SEM MODERAÇÃO - Gilberto Simões Pires

 ARTIGO 142 DA CF

Diz, claramente, o Artigo 142 da Constituição Federal, que -As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à DEFESA DA PÁTRIA, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, DA LEI E DA ORDEM.


GARANTIA DA LEI E DA ORDEM

Pois, na opinião do Jornal da Cidade-on line, de 15/06/2020, assim como de vários juristas confiáveis, como é o caso de Ives Gandra Martins, Modesto Carvalhosa e muitos outros, na primeira atribuição, “DEFESA DA PÁTRIA”, as Forças Armadas estarão sob o comando e a autoridade suprema do Presidente da República; Na terceira atribuição, “GARANTIA DA LEI E DA ORDEM”, as Forças Armadas – sob o comando do Presidente da República – agirão caso sejam provocadas por qualquer dos Poderes (Legislativo, Judiciário ou Executivo).


GARANTIA DOS PODERES CONSTITUCIONAIS

Vejam que o que vem sendo questionada, como informa o Jornal da Cidade, – sem qualquer razão, dada a sua clareza – é a SEGUNDA ATRIBUIÇÃO, qual seja a “GARANTIA DOS PODERES CONSTITUCIONAIS”. É nesse ponto que o diabo (o Poder que dá azo à violação) foge da cruz, para isso recorrendo a diversos subterfúgios, para desviar o foco, por meio de construção de falsas narrativas, de afirmações de atribuições e situações não previstas na Constituição (tais como “golpe militar”, “intervenção militar”, “poder moderador”).


GOLPE

Entretanto, como a PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, eleita democraticamente, é exercida por Jair Bolsonaro, todos aqueles que se colocam como OPOSITORES AO GOVERNO, acharam por bem INTERPRETAR o Artigo 142 da CF de acordo com suas vontades e/ou interesses. E, em todas elas, quando o presidente da República menciona, eventualmente, a possibilidade de precisar lançar mão do que prega a Constituição Federal para impor a ORDEM CONSTITUCIONAL, o simples pensar é usado para definir a tentativa de um GOLPE.


INVERDADES????

Ontem, sem o menor pudor, o atual presidente do STF, Luiz Fux, disse, durante discurso que proferiu na abertura do segundo semestre do Poder Judiciário, que o respeito às instituições é necessário para a manutenção da democracia. Ora, por tudo que se sabe e presencia, diariamente, é que o STF é a instituição que mais ignora a DEMOCRACIA.  Disse mais: "Permanecemos atentos aos ataques de INVERDADES (?) à honra (?) dos cidadãos que se dedicam à causa pública. Atitudes desse jaez deslegitimam veladamente as instituições do país; ferem não apenas biografias individuais, mas corroem sorrateiramente os valores democráticos consolidados ao longo de séculos pelo suor e pelo sangue dos brasileiros que viveram em prol da construção da democracia de nosso país". Pode?


ACORDA, FUX!

No cansativo blá, blá, blá, o ministro Fux, com a maior cara de pau disse que "democracias tendem a ruir" caso não haja respeito às instituições. Pelo visto o presidente do STF não tem acompanhado as decisões que vêm sendo tomadas, tanto monocráticas quanto colegiadas pelos ministros da Corte Suprema. Ora, até as pedras da minha rua sabem que praticamente todas as decisões do STF são baseadas em interpretações totalmente diferentes do que prega a Constituição. Acorda Fux! 



Pontocritico.com

Jardim Poison na Inglaterra

 O jardim Poison na Inglaterra é considerado o "jardim mais letal do mundo", pois tem mais de 100 tipos de plantas que podem matar uma pessoa.

Ocupa apenas uma pequena parte do Jardim Alnwick em Northumberland. Está escondido atrás de enormes portões de ferro e uma placa sob uma caveira e ossos cruzados que diz “essas plantas podem matar”. Os visitantes só podem visitar o jardim com um guia.
De acordo com os resorts, os visitantes do jardim são proibidos de cheirar, tocar ou saborear qualquer planta, já que alguns turistas desmaiaram após inalar a "fumaça" tóxica enquanto caminhavam. O jardim contém cerca de 100 plantas “tóxicas, intoxicantes e narcóticas”. Isso inclui as flores azuis do monge, que não só cria frutos mortais, mas também folhas e caules mortais.
Muitas das plantas, como Laurel, produzem cianeto. A hogweed gigante é fototóxica, o que significa que queima a pele e pode causar bolhas por anos na pele da pessoa. O jardim é mantido pela equipe, que usa macacões para cuidar das plantas mais potentes. As plantas mais perigosas são mantidas em gaiolas gigantes.
📍POISON GARDEN, Jardim Alnwick, Reino Unido 🇬🇧






Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1288496488232354

Porto Alegre amplia vacinação para mulheres com 28 anos ou mais nesta terça-feira; não haverá drive-thru

 


Nesta terça-feira (3), a prefeitura amplia o público prioritário de vacinação da primeira dose contra Covid-19 para mulheres com 28 anos ou mais em Porto Alegre. A aplicação ocorrerá com doses remanescentes de outras entregas, já que o município não recebe remessa de novas doses desde a semana passada e não há previsão de quantitativo a chegar. A vacinação estará disponível em 12 unidades de saúde. Não haverá drive-thru.

Será mantida a vacinação para adolescentes com comorbidades a partir de 12 anos (1ª dose) e gestantes e puérperas (2ª dose). Para estes dois públicos, a vacinação ocorre exclusivamente em seis unidades de saúde: Bananeiras, Jardim Leopoldina, Macedônia, Primeiro de Maio, Santo Alfredo e Tristeza.

A aplicação da primeira dose continua para os públicos já contemplados anteriormente na campanha: profissionais de saúde e de apoio à saúde; pessoas com deficiência a partir de 18 anos; pessoas com comorbidades a partir de 18 anos; funcionários das escolas municipais, estaduais e particulares de ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior; gestantes e puérperas; cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente e lactantes (que estejam amamentando bebês com até 12 meses).

Documentação

Para receber a primeira dose, todos os públicos devem apresentar documento de identidade com CPF e comprovante de residência em Porto Alegre. Para os cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente, é preciso certidão de nascimento ou documento de guarda e comprovação da deficiência permanente.

Gestantes precisam de documento que comprove a gestação (exame laboratorial/ecográfico ou o cartão de pré-natal) e puérperas, documento que comprove o puerpério (registro de alta hospitalar ou certidão de nascimento da criança). Já as lactantes, devem levar documento de comprovação que contenha a data de nascimento da criança.

Para profissionais de saúde ou da educação, é preciso documento que comprove o vínculo de trabalho em Porto Alegre. Já para o grupo das comorbidades e deficiência, é necessário comprovar a condição (receita, laudo de exame, laudo ou relatório médico – exceto Síndrome de Down). No caso dos adolescentes com comorbidades, o comprovante de residência poderá ser no nome dos pais ou responsáveis.

Segunda dose

A aplicação da segunda dose segue disponível em 31 unidades de saúde e seis farmácias parceiras para quem recebeu AstraZeneca há pelo menos dez semanas e em 20 unidades de saúde para todos que receberam a primeira dose de Coronavac há 28 dias. Não haverá aplicação de segunda dose Pfizer para o público em geral, pois não existem pessoas com doses com prazos determinados para o período. Segundo determinação do Ministério da Saúde, desde 14 de junho o intervalo entre a primeira e segunda dose do imunizante Pfizer é de dez semanas.

Para segunda dose, é necessário levar identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação.

O quê: primeira dose contra a Covid-19

Público: mulheres com 28 anos ou mais; profissionais de saúde e de apoio à saúde; pessoas com deficiência a partir de 18 anos; pessoas com comorbidades a partir de 18 anos; funcionários das escolas municipais, estaduais e particulares de ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior; gestantes e puérperas, cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente e lactantes (que estejam amamentando bebês com até 12 meses).
Onde: 12 unidades de saúde
Horário: 8h às 17h
Endereços: confira no link
Onde: App 156+POA (agendas para as unidades São Carlos, Morro Santana e Tristeza)
Horário: 18h às 21h

O quê: primeira dose contra a Covid-19 

Público: adolescentes com idades entre 12 e 17 anos com comorbidades
Onde: seis unidades de saúde (Bananeiras, Jardim Leopoldina, Macedônia, Primeiro de Maio, Santo Alfredo e Tristeza)
Horário: 8h às 17h
Endereços: confira no link

O quê: segunda dose da Coronavac/Butantan

Público: pessoas que receberam a primeira dose há 28 dias
Onde: 20 unidades de saúde
Horário: 8h às 17h
Endereços: confira no link
Onde: App 156+POA (agendas para as unidades Bananeiras, Chácara da Fumaça, Cristal e São Cristóvão)
Horário: 18h às 21h

O quê: segunda dose da Oxford/AstraZeneca

Público: pessoas que receberam a primeira dose há dez semanas
Onde: 30 unidades de saúde e seis farmácias parceiras
Horário: 8h às 17h (nas unidades de saúde) e das 9h às 17h (nas farmácias parceiras)
Endereços: confira no link
Onde: App 156+POA (agendas para as unidades Belém Novo, Diretor Pestana, Nossa Senhora de Belém, Santo Alfredo, São Cristóvão e Vila Jardim)
Horário: 10h às 19h

O quê: segunda dose da Pfizer/BioNTech

Público: exclusivamente para gestantes e puérperas que receberam a primeira dose de AstraZeneca/Oxford há dez semanas ou mais
Onde: seis unidades de saúde (Bananeiras, Jardim Leopoldina, Macedônia, Primeiro de Maio, Santo Alfredo e Tristeza)
Horário: 8h às 17h
Endereços: confira no link

O Sul

Bolsonaro diz que horário de verão poderá voltar, “desde que a maioria da população seja a favor”

 


Em uma segunda-feira (2) marcada por declarações polêmicas e de impacto, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o horário de verão poderá ser retomado no Brasil, “desde que a maioria da população seja a favor”. Ele extinguiu em medida em 2019, já em seu primeiro ano de governo, sob o argumento que não havia benefício econômico em atrasar ou adiantar relógios na estação mais quente do ano.

O chefe do Executivo não especificou, no entanto, como seria medido esse apoio – ou não – por parte da população.

“Foi comprovado, realmente, que não aumentava o consumo de energia, que era o ponto focal, principal, da existência do horário de verão”, declarou em entrevista à emissora de rádio ABC, do Rio Grande do Sul. “Até o momento, eu vejo que a maioria da população continua contrária [ao horário de verão], mas se mudarem de ideia, eu sou um democrata, então sigo a maioria.”

Recentemente, empresários ligados a entidades do setor de turismo e de restaurantes enviaram um documento ao governo federal pedindo o retorno do horário de verão ainda em 2021. O grupo avalia que a medida impacta positivamente nos negócios, ao adicionar uma hora para receber turistas e clientes, apesar de não ter grande impacto no consumo de energia.

O presidente admitiu estar ciente de que alguns setores defendem a volta do horário de verão, mas afirmou que no momento não vê “apoio popular” para isso: “Sei que para alguns setores aumenta o faturamento, porque as pessoas fica mais tempo frequentando o comércio. Isso a gente pesa também. Mas mo momento não tem apoio popular para a gente voltar com a ideia”.

Decisão questionada

Para alguns analistas econômicos, Bolsonaro errou duplamente – em forma e conteúdo – ao acabar com o horário, em 2019. na forma e no conteúdo.

Na forma, porque a decisão foi arbitrária e não transparente, sem uma pesquisa de opinião capaz de embasar a decisão.

Em conteúdo, porque a medida trazia três benefícios sociais: economia de energia, impacto positivo sobre a atividade econômica e um terceiro, menos discutido, que é o efeito da luminosidade adicional sobre indicadores de segurança pública.

O argumento utilizado em 2019 de que o horário de verão perdeu relevância devido à mudança do pico de consumo do fim para o meio da tarde, como resultado do maior uso de aparelhos de ar condicionado, perde relevância num momento como o atual, de grave crise no setor elétrico.

“O que há atualmente, no verão, é um duplo pico: um no meio da tarde, por causa do ar condicionado, e outro, quando as pessoas chegam em casa e vão tomar banho e ligar seus eletrodomésticos”, diz um especialista.

Estima-se que o horário de verão pode reduzir em até 4,5% o consumo de energia nesse segundo pico do fim de tarde. O País vive uma crise de abastecimento de energia, então tudo que possa ser feito para estimular o consumidor a reduzir o consumo de energia deve ser implantado, principalmente se isso for acompanhado de uma campanha de educação.

O professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ( e coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), Nivalde de Castro, destaca que o contexto do setor elétrico mudou desde 2019:

“Há dois anos, o equilíbrio entre oferta e demanda de energia estava tranquilo, então uma economia de 2% a 3% do consumo não era tão imprescindível. Mas, atualmente, estamos enfrentando problemas para atender a demanda de energia elétrica justamente na hora em que escurece”.

“Diante da crise hidrológica deste ano, o horário de verão faz todo sentido, porque ele evita um consumo a mais, do que numa situação em que não haja horário de verão”, finaliza.

O Sul

O QUE É FILOSOFIA? INTRODUÇÃO E CONCEITOS. MITOS. #01 SB

 O QUE É FILOSOFIA

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Com estreia de oito voos, Rio Grande do Sul passa a ser o Estado mais conectado por rotas regionais

 


Às 9h desta segunda (2), o Cessna Grand Caravan, Azul Conecta, decolou de Porto Alegre com destino a Bagé, tornando o Rio Grande do Sul o Estado mais conectado por rotas regionais do País. A partir dessa estreia, a companhia aérea inicia voos da capital também para Alegrete, Canela, Erechim, São Borja, Santa Rosa, Santa Cruz do Sul e Vacaria. A solenidade de início dos oito novos destinos ocorreu no saguão do aeroporto Salgado Filho, com a presença do governador Eduardo Leite, do vice-governador Ranolfo Vieira Júnior, de secretários, deputados e representantes da Azul e da concessionária Fraport.

“Ser o Estado do Brasil mais conectado por voos entre as suas cidades é fruto de um trabalho intenso de governo para encontrar a melhor forma de incentivo à aviação sem impactar nas contas públicas, de muito diálogo e convergência com os deputados e, acima de tudo, de uma relação construída com base em confiança e parceria com a iniciativa privada, especialmente com a Azul. Quando todos puxam na mesma direção, ganhamos velocidade para chegarmos a momentos como esse de hoje. Estamos acelerando o crescimento do Rio Grande do Sul no pós-pandemia e levando desenvolvimento a todas as regiões do nosso Estado”, destacou o governador.

Canela contará com um voo diário para Porto Alegre, enquanto Bagé, Erechim, Santa Cruz do Sul, Santa Rosa e São Borja receberão três operações semanais. Neste início das ligações com a capital gaúcha, Vacaria e Alegrete – que substituirá as operações inicialmente anunciadas para Santana do Livramento – terão a opção do modal aéreo três vezes por semana.

“É um marco para o Rio Grande do Sul, que passa a Bahia e o Ceará em número de voos regionais, o que é um impulso não só para o turismo, como também para a economia de diferentes regiões gaúchas. Afinal, todos os cidadãos vão poder se conectar com conforto e segurança com a capital, outros Estados e o mundo. Somos parceiros das empresas aéreas que participam do nosso Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional, com incentivos fiscais por número de voos ofertados. Ainda há mais por vir”, projetou o secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella.

Antes de embarcar no voo inaugural para Bagé, sua terra natal, o presidente da Frente Parlamentar da Aviação Regional, deputado estadual Frederico Antunes, falou da importância que as conexões regionais têm para o interior gaúcho. “É a concretização de um sonho, resultado de um trabalho conjunto da Frente Parlamentar da Aviação. Com esse anúncio, o Rio Grande do Sul passará a contar com 15 destinos servidos pela Azul Linhas Aéreas. Nunca na história da aviação em nosso Estado tivemos tantos destinos atendidos de uma vez só”, disse Antunes, que viajou junto com o secretário de Turismo, Ronaldo Santini.

“Com os novos voos, o Rio Grande do Sul passa a ter 15 destinos atendidos pela companhia, número recorde e sem precedentes na história do Estado há pelo menos 60 anos. Esse número representa um marco para o Estado e para a companhia. A Azul tem como um de seus propósitos conectar todos os cantos do Brasil e ajudar no desenvolvimento do turismo e da economia. Esses novos destinos darão mais comodidade e oportunidade aos gaúchos que querem se conectar, explorando destinos nacionais e também internacionais”, disse o diretor de Relações Institucionais da Azul, Marcelo Bento Ribeiro.

Porto Alegre terá voos para novas cidades

A partir de outubro, a Capital gaúcha também terá cinco novos destinos para fora do Estado operados pela Azul: Maringá e Londrina (Paraná), Uberlândia (Minas Gerais), São José do Rio Preto e Ribeirão Preto (São Paulo). O anúncio foi oficializado durante a solenidade nesta segunda-feira.

Maringá e Londrina, dois importantes polos econômicos regionais situados no noroeste do Paraná, serão servidas pelas aeronaves ATR 72-600 de 70 lugares, com três voos semanais. Para Uberlândia, haverá duas conexões semanais a bordo dos jatos Embraer 195 E1, com 118 assentos.

Para São José do Rio Preto, no extremo oeste paulista, também estão programados dois voos semanais com as aeronaves A320neo e 195 E2 da Embraer, com capacidade para 174 e 136 lugares, respectivamente. Ribeirão Preto, por sua vez, também no interior de São Paulo, terá duas frequências por semana a partir de Porto Alegre, com os jatos E1 da Embraer, para até 118 clientes.

O Sul

Tribunal Superior Eleitoral pede ao Supremo que Bolsonaro seja investigado por disseminação de fake news contra urnas

 


O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou nesta segunda-feira (2) ter pedido ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado no inquérito que apura a disseminação de fake news. O pedido foi aprovado em plenário por unanimidade.

O pedido de apuração é baseado nos constantes ataques, sem provas, feitos pelo presidente da República às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral do País.

Bolsonaro passou os últimos dois anos e meio afirmando que houve fraudes nas eleições de 2018. Nunca apresentou provas. Na semana passada, chegou a convocar uma transmissão ao vivo para apresentar o que seriam as supostas provas, mas na ocasião admitiu não ter provas e disseminou fake news.

Nas últimas semanas, Bolsonaro passou a atacar também o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e a afirmar que, sem o voto impresso, pode não haver eleições em 2022.

O voto impresso já foi julgado inconstitucional pelo STF, e a tese de Bolsonaro de que pode não haver eleição no ano que vem já foi rechaçada pelos chefes dos demais poderes.

Mais cedo, nesta segunda, o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, fez um discurso no qual afirmou que a independência entre os poderes não significa impunidade para atos contra as instituições.

“Harmonia e independência entre os poderes não implicam impunidade de atos que exorbitem o necessário respeito às instituições”, disse o presidente do STF.

Ele afirmou ainda que a população não aceita que crises sejam resolvidas de formas contrárias ao que determina a Constituição.

“O povo brasileiro jamais aceitaria que qualquer crise, por mais severa, fosse solucionada mediante mecanismos fora da Constituição”, completou.

Inquérito das fake news

O inquérito das fake news foi aberto em março de 2019, por decisão do então presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal. O ministro Alexandre de Moraes é o relator da investigação.

O Sul

Frase do dia - 03.08.2021

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1288295734919096

Governo estuda novo programa social que poderá chegar a parcelas de 400 reais

 


Os ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira; da Economia, Paulo Guedes; da Secretaria de Governo, Flávia Arruda; e da Cidadania, João Roma, apresentaram nesta segunda-feira (2) aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a proposta de criação de um novo programa social do governo que inclui o parcelamento dos precatórios para viabilizar o benefício.

No encontro, também foi discutida a Medida Provisória que cria o novo programa social do Governo. Não houve, no entanto, discussão sobre valores. A meta é dar aos brasileiros oportunidade de sair de situações de vulnerabilidade e inseri-los no sistema produtivo do Brasil.

O programa pode vir a ser batizado de Auxílio Brasil, e o valor das parcelas ainda está condicionado a uma solução para o pagamento dos precatórios, que vai subir no ano que vem de cerca de R$ 40 bilhões para R$ 89 bilhões.

Segundo informações do portal de notícias G1, a ala política quer um valor na casa de R$ 400, mas a equipe econômica afirma que há recursos garantidos para R$ 300, podendo chegar aos R$ 400 desde que as privatizações avancem, e o governo consiga parcelar o pagamento dos precatórios, isto é, as dívidas judiciais.

Na reunião desta segunda-feira, os ministros informaram a Rodrigo Pacheco e a Arthur Lira que o parcelamento dos precatórios seria proposto por meio de uma proposta de emenda à Constituição, e o Auxílio Brasil, por meio de uma medida provisória.

De acordo com nota da Casa Civil, “não houve, no entanto, discussão sobre valores. A meta é dar aos brasileiros oportunidade de sair de situações de vulnerabilidade e inseri-los no sistema produtivo do Brasil”.

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição), a ser apresentada nos próximos dias, “faz um ajuste nas regras de parcelamento dos precatórios, ampliando a possibilidade de parcelamento já prevista na Constituição Federal. A ideia é fazer uma separação dos ‘superprecatórios’ das dívidas de menor valor, e permitir, assim, que o governo parcele dívidas judiciais acima de R$ 66 milhões. A medida visa reequilibrar as contas em virtude do forte crescimento de precatórios previstos, via decisão judicial, entre o exercício de 2021 e 2022”, diz a nota.

Ainda segundo a Casa Civil, “foi incluída na PEC a previsão de um fundo, constituído a partir de recursos provenientes de alienações de ativos, venda de estatais, entre outras fontes de receita. Com ele poderá ser feito o pagamento antecipado dos precatórios parcelados, além de renda variável e não obrigatória ao público de maior vulnerabilidade. Importante ressaltar que a mudança não permitirá nenhuma exceção de despesas permanentes e recorrentes ao teto de gastos”. As informações são do portal de notícias G1 e da Casa Civil.

O Sul