PF diz ter indícios de que Renan Calheiros recebeu propina da Odebrecht

 Senador aponta retaliação pela sua atuação na CPI da Covid e afirma que o inquérito não tem provas


A Polícia Federal afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) ter indícios de que o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, recebeu R$ 1 milhão em propina da Odebrecht em troca do apoio a um projeto do interesse da empreiteira no Senado, quando era presidente da Casa. No inquérito 4426, aberto em 2017, a PF indicia o senador pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O senador nega as acusações e diz que trata-se de uma retaliação pela sua atuação na CPI: "É uma surpresa que justamente agora, quando a PF, instituição de Estado, abre a investigação sobre a Precisa para facilitar Habeas Corpus do vendedor da vacina da propina e garantir seu silêncio na CPI, tentem essa retaliação. Mas não irei me intimidar. Os culpados pelas mortes, pelo atraso das vacinas, pela cloroquina e pela propina irão pagar.".

Ele diz ainda que o inquérito não tinha provas e mesmo assim foi prorrogado: "A Polícia Federal não tem competência para indiciar senador. Apenas o STF. Essa investigação está aberta desde março de 2017 e como não encontraram prova alguma, pediram prorrogação". 

Com a finalização do inquérito pela PF, o Supremo deve enviar o caso para a PGR (Procuradoria-Geral da República) que irá decidir se denuncia o senador ou se arquiva o caso. Caso a PGR ofereça denúncia e o STF aceite, o senador responderá a processo.

O advogado Luís Henrique Machado, que defende Renan Calheiros, diz a vida do senador foi devassada e não foi encontrado qualquer indício de ilicitude nos seus atos: 

"O Senador Renan Calheiros é investigado desde 2009 pela Procuradoria-Geral da República. Sob o aspecto investigativo, a sua vida foi devassada e jamais foi encontrado qualquer indício de ilicitude sobre os seus atos. Nunca tratou, tampouco autorizou ou consentiu que terceiros falassem em seu nome. Por fim, importante salientar que aproximadamente dois terços das investigações contra o Senador já foram arquivadas por falta de provas. Assim como os demais inquéritos, a Defesa está confiante que a investigação da Odebrecht também será arquivada, até porque nenhuma prova foi produzida em desfavor do Senador, restando, somente, a palavra isolada dos delatores". 


R7 e Correio do Povo


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Zonas ocupadas pelos Aliados na Alemanha - História virtual

 Zonas de ocupação pelos Aliados na Alemanha


Bandeira



Território dividido da Alemanha Ocupada, em 1947. Os territórios a leste da Linha Oder-Neisse, sob administração soviética e polaco, são mostrados em branco para que se destaque o Protectorado do Sarre. Berlim é a área multinacional dentro da zona soviética.


Após a derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, os vitoriosos Aliados afirmaram a sua autoridade sobre todo o território do Terceiro Reich que ficava a leste da linha Oder-Neisse, tendo formalmente abolido o governo de Adolf Hitler (ver Declaração de Berlim). As quatro potências dividiram a Alemanha em quatro zonas de ocupação para fins administrativos. Esta divisão foi ratificada na Conferência de Potsdam (17 de julho-2 de agosto 1945).

No outono de 1944, o Estados Unidos, o Reino Unido e a União Soviética tinham acordado as zonas pelo Protocolo de Londres. As potências aprovaram o eventual destacamento de grande parte dos territórios orientais alemães, situados a leste da linha Oder-Neisse; Final Tratado de Paz alemão contemplado iria determinar as linhas de fronteira polaco-alemã e USSR-poloneses para os antigos territórios alemães.

O Tratado de Paz Final alemão resultaria no "deslocamento para o oeste" das fronteiras da Polônia de volta a aproximadamente como eram antes de 1722. Nas semanas finais da luta na Europa, as forças dos Estados Unidos ocuparam além dos limites acordados para as futuras zonas de ocupação, em alguns lugares até 320 km além do estabelecido nas negociações. A chamada "linha de contato" entre as forças soviéticas e estadunidense no fim das hostilidades (a maior parte a leste da fronteira interna alemã estabelecida em julho de 1945) era temporária.

Depois de dois meses em que haviam ocupado áreas que tinham sido atribuídas à Zona Soviética, as forças estadunidenses se retiraram nos primeiros dias de julho de 1945.[1] Alguns concluíram que este foi um movimento crucial que convenceu a União Soviética a permitir que as forças britânicas, francesas e estadunidenses entrassem em seus setores designados em Berlim, o que ocorreu mais ou menos na mesma época (julho de 1945), embora a necessidade de coleta de informações (ver Operação Paperclip) também fosse um fator relevante.[2]


Territórios anexados pela Alemanha


Todos os territórios invadidos e anexados pela Alemanha Nazista que pertenciam a Áustria e a Checoslováquia foram devolvidos aos seus respectivos países. O Território de Memel que antes da guerra pertencia a Lituânia foi anexado pela União Soviética em 1945 e se tornou parte da República Socialista Soviética da Lituânia. Os territórios invadidos pela Alemanha na BélgicaFrançaLuxemburgoPolónia e Jugoslávia também foram devolvidos a seus países.


Zonas de ocupação


Estadunidense

Territórios perdidos pela Alemanha entre 1919 e 1945

A zona americana de ocupação na Alemanha consistia na Baviera e Hesse no Sul da Alemanha, e porções do norte do atual estado de Baden-Württemberg. O porto de Bremen (no baixo Rio Weser) e Bremerhaven (na foz do rio Weser no Mar do Norte) também estiveram sob comando americano devido a pedidos de apoio no Norte da Alemanha. A sede do governo americano era em um complexo de edifícios em Frankfurt am Main.[carece de fontes]

Iniciando em maio de 1945, várias tropas de combate americanas e aeronautas foram mandadas de volta para os Estados Unidos com base em seu desempenho na guerra. Muitos oficiais experientes e suboficiais foram selecionados para serem mandados para Teatro de Operações do Pacífico para a Operação Downfall (uma possível invasão ao Japão) que acabou não acontecendo devido a sua rendição, porém, muitos dos soldados que prestaram o maior tempo de combate foram dispensados ao retornarem para casa. Depois da rendição japonesa, que aceitou a Declaração de Potsdam, grande parte dos soldados se aposentaram. A rendição japonesa encerrou oficialmente as hostilidades da guerra do Pacífico, porém os combates dentro do palco do Pacífico haviam terminados algumas semanas antes.[carece de fontes]

Britânica

Placa delimitando o setor britânico da ocupação de Berlim, 1984.

Exército do Canadá estava preso nos Países Baixos, até que os alemães se renderam em 5 de maio de 1945, dois dias antes da rendição final das Wehrmacht na Europa ocidental ao geral Dwight D. Eisenhower. Após a libertação dos Países baixos e a conquista do norte da Alemanha pelo Exército Britânico, o Exército Canadense se retirou da Alemanha, deixando a área para a o Exército Britânico e (nas regiões de Bremen e Bremerhaven.[carece de fontes]

Francesa

Ver artigo principal: Plano Monnet

Apesar de ser uma das potências aliadas, a República Francesa não recebeu inicialmente uma zona de ocupação na Alemanha. Mais tarde, porém, os governos britânico e estadunidense reconheceram o papel da França durante a guerra e concordaram em ceder algumas partes ocidentais de suas zonas de ocupação ao exército francês.[3]] Em abril e maio de 1945, o 1.º Exército francês capturou Karlsruhe e Stuttgart, além de ter conquistado um território que se estendia até o Ninho da Águia de Hitler e a parte mais ocidental da Áustria. Em julho, os franceses renunciaram a Stuttgart para os norte-americanos e, em troca, receberam o controle de cidades a oeste do Reno, como Mainz e Koblenz.[4]

Soviética

A zona de ocupação soviética incorporou a Turíngia, Saxônia, Saxônia-Anhalt, Brandemburgo e Mecklenburg-Vorpommern. A Administração Militar Soviética na Alemanha estava sediada em Berlim-Karlshorst.



As zonas aliadas na Alemanha pós-guerra. O vermelho representa a zona Soviética, o traço preto representa a fronteira entre a Alemanha Oriental e a Alemanha Ocidental. A zona violeta representa as regiões das quais o exército Americano retirou-se. As fronteiras representam em grande parte, as dos estados no pré-guerra.


Ver também



Referências


  1.  What Is to Be Done? Time, 9 de julho de 1945
  2.  Knowles, Chris (29 de janeiro de 2014). «Germany 1945-1949: a case study in post-conflict reconstruction». History & Policy. Consultado em 19 de julho de 2016
  3.  Reinisch, Jessica (2013). The Perils of Peace. [S.l.]: OUP. 261 páginas
  4.  de Gaulle, Charles (1959). Mémoires de guerre : Le Salut 1944-1946. [S.l.]: Plon. pp. 170, 207


Ligações externas



Wikipédia

RS recebe mais de 186 mil doses de vacina da Astrazeneca

 Imunizantes serão reservados para a aplicação da segunda dose



Chegou a Porto Alegre no início da noite deste sábado 186.750 doses da vacina da Astrazeneca. O carregamento, que foi descarregado às 19h10min, não será distribuído de imediato, pois será destinado para a aplicação da segunda dose. Com o desembarque no aeroporto Salgado Filho, o Rio Grande do Sul recebeu hoje 526.490 unidades das vacinas contra a Covid-19.

Além dos mais de 186 mil da Astrazeneca, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) recebeu 202.850 vacinas da Janssen, que chegaram à tarde a Porto Alegre, e 136.890 doses do imunizante da Pfizer, que chegou ao Estado no início da madrugada.

De acordo com a SES, o imunizante da Janssen será distribuído às 18 Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS) a partir desta segunda-feira. A definição foi acertada entre gestores estaduais e municipais em reunião extraordinária e virtual da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) na manhã deste sábado.

As vacinas da Pfizer também começaram a ser distribuídas na segunda-feira. Cada CRS deverá buscar os imunizantes na Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi), na Capital.

Neste sábado, o Rio Grande do Sul registrou 5.426 novos casos da Covid-19 e 91 óbitos. Desde o início da pandemia, 1.230.115 pessoas foram contaminadas com a doença e 31.686 morreram desde março de 2020.

Correio do Povo

Domingo ameno começa com frio e geada no RS

 Temperatura se eleva com o sol rapidamente no Estado



Sol mais uma vez predomina neste domingo no Rio Grande do Sul, com amplos períodos de céu claro em diversas regiões. O começo do dia deve ter nevoeiro, neblina ou nuvens baixas em pontos do Estado, mas que depois dão lugar ao sol.

Faz muito frio cedo no início deste domingo e se espera geada em diversos locais, inclusive na Grande Porto Alegre, mas a temperatura se eleva com o sol rapidamente e a tarde será bastante amena. Volta a esfriar acentuadamente a partir do entardecer. A temperatura na Capital deve variar entre 5ºC e 18ºC.

Massa polar

No curto e médio prazo, a MetSul não enxerga massa de polar de intensidade semelhante ou igual. O que os dados indicam é que na segunda metade deste mês poderia haver o ingresso de duas massas de ar frio. A primeira se daria ao redor do dia 15, mas que não seria muito forte. No final do mês há chance de uma segunda mais forte, mas não como a do final de junho.

Três fatos nos levam a considerar a possibilidade de termos frio muito intenso – e talvez até com neve - como o que se sentiu nesta semana ainda neste inverno. Um, Estados Unidos e Europa experimentaram eventos de muito intenso durante o último mês do inverno climático e no começo da primavera setentrional, mais cedo neste ano. Fevereiro, que corresponderia ao nosso agosto como terceiro mês do inverno climático, teve poderosa onda de frio nos Estados Unidos que castigou o Texas com frio mais forte desde 1994, matando centenas. Por isso, agosto é um mês com uma maior chance de um novo episódio de frio extremo e com neve.

Dois, grande parte da Antártida está com temperatura muito abaixo da média. Se ocorrer um enfraquecimento do cinturão de vento do Polo Solo ar muito gelado pode escapar para as latitudes médias como as nossas. Três, o Pacífico deve esfriar neste segundo semestre e isso pode trazer frio tardio, inclusive intenso.


MetSul Meteorologia e Correio do Povo


Aguirre lamenta empate no Itaquerão com o Corinthians: "perdemos dois pontos"

Maurício lamenta “momento ruim” do Inter e pede foco para conquistar a primeira vitória em casa

Inter sai na frente, mas cede empate para o Corinthians no Itaquerão

 Colorado abriu o placar no primeiro tempo, em cobrança de pênalti de Edenilson, mas acabou sofrendo o gol de Jô no segundo tempo



O Inter empatou em 1 a 1 com o Corinthians, na noite deste sábado, no Itaquerão, em São Paulo. O Colorado voltou a ter uma atuação irregular, saiu na frente, mas não conseguiu manter o resultado e chegou ao quarto empate em nove jogos.

Edenilson abriu o placar em cobrança no primeiro tempo e Jô deixou tudo igual no segundo tempo. Com o resultado, o Colorado chegou aos 10 pontos e o Timão aos 11. Com isso, a equipe de Diego Aguirre dormirá na 14ª colocação e o time de Sylvinho na 10ª posição.

Na quarta-feira, o Inter recebe no estádio Beira-Rio o São Paulo, às 21h30min, pela 10ªrodada do Campeonato Brasileiro. Já o Corinthians enfrentará a Chapecoense, na quinta-feira, às 21h, na Arena Conda.

Edenilson abre o placar de pênalti

O técnico Diego Aguirre escalou um Inter alternativo, preservando o desgastado Patrick e promovendo a estreia do lateral esquerdo Paulo Victor, com Léo Borges atuando pela meia esquerda. Desde o começo do jogo, o Corinthians pressionou com Gustavo Mosquito pelo setor, que conseguiu criar boas jogadas.

Em uma postura de buscar os contra-ataques, o Colorado pouco criou nos primeiros 45 minutos e se defendia como podia para evitar a abertura do placar. Aos 28, Mosquito passou por Paulo Victor, cortou para o meio e chutou, a bola saiu pela linha de fundo, mas próximo ao poste direito de Daniel. Um minuto depois, Vitinho arriscou de fora da área e a bola passou rente ao travessão da meta colorada.

As duas chances criadas pelo Inter, uma com Yuri Alberto, aos 20, e uma por Juan Cuesta, outra novidade de Aguirre, haviam sido anuladas por impedimento. Aos 36, após cobrança de falta, Jô agarrou Cuesta dentro da área e o árbitro Marcelo de Lima Henrique marcou a penalidade.

Após três minutos de análise do Var, Edenilson foi autorizado a cobrar. Aos 40, o capitão do Inter cobrou no canto esquerdo, a meia altura e abriu o placar. Cássio foi na direção da bola e, por pouco, não fez a defesa. Três minutos depois, Vital cobrou falta próximo a meta de Daniel, mas mandou para fora, dando ao Inter a chance de descer para vestiário em vantagem. 

Inter cresce, sofre com os contra-ataques e Jô empata

Na volta para a segunda etapa, Aguirre retirou Leo Borges e Juan Cuesta para as entradas de Patrick e Johnny. As alterações tinham como objetivo impedir as jogadas de Mosquito pela esquerda defensiva e causar dificuldades no ataque pela esquerda.

As mudanças melhoraram a equipe defensivamente e, aos 14, por pouco, o Colorado não ampliou. Paulo Victor cruzou, Maurício ajeitou e Patrick, de dentro da área, chutou próximo ao poste direito de Cássio. Aos 17 e 19, Jô finalizou e Daniel fez duas boas defesas.

O Inter dominava as ações ofensivas, mas tinha dificuldades para criar chances de gols. Aos 35, Fábio Santos cruzou no primeiro poste, acompanhado de longe por Saravia, Luan se antecipou a Pedro Henrique e cabeceou. Daniel fez a defesa e, no rebote, Jô fez o gol de empate.

Na sequência, Aguirre Lucas Ribeiro e Vinícius Mello para as saídas de Saravia e Yuri Alberto. Aos 43, para gastar o tempo, Boschilia entrou na vaga de Maurício. Na reta final do jogo, o Corinthians voltou a pressionar. Aos 50, Araos chutou forte e Daniel fez excelente defesa, que impediu o segundo gol do adversário. Com isso, o jogo terminou empatado.

Campeonato Brasileiro - 9ª rodada

Corinthians (1)
Cássio; Fagner, João Victor, Gil e Fábio Santos; Cantillo, Roni (Araos) e Vitinho (Luan); Gustavo Mosquito (Marquinhos), Mateus Vital e Jô. Técnico: Sylvinho.

Inter (1)
Daniel; Saravia (Lucas Ribero), Pedro Henrique, Víctor Cuesta e Paulo Victor; Rodrigo Dourado, Edenilson, Maurício (Boschilia), Juan Cuesta (Johnny) e Leo Borges (Patrick); Yuri Alberto (Vinícius Mello). Técnico: Diego Aguirre.

Gols: Edenilson (40min/1ºT) & Jô (35min/2T)
Cartões amarelos: Roni e João Victor (C) & Cuesta (3°) e Edenilson (3°) (I)
Cartões vermelhos: - 

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Eduardo Gonçalves da Cruz (MS) e Márcia Bezerra Lopes Caetano (RO)
Árbitro do Var: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)

Local: Neo Química Arena, em São Paulo (SP)

Correio do Povo


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