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Ministro negou que Saúde demore para distribuir as doses aos Estados
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta terça-feira, 3,que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que já produz a vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca, vai pedir à Anvisa autorização para testar um imunizante criado pela própria instituição. Ele também reafirmou que até setembro todos os brasileiros com 18 anos ou mais terão recebido a primeira dose da vacina contra a Covid-19, e metade dessa população terá recebido também a segunda dose.
O ministro foi a um posto de vacinação na Vila dos Pinheiros, uma das favelas do complexo da Maré, na zona norte do Rio, para participar de mais um ato da campanha de vacinação em massa dos moradores do complexo de favelas. O conjunto de favelas, onde moram cerca de 140 mil pessoas, foi escolhido para sediar um estudo relacionado à vacinação contra a Covid-19, para o qual toda a população de 18 anos ou mais foi vacinada - enquanto, no restante da cidade, a vacina segue sendo oferecida por faixa etária. Esse projeto vacinou com doses da AstraZeneca 33.774 moradores da Maré de quinta-feira, 29, até domingo, 1. A vacinação prossegue, e pesquisadores vão acompanhar os efeitos da imunização dessa população nos próximos meses.
Ao chegar, na tarde desta terça-feira, Queiroga, que estava acompanhado do ministro do Turismo, Gilson Machado, vacinou moradores, fez um rápido pronunciamento e respondeu algumas perguntas.
Ele disse que a campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil "vai muito bem" e que os brasileiros confiam nele como ministro. "Nossa campanha (de vacinação) vai muito bem. Todas as narrativas que querem desqualificar a campanha nacional de imunização do Brasil estão batendo com a cabeça na parede, porque o Brasil já está incluído entre os países que mais distribuem doses entre os seus cidadãos. A sociedade brasileira sabe disso. Eu sei que a população confia em mim como ministro da Saúde, eu percebo isso muito facilmente, porque ando na rua e vejo. Não preciso fazer pesquisa nenhuma, eu estou vendo", disse Queiroga durante evento no Rio de Janeiro.
Queiroga negou que o Ministério da Saúde demore para distribuir as doses aos Estados. "O ministério não tem estoque. Essas doses chegam ao departamento de Logística do Ministério da Saúde, é necessária uma autorização da Anvisa (Agência Nacional de Saúde) e é necessário que o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde libere. Assim que libera, a gente dispensa para os Estados e municípios", afirmou.
Questionado sobre o pedido para que a secretária de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, seja afastada do cargo por defender o uso de cloroquina, feito na segunda-feira, 2, pelo presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), o ministro foi lacônico:"Eu não estou assistindo televisão não, essas questões tem que ser encaminhadas formalmente, e aí são decididas".
Agência Estado e Correio do Povo
Levantadora de peso transgênero Laurel Hubbard se aposenta após estreia olímpica
Brasil fica sem pódio no vôlei de praia pela primeira vez na história da Olimpíada
| Germano Rigotto | |
|---|---|
| Germano Rigotto | |
| 35.º Governador do Rio Grande do Sul | |
| Período | 1º de janeiro de 2003 até 1º de janeiro de 2007 |
| Vice-governador | Antônio Hohlfeldt |
| Antecessor(a) | Olívio Dutra |
| Sucessor(a) | Yeda Crusius |
| Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul | |
| Período | 1º de fevereiro de 1991 até 1º de janeiro de 2003 |
| Deputado Estadual do Rio Grande do Sul | |
| Período | 1º de janeiro de 1983 a 1º de janeiro de 1991 |
| Vereador de Caxias do Sul | |
| Período | 1º de janeiro de 1977 a 1º de janeiro de 1981 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 24 de setembro de 1949 (71 anos) Caxias do Sul, Rio Grande do Sul |
| Partido | MDB (1976-1979) MDB (1980-presente) |
| Profissão | Cirurgião-dentista e advogado |
Germano Antônio Rigotto (Caxias do Sul, 24 de setembro de 1949) é um cirurgião-dentista, advogado e político brasileiro filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Foi o 35º Governador do Estado do Rio Grande do Sul, cargo que ocupou entre 2003 e 2006.[1]
Além disso, foi deputado estadual e federal, por 2 e 3 mandatos consecutivos, respectivamente.
Biografia
Germano Rigotto é casado com Claudia Elisa Eberle Scavino, e tem dois filhos: Rafael e Roberta. Cursou odontologia e direito na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, época em que pertenceu à Diretoria dos Centros Acadêmicos Othon Silva e André da Rocha.
Carreira política
No ano de 1976, Germano Rigotto deu início à vida pública, quando foi eleito vereador em Caxias do Sul. Naquelas eleições, foi o vereador mais votado do então MDB, assumindo, entre outros cargos, a liderança do partido. Em 1982 foi eleito deputado estadual com a conquista de uma das mais expressivas votações da história do PMDB. No Legislativo Estadual, foi membro da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa e presidente das Comissões mais importantes do Parlamento do Rio Grande do Sul.
Nas eleições de 1986 foi novamente eleito deputado estadual, fazendo a segunda maior votação no estado. Durante essa legislatura, Rigotto foi líder da Bancada do PMDB, por duas gestões consecutivas, líder do Governo Pedro Simon, presidente da Comissão Parlamentar de Estudos do Sistema Financeiro e Bancário do Estado, além de ter sido Constituinte Estadual.
Na década de 90, foi três vezes eleito deputado federal, mantendo-se sempre entre os dois parlamentares mais votados do Rio Grande do Sul: em 1991, com 94.077 votos; em 1994, com 108.334 votos; e em 1998, com 151.260 votos. No Congresso Nacional, foi líder do PMDB e líder do Governo Fernando Henrique Cardoso. Rigotto também coordenou a bancada gaúcha e o Núcleo Parlamentar de Estudos Tributários e Contábeis – trabalho voltado, especialmente, para a criação do SIMPLES (Sistema Integrado de Pagamento de Impostos). Presidiu as Comissões mais importantes da Câmara, entre elas a de Finanças e de Tributação.
Ao longo dos seus três mandatos como deputado federal, Rigotto foi relator de importantes matérias, como a Lei Rouanet de incentivo à cultura e do Programa de Renda Mínima. Sua atuação também foi decisiva na pauta econômica e política do País: presidindo a Comissão de Reforma Tributária, da Câmara Federal, percorreu os 26 estados brasileiros, promovendo centenas de reuniões sobre o tema.
Por sua destacada atuação no Congresso Nacional, recebeu os mais significativos títulos honoríficos já conferidos às pessoas que têm contribuído para o desenvolvimento do País: a Ordem do Mérito Militar, do Ministério do Exército; o Mérito Tamandaré, do Ministério da Marinha; a Ordem de Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores; a Ordem do Mérito Santos Dumont, do Ministério da Aeronáutica. Também foi sete vezes escolhido pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) como um dos parlamentares mais destacados e formadores de opinião do Congresso Nacional. Recebeu quase uma centena de condecorações concedidas por veículos de comunicação e entidades sediadas em todo o Brasil, em reconhecimento ao seu trabalho em Brasília.
Germano Rigotto também se destacou como palestrante no Brasil e no exterior, tratando de temas da área econômica e política nacional.
Em novembro de 2002 Rigotto foi eleito governador do estado do Rio Grande do Sul, pelo PMDB. Venceu nos dois turnos das eleições, sendo eleito com 3.148.788 votos.
Em sua gestão, em quatro anos, a taxa de mortalidade infantil tornou-se a mais baixa do país e a Unesco destacou o ensino gaúcho como o melhor de todo o Brasil[carece de fontes]. Seu governo também foi o pioneiro do país a implantar o pregão eletrônico, a Certificação Digital e o ICMS Eletrônico.
Em 2006 foi pré-candidato do PMDB à Presidência da República. Não conseguiu a indicação do seu partido e acabou se candidatando à reeleição sendo derrotado ainda no primeiro turno. Em 2010 tentou voltar a ocupar um cargo eletivo mas foi derrotado na disputa por vaga no Senado Federal. Alguns adversários políticos do ex-governador consideram suas políticas no comando do Executivo gaúcho como neoliberais.[2]
Eleições 2018
O MDB confirmou em 4 de agosto de 2018, a candidatura de Germano Rigotto para vice presidente na chapa de Henrique Meirelles nas eleições 2018.[3]
Referências
Ligações externas
| Precedido por Olívio Dutra | Governador do Estado do Rio Grande do Sul 2003 — 2007 | Sucedido por Yeda Crusius |
Wikipédia
A ação faz parte de uma mobilização entre o governo do Estado, municípios e a operadora Azul
Os municípios de Santa Rosa e São Borja retomaram, nesta terça-feira, voos comerciais para Porto Alegre. A ação faz parte de uma mobilização entre o Governo do Estado, municípios e a operadora Azul. As novas rotas são realizadas pela Azul Conecta, empresa sub-regional da Azul, e os voos serão cumpridos com as aeronaves Cessna Grand Caravan, com capacidade para até nove passageiros. Até o final desta semana, serão oito novas cidades conectadas à malha doméstica e internacional da companhia.
Serão dois voos por semana entre as cidades e a Capital, chegando a três frequências diretas a partir de outubro. Bagé, Alegrete, Santa Cruz do Sul, Erechim e Vacaria, além de Canela, passam a receber voos semanais operados pela aérea conectando com a capital. Com todas as inaugurações, o Rio Grande do Sul passa a ter 15 destinos servidos pela companhia.
Em Santa Rosa, um ato marcou a retomada dos voos, que fez parte da programação dos 90 anos da cidade. A aeronave chegou no aeroporto às 12h45min. O retorno para Porto Alegre foi às 13h30min. Nesse primeiro momento, o serviço ocorrerá nas terças e sextas-feiras. A saída de Porto Alegre ocorrerá às 9h, com escala em São Borja, chegando em Santa Rosa às 12h45, e em seguida retorna à Capital.
O secretário de Desenvolvimento Econômico de Santa Rosa, Odailson Éder, disse que a retomada dos voos é uma oportunidade de os municípios comprovarem que existe demanda, assim, disponibilizando aviões maiores para estes trechos. A partir de outubro, a Azul deve disponibilizar voos regulares e diretos nas terças, quintas e domingos.
Correio do Povo
Para críticos, a proposta abre caminho à regularização de áreas da União ocupadas ilegalmente por grileiros e desmatadores
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 3, o texto-base de um projeto de lei que amplia a possibilidade de regularização fundiária de terras da União por autodeclaração, ou seja, sem vistoria presencial do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária).
Para críticos, a proposta - uma das prioridades do governo - abre caminho à regularização de áreas da União ocupadas ilegalmente por grileiros e desmatadores, permitindo dar a criminosos ambientais o título das propriedades. Por isso, o projeto foi apelidado de "PL da Grilagem".
O Plenário rejeitou todas as tentativas de mudança apresentadas por meio de destaques. A matéria será enviada ao Senado. O presidente Jair Bolsonaro já havia editado uma medida provisória sobre o assunto em dezembro de 2019. Com validade de 120 dias, a matéria precisaria ser votada até 19 de maio de 2020 no Congresso, o que não foi feito. O projeto então substituiu seu conteúdo.
A proposta é de autoria do deputado Zé Silva (SD-MG), ligado à bancada ruralista na Câmara. O texto estabelece a ampliação de quatro para seis módulos fiscais no tamanho de imóveis que podem ser regularizados por meio de autodeclaração. O módulo fiscal é uma unidade em hectare definida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para cada município do país, que varia de 5 a 110 hectares.
A regularização de terras por meio de autodeclaração é baseada em informações fornecidas pelos próprios ocupantes do imóvel rural, sem a necessidade de uma inspeção de campo ou vistoria de autoridades no local. Esse processo de declaração existe desde 2009, com a criação do programa Terra Legal, do antigo Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Sem a vistoria presencial para propriedades maiores, bastará a análise de documentos e de declaração do ocupante de que segue a legislação ambiental. Ambientalistas afirmam que o projeto pode, em um segundo momento, revisar o marco temporal de 2008 e aumentar o tamanho das terras ocupadas passíveis de regularização.
Já para os defensores da proposta o texto dá oportunidade para pequenos e médios produtores regularizarem suas terras e gerarem renda com o aumento da produção. Com títulos das terras, agricultores teriam segurança jurídica e poderiam ter acesso a crédito, bem como comercializar produtos com notas fiscais. Os apoiadores da proposta também argumentam que a matéria vai combater o desmatamento porque dará um "CPF" à propriedade e permitirá a fiscalização.
"Dizem que o projeto defende a grilagem. Na verdade, vem combater. São agricultores que vivem o sonho da terra própria, mas não conseguem vender com nota fiscal sua própria produção quando conseguem produzir. Qualquer dono de imóvel que não tem o documento é invisível para o Estado brasileiro", disse o autor da proposta, Zé Silva (PSD-MG).
Agência Estado e Correio do Povo
Estado terá novos imunizantes da Coronavac e da Pfizer
O Rio Grande do Sul recebe nesta quarta mais 176,5 mil doses de vacina. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde (SES), 51,4 mil doses da Coronavac, do Instituto Butantan, desembarcam no Aeroporto Salgado Filho, às 9h. Já a partir das 18h35min, chegam 125.190 doses da Pfizer.
Nesta terça, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) distribuiu vacinas contra Covid-19 para dez Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs). Das 469.845 doses do imunizante transportadas, 228.645 são destinadas à primeira aplicação e 241.200 para segunda. Na remessa, há vacinas da Astrazeneca, Pfizer e Coronavac.
Correio do Povo
"Foi a conquista que mais mexeu comigo", diz Mayra Aguiar sobre bronze nos Jogos de Tóquio
Dupla gaúcha da vela encerra em 9° lugar participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio
| Jair Soares | |
|---|---|
| Jair Soares em fevereiro de 2015. | |
| 29.º Governador do Rio Grande do Sul | |
| Período | 15 de março de 1983 até 14 de março de 1987 |
| Antecessor(a) | José Augusto Amaral de Souza |
| Sucessor(a) | Pedro Simon |
| 3.º Ministro da Previdência Social | |
| Período | 15 de março de 1979 até 7 de maio de 1982 |
| Presidente | João Figueiredo |
| Antecessor(a) | Luís Gonzaga do Nascimento e Silva |
| Sucessor(a) | Hélio Marcos Pena Beltrão |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 26 de novembro de 1933 (87 anos) Porto Alegre, Rio Grande do Sul |
| Partido | PSD (1952-1965) ARENA (1966-1979) PDS (1980-1986) PFL (1986-1997) PP (1997-presente) |
| Profissão | advogado e cirurgião-dentista |
Jair de Oliveira Soares (Porto Alegre, 26 de novembro de 1933) é um político brasileiro filiado ao Progressistas (PP).[1] Foi governador do Rio Grande do Sul pelo PDS.[2]
Cirurgião-dentista e advogado, começou a vida pública como chefe de gabinete do então presidente da Assembléia Legislativa, deputado Gustavo Langsch, em 1960 - filiou-se ao Partido Social Democrático (PSD) gaúcho; com a segunda vitória de Ildo Meneghetti ao governo em 1962, foi para a chefia de gabinete do Instituto Rio Grandense do Arroz e nos governos de Peracchi Barcelos e Euclides Triches foi, respectivamente, Secretário de Administração e Secretário de Saúde, mantido nesse último cargo por Sinval Guazzelli.[2] Eleito deputado federal em 1978, pela ARENA, licenciou-se para assumir o Ministério da Previdência Social no governo João Figueiredo.[2]
Em 1982, aconteceram as primeiras eleições diretas para governador no Brasil desde 1962. Durante o regime militar os governadores dos estados foram impostos pelo governo federal.[2] Os candidatos eram: Pedro Simon pelo PMDB, Alceu Collares pelo PDT, Olívio Dutra pelo PT e Jair Soares pelo PDS, partido originário da ARENA, partido de apoio à ditadura militar.[2] Dutra, Collares e Simon pertenciam a partidos originários da oposição. Tanto por dificuldade de acordos entre lideranças, como pela proibição às coligações para esta eleição, a oposição foi às urnas desunida.[2]
Inicialmente, Jair Soares venceu a prévia do PDS, derrotando o então vice-governador José Otávio Germano e o deputado federal Nelson Marchezan, decidida pelos filiados do partido, numa escolha inédita, e derrotando concorrentes que eram mais cotados.
De igual forma, Soares surpreendeu na eleição para o governo; Soares e Simon eram os candidatos com maiores chances, entretanto, faltando seis horas para o fim da apuração, Simon admitiu a derrota, e Soares elegeu-se com pouco menos de 1% de vantagem, com pouco mais de 38% dos votos. Os três candidatos derrotados viriam a ser governadores em diferentes mandatos. Jair Soares foi o primeiro governador eleito pelo voto direto depois da redemocratização do país.
Após o mandato de governador, Soares não deixou a politica: foi vereador em Porto Alegre, novamente exerceu o mandato de deputado federal; Elegeu-se deputado estadual em 2002, com mais de 38 mil votos.[2] Foi também candidato à prefeitura da capital gaúcha em 2004, foi derrotado por José Fogaça.[2] Em 2006 não se reelegeu à assembleia gaúcha, porém ficou na segunda posição de suplência. Permanece no Progressistas (PP), sucessor do PDS, mas apenas como dirigente partidário.[2]
Referências
| Precedido por Luís Gonzaga do Nascimento e Silva | Ministro da Previdência Social do Brasil 1979–1982 | Sucedido por Hélio Beltrão |
| Precedido por José Augusto Amaral de Souza | Governador do Rio Grande do Sul 1983–1987 | Sucedido por Pedro Simon |
Wikipédia
Sebastião Melo questiona o fato de outras cidades já terem eventos
O impasse entre o governo do Estado e a Prefeitura de Porto Alegre sobre a retomada de eventos está longe de terminar. Apesar de o governador Eduardo Leite (PSDB) ter anunciado que o Estado deve colocar o planejamento em prática apenas a partir de setembro, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), questionou a decisão. E disse que, nos próximos dias, voltará a procurar o governo do Estado para debater o assunto.
Assim como fez anteriormente, Melo questiona especificamente o fato de que outras cidades gaúchas tiveram eventos autorizados, como Gramado e Esteio, com a realização da Expointer. O prefeito disse não achar certo decisões diferentes entre cidades no mesmo Estado. “Podemos então decidir porque a Expointer pode e os eventos em Porto Alegre não podem? O governador é um homem de diálogo, nós também somos. Dito isso, também queremos nos programar. Por que todos podem e nós aqui não? Têm dois Rio Grandes?”, questionou, reforçando que os impactos na pandemia nos setores de eventos foram grandes e que é necessário haver um planejamento. Um dos argumentos apresentados pelo prefeito para a liberação de eventos é a cobertura da vacinação na cidade, que hoje começa a imunizar homens a partir dos 28 anos.
Em tempo 1: Melo pretende viajar ao Rio de Janeiro, na próxima terça-feira, onde terá encontro com o prefeito Eduardo Paes. Acompanhado do secretário de Planejamento e Assuntos Estratégicos, Cezar Schirmer, Melo conhecerá o projeto de revitalização do centro histórico e do Porto Maravilha, que foi remodelado e se tornou um dos pontos turísticos da cidade. São as buscas de referências para Porto Alegre.
Em tempo 2: Melo e Schirmer receberam nesta terça-feira a visita do ex-governador José Ivo Sartori (MDB), no Paço. No aguardo dos medalhistas gaúchos, almoçaram no Gambrinus, no Mercado Público. No cardápio, cenário político e as suas responsabilidades como líderes partidários, além do momento complicado do futebol gaúcho.
Correio do Povo