Sábado será de sol após amanhecer frio no RS

 Temperaturas permanecem agradáveis ao longo da tarde no Estado



O Rio Grande do Sul deve ter uma sequência de dias de tempo firme e ensolarado. Neste sábado, não será diferente. As temperaturas serão amenas e haverá amplo predomínio de céu claro.

De acordo com a MetSul Meteorologia, no entanto, o tempo aberto favorece o amanhecer geleado. Há chance de geada em algumas regiões, com neblina localizada. Conforme o sol aparece, as temperaturas sobem. 

Em Porto Alegre, sol predomina. A mínima na Capital é de 8°C, e a máxima fica nos 19°C.

Mínimas e máximas no RS 

Vacaria 0°C / 16°C
Torres 8°C / 19°C
Erechim 3°C / 18°C
Santa Rosa 2°C / 21°C
Passo Fundo 3°C / 18°C
Caxias do Sul 4°C / 17°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo


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Brasil segura o Chile com um a menos e está na semifinal da Copa América

 Lucas Paquetá marcou único gol do jogo, que garantiu confronto contra o Peru; Gabriel Jesus, expulso, será desfalque



O Brasil garantiu classificação para a próxima fase da Copa América. Com sofrimento, venceu o Chile por 1 a 0 na noite desta sexta-feira, e precisou se segurar com um a menos em partida realizada no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. Com o resultado, a Seleção está na semifinal da Copa América, e enfrenta o Peru. 

O único gol da partida foi marcado no início do segundo tempo. Lucas Paquetá tabelou com Neymar e decidiu a favor da Seleção Brasileira. Um minuto depois, Gabriel Jesus acertou uma voadora no chileno e foi expulso. 

A semifinal da Copa América, entre Brasil e Peru, acontece na segunda-feira, às 20h, no Engenhão, no Rio de Janeiro. A definição da segunda semifinal acontece neste sábado, com os confrontos entre Uruguai x Colômbia e Argentina x Equador. 

Primeiro tempo de pouca criação 

Antes da partida, o técnico Tite perdeu Alex Sandro, por conta de dores musculares no posterior da coxa esquerda. Assim, o titular foi o lateral do Atletico de Madrid, Renan Lodi. No gol, a opção mais uma vez foi por Ederson. 

O jogo começou morno, e o Brasil só conseguiu criar uma chance de perigo aos 22 minutos. Neymar, pela esquerda, limpou a marcação em velocidade e optou pela jogada individual em vez de soltar na ultrapassagem. Ele cruzou de canhota no segundo pau, buscando Firmino na pequena área. O atacante do Liverpool chegou atrasado e pegou mal, sem conseguir concluir para o gol.

A resposta do Chile veio minutos depois. Aos 27, Vargas recebeu pela direita em contra-ataque e avançou sobre a marcação. Ele entortou Thiago Silva e bateu cruzado, obrigando Ederson a espalmar para escanteio.

No entanto, as poucas chances de gol foram isoladas. O meio campo do Brasil quase não conseguiu criar, e as tramas principalmente pela direita, envolvendo Neymar, Firmino e Jesus, foram raras. Com boa marcação, o Chile congestionou o setor.

O Brasil só encontrou uma brecha aos 44, quando teve a melhor oportunidade. Neymar enfiou boa bola para Gabriel Jesus, que ganhou na marra a jogada. Ele avançou e chutou forte, obrigando Bravo a mandar para escanteio. A intervenção do goleiro foi fundamental para levar o placar em 0 a 0 ao intervalo.

Segundo tempo com gol e expulsão

Para tentar dar um pouco mais de criação ao setor de meio, o técnico Tite optou por colocar em campo Lucas Paquetá. Ele sacou Firmino, que pouco participou da produção ofensiva nos 45 minutos iniciais.

E a estrela de Tite brilhou logo aos 2 minutos da etapa final. Na primeira jogada ofensiva, boa trama. Fred achou passe para Casemiro, que colocou de primeira para o meio da área. Paquetá se desprendeu da marcação e veio tabelar com Neymar. Ele recebeu bom passe com o lado do pé do atacante, e saiu na cara de Bravo. Paquetá fuzilou, sem chances para o goleiro chileno, abrindo o placar para a Seleção.

Um minuto depois, o prejuízo. Gabriel Jesus foi expulso direto após entrada muito feia em Mena. Ele subiu o pé na altura do rosto e acertou uma voadora no chileno. O atacante brasileiro percebeu que fez bobagem assim que caiu no gramado. Colocou as mãos na cabeça e sequer reclamou do cartão vermelho, que deixou o Brasil com um a menos.

Com um a mais, o Chile cresceu no jogo e ensaiou pressão no Brasil. Ocupou o campo do adversário, enquanto Tite baixou as linhas e manteve o time mais compacto. Martín Lasarte optou pelo atacante do Inter, Carlos Palacios, para tentar explorar a velocidade e as laterais do campo.

Aos 24, nova boa chance do Chile. Depois de cruzamento pela esquerda, Brereton cabeceou da marca do pênalti. A bola bateu caprichosamente no travessão, assustando Ederson. O Chile seguiu pressionando. Logo depois, Meneses levou perigo em conclusão que o goleiro mandou para escanteio. Apesar disso, a pressão não resultou em gol, e o Brasil garantiu classificação às semifinais para enfrentar o Peru.

Copa América - Quartas de final 

Brasil 1

Ederson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Renan Lodi; Fred e Casemiro; Gabriel Jesus, Richarlison, Firmino e Neymar. Técnico: Tite

Chile 0

Bravo; Isla, Medel, Sierralta, Vegas e Mena; Pulgar, Vidal e Aranguiz; Sanchez e Vargas. Técnico: Martín Lasarte

Gols: Lucas Paquetá (2/2T)

Cartões amarelos: Ederson (Brasil); Sierralta e Palacios (Chile)

Cartões vermelhos: Gabriel Jesus (Brasil)

Arbitragem: Patricio Loustau (ARG)

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

Data e hora: 02/07, às 21h


Correio do Povo


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"Eu sou gay. E tenho orgulho disso", diz Eduardo Leite, governador do RS

 


"Eu sou gay. E tenho orgulho disso", diz Eduardo Leite, governador do RS
O governador do Rio Grande do Sul falou sobre sua sexualidade no programa "Conversa com Bial", da TV Globo, nesta quinta-feira. "Tenho orgulho de poder aqui dizer sobre a minha orientação sexual, quem eu sou, embora devêssemos viver num país em que isso fosse uma não-questão”, disse. Políticos, jornalistas e ativistas repercutiram a declaração.
Foto via @gshow

Quase 70% das famílias estão endividadas, maior proporção em mais de uma década

 


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Pesquisa da CNC considera como dívidas as contas em aberto no cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa

Brasília - O País chegou ao fim do primeiro semestre com a maior proporção de famílias endividadas em mais de uma década, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), iniciada em 2010, registrou que um recorde de 69,7% de brasileiros tinham dívidas em junho, uma alta de 1,7 ponto porcentual em relação a maio, quando essa proporção era de 68,0% Na comparação com junho de 2020, quando o total de endividados somava 67,1%, o avanço foi de 2,5 pontos.    

A pesquisa da CNC considera como dívidas as contas em aberto no cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa.      

Em junho, houve piora também na inadimplência, pelo segundo mês consecutivo. O porcentual de famílias com dívidas ou contas em atraso alcançou 25,1%, ante uma fatia de 24,3% em maio. No mês de junho de 2020, no entanto, a inadimplência era maior, alcançando 25,4% das famílias. O total de famílias que declararam não ter condições de pagar as contas ou dívidas atrasadas e, portanto, permanecerão inadimplentes cresceu de 10,5% em maio para 10,8% em junho. O resultado ainda ficou 0,8 ponto porcentual abaixo dos 11,6% observados em junho de 2020.

Segundo a CNC, o orçamento das famílias tem sido comprometido por fatores como inflação mais elevada e a redução no pagamento do auxílio emergencial pelo governo.  

As famílias mais pobres estão mais endividadas e mais inadimplentes. Entre os que recebem até dez salários mínimos mensais, o porcentual de endividados saltou de 69% em maio para 70,7% em junho. Nas famílias com renda acima de dez salários mínimos mensais, a proporção com dívidas cresceu de 64,2% para 65,5% no período.

Quanto à inadimplência, a proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso na faixa de renda mais baixa aumentou de 27,1% em maio para 28,1% em junho, enquanto que no grupo de renda mais elevada manteve-se estável em 11,9%.   A proporção das famílias que se declararam muito endividadas variou de 14,6% em maio para 14,7% em junho, maior parcela desde julho do ano passado. O tempo médio de comprometimento do brasileiro com dívidas também tem aumentado, diante de fatores como juros ainda baixos, que possibilitam a renegociação de dívidas e estimulam as modalidades de financiamento, com prazos mais longos, justificou a economista Izis Ferreira, responsável pela pesquisa da CNC.

"As dívidas das famílias têm se alongado no período acima de um ano. O crédito vem ajudando o brasileiro, atua na recomposição de renda, mas a cada mês nós tememos que o orçamento familiar atinja um patamar de dificuldade que impeça ainda mais o consumo e dificulte a reorganização da economia", alertou Izis, em nota oficial, acrescentando que os programas sociais de governos têm ajudado a evitar um problema maior, principalmente na inadimplência.  

O tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias endividadas mostra tendência de aumento desde abril, passando de 7,0 meses em maio a 7,1 meses em junho. Do total de endividados, 22,4% possuem dívidas que vencem em até três meses, enquanto que 32,7% das famílias estão endividadas por mais de um ano.  

A proporção das famílias que apontam o cartão de crédito como principal tipo de dívida alcançou um recorde de 81,8% em junho. As demais modalidades mais citadas foram carnês de lojas (17,5%), financiamento de carro (11,9%), crédito pessoal (10,0%) e financiamento de casa (9,1%).

Fonte: O Dia Online - 01/07/2021 e SOS Consumidor

86% dos brasileiros têm medo de ser vítimas de golpes, fraudes ou violação de dados pessoais

 Estudo da Febraban traz panorama das percepções de segurança de dados do brasileiro e os riscos vs. benefícios do compartilhamento de informações

SÃO PAULO – Recentemente, uma nova onda de golpes deixou muita gente assustada: criminosos roubavam os celulares das vítimas e limpavam as contas bancárias, ficando com todo o dinheiro mesmo sem ter a senha.

 

Esse episódio, que o InfoMoney mostrou como está acontecendo e as dicas para se proteger, trouxe à tona novamente um tema que vem sendo bastante discutido no sistema bancário: como proteger os dados? Na iminência da chegada da segunda fase do Open Banking no Brasil, que prevê o compartilhamento de dados com o consentimento do cliente, a preocupação é grande.

E a sensação vem sendo refletida em números: 86% dos brasileiros tem muito ou algum medo de serem vítimas de fraudes, golpes, ou violação dos dados pessoais, de acordo com a pesquisa da Federação Brasileiros de Bancos (Febraban), intitulada “Segurança de Dados no Brasil”, divulgada nesta sexta-feira (02). A pesquisa foi feita entre 18 e 25 junho deste ano com 3 mil entrevistados.

Em relação aos dados pessoais, 55% dos entrevistados entendem que a proteção de seus dados estão menos seguras ou a mesma coisa do que vêm observando nos últimos cinco anos. Outros 42% avaliam que seus dados pessoais estão mais seguros do que nos últimos anos.

Efeitos da pandemia

A pandemia intensificou o uso do ambiente digital. Afinal, com as pessoas ficando em casa mais tempo e o risco de contaminação, compras e serviços online de diversos tipos e categorias foram as soluções.

Mas com isso, a percepção é de que a segurança digital ficou mais vulnerável. 91% dos entrevistados avalia que os crimes aumentaram muito (46%) ou aumentaram (45%) no período da pandemia, conforme mostra a pesquisa. Do outro lado, somente 5% acham que diminuíram (4%) ou diminuíram muito (1%).

“Nos últimos 12 meses, os próprios entrevistados ou familiares foram vítimas, sendo as situações mais comuns aquelas envolvendo recebimento de mensagens ou ligação telefônica com solicitação fraudulenta seja de dados pessoais ou bancários (43%), seja de depósito ou transferência de dinheiro para amigo ou parente (34%)”, diz o estudo.

Mas também foram observadas outras fraudes, como as de cobranças fraudulentas ou compras indevidas em seu cartão de débito ou crédito (29%); invasão do e-mail ou das redes sociais, com alguém assumindo o controle sem permissão (18%); clonagem de celular ou WhatsApp (18%); tentativa de abertura de linha de crédito ou solicitação de empréstimo usando seu nome (15%); e invasão e acesso a dados bancários (14%).

Lia Pilatti, head de cybersegurança e prevenção de fraudes do Banco do Brasil, afirma que teve aumento grande de phishing, quando o criminoso tenta enganar as pessoas para que compartilhem informações confidenciais como senhas e número de cartões de crédito, e criação de páginas falsas.

“O crime se adapta com o tempo. O que se via antigamente, como o batedor de carteira, se vê menos hoje. Como se dizia antigamente, o assaltante invade a casa onde o muro é mais baixo. Hoje o mundo digital é mais abordado porque a direção dos golpes e fraudes é o elo mais fraco, o cliente”, disse durante a live de apresentação da pesquisa nesta sexta.

Segundo ela, o fraudador vai oferecer super oferta ou apelar para o emocional, de fato, enganando as pessoas, por vezes, mais velhas e menos adeptas das tecnologias. “Mesmo assim, os bancos trabalham e investem muito para garantir a proteção dos sistemas e clientes, e estamos cientes dos desafios”, afirma.

Riscos x Benefícios do compartilhamento de dados

Mais de 55% dos brasileiros acreditam que há mais riscos do que benefícios ao fornecerem seus dados a empresas ou instituições, segundo a pesquisa da Febraban.

Ainda, desse grupo, um terço das pessoas acreditam que é durante as compras online e no acesso a sites que mais facilmente são coletados os dados dos clientes e usuários.

A edição do estudo traz dados segmentados por regiões do país e mostra que os entrevistados da região sudeste são os que menos veem benefícios no compartilhamento de dados.

Em todos os casos a maioria das pessoas entende que os riscos do compartilhamento de dados pessoais superam os benefícios atualmente. Veja:

Desconfiança hoje

A percepção de 59% dos entrevistados é de que a privacidade não passa de um mito, pois acreditam que tudo ou a maior parte das informações podem ser acessadas.

“Nesse sentido, cobra-se mais eficiência e endurecimento da legislação que rege a proteção de dados. Mas a expectativa é otimista em relação à diminuição de fraudes e golpes, a partir das novas leis (LGPD e Lei 14.155) em vigor”, avalia o estudo.

A desconfiança é ainda maior quanto ao monitoramento e coleta de dados por parte das empresas ou governos.

Do total, 79% dos entrevistados desconfiam que as empresas privadas monitoram e acessam tudo ou a maior parte do que fazem online ou no celular. Quanto ao monitoramento por parte dos governos, na média, 60% dos entrevistados acreditam que isso ocorre.

Considerando isso, cerca de 70% dos entrevistados afirmam que se sentem preocupados ou muito preocupados em relação a coleta e monitoramento desses dados.

Dados em troca de benefícios

Apesar da desconfiança, o consenso é entre a grande maioria dos entrevistados das cinco regiões – acima de 70% – é de que é aceitável o uso dos dados pessoais desde que a ação vise melhorar a vida em sociedade, sobretudo em casos de prevenção ou o combate a crimes, e prevenção de golpes ou fraudes com dados bancários e em compras.

Sobre o avanço tecnológico e a proteção dos dados pessoais, praticamente metade acha que a tecnologia contribui para mais segurança e a outra metade que ajuda na violação dessas informações. Para 46% dos entrevistados, a tecnologia pode contribuir para manter as informações mais seguras, e o 49% entende que a tecnologia pode facilitar a violação de dados e fraudes.

A expectativa para os próximos anos é positiva. Para os próximos cinco anos, 54% dos entrevistados têm a expectativa de avanço na segurança, enquanto apenas 22% apostam que esses dados estarão ainda menos seguros.

Fonte: InfoMoney - 02/07/2021 e SOS Consumidor

Microfone de Mão Sem Fio Duplo Vokal VWS20 Plus

 


Este sistema de microfone sem-fio profissional foi projetado usando tecnologia americana, com um receptor VHF de banda alta super sensível, controlado com cristal 15 ppm, e uma chave para cancelar o circuito. Seu circuito é resistente à reverberação e tem mudança suave de saída.Indicados para uso em palcos maiores ou médios, salas de Karaokê, em casa, Palestras, Para Igrejas, Bandas, Duplas.


Tipo: Microfone S/Fio VHF Profissional

Modelo: VWS-20

Quantidade de Bastões: 2

Canal Individual: Sim

Faixa de Frequência de Transmissão: 180 - 270 MHZ, banda alta de VHF

Estabilidade da Frequência: 0.005%

Faixa Máxima de Desvio: 15kHz

Resposta de Frequência: 40 Hz - 20 kHz

Taxa Sinal / Ruído: 100 dB

Alcance Dinâmico de Áudio: 100 dB

THD: 0,5%

Alimentação: 4 Pilhas AA (inclusas)

Qualidade de Som: Perfeita

Controle de Volume: Individual

Entrada: Separada Para Cada Microfone com P10

Distância de Funcionamento da Base: 50 metros

Peso: 1,64kg


Especificações do Microfone (Bastão):

Potência de Saída RF: 30 mW (máxima)

Emissões de Espúrias: Acima de 45 dB na onda modulada

Antena: Embutida

Captador do Microfone: Dinâmico unidirecional

Bateria: Pilhas AA padrão

Consumo: Cerca de 25 mA

Duração da Bateria: Superior a 8 horas de uso contínuo

Dimensões: 52 x 247 mm


Especificações Receptor:

Sistema de Recepção: Frequência fixa controlada por quartzo

Sensibilidade de Recepção: Taxa de Sinal / Ruído de 60 dB (12dBU)

Taxa Sinal / Ruído: >100 dB

Nível de Saída de Áudio:

Modo não-balanceado do canal A + B: 0 - 0,5 V / 5 kO

Modo não-balanceado do canal A & B: 0 - 0,5 V / 50 kO

Alimentação: AC 110V/220v

Dimensões: P x L x H: 42 x 24 x 4,5 cm


Características:

Larga frequência de resposta , alta relação Sinal/Ruido;

Alta resistência a ruidos periféricos;

Função de supersilencio , baixo THD;

Não há estalo ao acionar a chave , para proteção do amplificador e alto falantes;

Indicadores de estado de trabalho e nível de bateria;

Com um grande alcance útil de mais de 30 m em um ambiente livre de obstaculos , e 20 m em um sistema duplo;

Devido ao duplo canal , dois microfones podem ser itilizados ao mesmo tempo sem nenhum distúrbio.


Informações adicionais

Garantia 90 dias

Imagem ilustrativa

Acompanha pilha.


Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/microfone-de-mao-sem-fio-duplo-vokal-vws20-plus/18426695/

Lei do Superendividamento é sancionada com vetos e entra em vigor

 Entrou em vigor nesta sexta-feira (2/7) a Lei 14.181/21, que atualiza o Código de Defesa do Consumidor para incluir regras de prevenção ao superendividamento dos consumidores e prever audiências de negociação entre credor e devedor. A lei também cria instrumentos para conter abusos na oferta de crédito a idosos e vulneráveis.

O texto considera superendividamento a "impossibilidade manifesta de o consumidor pessoa natural, de boa-fé, pagar a totalidade de suas dívidas de consumo, exigíveis e vincendas, sem comprometer seu mínimo existencial".

 

O foco da lei são os consumidores que compram produtos ou contratam crédito em instituições financeiras, mas ficam impossibilitados de honrar as parcelas, por desemprego, doença ou outra razão.

A nova lei prevê as seguintes medidas:

  • Torna direito básico do consumidor a garantia de práticas de crédito responsável, de educação financeira e de prevenção e tratamento de situações de superendividamento, preservado o mínimo existencial;
  • Torna nula cláusulas contratuais de produtos ou serviços que limitem o acesso ao Poder Judiciário ou impeçam o restabelecimento integral dos direitos do consumidor e de seus meios de pagamento depois da quitação de juros de mora ou de acordo com os credores;
  • Obriga bancos, financiadoras e empresas que vendem a prazo a informar ao consumidor o custo efetivo total, a taxa mensal efetiva de juros e os encargos por atraso, o total de prestações e o direito de antecipar o pagamento da dívida ou parcelamento sem novos encargos. As ofertas de empréstimo ou de venda a prazo deverão informar ainda a soma total a pagar, com e sem financiamento;
  • Proíbe propagandas de empréstimos do tipo "sem consulta ao SPC" ou sem avaliação da situação financeira do consumidor;
  • Proíbe o assédio ou a pressão sobre consumidor para contratar o fornecimento de produto, serviço ou crédito, principalmente em caso de idosos, analfabetos, doentes ou em estado de vulnerabilidade;
  • Permite que o consumidor informe à administradora do cartão crédito, com dez dias de antecedência do vencimento da fatura, sobre parcela que está em disputa com o fornecedor. O valor não poderá ser cobrado enquanto não houver uma solução para a disputa.

Renegociação
Conforme a lei, o juiz poderá, a pedido de consumidor superendividado, iniciar processo de repactuação das dívidas com a presença de todos os credores. Na audiência, o consumidor poderá apresentar plano de pagamento com prazo máximo de cinco anos para quitação, preservado o "mínimo existencial". Um regulamento da lei vai definir a quantia mínima da renda do devedor que não poderá ser usada para pagar as dívidas.

Se for fechado acordo com algum credor, o juiz validará o trato, que poderá ser exigido no cartório de protesto (eficácia de título executivo). Devem constar do plano itens como suspensão de ações judiciais em andamento e data a partir da qual o nome sairá do cadastro negativo.

Não podem fazer parte dessa negociação as dívidas com garantia real (como um carro), os financiamentos imobiliários, os contratos de crédito rural e dívidas feitas sem a intenção de realizar o pagamento.

Vetos
A lei foi publicada na edição no Diário Oficial da União com cinco vetos. Um dos pontos vetados pelo presidente Jair Bolsonaro proibia propagandas de oferta de crédito ao consumidor do tipo "sem juros", "sem acréscimo" ou "juros zero". Neste tipo de operação, os juros costumam estar embutidos nas prestações.

Bolsonaro alegou, porém, que cabe ao mercado oferecer crédito nas modalidades, nos prazos e com os custos que entender adequados, com adaptação natural aos diversos tipos de tomadores. "A lei não deve operar para vedar a oferta do crédito em condições específicas, desde que haja regularidade em sua concessão", afirmou na mensagem de veto.

Também foi vetado o trecho que limitava os níveis da margem consignável (o total que pode ser usado para pagar as parcelas), que seriam de 5% do salário líquido para pagar dívidas com cartão de crédito e 30% para outros empréstimos consignados. O governo alegou, entre outras razões, que a restrição acabaria por forçar o consumidor a assumir dívidas mais custosas. Da Agência Câmara de Notícias

Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 02/07/2021 e SOS Consumidor

Concurso Bombeiros RJ tem edital publicado com 3 mil vagas; confira

 por SAMUEL PERESSIN

Oportunidades no concurso Bombeiros RJ (Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro) são para soldado (2.548 postos) e oficial na área da saúde (452). Salários chegam a R$ 7,9 mil

Foi publicado nesta sexta-feira (2) o edital do concurso Bombeiros RJ (Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro) destinado a preencher 3.000 vagas temporárias distribuídas entre todo o estado. Há oportunidades para:

    •  soldado (2.548 postos de nível médio), com vencimentos de R$ 1.226,94 (no primeiro ano) e R$ 3.452,55 (a partir do segundo ano);
    •  oficial do quadro de saúde (452 vagas de nível superior), com remuneração de R$ 7.940,78.

 

Quem optar pela carreira de soldado poderá escolher entre cinco especialidades: combatente, combatente com CNH (Carteira Nacional de Habilitação) categoria "B", guarda-vidas, técnico de enfermagem e técnico de enfermagem socorrista.

No caso de oficial, o edital disponibiliza oportunidades para assistente social, enfermeiro, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico (em diversas especialidades), nutricionista e psicólogo.

A idade limite para participação é de 25 anos para soldado e de 35 anos para oficial, conforme estabelece a lei que regulamenta o serviço militar temporário na corporação.

Como se inscrever

As inscrições para o concurso Bombeiros RJ serão recebidas somente pela internet, mediante a realização de cadastro no site https://funrio.org.br/. O cronograma com as datas para cadastro será anunciado em breve. As taxas de participação custam:

  • R$ 71,53 (soldado);
  • R$ 95,31 (oficial).

O processo seletivo é organizado pela Funrio (Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Assistência). Em caso de dúvidas, os candidatos podem obter mais informações com a banca por meio do telefone (21) 2567-6878.

Concurso Bombeiros RJ: como será a avaliação

A seleção envolverá as seguintes etapas (ainda sem datas definidas): prova objetiva, teste físico e exame de saúde para todas as funções, além de avaliação de habilidades específicas apenas para guarda-vidas.

De acordo com o edital, os aprovados inicialmente prestarão serviço por um ano. O vínculo poderá ser sucessivamente prorrogado por períodos de 12 meses, até o limite de oito anos.

+++ O JC Concursos disponibiliza mais detalhes sobre o processo seletivo, como atribuições, conteúdo programático e cronograma, na página do concurso Bombeiros RJ

Resumo do Concurso Bombeiros RJ 2021

Bombeiros RJ
Vagas: 3000
Taxa de inscrição: De R$ 71,53 Até R$ 95,31
Cargos: SoldadoOficial
Áreas de Atuação: SaúdeSegurança Pública
Escolaridade: Ensino MédioEnsino TécnicoEnsino Superior
Faixa de salário: De R$ 1226,94 Até R$ 7940,78
Estados com Vagas: RJ

+ Preparação Apostila Diversos Cargos Curso Ilimitado Curso Compartilhado Simulado
Provas

Fonte: JCConcursos - jcconcursos.uol.com.br - 02/07/2021 e SOS Consumidor

Emílio Surita e suas profecias políticas

 

Novo Bolsa Família: Governo vincula valor do programa à taxação de dividendos

 Governo adotou como estratégia usar o ganho de arrecadação de medidas como a tributação de lucros e dividendos para servir de fonte de financiamento permanente para a ampliação do programa social

Brasília - A definição do valor médio do novo Bolsa Família dependerá dos rumos da reforma do Imposto de Renda no Congresso Nacional. O governo adotou como estratégia usar o ganho de arrecadação de medidas como a tributação de lucros e dividendos para servir de fonte de financiamento permanente para a ampliação do programa social.  

 

Por isso, uma eventual redução na alíquota proposta, de 20% para 15% como querem empresários e congressistas, poderia afetar o valor médio a ser pago aos beneficiários, segundo fontes do governo ouvidas pelo Estadão/Broadcast.    

Vincular uma medida à outra foi uma "decisão de governo" diante da avaliação de que a reforma do IR precisa "ser impulsionada" para a aprovação. Embora algumas propostas sejam populares, como a correção da tabela do IRPF, há outras que ainda enfrentam resistências e podem esbarrar no lobby de empresas e categorias que hoje pagam menos imposto sob a "pejotização".  

O valor do novo programa, que será a marca social do governo Bolsonaro, será definido a partir da reforma no IR e da folga em 2022 no teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à inflação.

O presidente Jair Bolsonaro chegou a anunciar que o novo Bolsa pagaria em média R$ 300, acima dos R$ 250 até então negociados dentro do governo.   Depois, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho do presidente, disse que o valor seria de R$ 270 em média - numa declaração que buscava "corrigir rota", segundo fontes do governo.  

O lançamento do novo Bolsa precisa ser feito ainda este ano para não esbarrar na lei eleitoral, que proíbe esse tipo de medida em ano de eleições, caso de 2022. Para isso, o governo tem de atender aos requisitos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que exige compensação de receita permanente para fazer frente a gastos duradouros, como a nova política social.  

O governo vinha trabalhando em um projeto de lei complementar para afastar esses dispositivos e criar uma exceção para o novo Bolsa Família.  

Mas a ideia de vincular as receitas de medidas como a tributação de lucros e dividendos prevaleceu.   Segundo uma fonte do governo, "como a reforma tributária precisa ser impulsionada, optou-se por essa forma". Um integrante da equipe econômica diz que, como dinheiro não tem "carimbo", a taxação de lucros e dividendos servirá para bancar a ampliação do Bolsa, enquanto a outra perna da reforma será compensada pelo aumento estrutural de arrecadação.

A estratégia é considerada arriscada pelas próprias equipes envolvidas nas discussões, uma vez que as mudanças feitas pelo Congresso podem limitar o programa. Outra fonte admite que um cenário de alterações sem um plano B poderia comprometer o alcance da nova política.  

A equipe econômica aposta neste "dilema" para levar adiante a proposta de mudança no IR. A vinculação das duas medidas vai expor a escolha do Congresso: para reduzir a tributação de lucros e dividendos e atender ao pedido de empresas e categorias como advogados, médicos e outros profissionais que atuam como pessoa jurídica, os parlamentares colocariam sob risco um valor maior de benefício para a camada mais vulnerável da população.

A mesma lógica valeria para o fim dos juros sobre capital próprio, tributação sobre o fluxo dos fundos exclusivos de investimento e o fim da isenção para pessoas físicas que aplicam em fundos de investimentos imobiliários.

Fonte: O Dia Online - 01/07/2021 e SOS Consumidor