Metroplan busca reverter paralisação dos rodoviários na região Metropolitana

 Sindicato anunciou greve da categoria, por tempo indeterminado, a partir da próxima segunda-feira



A Metroplan tenta reverter a decisão do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários Intermunicipais da Região Metropolitana (Sindimetropolitano), que anunciou greve da categoria a partir da madrugada da próxima segunda-feira. Para isso, o órgão aposta no diálogo com o objetivo de fazer "o serviço não parar".

Conforme o diretor de transporte metropolitano da Metroplan, Francisco Horbe, o órgão já havia sido avisado da greve pelo sindicato ontem à tarde. A contratação emergencial de empresas para suprir a demanda que a greve pode provocar, segundo o diretor, está fora de cogitação, uma vez que as empresas na qual os trabalhadores fazem parte correspondem a 60% da oferta de transporte metropolitano.

A greve, conforme o documento assinado pelo presidente do Sindimetropolitano, Mauro da Silva Santos, é motivada pela falta de pagamento de 1/3 das férias, do valor integral do vale alimentação, além do reajuste salarial dos trabalhadores, que não ocorre há dois anos.

Além disso, o sindicato também reforça que o movimento decorre do número excessivo de demissões. A situação levou a categoria a realizar uma Operação Tartaruga nos corredores de ônibus do Centro de Porto Alegre na última terça.

Caso a paralisação se confirme, as linhas que atendem Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Glorinha, Gravataí, Nova Santa Rita e Viamão devem ser afetadas.

Rádio Guaíba e Correio do Povo


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Greve dos rodoviários afeta transporte intermunicipal da região Metropolitana a partir desta segunda

 Paralisação, por tempo indeterminado, vai afetar linhas que atendem Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Glorinha, Gravataí, Nova Santa Rita e Viamão



O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários Intermunicipais da Região Metropolitana (Sindimetropolitano) anunciou, nesta quinta-feira, que a categoria entra em greve a partir da próxima segunda, dia 9 de agosto, por tempo indeterminado. A paralisação vai afetar linhas metropolitanas que atendem Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Glorinha, Gravataí, Nova Santa Rita e Viamão.

A greve, conforme o documento assinado pelo presidente da entidade Mauro da Silva Santos, é motivada pela falta de pagamento de 1/3 das férias, do valor integral do vale alimentação, além do reajuste salarial dos trabalhadores, que não ocorre há dois anos. Além disso, o sindicato também reforça que o movimento decorre por conta do número excessivo de demissões.

As reivindicações, inclusive, levaram a categoria a realizar uma “Operação Tartaruga” na última terça, nos corredores de ônibus do Centro de Porto Alegre. Na ocasião, aderiram ao protesto cerca de 80 motoristas de empresas como a Sogil, a Soul, a Transcal e a Viamão.

ATM demonstra preocupação com greve

Em nota, a  Associação dos Transportadores Intermunicipais Metropolitanos de Passageiros (ATM), demonstrou preocupação com a greve anunciada pela categoria, principalmente pelo prejuízo aos usuários que dependem do serviço diariamente. No documento, a entidade destacou que, apesar da crise financeira, as empresas vem cumprindo “rigorosamente o que propuseram aos trabalhadores”.

"O setor do transporte público de passageiros sofre queda gradual de demanda há alguns anos. Apesar disso, as empresas vêm cumprindo rigorosamente seus compromissos com os trabalhadores. Em função da pandemia e das limitações da capacidade de transporte dos ônibus impostas pelos decretos, a atividade passou a enfrentar um gravíssimo desequilíbrio econômico-financeiro", destacou em nota nesta quinta-feira.

Além disso, a entidade salientou que vem buscando diálogo junto ao Estado, representado pela Metroplan e as secretarias de Apoio e Articulação aos Municípios e Apoio à Gestão Administrativa e Política, para contornar o desequilíbrio econômico-financeiro que atinge o sistema.

Metroplan

A reportagem da Rádio Guaíba entrou em contato com a Metroplan, mas, até o momento, não houve retorno. Também na última terça, ao Correio do Povo, o diretor de transporte metropolitano da Metroplan, Francisco Horbe, havia dito que o órgão não interfere em questões de funcionários e empresas mas que, em caso de indicativo de greve, a fundação vai atuar como mediadora a fim de buscar uma alternativa.

Rádio Guaíba e Correio do Povo


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Número de internações em UTI registra leve crescimento no Rio Grande do Sul


Jogo de Taças para Cerveja Vidro 330ml 6 Peças - Ruvolo Happy Hour Berlin

 


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Senado aprova texto-base do Refis, e matéria segue para Câmara

 Todos os destaques foram retirados



O Senado aprovou o projeto de lei que reabre um programa de parcelamento de débitos tributários - popularmente conhecido como Refis. O relatório do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) foi aprovado em votação simbólica, e a matéria segue agora para a Câmara. Por meio de acordo, todos os destaques - sugestões de mudança no texto - foram retirados.

O parecer reabre oficialmente o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) e prevê dar perdão de até 90% em multas e juros e de 100% nos encargos para dívidas contraídas até um mês antes da aprovação do programa para empresas e pessoas físicas. A adesão poderá ser feita até o dia 30 de setembro deste ano. Além disso, o saldo poderá ser parcelado em até 12 anos (144 meses), com parcelas reduzidas nos três primeiros anos.

"É imprescindível reabrir o programa de parcelamento e acolher as pessoas físicas 'atropeladas' pelo desastre econômico provocado pela pandemia da covid-19", disse Bezerra no parecer. "Muitos brasileiros contraíram dívidas ou deixaram de pagar tributos para atender a necessidades básicas pessoais ou de sua atividade profissional, o que justifica a disponibilização de mecanismo adequado para que obtenham regularidade fiscal."

Como mostrou o Estadão/Broadcast, o ministro da Economia, Paulo Guedes, era contrário a um programa tão amplo e com condições tão generosas. Ele e sua equipe queriam que a renegociação de dívida das empresas e pessoas físicas impactadas pela crise da pandemia da covid-19 fosse feita por meio do aperfeiçoamento do instrumento de transação tributária, uma espécie de negociação direta entre os devedores e o governo para a solução de conflitos fiscais.

Lançado em 2017, o PERT permitiu, que mais de 740 mil contribuintes aderissem ao parcelamento, sendo que 443 mil eram empresas. A arrecadação extraordinária entre 2017 e 2020, em função do programa, foi de R$ 63 bilhões. Agora, com a proposta de reabertura do programa, a expectativa de Bezerra é de que haja novamente fluxo de recursos para os cofres públicos. "É inegável, portanto, que a reabertura do prazo de adesão ao programa irá injetar, em período curto, significativos recursos nos cofres públicos, decorrentes da adesão maciça dos devedores", defendeu o senador.

Pelo texto aprovado, as empresas terão benefícios para o pagamento dos débitos em razão da queda do faturamento verificada entre março e dezembro de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019. Na prática, quanto maior a queda do faturamento neste período, melhores serão as condições do Refis.

A proposta estabelece seis faixas: queda de faturamento maior ou igual a 0%; queda maior ou igual a 15%; queda maior ou igual a 30%; queda maior ou igual a 45%; queda maior ou igual a 60%; e queda maior ou igual a 80%. Empresas que não tiveram queda de faturamento também poderão aderir.

Conforme a faixa, a entrada porcentual para adesão ao programa vai variar de 25% (na primeira faixa) a 2,5% (na última faixa). Os descontos de juros e multas variam de 65% a 90%, enquanto os descontos relacionados a encargos legais e honorários vão de 75% a 100%, dependendo da faixa. Já o uso de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL para abater o débito vai variar de 25% a 50%, conforme a faixa.

Empresas com patrimônio líquido negativo, verificado no balanço patrimonial encerrado em 31 de dezembro de 2020, também poderão aderir ao programa, na mesma faixa destinada a negócios que tiveram queda de faturamento no patamar de 15%.

Pessoas físicas

No caso das pessoas físicas, o texto estabelece que elas tenham acesso às condições mais favoráveis disponibilizadas às empresas - ou seja, às condições para empresas com queda no faturamento superior a 80%. Assim, as pessoas físicas pagarão 2,5% da dívida para aderir ao programa e terão desconto de 90% em juros e multas, além de desconto de 100% em encargos e honorários.

Para ter acesso às condições mais favoráveis, no entanto, as pessoas físicas precisarão ter enfrentado redução de rendimentos tributáveis igual ou superior a 15% no ano de 2020, em relação a 2019. Caso a redução de rendimentos seja inferior a 15%, a entrada será de 5% do valor da dívida e os descontos, conforme o parecer, "serão menos expressivos".

Em todos os casos, após o pagamento da entrada, o uso de prejuízo fiscal ou de base de cálculo negativa de CSLL e a incidência de descontos, o saldo remanescente poderá ser quitado em até 144 meses. Conforme o parecer, o valor das 36 parcelas iniciais terá "patamar reduzido, com vistas a gerar fôlego para os aderentes ao programa e também evitar inadimplência".

Precatórios

O parecer ainda estabelece que empresas e pessoas físicas que aderirem ao plano poderão utilizar precatórios federais próprios ou de terceiros para amortizar o saldo remanescente. Precatórios são valores devidos a empresas e pessoas físicas após sentença definitiva da Justiça. Pela proposta, também serão aceitos como pagamento dos débitos os bens imóveis de empresas e pessoas físicas, desde que aceito pela Fazenda Pública credora.

O texto também busca aperfeiçoar o programa de transação fiscal no Brasil, estabelecido na Lei nº 13.988, que trata da relação entre a União e seus devedores. Ele aumenta o prazo máximo do parcelamento de transação entre as partes de 84 meses para 120 meses. Já o volume máximo de desconto a ser concedido ao devedor será de 70% dos créditos, "tanto em relação à regra geral de transação de créditos inscritos em dívida ativa, quanto na transação efetuada em razão de relevante e disseminada controvérsia jurídica".

Agência Estado e Correio do Povo

Câmara dos Deputados aprova texto-base de PL que abre caminho para venda dos Correios

 Governo planeja fazer o leilão da estatal no primeiro semestre de 2022



Numa vitória para a agenda de privatizações do governo Bolsonaro e sob críticas da oposição, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 5, por 286 votos 173, o texto-base do projeto de lei que abre caminho para a venda dos Correios, relatado pelo deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA). Com o aval do Congresso, o governo planeja fazer o leilão da estatal no primeiro semestre de 2022, e se desfazer de 100% da empresa. Para isso, a proposta ainda precisa ser deliberada pelo Senado. Agora, o plenário da Câmara analisa dez destaques (que podem mudar o texto se aprovados), nove deles apresentados pela oposição.

Para justificar a privatização da estatal, que tem mais de 90 mil empregados e foi criada em 1969, o governo afirma que há uma incerteza quanto à autossuficiência e capacidade de investimentos futuros por parte dos Correios. Na avaliação do Executivo, isso reforça a necessidade da privatização para evitar que os cofres públicos sejam responsáveis por investimentos da ordem de R$ 2 bilhões ao ano.

Em linha com o governo, Cutrim afirmou que o setor postal vem passando por transformações significativas, principalmente pela digitalização das comunicações e as transações comerciais online. O deputado apontou que o cenário gera uma competição com o negócio dos Correios mantido em monopólio, que são as cartas, cartão postal e telegrama.

"Não é à toa que este processo de crescente acesso à internet e de ascensão das redes sociais tem gerado queda acelerada no volume postal - de aproximadamente 1 bilhão de objetos por ano no Brasil, conforme dados que constam dos estudos da consultoria contratada pelo BNDES sobre o sistema postal", disse Cutrim. Para o deputado, é evidente que a União não tem como suprir a demanda de investimentos na estatal, "razão pela qual a desestatização da ECT é urgente e deve ser priorizada".

Além da tramitação da proposta no Congresso, o governo também deve ficar atento à tramitação de processo no Supremo Tribunal Federal (STF) que questiona a privatização dos serviços postais. Em julho, o procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifestou favorável à ação, e afirmou que a Constituição Federal não permite a prestação indireta dessas atividades, como quer o Executivo.

O texto aprovado pela Câmara trouxe a possibilidade de um prazo maior de exclusividade na operação de serviços postais pela empresa que arrematar os Correios. Cutrim prevê que esse monopólio terá duração mínima de cinco anos, contados da data de publicação da lei. O contrato de concessão dos serviços, por sua vez, poderá estipular um prazo superior.

A exclusividade se refere às atividades relacionadas a carta, cartão postal, correspondência agrupada e serviço público de telegrama, e o prazo maior atende a uma preocupação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o texto chancelado pela Câmara, os funcionários da estatal terão estabilidade de um ano e meio na empresa a partir do momento da privatização. Também será disponibilizado aos empregados um plano de demissão voluntária com período de adesão de 180 dias contados da desestatização.

O novo operador precisará obedecer o comando de um serviço postal universalizado - ou seja, atender toda população, incluindo regiões menos atrativas. O parecer de Cutrim também prevê a manutenção da prestação de serviços de caráter social realizados hoje pela empresa, que, privatizada, passaria a se chamar Correios do Brasil.

No formato de privatização escolhido pelo governo, a estatal será vendida, e os serviços postais, que hoje são monopólio da União, serão prestados pela nova empresa privada em formato de concessão. Por isso, as atividades precisarão ser reguladas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), uma vez que o regime continuará público. O setor de encomendas, que hoje já tem concorrentes no mercado, funcionará em regime privado, com liberdade econômica e de preços, como regra.

O novo operador será obrigado a assegurar a continuidade do serviço postal universal, que inclui carta, impresso, serviço de telegrama, além de objeto postal sujeito à universalização. O texto também veda o fechamento das agências essenciais para a prestação do serviço postal universal em áreas remotas do país, o que será detalhado no contrato de concessão.

Essas obrigações, por sua vez, poderão ser suavizadas no futuro. Isso porque a proposta prevê que, a cada cinco anos, ato do governo vai promover a revisão do escopo do serviço postal universal, com base em relatório do órgão regulador que irá verificar a essencialidade de cada atividade.

Regime tarifário

Sobre a política de preços, a proposta já estabeleceu algumas diretrizes para a Anatel definir a estrutura tarifária dos serviços postais. Por exemplo, as tarifas poderão ser diferenciadas geograficamente, com base no custo do serviço, na renda dos usuários e nos indicadores sociais. Além disso, foi prevista a criação de uma tarifa social para atendimento dos usuários que não tenham condições econômicas de custear o serviço.

Ao tirar do texto a previsão de transformação da empresa em sociedade de economia mista - já que o governo quer vender 100% da empresa - o relator também exclui da proposta o trecho que extinguia os benefícios tributários usufruídos hoje pelos Correios, o que ocorreria nessa mudança na estrutura da estatal. Para Cutrim, o comando não trazia segurança.

Além disso, Cutrim acatou hoje uma emenda apresentada pelo líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), que exclui a possibilidade de a Anatel aplicar penalidades a operações privadas no setor postal, como previa o parecer anterior. Na versão atual, esse tipo de punição só será válida para o "operador postal designado", ou seja, para os serviços que serão objeto de concessão da empresa que arrematar os Correios, e estarão sob regime público. O formato é diferente da parte de encomendas, que hoje já funciona em ambiente de concorrência.

Também nesta quinta, o relator retirou do parecer a previsão que autorizava a transferência de empregados dos Correios por solicitação de qualquer órgão ou ente da administração pública direta ou indireta.

Agência Estado e Correio do Povo


Ex-assessor do Ministério da Saúde diz à CPI que existe politização para compra de vacinas

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Porto Alegre amplia vacinação contra Covid-19 para 26 anos a partir desta sexta-feira

 Mulheres da faixa etária serão imunizadas na sexta-feira e homens no sábado, havendo repescagem no domingo



A Prefeitura de Porto Alegre iniciará a vacinação da faixa etária de 26 anos ou mais, sem comorbidades, a partir desta sexta-feira. O calendário vacinal é dividido entre mulheres de 26 anos, que recebem a primeira dose nesta sexta-feira, e homens da faixa etária que serão imunizados no sábado. No domingo, haverá repescagem para mulheres e homens do grupo. A vacinação ocorrerá em 12 unidades de saúde, sem a oferta em sistema de drive-thru.

De acordo com a SMS, na sexta-feira a aplicação ocorrerá com doses remanescentes de outras entregas. Nos demais dias, a ampliação da cobertura usará as 11.778 novas doses de vacinas contra o coronavírus. Toda a remessa, que chega hoje em Porto Alegre, será destina para a primeira aplicação. 

Junto da vacinação para pessoas com 26 anos ou mais, a aplicação de doses contra a Covid-19 segue para os públicos já contemplados anteriormente na campanha: profissionais de saúde e de apoio à saúde; pessoas com deficiência a partir de 18 anos; pessoas com comorbidades a partir de 18 anos; funcionários das escolas municipais, estaduais e particulares de ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior; gestantes e puérperas; cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente e lactantes (que estejam amamentando bebês com até 12 meses).

O agendamento pelo aplicativo 156+POA será mantido para aplicação da primeira dose. Além das unidades Morro Santana, Tristeza e São Carlos, que já ofereciam o serviço no período noturno (das 18h às 21h), agora mais três unidades estão com agendas abertas para o período diurno: Diretor Pestana (9h às 16h), Nossa Senhora de Belém (9h às 16h) e Passo das Pedras I (7h às 17h).

Documentação

Para receber a primeira dose, todos os públicos devem apresentar documento de identidade com CPF e comprovante de residência em Porto Alegre. Para os cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente, é preciso certidão de nascimento ou documento de guarda e comprovação da deficiência permanente.

Gestantes precisam de documento que comprove a gestação (exame laboratorial/ecográfico ou o cartão de pré-natal) e puérperas, documento que comprove o puerpério (registro de alta hospitalar ou certidão de nascimento da criança). Já as lactantes devem levar documento de comprovação que contenha a data de nascimento da criança.

Para profissionais de saúde ou da educação, é preciso documento que comprove o vínculo de trabalho em Porto Alegre. Já para o grupo das comorbidades e deficiência, é necessário comprovar a condição (receita, laudo de exame, laudo ou relatório médico - exceto Síndrome de Down). No caso dos adolescentes com comorbidades, o comprovante de residência poderá ser no nome dos pais ou responsáveis.

Segunda dose

A aplicação da segunda dose segue disponível em 32 unidades de saúde e 21 farmácias parceiras para quem recebeu Astrazeneca há pelo menos dez semanas e em 20 unidades de saúde para todos que receberam a primeira dose de Coronavac há 28 dias. Não haverá aplicação de segunda dose Pfizer para o público em geral, pois não existem pessoas com doses com prazos determinados para o período. Segundo determinação do Ministério da Saúde, desde 14 de junho o intervalo entre a primeira e segunda dose do imunizante Pfizer é de dez semanas.

Para segunda dose, é necessário levar identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação.

O quê: primeira dose contra a Covid-19
Público: mulheres com 26 anos ou mais; profissionais de saúde e de apoio à saúde; pessoas com deficiência a partir de 18 anos; pessoas com comorbidades a partir de 18 anos; funcionários das escolas municipais, estaduais e particulares de ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior; gestantes e puérperas, cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente, lactantes (que estejam amamentando bebês com até 12 meses) e adolescentes com comorbidades a partir de 12 anos.
Onde: 12 unidades de saúde
Horário: 8h às 17h
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Onde: App 156+POA (agendas para as unidades São Carlos, Morro Santana e Tristeza)
Horário: 18h às 21h (noturno)

Onde: App 156+POA (agendas para as unidades Diretor Pestana, Nossa Senhora de Belém e Passo das Pedras I)
Horário: das 9h às 16h, Passo das Pedras I (das 7h às 17h).

O quê: segunda dose da Coronavac/Butantan
Público: pessoas que receberam a primeira dose há 28 dias
Onde: 20 unidades de saúde
Horário: 8h às 17h
Endereçosconfira no link

Onde: App 156+POA (agendas para as unidades Bananeiras, Chácara da Fumaça, Cristal e São Cristóvão)
Horário: 18h às 21h

O quê: segunda dose da Oxford/AstraZeneca
Público: pessoas que receberam a primeira dose há dez semanas
Onde: 32 unidades de saúde e 21 farmácias parceiras
Horário: 8h às 17h (nas unidades de saúde) e das 9h às 17h (nas farmácias parceiras)
Endereçosconfira no link

Onde: App 156+POA (agendas para as unidades Belém Novo, Diretor Pestana, Nossa Senhora de Belém, Santo Alfredo, São Cristóvão e Vila Jardim)
Horário: 10h às 19h

O quê: segunda dose da Pfizer/BioNTech
Público: exclusivamente para gestantes e puérperas que receberam a primeira dose de AstraZeneca/Oxford há dez semanas ou mais
Onde: 12 unidades de saúde
Horário: 8h às 17h
Endereçosconfira no link

Correio do Povo


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Porto Alegre pede esclarecimentos e questiona aviso do Gabinete de Crise

 Prefeitura da Capital avalia que números do sistema de saúde 'são muito bons e continuam apresentando melhoras diárias'



Um dia após o governo do Estado emitir aviso a 17 regiões Covid-19 - entre elas Porto Alegre -, a prefeitura da Capital pediu esclarecimentos ao Gabinete de Crise sobre a decisão anunciada ontem pelo colegiado. Na avaliação da prefeitura, apesar da variação nas internações por síndrome gripal, os números do sistema de saúde 'são muito bons e continuam apresentando melhoras diárias'.

Para o secretário Extraordinário para Enfrentamento da Covid-19, Cesar Sulzbach, o período analisado pelo Gabinete de Crise, de 24 de julho a 3 de agosto, foi marcado por muito frio no Rio Grande do Sul. Sulzbach explica que a prefeitura, representando a região R10, vai cobrar explicações do Estado. "Vamos buscar esclarecimentos em relação a essas questões porque entendemos que houve falta de coerência e excesso de zelo", avalia.

De acordo com dados do Gabinete de Crise do Estado, em 24 de julho a Região de Porto Alegre - R10 - apresentava 6,9 novas hospitalizações acumuladas na semana reportadas no Sivep Gripe para cada 100 mil habitantes. Em 3 de agosto subiu para 12,9, o que representa um aumento de 87% no período. "Entendemos que os números são muito bons e continuam tendo melhoras diárias. Só as internações apresentaram pequena variação", afirma. "Todos os demais números referentes a essas análises permaneceram muito favoráveis", completa.

Uma reunião prevista para esta sexta-feira entre os municípios que fazem parte da R10 deve avaliar o impacto da decisão do Governo do Estado. "Estamos observando diariamente o quadro, tanto dos números disponibilizados pelo Estado quanto os de Porto Alegre. Houve excesso de zelo do Gabinete de Crise ao emitir esse aviso. Estamos observando com lupa para qualquer coisa que possa destoar desse viés de melhora para a gente poder, se for o caso, tomar qualquer ação", reforça. Conforme Sulzbach, o aviso não representa a necessidade de nenhuma medida adicional ou maiores restrições na Capital.

Correio do Povo

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RS terá sol com nuvens e calor fora de época nesta sexta-feira

 Maiores das cidades gaúchas devem ter máximas acima dos 20 ºC, podendo chegar a 27 ºC em Uruguaiana e Santa Rosa



A sexta-feira promete períodos de instabilidade entre sol e céu nublado em todo o Rio Grande do Sul. De acordo com a MetSul Meteorologia, os termômetros devem marcar um amanhecer com temperatura mais amena do que o registrado nos últimos dias. Durante a tarde, a maioria das cidades gaúchas devem ter máximas acima dos 20 ºC. Em Porto Alegre, a mínima prevista é de 12 ºC e a máxima de 23 ºC.

O Estado também deve ter, nesta sexta-feira, presença de pontos de nebulosidade média e alta em diversas regiões. Em algumas delas, havendo períodos encobertos, com nevoeiro e neblina. 

O ar mais quente continua a ingressar no território gaúcho e a temperatura continua a se elevar no Estado, fazendo com que as máximas ficam acima do que é normal para esta época do ano. Em Uruguaiana e Santa Rosa, as máximas para o dia devem ser de 27 ºC. 

Mínimas e máximas no RS 

Porto Alegre 12ºC / 23 ºC
São José dos Ausentes 7 ºC / 17°C
Santa Rosa 14°C / 27°C
Uruguaiana 14 ºC / 27 ºC
Erechim 12°C / 22°C
Caxias do Sul 10°C / 22°C
Alegrete 13°C / 25°C 
Pelotas 13°C / 22°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo


Fux reage a ataques de Bolsonaro e suspende diálogo entre os Poderes

Em live, Bolsonaro volta a atacar Barroso e sistema eleitoral do país


Isaquias vence bateria e vai direto à semifinal da canoagem C1 1000m


Hospital Conceição tem surto de Covid-19, com 22 casos confirmados