que devem ser publicados no Diário Oficial do Estado nos próximos dias.

Avisos

De acordo com o Gabinete de Crise, as quatro regiões receberam os Avisos na semana passada. Segundo o GT Saúde, essas internações repercutiram em um aumento de pacientes em leitos clínicos e de UTI, tanto de casos confirmados quanto suspeitos de Covid, levando à decisão emitida hoje.

Nas demais regiões, não foi identificada variação que exigisse novos comunicados do Sistema 3As. Também não houve emissão de Alerta e nem de Ação.
Eventos

Eventos

Na reunião de hoje, coordenada pelo governador Eduardo Leite, foi discutido o pedido do setor de eventos que solicitava a ampliação do limite máximo de pessoas. Segundo o Gabinete de Crise, os pontos considerados para o pedido foram a ocupação hospitalar, que está em níveis mais baixos, e também o fato de que o segmento foi bastante impactado na pandemia.

Com isso, o Piratini entendeu que é possível adequar as regras nestes casos, tanto nos protocolos obrigatórios (seguidos em todos os municípios), quanto nos protocolos variáveis (podem ser adequados pelas regiões de acordo com a realidade local). As novas regras deliberadas para o setor de eventos só poderão ser aplicadas depois de publicadas no Diário Oficial do Estado.

Confira as mudanças para o setor de eventos:

• Eventos infantis, sociais e de entretenimento em buffets, casas de festas, casas de shows, casas noturnas, restaurantes, bares e similares

>> Ampliação do limite máximo de pessoas, que é estabelecido pelos protocolos de atividade obrigatórios, de 150 para 350 pessoas (incluindo trabalhadores e público). As regiões não podem ultrapassar esses números nos protocolos próprios regionais, apenas determinar limite menor.

>> Ampliação do limite máximo de pessoas, que é estabelecido pelos protocolos de atividade variáveis, de 70 para 150 pessoas (trabalhadores e público). É o protocolo estabelecido pelo Estado, mas os municípios podem adotar protocolos variáveis próprios.

• Feiras e exposições corporativas, convenções, congressos e similares

Nos protocolos de atividade variáveis:

>> Redução na metragem mínima por pessoa nos ambientes de circulação em pé de 8 metros quadrados para 6 metros quadrados.

>> Adequação redacional na definição de distanciamento nos ambientes com público sentado.

>> Redução no distanciamento mínimo entre módulos de estandes, bancas ou similares, quando não houver barreiras físicas ou divisórias, de 3 metros para 1,5 metro.

• Feiras e exposições corporativas, convenções, congressos e similares, cinemas, teatros, auditórios, circos, casas de espetáculo, casas de shows e similares

Nos protocolos de atividade obrigatórios:

>> Novo regramento para autorização de eventos conforme faixas de pessoas presentes (trabalhadores e público) ao mesmo tempo:
- até 400 pessoas: sem necessidade de autorização;
- de 401 a 1.200 pessoas: autorização do município sede;
- de 1.201 a 2.500 pessoas: autorização do município sede e autorização regional (aprovação de no mínimo de 2/3 dos municípios da Região Covid ou do Gabinete de Crise da Região Covid correspondente);
- acima de 2.501 pessoas: autorização do município sede; autorização regional (aprovação de no mínimo de 2/3 dos municípios da Região Covid ou do Gabinete de Crise da Região Covid correspondente) e autorização do Gabinete de Crise do Governo Estadual, encaminhada pela respectiva prefeitura municipal.


Correio do Povo

Imgem do dia - 12.08.2021

 Os humanos veem a beleza e desejam se tornar belos.

Essa é uma das razões pelas quais a arte é tão importante.
Fotografia de Alexander Mijares




Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1289739134774756

Rio Grande do Sul terá amanhecer frio e tarde agradável nesta quinta

 Expectativa é de nevoeiro e neblina no começo do dia


A quinta-feira será de sol entre nuvens em todo o Rio Grande do Sul. A presença de nebulosidade será constante, à exceção de cidades mais ao Sul do Estado. O dia começa com muito frio e formações de geada em diversas cidades do território gaúcho. A expectativa é de nevoeiro e neblina em alguns pontos.

De acordo com a MetSul, pela tarde, as marcas devem ser amenas na maioria das regiões. No fim do dia, pode até chover da tarde para a noite em áreas próximas da divisa com Santa Catarina como o Médio e Alto Uruguai e em municípios mais ao Norte dos Aparados e da região de Torres.

Em Porto Alegre, o sol aparece entre nuvens. A mínima na Capital é de 5°C, e a máxima fica na casa dos 16°C.

Mínima e Máxima 

São José dos Ausentes 0°C | 14°C 
Santana do Livramento -1°C | 16°C
Caxias do Sul 2°C | 15°C
São Miguel 5°C | 17°C
Alegrete 2°C | 16°C
Uruguaiana 2°C | 17°C
Rio Grande 4°C | 15°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Câmara dos Deputados aprova volta das coligações, mas derruba Distritão da PEC

 Retirada do trecho foi aprovada com larga vantagem, por conta de acordo entre parlamentares



A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, o texto-base para a volta das coligações partidárias. No entanto, o destaque retirou da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) o chamado Distritão, alvo de polêmica na chamada Reforma Política. A saída do trecho foi aprovada com larga vantagem, por conta do acordo. Foram 423 votos a 35, com quatro abstenções.

A matéria era alvo de críticas tanto de deputados da oposição quanto da base governista. Em mais de uma vez, os políticos chamaram a matéria de "pior sistema do mundo", utilizando exemplos de apenas quatro países que o utilizam no planeta.

Ao longo da noite, a matéria foi alvo de muita discussão. Até que, após a votação inicial, em primeiro turno, a relatora da PEC, Renata Abreu (Podemos-SP), anunciou a retirada do Distritão, através de votação dos destaques.

Só então os deputados votaram o retorno das coligações, aprovado no texto-base. Apesar de também ser alvo de críticas, parlamentares de oposição classificaram a medida como "mal menor" e necessário no acordo com o objetivo de derrotar o Distritão. O texto-base da PEC da reforma eleitoral havia sido aprovado mais cedo ainda nesta quarta-feira. O placar foi por 339 votos a favor e 123 contra.

O relatório aprovado nesta semana por comissão especial da Câmara previa a adoção do sistema eleitoral majoritário misto com o sistema proporcional na escolha dos cargos de deputados federais e estaduais em 2022. Neste esquema, metade dos parlamentares seriam eleitos pelo sistema majoritário (ou seja, eleitos os que tiveram mais votos) e outra metade pelo sistema proporcional (considerando os partidos que tiveram mais votos).

A sessão estava prevista para quinta-feira, mas o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), convocou sessão extraordinária no início da noite desta quarta. Segundo ele, o pedido foi da maioria dos líderes de bancada. “Em reunião majoritária dos líderes da base, os parlamentares pediram que fosse votada imediatamente no plenário a proposta da reforma eleitoral”, disse.

R7 e Correio do Povo


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