Proposta de extinção de cidades brasileiras e liberação de recursos financeiros que hoje vão para prefeitos, vereadores e assessores públicos - Ricardo Amorim

 Já se passou um ano e meio desde que Paulo Guedes apresentou proposta para extinguir um quarto das cidades brasileiras e liberar recursos que hoje vão para prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e assessores políticos.

Das 5.570 cidades do país, 1.217 cidades com menos de 5 mil habitantes e ostensivamente dependentes de repasses da União - com arrecadação própria inferior a 10% dos gastos do município - seriam incorporadas a outros municípios até 2025.
Essas 1.217 cidades abrigam menos de 2% da população brasileira.
Com isso, seriam eliminados 2.434 cargos de prefeito e vice-prefeito, 11 mil cargos de vereadores, mais de 12 mil cargos de secretários municipais e mais de 30 mil cargos de assessores políticos e os recursos poderiam, de fato, beneficiar a população, sendo redirecionado para hospitais, escolas e delegacias.
O que os congressistas estão esperando para a aprovar a Reforma do Pacto Federativo??


Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3900210170058437&id=358850087527814

Quarta-feira será de chuva e frio no RS

 Dia deve ter características de inverno



A quarta-feira será de tempo instável, com chuva e frio na maior parte do Estado ao longo do dia. Muitas nuvens cobrem o Rio Grande do Sul, inclusive com chance de temporais no Centro e Norte do Estado. 

De acordo com a MetSul Meteorologia, no entanto, o sol pode aparecer na primeira metade do dia no Oeste e Sul. Com a instabilidade e o ingresso do ar frio, a temperatura permanece baixa. São esperadas as menores mínimas do ano até agora.

Em Porto Alegre, dia deve ser de chuva. A mínima deve ser de 15°C, e a máxima não ultrapassa os 18°C.

Mínimas e máximas no RS 

Torres 16°C / 20°C
Erechim 16°C / 23°C
Santa Cruz 14°C / 17°C
São José dos Ausentes 12°C / 16°C
Uruguaiana 13°C / 18°C
Rio Grande 13°C / 18°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo



Mandetta reitera discordâncias com Bolsonaro em sessão alongada da CPI da Covid-19

 Ex-ministro da Saúde afirmou que postura do presidente impediu discurso unificado do governo



A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 ouviu, nesta terça-feira, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, demitido em abril de 2020 por se contrapor ao presidente Jair Bolsonaro na forma de lidar com a pandemia do novo coronavírus. Como a sessão com Mandetta se alongou mais do que o previsto, o depoimento com o também ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, foi adiado para esta quarta-feira, às 10h.

Mandetta iniciou sua fala, com quase uma hora de atraso, explicando como chegaram ao ministério as primeiras informações, em janeiro de 2020, sobre uma doença que tinha início na China e que aos poucos ia se alastrando pelo mundo. Ele contou que chamou todos os poderes para explicar a importância do combate à pandemia de forma unida: "Porque esse vírus não ataca indivíduos, ele ataca a sociedade."

O ex-ministro explicou ainda as primeiras ações da pasta para conter a propagação do vírus no Brasil e teve de ser interrompido, após 20 minutos, pelo presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), que preferiu abrir espaço para as perguntas. 

Renan Calheiros, relator da CPI, perguntou a Mandetta se, durante sua gestão, a recomendação para procurar os sistemas de saúde apenas quando sentissem sintomas graves de Covid-19 foi um erro. 

Mandetta afirmou que não é verdade essa recomendação, e que a afirmação é usada numa "guerra de narrativas". Segundo ele, as pessoas procuravam os hospitais preocupados no início de 2020 com outras doenças. "Eram casos de outros vírus. Em casos de virose, a recomendação é que você observe o estado de saúde e não vá imediatamente ao hospital porque se aglomera. E lá, sim, um caso positivo vai infectar todo mundo na sala de espera." "Todas as nossas recomendações foram assertivas, levando em conta a ciência. Todas foram comprovadas pelo decorrer da doença", disse Mandetta. 

De acordo com Mandetta, o decorrer da pandemia mostrou que algumas ações do ministério foram paralisadas. Mais tarde, ele disse que as testagens em massa foram abandonadas por seus sucessores na Saúde, o desenvolvimento da telemedicina como porta de entrada para o sistema, o plano de acompanhamento dos infectados e a orientação de uma pesquisa sobre a cloroquina que "o próximo ministro fez uma portaria mesmo sem ter os resultados". 

O ex-ministro citou que sua gestão estimulou o uso de máscaras e o distanciamento, assim como pediu para as pessoas ficarem em casa. Mandetta citou ainda o esforço para obter respiradores e leitos de UTI para evitarem o colapso do sistema de Saúde. Ele elogiou o Sistema Único de Saúde (SUS) e disse que ele é o melhor local para se imunizar a população. "Mas é preciso ter a vacina."

Resistência do presidente

Mandetta afirmou que a orientação de isolamento era essencial também no início da pandemia, mas faltou uma fala única do governo. "Nós fizemos as recomendações em três pilares: preservar a vida, SUS e ciência. Eu vi vários que ficaram fora desse tripé." Questionado de onde partiu a resistência, ele disse que isso "ocorreu publicamente por vários atores".

Ex-ministro afirmou que discordava do presidente da República, Jair Bolsonaro. "Nunca discuti com o presidente. Nunca tive discussão áspera, mas sempre as coloquei (suas discordâncias) de maneira muito clara". "Ali não era uma questão de diferenças políticas. Ali era um momento republicano." Mandetta afirmou que conversava com governadores para que todos saíssem juntos da pandemia.

Mandetta disse que chegou a ficar constrangido com algumas situações e declarações feitas por Jair Bolsonaro. Como a defesa do medicamento cloroquina para doentes de Covid-19. "Nós seguimos o que tínhamos de discutir, mas havia pelo lado do presidente uma outra visão, um outro caminho. Ele tinha suas próprias ideias. Não sei se vinham através de outros assessores. Era muito constrangedor ter que ficar explicando porque o ministério estava indo para um caminho e ele indo para o outro."

O médico declarou que a cloroquina não poderia ser defendida se não houvesse a certeza dos benefícios e dos riscos que ela oferecia. E garantiu que jamais, em sua gestão, o ministério sugeriu o uso do medicamento. "É falso que se não fizer bem, mal não faz", explicou, fazendo referência a uma aspa usada algumas vezes por Bolsonaro.

Mandetta contou que muitas vezes Bolsonaro chegou a concordar com suas recomendações, mas "dois a três dias depois, ele agia de forma diferente, como se não tivesse entendido o que eu falava".

De acordo com o ex-ministro, Bolsonaro deveria ter outra fonte, algum consultor, que dava a ele recomendações que não tinham a ver com o que sugere seu ministério ou a Organização Mundial de Saúde (OMS). "Ele falava na cloroquina, falou em isolamento vertical, que nós não éramos favoráveis."

Isolamento vertical é a estratégia, bastante defendida no início da pandemia, de deixar em casa apenas os grupos de risco: idosos e pessoas com comorbidades.

Mandetta reclamou que fez reunião com Bolsonaro, onde o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho do presidente, estava tomando notas. Citou ainda a tentativa do governo de mudar a bula da cloroquina para citá-la como tratamento da Covid-19. "Eu imagino que fora do Ministério da Saúde ele (Bolsonaro) conseguiu alguns aconselhamentos que os pautavam na pandemia." 

O médico, que é formado em ortopedia, disse que não sabe dizer de quem foi a ideia de mudar a bula da cloroquina.

Mandetta denunciou que por trás de médicos que defendem tratamentos com remédios sem eficácia há grandes interesses comerciais por trás. Ele afirmou que há profissionais que atendem virtualmente 50 pessoas por dia e ganham dinheiro com isso. "Tem que ter muito cuidado, a gente está lidando com a boa fé das pessoas."

"Enquanto eu estive no Ministério da Saúde eu fiquei em cima do que é científico, rezando para que alguma coisa funcionasse. Rezei até para a cloroquina funcionar", disse.

Relação com a China

O depoente citou ainda a dificuldade que teve de enfrentar com a China por causa da má vontade com o país de integrantes do governo, como o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e dos filhos do presidente Bolsonaro. 

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), questionou o ex-ministro se houve pressão, por parte de Bolsonaro, contra medidas de combate à proliferação da Covid-19: isolamento e quarentena. Mandetta negou. “Não. (O ministério) foi confrontado publicamente, e isso dava uma informação dúbia à sociedade. Nosso objetivo era dar uma informação e o presidente, outra. Mas diretamente a mim somente com os atos que ele executava”, disse.

O ex-ministro da Saúde assumiu, ainda, que o País poderia estar numa situação melhor que a atual. “O SUS podia mais. Poderíamos ter feito muito mais, poderíamos ter começado a vacinação em novembro.”

Carta ao presidente

Em carta enviada a Bolsonaro, Mandetta afirmou que recomendou expressamente que “a presidência da República reveja posicionamento adotado acompanhando as recomendações do Ministério da Saúde, uma vez que a adoção de medidas em sentido contrário poderá gerar colapso do sistema de saúde e gravíssimas consequências à saúde da população brasileira”.

“Tudo o que eu podia fazer, nos termos de orientar, foi feito. Agora, ele tinha provavelmente outras pessoas falando que o ministro da saúde está errado, vá por esse caminho. É uma decisão dele”, completou.

O ex-ministro relembrou uma visita que fez com o presidente Bolsonaro em Águas Lindas (GO) em um hospital de campanha contra a Covid-19.

“O combinado era chegar, olhar, o público bem separado, mas na hora que o helicóptero olhou e viu que o público estava na beirada, ele desceu do helicóptero e subiu a rampa e foi até as pessoas. Aí eu fui até a comitiva do governador Caiado. Quando ele volta de lá, vai em direção para dar um abraço ao governador Caiado e fala essa frase em tom de brincadeira: ah, vamos contaminar logo todo mundo. Mas o governador Caiado sacou muito rápido um frasco de álcool em gel, cruzou em suas mãos e ainda passou um pouco nas mãos do presidente para dar aquela certa sensação ali. Foi uma coisa pontual”, contou.

Na época de sua demissão, Mandeta foi flagrado ao abraçar uma funcionária do Ministério. O vídeo mostra imagens dos servidores se despedindo do então ministro. Questionado se foi um equívoco, respondeu que não deveria (ter dado o abraço), mas era muita emoção naquele momento. Era uma equipe muito unida”, relembrou. 

O senador governista Eduardo Girão (Podemos-CE) questionou o ex-ministro sobre remédios sem comprovação científica, como cloroquina e ivermectina, e se ele tem remorso por não ter deliberado sobre os medicamentos no tratamento contra a Covid-19. Pouco depois, Marcos Rogério (PDT-RO), outro da tropa de choque do governo, fez praticamente a mesma pergunta.

"Aqui é ciência, aqui é estudo. Eu jamais na minha vida tomei decisões sem estudar. Nessa situação, que você tem uma doença que ainda não está determinada, a gente tem que acreditar nas bases de seu estudo. A base da medicina é ramo da filosofia, ali, diz que sem diagnóstico, não há tratamento. Não pode risco sem benefício. Do mesmo modo que bate na tecla da cloroquina, existe por exemplo pessoas que preconizam ivermectina, também sem fundamento cientifico", alegou Mandetta.

Colapso em Manaus

Em resposta ao senador Eduardo Braga (MDB-AM), Mandetta afirmou que faltaram fiscais da vigilância sanitária em aeroportos do Brasil para evitar a entrada do vírus pelo espaço aéreo. A coordenação desse trabalho fica a cargo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O ex-ministro opinou que o colapso em Manaus, capital do Amazonas, que chegou a ficar sem oxigênio no início de 2021, ocorreu por problemas na gestão estadual e municipal, mas não por falta de dinheiro.

Leite derramado

Ao falar sobre as medidas do governo para reduzir a transmissão da Covid no país, Mandetta afirmou que sempre foram implementadas com atraso, sobretudo determinações de quarentena e lockdown. “Em relação a lockdown, o Brasil não fez nenhum lockdown. O Brasil implementou medidas depois do leite derramado, depois que a gente diz: ‘Vai entrar em colapso o sistema de saúde’. Então fecha. ‘Vai acabar o remédio.’ Então fecha”, disse o ex-ministro. “A gente foi sempre um passo atrás desse vírus.”

Paulo Guedes

Em resposta à senadora Leila Barros (PSB-DF), que perguntou sobre descompasso entre Saúde e Economia na pandemia, Mandetta afirmou que a equipe econômica ignorava alertas e "não compreendia o tamanho" da crise sanitária. Em outro momento, Mandetta confirmou para o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) que o ministro Paulo Guedes, da Economia, "nunca se interessou" em procurar o Ministério da Saúde para ouvir explicações e dados sobre a pandemia.

Em razão das declarações de Mandetta, o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), apresentou requerimento convocando para depoimento o ministro Paulo Guedes. O  requerimento precisa ser votado e aprovado pela comissão.


R7 e Correio do Povo


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Inadimplência vai a 2,2%, mas sinaliza alta no curto prazo

 


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Segundo o balanço da Febraban, cerca de 17 milhões de contratos que tinham seus pagamentos em dia foram renegociados entre março e dezembro de 2020, com saldo devedor total de R$ 1 trilhão  

Em março deste ano, a inadimplência média no sistema financeiro nacional ficou em 2,2%, de acordo com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), praticamente estável em relação ao número registrado em dezembro (2,1%) e abaixo dos 3% observados antes da pandemia da covid-19. No entanto, a entidade alerta que já é visível uma piora neste indicador.

 

Em um movimento sinalizado pelos bancos ao longo de 2020, a inadimplência medida pelo montante de parcelas em atraso há mais de 90 dias ficou sob controle mesmo com o choque de liquidez trazido pela crise graças aos programas de prorrogação de prazos de vencimento lançados pelas instituições.

O balanço da Febraban indica que cerca de 17 milhões de contratos que tinham seus pagamentos em dia foram renegociados entre 16 de março e 31 de dezembro de 2020, com saldo devedor total de R$ 1 trilhão. A soma das parcelas suspensas foi de quase R$ 150 bilhões, com carências entre 60 e 180 dias. Pessoas físicas e pequenas e médias empresas responderam, juntas, por R$ 80 bilhões desse total.  

Para micro e pequenas empresas, de acordo com a Febraban, foram renegociados 1,75 milhão de contratos, com R$ 105,1 bilhões em saldo total e parcelas suspensas de R$ 17,4 bilhões.  

A percepção é de que estas iniciativas, que evitaram uma onda de calotes no ano passado, não devem se repetir na mesma intensidade neste ano. Nos comentários que acompanham o levantamento, a Febraban afirma que já é possível detectar uma alta na inadimplência em indicadores precedentes, de prazo mais curto.  

"As séries de atraso (entre 15 e 90 dias) já sinalizam uma alta há algum tempo, sugerindo uma possível piora da inadimplência à frente, especialmente nas linhas para pessoas físicas", explica Rubens Sardenberg, diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Febraban. "Assim, a inadimplência segue como ponto de atenção, que, embora tenha sua alta já esperada, possui magnitude ainda incerta."

Fonte: O Dia Online - 03/05/2021 e SOS Consumidor

Mandetta quis atirar nos filhos de Bolsonaro, diz livro

 https://istoe.com.br/mandetta-quis-atirar-nos-filhos-de-bolsonaro-diz-livro/




Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3844406818941402&id=509607359088048

Banco indenizará por bloqueio indevido de valores na conta de cliente

 A juíza arbitrou danos morais em R$ 5 mil, pois considerou que houve conduta abusiva por parte da instituição financeira. A juíza de Direito Sueli Juarez Alonso, da 2ª vara Cível de SP, condenou uma instituição financeira a indenizar cliente em R$ 5 mil, após promover bloqueio indevido de valores em sua conta. A consumidora disse que avisou a instituição que receberia depósitos incomuns e, mesmo com a ciência, o banco restringiu sua movimentação.  

Uma consumidora ajuizou ação pleiteando indenização por danos morais, alegando, em síntese, que avisou à instituição financeira com a qual possui conta que receberia valor incomum em depósito.

Disse que, apesar da ciência do banco, sofreu bloqueios dos valores, e que não foi avisada sobre as restrições. Argumentou que ficou impedida de utilizar seu dinheiro no final do ano, fato que frustrou suas expectativas.

Ao decidir, a magistrada considerou que o fato da instituição ter bloqueado a conta da consumidora por verificação de possível fraude não justifica a demora na liberação da conta.

Disse que, de acordo com as provas juntados ao processo, a cliente apresentou os documentos solicitados pelo banco, comprovando a origem do depósito, e, mesmo assim, a conta não foi liberada.

A juíza considerou que, em data posterior, a cliente avisou ao banco que seria realizado novo depósito e, apesar disso, a instituição efetuou novamente o bloqueio do valor. Por essa razão, a magistrada considerou que o banco incorreu em conduta abusiva.

"A conduta do réu causou danos à autora, pois ficou impossibilitada de movimentar sua conta nas festas natalinas. O fato, evidentemente, causa dano moral. Não se trata de mero aborrecimento."

Por fim, a juíza condenou a instituição ao pagamento e indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil.

A advogada Cibele dos Santos Tadim Neves Spindola, da banca Tadim Neves Advocacia atua na causa.

Leia a sentença.

Fonte: migalhas.com.br - 03/05/2021 e SOS Consumidor

Concessões de crédito atingem R$4,5 tri em 2020 e saldo cresce 17,8%

 Sistema financeiro concedeu um total de R$ 4,5 trilhões em recursos para a economia

A concessão de crédito pelos bancos no primeiro ano da pandemia da Covid-19 apresentou volumes e índices históricos.

Entre março de 2020 e março de 2021, dados do Banco Central revelam que o sistema financeiro concedeu um total de R$ 4,5 trilhões em recursos para a economia, apresentando um volume médio de R$ 347,3 bilhões por mês – 6,3% superior ao volume médio concedido em 2019, ano sem crise.

 

Ao mesmo tempo, em março passado, o estoque de crédito bancário atingiu seu maior patamar já registrado, alcançado R$ 4,1 trilhões – uma expansão de 17,8% em relação ao estoque registrado em fevereiro de 2020 (R$ 3,5 trilhões), mês que antecedeu a crise sanitária. Com o forte avanço, a relação crédito/PIB passou de 46,7% (em fevereiro de 2020) para 54,4% (em março de 2021), também atingindo volume inédito.

“Mesmo em um período de intensa crise econômica decorrente da pandemia, o crédito mostrou uma expansão robusta e disseminada entre seus diversos segmentos, reforçando o importante papel que desempenhou para evitar uma recessão ainda mais aguda em 2020, além de ajudar atualmente no processo de recuperação”, avalia Isaac Sidney, presidente da Febraban.

“O crédito bancário mostrou uma dinâmica muito positiva, não só com crescimento do estoque e elevado volume de concessões, mas também taxas de juros mais baixas e inadimplência saudável.

Fonte: economia.ig - 03/05/2021 e SOS Consumidor

Ciro Gomes: “Lula deu pouco aos pobres e muito aos ricos”

 

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Ciro Gomes: “Lula deu pouco aos pobres e muito aos ricos”