República da China (1912–1949) - História virtual

 

中華民國
Chunghwa Minkuo

República da China
 Flag of the Qing Dynasty (1889-1912).svg
1912 – 1949Flag of the People's Republic of China.svg 
 
Flag of the Republic of China.svg 
 
Flag of the People's Republic of Mongolia (1940-1992).svg 
FlagBrasão
Bandeira da República da ChinaBrasão
Hino nacional
"Hino Nacional da República da China"
《中華民國國歌》


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ContinenteÁsia
PaísChina
CapitalBeijing (1912-1928)
Nanking (1927-1949)
Capital no exílio[[Chongqing (1937-1946)]]
GovernoRepública
Presidente
 • 1912Sun Yat-sen
 • 1912-1916Yuan Shikai
 • 1927-1928Zhang Zuolin
 • 1928-1931Chiang Kai-shek
 • 1931-1943Lin Sen
 • 1943-1949Chiang Kai-shek
LegislaturaAssembleia Nacional
 - Câmara altaSenado
 - Câmara baixaAssembleia
História
 • 10 de Outubro de 1911Revolução Xinhai
 • 1 de Janeiro de 1912Fundação
 • 18 de Abril de 1927Governo nacionalista de Nanquim
 • 7 de Julho de 1937Segunda Guerra Sino-Japonesa
 • 25 de Dezembro de 1947Constituição aprovada
 • Dezembro de 1948Batalha de Huaihai
 • 10 de Dezembro de 1949Capital movida para Taipei
Área
 • 191211 077 380 km2
População
 • 1912 est.432 375 000 
     Dens. pop.39 hab./km²
 • 1920 est.472 000 000 
     Dens. pop.42,6/km²
 • 1930 est.489 000 000 
     Dens. pop.44,1/km²
 • 1948 est.489 000 000 
     Dens. pop.44,1/km²
 • 1949 est.541 670 000 
     Dens. pop.48,9/km²
População de http://www.populstat.info/Asia/chinac.htm


República da China (Zhōnghuá Mínguó) foi fundada em 1912 e regeu a China Continental até 1949.[1] Tal como uma era na história chinesa, a república foi antecedida pela Dinastia Qing e seguida pela República Popular da ChinaSun Yat-sen serviu brevemente como seu primeiro presidente. O Kuomintang de Sun (KMT ou "Partido Nacionalista"), então liderado por Song Jiaoren, venceu uma eleição parlamentar realizada em dezembro de 1912. No entanto, os líderes do exército da camarilha de Beiyang, liderados pelo presidente Yuan Shikai, mantiveram o controle do governo central. Após a morte de Yuan em 1916, vários líderes militares locais, ou senhores da guerra, afirmaram autonomia.

Em 1925, o KMT estabeleceu um governo rival na cidade de Cantão, atualmente Guangzhou. A economia do Norte, sobrecarregada por apoiar o aventureirismo dos senhores da guerra, entrou em colapso em 1927-1928. Em 1928, Chiang Kai-shek, que se tornou líder do KMT após a morte de Sun, derrotou os exércitos dos senhores da guerra pela Expedição do Norte. O Exército Revolucionário Nacional de Chiang foi armado pela União Soviética e foi aconselhado por Mikhail Borodin. O Exército de Beiyang foi apoiado pelo Japão. Depois de Chiang estabelecer um governo de unidade central em Nanjing, ele cortou seus laços com os comunistas e os expulsou do KMT.

Houve industrialização e modernização, mas também conflito entre o governo nacionalista de Nanquim, o Partido Comunista da China, os senhores da guerra remanescentes, e o Japão. O processo de construção da nação tomou uma posição secundária devido a guerra com o Japão entre 1937 - 1945. O Japão ocupou as áreas costeiras e cortou o acesso aos portos marítimos da China, enquanto o KMT recuou para Chongqing. A estrada da Birmânia e, mais tarde a Estrada de Ledo, foram construídas para permitir a chegada de ajuda "Lend-Lease" dos Estados Unidos ao exército chinês. A Força Y dos nacionalistas dirigiu-se aos japoneses em Yunnan durante uma ofensiva entre maio-junho de 1944, mas os resultados militares, de outro modo, foram decepcionantes. Depois da rendição do Japão, foram reiniciados os combates entre o KMT e os comunistas. Em 1947, a Constituição da República da China substituiu a Lei Orgânica de 1928 como lei fundamental do país. Em 1949, os comunistas estabeleceram a Republica Popular da China na parte continental, enquanto os nacionalistas retiraram-se para Taiwan. Apesar de seu território reduzido, o governo nacionalista continuou a ser reconhecido como o governo da China pelos Estados não comunistas.


História


Ver artigo principal: História da República da China (1912 - 1949)


Governo


O primeiro governo nacional chinês foi estabelecido em 1 de janeiro de 1912, em Nanjing, com Sun Yat-sen como presidente provisório. Delegados provinciais foram enviados para confirmar a autoridade do governo nacional, e mais tarde também foi formado o primeiro parlamento. O poder deste governo nacional foi limitado e de curta duração, com os generais controlando as províncias centrais e o norte da China. Os atos limitados passados por este governo incluíam a abdicação formal da dinastia Qing e algumas iniciativas econômicas. A autoridade do parlamento tornou-se nominal; as violações da Constituição por Yuan foram recebidas com tímidas moções de censura, e aos membros do Kuomintang no Parlamento, que desistirem de sua participação no KMT foram oferecidos 1 000 libras esterlinas. Yuan manteve o poder local através do envio de generais militares para governantes provinciais ou obtendo a lealdade daqueles que já estavam no poder.[carece de fontes]

Quando Yuan morreu, o parlamento de 1913 foi convocado para dar legitimidade a um novo governo. No entanto, o verdadeiro poder na época passou para os líderes militares, formando o período dos senhores da guerra. O impotente governo ainda tinha a sua utilidade, quando a Primeira Guerra Mundial começou, várias potências ocidentais e o Japão queriam que a China declarasse guerra à Alemanha, a fim de liquidar os holdings alemães. Houve também vários governos de senhores da guerra e estados fantoches que compartilhavam o mesmo nome.[carece de fontes]

O governo da República da China foi fundado sob a Constituição da ROC e seus Três Princípios do Povo, que afirma que "[a ROC] deve ser uma república democrática do povo, a ser regida pelo povo e para o povo".[2] Sun Yat-sen dividiu o governo em cinco Yuan: o Yuan de Controle, o Yuan de Examinação, o Yuan Executivo, o Yuan Judicial, e o Legislativo Yuan.[carece de fontes]


Forças Armadas


Chiang Kai-shek, que assumiu a liderança do Kuomintang depois da morte de Sun Yat-sen em 1925.

Exército da República da China tem suas raízes no Exército Nacional Revolucionário, que foi criado por Sun Yat-sen, em 1925, em Guangdong, com o objetivo de reunificar a China sob o Kuomintang. Combateu contra o Japão na Guerra Sino-Japonesa e se tornou uma força militar importante dos Aliados quando a Guerra Sino-Japonesa foi incorporada à Segunda Guerra Mundial. Quando o Exército de Libertação Popular venceu a Guerra Civil Chinesa, grande parte do Exército Nacional Revolucionário recuou para Taiwan, juntamente com o governo. Mais tarde, foi reformado dentro do Exército da República da China. Unidades que se renderam e permaneceram na China continental foram dissolvidas ou incorporadas ao Exército de Libertação Popular.[carece de fontes]







Economia


Em 1945, a hiperinflação estava em progresso na China continental e Taiwan como um resultado da guerra com o Japão. Para isolar Taiwan com isto, o governo nacionalista criou uma nova moeda para a ilha, e iniciou um programa de estabilização de preços. Estes esforços ajudaram a reduzir significativamente a inflação.[carece de fontes]


Demografia


Por herança oficial do Império Qing, a República era responsável por cerca de 600 milhões de homens na segunda década do século XX. Mas os conflitos internos (líderes militares) e externos (Segunda Guerra Sino-Japonesa) limitou o controle efetivo do território, e dizimou populações (batalhas, fome causada pela guerra).[carece de fontes]

Quando os japoneses se renderam em 1945, a então República controlada pelo Kuomintang ainda estava atormentada por divisões internas. A autoridade do governo foi derrotada em 1949 pelo Partido Comunista Chinês e foi para o exílio na ilha de Taiwan.[carece de fontes]


Ciência e tecnologia


Houve industrialização e modernização, mas também conflito entre o governo nacionalista de Nanquim, o Partido Comunista da China, os senhores da guerra remanescentes, e o Japão. Tanto o processo da ciência e tecnologia, com a construção da nação tomou uma posição secundária devido a guerra com o Japão entre 1937 - 1945. Entretanto, entre 1911 e 1941, a cooperação entre a Alemanha e a China foi fundamental para a modernização da indústria e as forças armadas da República da China antes da Segunda Guerra Sino-Japonesa. A urgência dos chineses para modernizar as forças armadas e sua indústria de defesa nacional, juntamente com a necessidade da Alemanha em obter uma oferta estável de matérias-primas, colocou os dois países no caminho das suas relações. Embora a cooperação intensa se tenha mantido a partir da ocupação nazista da Alemanha em 1933, as medidas concretas de reforma industrial só começaram a sério em 1936, tendo um efeito profundo sobre a modernização da China e da capacidade chinesa para resistir aos japoneses na guerra.

O projeto industrial mais importante da cooperação sino-alemã foi o Plano Trienal de 1936, que foi administrado pela Comissão Nacional de Recursos do governo chinês e a corporação Hapro. O objetivo deste plano era criar uma potência industrial capaz de resistir ao Japão em curto prazo, e para criar um pólo de desenvolvimento industrial para o futuro da China a longo prazo. Ela tinha vários componentes básicos, como a monopolização de todas as operações relativas ao tungstênio e antimônio, e o desenvolvimento de usinas elétricas e fábricas de produtos químicos. Como descrito no contrato de 1934, a China forneceria matérias-primas em troca de conhecimentos alemães e equipamentos na criação destes empreendimentos.[3] O Plano Trienal também introduziu uma classe de tecnocratas altamente qualificados que foram treinados para executar esses projetos estatais.[4]

Um grande número de estudantes chineses estudou no exterior no Japão e na Europa e nos EUA. Muitos voltaram para ajudar a ensinar e fundar numerosas escolas e universidades. Entre eles estavam numerosas figuras notáveis, incluindo Cai Yuanpei,[5] Hu ShiWeng Wenhao,[6][7][8] Ding Wenjiang,[9][10] Fu Ssu-nien[11][12] e muitas outras. Como resultado, houve um tremendo crescimento da ciência moderna na China.


Ver também



Referências


  1.  Dillon, Michael, of Chinese history (1979), p. 173.
  2.  «The Republic of China Yearbook 2008 / CHAPTER 4 Government». Government Information Office, Republic of China (Taiwan). 2008. Consultado em 28 de maio de 2009 [ligação inativa][ligação inativa]
  3.  Chu 1943, p. 145.
  4.  Fischer 1962, p. 7.
  5.  Gao Zhipeng The Emergence of Modern Psychology in China, 1876 – 1922 Arquivado em 2013-11-07 no Wayback Machine.; Jing Qicheng and Fu Xiaolan Modern Chinese psychology: Its indigenous roots and international influences Arquivado em 2014-07-27 no Wayback Machine.. International Journal of Psychology, 36(6), 2001, 408. doi:10.1080/00207590143000234
  6.  'Selected Works of Weng Wenhao (《翁文灏选集》)
  7.  Fiskesjö, Magnus and Chen Xingcan. _China Before China: Johan Gunnar Andersson, Ding Wenjiang, and the Discovery of China’s Prehistory / 中国之前的中国:安特生,丁文江,和中国史前史的发现_. Bilingual edition, in English and Chinese. Stockholm: MFEA monographs no. 15, 2004. ISBN 91-970616-3-8.
  8.  Fiskesjö, Magnus. "Science across borders: Johan Gunnar Andersson and Ding Wenjiang." In: Stevan Harrell, Charles McKhann, Margaret Swain and Denise M. Glover, eds., _Explorers and Scientists in China's Borderlands, 1880-1950_. Seattle: University of Washington Press, 2011, pp. 240–66. ISBN 9780295991177.
  9.  Furth, Charlotte. Ting Wen-chiang: Science and China's New Culture. Cambridge: Harvard University Press, 1970. (This comprehensive biography focuses on Ding's scientific and political career, but almost entirely omits Ding's role in the creation of modern Chinese archaeology. A Chinese version was published in 1987: Ding Wenjiang—kexue yu zhongguo xin wenhua 丁文江—科学与中国新文化, translated by Ding’s niece, Ding Zilin, Jiang Yijian, and Yang Zhao. Changsha: Hunan Kexue jishu chubanshe, 1987)
  10.  Fiskesjö, Magnus and Chen Xingcan. China Before China: Johan Gunnar Andersson, Ding Wenjiang, and the Discovery of China’s Prehistory / 中国之前的中国:安特生,丁文江,和中国史前史的发现. Bilingual edition, in English and Chinese. A companion volume for the new exhibit at the Museum of Far Eastern Antiquities. Numerous archival illustrations. Stockholm: MFEA monographs no. 15, 2004. ISBN 91-970616-3-8. (This monograph describes the dramatic beginnings of Neolithic archaeology in China in the 1920s, through the collaboration of Swedish scholar Johan Gunnar Andersson who worked at China's National Geological Survey from 1914 to 1925, with its founder-director, Ding Wenjiang. )
  11.  Xu Yahui (Hsu Ya-hwei) 許雅惠; Ancient Chinese Writing, Oracle Bone Inscriptions from the Ruins of Yin, 2002. Illustrated guide to the Special Exhibition of Oracle Bone Inscriptions from the Institute of History and Philology, Academia Sinica. English translation by Mark Caltonhill and Jeff Moser. National Palace Museum, Taipei. Govt. Publ. No. 1009100250, p.8
  12.  Wang, Fan-shen, Fu Ssu-nien: A life in Chinese history and politics.New York: Cambridge University Press, 2000


Wikipédia

Crianças disputam as "Olimpíadas de Tendas" em uma Síria em guerra

 Campos para deslocados organizaram seus próprios Jogos Olímpicos



Lançamento de dardo, obstáculos e corridas de velocidade perto das tendas. A milhares de quilômetros de Tóquio, cem crianças competem por medalhas de ouro na Síria, onde campos para deslocados no noroeste organizaram seus próprios Jogos Olímpicos.

Para evitar o calor infernal nos horários de pico, 120 crianças que vivem em uma dúzia de acampamentos perto da cidade de Idleb se reuniram pouco antes do pôr do sol de sábado para as "Olimpíadas de Tendas", organizadas por uma ONG síria. Eles têm entre 8 e 14 anos e, vestindo as cores de seu campo, competiram em diversas modalidades: lançamento de disco, salto em altura, artes marciais, ginástica, badminton, corridas e até mesmo uma corrida de cavalo fictícia, em que as crianças montam um cavalo de papelão.

Na terra ocre perto das tendas do campo de Yaman, os contornos de um campo de futebol foram desenhados com giz branco, perto de uma pista de corrida oval cheia de obstáculos. Um dardo que gira no ar, um adolescente que toca a barra no salto em altura, outro que falha no salto mortal da ginástica e cai de costas: mais do que performance, o importante é se divertir.

"Nós nos divertimos muito", disse Walid Mohamed al-Hassan, de 12 anos. "Consegui o segundo lugar no salto em distância", continua, sem perder o sorriso, nos braços de seus três companheiros.

Sob o olhar da plateia, dois meninos com uniformes de caratê e faixas laranjas se entreolham e pulam gritando, com um pé na frente do outro e lançando socos no ar. Ao final das provas, os vencedores são anunciados. Em meio a aplausos e gritos do público, eles recebem suas medalhas no pódio, enquanto confetes são jogados no ar.

"Heróis livres"

A ideia do evento é "fazer com que as crianças descubram diferentes modalidades esportivas", explica à AFP um dos organizadores, Ibrahim Sarmini, vestindo uma camisa polo lilás com o logo de sua ONG, a Organização Violeta. Mas "o objetivo principal era focar nos moradores do campo, nas crianças e nos adultos, que vivem uma vida muito difícil", acrescenta.

O conflito, que dividiu o país, custou quase meio milhão de vidas e já deslocou milhões desde 2011. A província de Idleb, o último grande reduto jihadista e rebelde no noroeste do país, tem cerca de três milhões de habitantes, quase metade dos quais vive em acampamentos informais, muitas vezes em condições de extrema pobreza.

Para atender às suas necessidades, eles dependem de ajuda humanitária e apoio de ONGs. Em Tóquio, onde ocorreu no domingo a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de 2020, foi possível ver os sírios em duas equipes: a delegação oficial de seu país, mas também na equipe olímpica de refugiados, que existe há duas edições.

"É triste ver jovens sírios participando com esse status de refugiado", disse Sarmini. "Mas é ótimo para nós que existam verdadeiros heróis livres representando o povo do noroeste da Síria nos Jogos Olímpicos." Nenhum sírio da equipe de refugiados ganhou uma medalha. Já a delegação síria levou o bronze no levantamento de peso (+109kg) com Man Asaad.

AFP e Correio do Povo

França amplia exigência de certificado sanitário apesar de protestos

 Medida polêmica será tomada para controlar a pandemia de Covid-19



A França exigirá a partir de segunda-feira (9) o certificado sanitário (comprovante de vacinação, teste negativo ou documento que comprove a recuperação da doença) em vários estabelecimentos e transportes de longas distâncias. A medida polêmica será tomada para controlar a pandemia de Covid-19.

A partir de segunda-feira, será necessário apresentar o passaporte sanitário em bares, restaurantes, cinemas, teatros, hospitais, assim como para viagens longas de avião, trem ou ônibus. O presidente francês, Emmanuel Macron, propôs as medidas, assim como a vacinação obrigatória contra a Covid-19 para os profissionais da saúde, com o objetivo de acelerar a campanha de imunização, que no sábado alcançou a marca de 44 milhões de franceses com pelo menos uma dose (quase 66% da população).

"O certificado e o avanço da vacinação deveriam evitar outros toques de recolher e o confinamento", afirmou o ministro da Saúde, Olivier Véran, ao jornal Le Parisien.

O certificado sanitário, que já é exigido em locais culturais desde 21 de julho, consiste no comprovante da vacinação completa, um documento de que a pessoa superou a doença com um teste positivo de entre 11 dias e seis meses ou um teste negativo de menos de 72 horas. Não será necessário apresentá-lo para visitar o médico da família, mas será necessário para entrar nos hospitais, "embora em nenhum caso deva representar um freio" para o atendimento de urgência, lembrou Véran.

O uso do certificado de outra pessoa pode ser punido com até 750 euros de multa, informou o governo. As medidas entrarão em vigor apesar das manifestações contrárias organizadas no sábado em cidades de todo o país, pelo quarto fim de semana consecutivo, em um momento de propagação da epidemia.

AFP e Correio do Povo


China encerra enorme operação de detecção de Covid-19 na cidade de Wuhan


EUA estão "fracassando" na luta contra a Covid-19, afirma funcionário da saúde

Em Brasília, Bolsonaro participa de manifestação de apoiadores

 É o segundo passeio de moto neste fim de semana, após anúncio de que a PEC do voto impresso vai ao plenário da Câmara


O presidente Jair Bolsonaro participa na manhã deste domingo (8) de uma manifestação de apoiadores em Brasília. O presidente acompanha motociclistas em passeio de 32 quilômetros, da Praça dos Três Poderes às cidades-satélites de Ceilândia e Taquatinga. Antes, ele recebeu os participantes na rampa do Palácio do Planalto.

Uma primeira manifestação em Brasília havia ocorrido neste ano em maio, no Dia das Mães. Os apoiadores decidiram repetir agora em agosto, no Dia dos Pais. Entre as pautas defendidas por eles estão a isenção de pedágio para motociclistas e o voto impresso, que tem provocado conflito entre o presidente e o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

No sábado, o presidente participou de passeio de moto com apoiadors de Florianópolis (SC). Durante o evento, Bolsonaro voltou a fazer acusações contra o sistema eleitoral brasileiro. “Querem no tapetão decidir as coisas no Brasil. Isso não pode ser dessa maneira. Democracia nasce do voto responsável e contabilizado”, disse.

Bolsonaro defende a medida, mas a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que trata sobre o assunto foi derrotada na comissão especial por 23 votos a 11. No entanto, na sexta-feira (6), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que levará ao plenário a matéria.

A proposta deve ser votada até a próxima quarta-feira (11). Por se tratar de uma PEC, são necessários pelo menos 308 votos em dois turnos – na Câmara e no Senado. Integrantes partidários acreditam ser difícil de alcançar os números em decorrência do cenário de crise entre os Poderes.


R7 e Correio do Povo


Santos e Corinthians empatam por 0 a 0 em jogo truncado

THE SPEEDER: A PRIMEIRA MOTO AÉREA

 Ela deverá voar à velocidade máxima de 240 km/h

Aí vem a primeira moto aérea. A startup Jetpack Aviation anunciou a realização dos primeiros testes da Speeder, que será movida a gasolina e destinada por enquanto a usuários particulares.
Segundo o site CanalTech, a empresa anunciou que The Speeder vai voar à velocidade máxima de 240 quilômetros por hora num teto de operação de 4.572 metros. Sua autonomia é de 30 minutos de voo. Não foram informados seu preço nem a data de lançamento.
Fonte: Revista Oeste


Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1292451787836824

Setores da economia pressionam funcionários a tomarem a vacina

 Para o Ministério Público do Trabalho, que tem embasado decisões da Justiça, interesse coletivo deve prevalecer sobre o individual



As empresas têm estimulado trabalhadores a tomar a vacina contra a Covid-19 para o retorno seguro das atividades e da economia. Mas alguns setores já começaram a se posicionar pela imunização compulsória. A Prefeitura de São Paulo anunciou neste sábado (7) que tornou obrigatória a vacinação para servidores e funcionários da administração direta, indireta, autarquias e fundações.

No setor privado, o Sindresbar (Sindicato de Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo e Região), que reúne estabelecimentos de 22 cidades do estado, incluindo a capital, emitiu na última semana uma nota técnica em que libera empresários do setor a demitir por justa causa os funcionários que se recusarem a ser vacinados contra a Covid-19, assim como orienta o Ministério Público do Trabalho (MPT). A única exceção é se houver motivo clínico para a recusa, com razões médicas documentadas.

Um pouco antes, em julho, a Justiça do Trabalho em São Paulo confirmou a demissão de uma trabalhadora que se negou a ser imunizada em duas ocasiões. Por unanimidade, a 13ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região confirmou decisão de 1ª instância que validou a dispensa por justa causa. A mulher atuava como auxiliar de limpeza em um hospital municipal infantil em São Caetano do Sul (SP). Nesse caso, as orientações do guia interno do MPT também fundamentaram a decisão.

Por sua vez, embora não tenha imposto a obrigatoriedade da vacina a seus empregados, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) afirmou que "a vacinação em massa dos brasileiros é fundamental para o retorno seguro às atividades diárias e ao trabalho". Além disso, a entidade informou que colocou a estrutura do Serviço Social da Indústria (Sesi) à disposição do governo e está apoiando o Sistema Único de Saúde (SUS) na aplicação de vacinas na população em geral e em trabalhadores da indústria.

Estados Unidos

O que vem acontecendo no Brasil é uma tendência que já se verifica em outros países. Nos Estados Unidos, o Facebook e o Google estão condicionando a volta aos escritórios, a partir de outubro, à imunização de seus funcionários. Em julho, um porta-voz do Facebook alertou em comunicado interno que será exigido o comprovante de vacinação de seus colaboradores no retorno a qualquer de seus campi.

Atuação de procuradores

O documento do MPT, lançado no início deste ano e que tem baseado o posicionamento de algumas organizações, é um guia interno para orientar a atuação de seus procuradores em casos que envolvam a vacinação de funcionários. A recomendação é incentivar as empresas a investir em conscientização e negociar com seus funcionários, de modo que os desligamentos só ocorram em último caso. Mas o órgão adverte que a mera recusa individual e injustificada à imunização não poderá colocar em risco a saúde dos demais funcionários.

A orientação do MPT foi anunciada pouco tempo depois de o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) definir que a vacinação compulsória contra a Covid-19 é constitucional. A Corte decidiu, em dezembro, que o Estado pode impor, àqueles que se recusam a ser imunizados, medidas restritivas previstas em lei, como multas, impedimento de frequentar determinados lugares, fazer matrícula em escola, entre outras.

Convicções filosóficas

Em relação à decisão do STF, a advogada Fernanda Perregil, especialista em Direito do Trabalho, esclarece que a recusa à vacinação não pode ser motivada por convicções filosóficas, religiosas ou ideológicas - um dos temas do debate na Corte. "A recusa só pode ser justificada por questões excepcionais, como uma contraindicação médica, assim como define o MPT", explica.

Segundo Fernanda, a vacinação é uma forma de proteção de toda a coletividade. "Existe, então, uma responsabilidade do empregador de divulgar políticas de conscientização, de resguardar o ambiente de trabalho e de informar seus empregados sobre a importância da imunização", diz a advogada. Na medida em que o empresário cumpre essas responsabilidades, o interesse particular de um funcionário que não quer se vacinar não deve prevalecer sobre o interesse coletivo de combate à disseminação do vírus.

A especialista explica que a vacinação equivale a um equipamento de proteção coletiva (EPC), e a recusa à imunização pode ser enquadrada como um ato de indisciplina e insubordinação - situações que fundamentam a demissão por justa causa. "Afinal, o empregado está colocando em risco a saúde de seus colegas e, dependendo do setor, de seus clientes", afirma Fernanda. "Embora possa ser objeto de uma ação trabalhista, o desligamento em casos como esse é legítimo."

Primeiras medidas

Apesar de ser uma medida amparada por lei, o procurador regional do Trabalho Luciano Leivas, vice-coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho (Codemat) do MPT, reitera que a demissão por justa causa não é a primeira conduta recomendada (veja vídeo no final do texto). "O empregador deve, antes de tudo, prestar a mais ampla e transparente informação sobre a importância da imunização de seus trabalhadores, no sentido de garantir a saúde coletiva."

Se, ainda assim, houver uma recusa que não seja clinicamente fundamentada, Leivas diz que o trabalhador pode ser colocado em teletrabalho. "Caso isso não seja possível, e esgotadas todas as medidas, pode-se admitir, com base na lei 13.979, em conjunto com a interpretação do STF, a aplicação da sanção contratual, ou seja, a justa causa, por descumprimento de uma ordem tecnicamente fundamentada", afirma o procurador.

Diálogo com funcionários

Assim como Leivas, Juliana Algodoal, especialista em comunicação corporativa, acredita que o desligamento não pode ser a primeira conduta da empresa. Para ela, a melhor forma de evitar a demissão é apostar no diálogo com os funcionários. "É preciso explicar claramente a importância da vacinação, e seus benefícios à saúde, econômicos, sociais e até para a família da pessoa."

Conscientizar o funcionário, de acordo com a especialista, é uma maneira de transformar a sociedade. "Demitir não é a melhor opção. Por outro lado, quando o líder conscientiza por meio da comunicação, engajando todas as áreas, ele promove essa transformação", afirma Juliana.

R7 e Correio do Povo


Após apagão, CNPq informa que plataforma Lattes é restabelecida


Tesla retoma obrigatoriedade de máscaras em fábrica por causa de variante Delta


Em votação, COI decide aumentar poder para remover esportes do programa olímpico


Grêmio está próximo de contratar volante paraguaio Villasanti


Brasil tem último dia prateado no boxe e no vôlei da Tóquio 2020


Kelsey Mitchell leva o ouro no sprint feminino do ciclismo para o Canadá


Bia Ferreira conquista prata no boxe da Tóquio 2020


Ceará e Atlético Goianiense empatam sem gols pelo Brasileirão


Sérvia vence Coreia do Sul e leva bronze no vôlei feminino em Tóquio



Noruega patrola a Suécia e conquista o bronze no handebol feminino


América-MG vence o Fluminense em casa


Rio Grande do Sul registra 609 novos casos e nove mortes por Covid-19


Grêmio está próximo de contratar volante paraguaio Villasanti


Brasil recebe 1 milhão de doses de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer


Aimoré vence o Caxias em duelo gaúcho pela Série D

Incêndios arrasam a ilha grega de Eubeia, mas perdem força na Turquia

 Dois lutam contra o fogo há quase duas semanas



Milhares de habitantes desesperados da ilha grega de Eubeia observavam neste domingo (8) o fogo devorar suas localidades, suas terras e suas vidas. É o 12º dia de incêndios que devastam várias regiões da Grécia e Turquia. "A batalha continua", disse o vice-ministro grego da Proteção Civil, Nikos Hardalias, anunciando "mais uma noite difícil" para os bombeiros.

Enquanto na Turquia a maioria dos incêndios estava controlada neste domingo, o incêndio declarado na ilha de Eubeia, a segunda maior da Grécia, continua a gerar sérias preocupações. "Nos próximos 40 anos não teremos trabalho e no inverno nos afogaremos nas águas, sem florestas para nos proteger", declarou desesperado Yannis Selimis, um morador de Gouves, no norte de Eubeia, cujos habitantes tiveram que ser evacuados. "Estamos nas mãos de Deus. O Estado está ausente. Se as pessoas forem embora, as cidades com certeza vão queimar", acrescentou o homem de 26 anos.

O fogo também queima no Peloponeso, no sudoeste, mas às portas de Atenas, por outro lado, o incêndio que destruiu dezenas de casas perdeu intensidade neste domingo, segundo os bombeiros gregos. Um helicóptero evacuou um bombeiro ferido no norte de Atenas que tentava apagar um foco reavivado, enquanto na ilha jônica de Zakynthos, um avião hidrante caiu enquanto apagava um pequeno incêndio, mas seu piloto conseguiu escapar em segurança.

Grécia e Turquia, dois países vizinhos atingidos pela pior onda de calor em décadas, lutam contra incêndios há quase duas semanas. Os especialistas relacionam as altas temperaturas às mudanças climáticas. Até o momento, duas pessoas morreram na Grécia e oito na Turquia, e dezenas tiveram que ser hospitalizadas.

Os incêndios na Turquia estão em sua maioria sob controle, embora o fogo ainda queime neste domingo na turística província de Mugla, no sudoeste. Na Grécia, os bombeiros continuam o combate no norte da ilha de Eubeia, que acordou neste domingo envolta em uma densa nuvem de fumaça e sob uma chuva de cinzas.

"Terminaremos no mar" 

Em chamas há seis dias, essa faixa de terra entre Ática e o Mar Egeu apresentava um panorama apocalíptico. Nas estradas, os moradores pulverizavam suas terras com água, enquanto as chamas continuavam a consumir as áreas arborizadas.

Milhares de hectares de florestas de pinheiros foram destruídos por um incêndio em Eubeia, a segunda maior ilha da Grécia, localizada cerca de 200 km a leste de Atenas. A frente do incêndio cobriria cerca de 30 km, estimou no sábado o governador da região, Fanis Spanos.

"A frente é muito grande. Estamos tentando salvar a cidade, mas os meios são insuficientes", disse Nikos Papaioannou, morador de Gouves, à AFP neste domingo. "A situação é dramática. Vamos todos acabar no mar", acrescentou.

Mais de 1.300 pessoas da ilha foram resgatadas por mar na sexta-feira e no sábado. Balsas e navios militares estão em alerta na costa, em caso de necessidade de novas evacuações.

Uma dezena de moradores foi resgatada em uma praia cercada por chamas na madrugada deste domingo, segundo a agência grega ANA.

"Mortos-vivos"

A imensa ilha montanhosa, coberta de pinheiros, que costuma atrair turistas nacionais e estrangeiros, tornou-se um pesadelo para os bombeiros, devido ao seu relevo acidentado. "Depois do que vimos, não parece que estamos próximos de controlar o fogo", disse o prefeito de Mantoudi, um município de Eubeia. "Não tenho mais voz para exigir mais meios aéreos", reclamou à Skai TV.

Cerca de 260 bombeiros gregos, auxiliados por 100 veículos e apoiados por mais de 200 colegas da Ucrânia e da Romênia, foram destacados para o norte da ilha na manhã deste domingo e apoiados por sete aviões e helicópteros, informaram os bombeiros. As chamas também se aproximavam das casas das aldeias de Ellinka, Vasilika e Psaropouli, tendo destruído centenas de casas da região.

"Quarenta mil pessoas vão viver como mortos-vivos nos próximos anos por causa da destruição da região", comentou Iraklis, um vizinho de Istiaia, à Open TV.

No sábado, cerca de 2 mil pessoas que foram socorridas da ilha de Eubeia receberam alojamento temporário, disse o vice-ministro da Proteção Civil, Nikos Hardalias. Havia 55 focos ativos em todo o país, cinco deles importantes.

As chamas devastaram mais de 56 mil hectares nos últimos dez dias na Grécia, de acordo com o Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais (EFFIS). Cerca de 1.700 hectares queimados, em média, no mesmo período de 2008 a 2020.

AFP e Correio do Povo

Aeronave cai e deixa feridos no interior do Mato Grosso

 Piloto percebeu falta de combustível e teve de fazer pouso forçado em Poconé

Uma aeronave de pequeno porte caiu na manhã deste domingo (8) no município de Poconé, no Mato Grosso. O acidente ocorreu próximo ao bairro de São Benedito. Segundo informações do piloto ao Corpo de Bombeiros, o avião vinha de Porto Jofre, sentido Cuiabá. 

O piloto teria informado aos bombeiros que quando percebeu a falta de combustível se direcionou a cidade de Poconé e teve de fazer um pouso forçado. Os quatro passageiros da aeronave foram socorridos com vida e um deles, em estado mais grave, tinha um corte na região da barriga, e foi levado para Vázea Grande. 

A ocorrência foi registrada e encaminhada ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB).


R7 e Correio do Povo

MIGRAÇÃO HUMANA AO LONGO DA HISTÓRIA

 Este mapa animado mostra a migração humana ao longo da história. O mapa também exibe dados de relevo. Aos 9 segundos, os humanos chegaram ao Himalaia e decidiram seguir para o leste.

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Créditos: r/ interessanteasfuck (Reddit)




Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1292431407838862