Motociclista é flagrado a 190 km/h na ERS 474, em Santo Antônio da Patrulha (RS)

 Registro de imprudência foi realizado por radar móvel na tarde deste sábado


Um motociclista foi flagrado trafegando em altíssima velocidade, na tarde deste sábado, em direção ao Litoral Norte. O veículo do infrator registrou 190 km/h no radar do Comando Rodoviário da Brigada Militar.

Os policiais militares do Grupo Rodoviário de Osório faziam operação na ERS 474. O radar fotografou a motocicleta Yamaha/MT09, no Km 19, em Santo Antônio da Patrulha.
O registro foi feito por volta das 16h. A velocidade máxima no trecho é de 80 km/h.


Correio do Povo

Coronavírus: Fiocruz vai entregar 210 milhões de doses de vacina em 2021

 O cronograma da entidade brasileira estima que 30 milhões de unidades até o fim de fevereiro, 70 milhões entre março e julho e outras 110 milhões no segundo semestre, quando a produção será 100% nacionalizada.





Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3731529136937565&id=198620036895177

Antes da decisão da Copa do Brasil, Grêmio tem sete jogos do Brasileirão em janeiro

 Partidas servirão para ajustar a equipe e recuperar atletas para confrontos com o Palmeiras



O Grêmio volta aos treinos na segunda-feira com atenção dividida para o restante da temporada. Se por um lado, a final da Copa Brasil é a grande meta do grupo, ela só será disputada no começo de fevereiro. Em janeiro, o mês terá uma pequena maratona de sete jogos pelo Brasileirão, que servirá para o técnico Renato ajustar a equipe para os confrontos com o Palmeiras, e também garantir uma vaga direta para a Libertadores pelo G4 do campeonato nacional, sem depender do confronto contra o alviverde paulista para carimbar a classificação na fase de grupos do torneio sul-americano. Atualmente, o Tricolor é o 5º colocado, com 45 pontos, dois pontos atrás e um jogo a menos do que o Inter, 4º colocado.

Além disso, o Grêmio poderá recuperar atletas que estão afastados por lesão, como o zagueiro Pedro Geromel e o lateral direito Victor Ferraz, que deixou o jogo contra o São Paulo com a mão na perna. A virada do ano também trouxe indefinições sobre negociações. O Porto deve oferecer um valor entre 12 e 15 milhões de euros pelo atacante Pepê. Mesmo que o negócio avance e a venda seja concretizada, a intenção dos dirigentes gremistas é manter Pepê pelo menos até fevereiro (as finais serão dias 3 e 10).

Outra negociação que precisa ser realizada nos próximos dias envolve o lateral Orejuela. O contrato de empréstimo ao Grêmio foi finalizado nesta sexta-feira e o vínculo do jogador voltou para o Cruzeiro. A princípio, havia um acordo entre os dois clubes segundo o qual os dirigentes gremistas prometeram comprar os direitos federativos do colombiano, pagando em oito parcelas de pouco mais de R$ 2 milhões. Porém, nos últimos dias, o Cruzeiro teria sugerido uma elevação do valor, desagradando os representantes do Grêmio.

O Tricolor volta a campo na quarta, contra o Bahia, às 19h15min, na Arena. Depois disso, vai ao Ceará encarar o Fortaleza no sábado, às 21h. No dia 15 de janeiro, um confronto contra o futuro adversário da final da Copa do Brasil: o Palmeiras, às 21h30min, no Allianz Parque. No dia 24, ocorre o Gre-Nal, no Beira-Rio.

Confira abaixo a lista de jogos do Grêmio em janeiro:

06/01 - 19h15 - Grêmio x Bahia

09/01 - 21h - Fortaleza x Grêmio

15/01 - 21h30 - Palmeiras x Grêmio

20/01 - 19h15 - Grêmio x Atlético-MG

24/01 - 16h - Inter x Grêmio 

28/01 - 20h - Grêmio x Flamengo

31/01 - 16h - Coritiba x Grêmio


Correio do Povo

Decreto libera funcionamento de bares e restaurantes em Uruguaiana (RS)

 Parques e espaços públicos seguirão interditados até que região mantenha bandeira laranja por 14 dias



A Prefeitura de Uruguaiana liberou o funcionamento de bares e restaurantes. O anúncio acompanha novo decreto que entrou em vigor na tarde deste sábado. Os estabelecimentos podem voltar a abrir até a meia-noite. Os empórios e plantões até às 22h30min e, após este horário somente em sistema de tele-entrega.

No ponto de vista da circulação na cidade, a ciclovia fica liberada para circulação, mas o Parque Dom Pedro II – o Parcão da Presidente Vargas, permanece fechado. A realização de missas, cultos e demais atividades religiosas poderá ocorrer com a participação de, no máximo, 30% da capacidade dos locais, observando o distanciamento interpessoal mínimo de dois metros entre os participantes e as medidas sanitárias usuais.

Permanecem interditadas todas as praças, parques e espaços públicos de convivência, inclusive a orla do rio Uruguai, assim como as atividades náuticas e de lazer no entorno da Barragem Sanchurí – interior do município. Ainda conforme o decreto municipal para regramento local do estadual, fica proibido o funcionamento dos espaços privados de lazer, tais como sítios de recreação, campings, parques temáticos e similares. 

O funcionamento das Casas e Salões de Festas, quadras e campos esportivos fica condicionado à manutenção da região em bandeira laranja. Ou seja, o funcionamento só voltará a ocorrer após 14 dias na atual condição.


Correio do Povo

UE quer ajudar a aumentar produção de vacinas contra Covid-19, diz comissária

 Stella Kyriakides falou em insuficiência em escala mundial na capacidade de produção de imunizantes



A União Europeia reconheceu neste sábado a "insuficiência mundial" na capacidade de produção de vacinas contra a Covid-19 e está "pronta para ajudar" a aumentá-la, declarou a comissária europeia de Saúde, Stella Kyriakides, citada pela agência alemã DPA. O início das campanhas de vacinação na Europa continental gerou críticas por sua lentidão, principalmente na França, e pelo fato de funcionários da área de saúde não estarem sendo priorizados, como na Alemanha.

"Essas dificuldades não se devem ao volume de pedidos, e sim à insuficiência em escala mundial na capacidade de produção, como é o caso da BioNTech", explicou Stella.

A campanha de vacinação começou no último fim de semana nos 27 países da UE, depois que autoridades de saúde europeias deram autorização para a vacina Pfizer-BioNTech. "A UE aportou desde muito cedo financiamento à BioNTech, cerca de 100 milhões de euros para desenvolver sua capacidade de produção. A situação irá melhorar aos poucos. Estamos novamente prontos para ajudar a aumentar a capacidade de produção", assinalou a comissária.

A empresa alemã irá inaugurar uma nova unidade de produção em Marburgo, Alemanha, que deverá permitir a fabricação de cerca de 250 milhões de doses suplementares a partir do primeiro semestre de 2021, informou ontem à revista "Der Spiegel", Ugur Sahin, diretor do laboratório.

AFP e Correio do Povo

CIRANDA EM TORNO DOS COFRES PÚBLICOS - Percival Puggina

 




Misturar vacinas contra a Covid-19 não é recomendável, diz Reino Unido

 Primeira opção deve ser sempre a de ministrar doses da mesmo imunizante para um mesmo paciente



A chefe de imunizações da Public Health England (PHE), Mary Ramsay, afirmou neste sábado (2) que misturar diferentes vacinas contra a Covid-19 não é recomendável, e que a primeira opção deve ser sempre a de ministrar doses da mesma vacina para um mesmo paciente. O pronunciamento vem após um documento do órgão afirmar que em determinados casos, a aplicação de doses de vacinas diferentes em um mesmo paciente é melhor do que não dar uma segunda dose por falta da mesma vacina.

O texto, publicado na quinta-feira (31), admite que não há evidências sobre a intercambiabilidade das imunizações. Nele, o órgão afirma que em casos de vacinação incompleta, em que uma pessoa vacinada deixar, por algum motivo, de receber a segunda dose no período correto, a vacinação deve ser retomada utilizando a mesma imunização, mas sem a repetição da primeira dose.

No entanto, em casos em que não houver a mesma vacina no local em que a pessoa tentar se vacinar ou em que não for possível determinar qual vacina ela tomou, é "razoável" que ela receba o produto que estiver disponível, de acordo com o documento.

"Esta opção é preferível se o indivíduo está propenso a se expor a um alto risco de forma imediata ou diante da conclusão de que ele provavelmente não voltará a buscar um serviço de saúde", afirma o documento. "Nestas circunstâncias, como ambas as vacinas têm como base a proteína S (spike) do vírus, é provável que a segunda dose ajude a aumentar a resposta à primeira."

No comunicado divulgado hoje, a chefe do PHE afirmou que "podem haver ocasiões extremamente raras" em que a mesma vacina dada na primeira dose não esteja disponível para uma segunda dose. "Todos os esforços devem ser feitos para que os pacientes recebam a mesma vacina, mas onde isso não for possível, é melhor dar a segunda dose de outra vacina do que nenhuma dose."

Atualmente, duas vacinas estão autorizadas para uso emergencial no Reino Unido, a da Pfizer em parceria com a BioNTech e a da AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. As duas utilizam proteínas do vírus como base, mas a primeira emprega a tecnologia do chamado RNA mensageiro (mRNA), e a segunda, a do adenovírus de chimpanzés.

Agência Estado e Correio do Povo

Domingo tem sol e calor à tarde no Rio Grande do Sul

 Nuvens serão esparsas em diversas regiões do Estado



O sol aparece mais uma vez em todo o Rio Grande do Sul neste domingo, mas haverá nuvens esparsas em diversas regiões. A circulação oceânica gerada por ciclone no Sul do Atlântico traz nuvens do mar para o continente que podem gerar chuva muito isolada em pontos do Sul e do Leste do Estado, sobretudo na primeira metade do dia.

O calor que é típico desta época do ano se faz presente no período da tarde com as máximas mais altas novamente no Oeste e no Noroeste do Estado. Em Porto Alegre, a temperatura deve variar entre 17ºC e 32ºC. 


MetSul e Correio do Povo

Fiocruz quer importar 2 milhões de doses e vacinar contra Covid-19 ainda este mês

 Plano dependerá de aprovação emergencial da Anvisa



A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) articula a importação de 2 milhões de doses prontas da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca para começar o calendário de imunização contra a Covid-19 em janeiro. O laboratório brasileiro ainda informou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que irá pedir o aval para uso emergencial do produto na próxima semana.

Em ofício de 31 de dezembro de 2020, a Fiocruz pede que a Anvisa libere a importação excepcional destas doses. Importações deste tipo costumam ser avaliadas em reunião da diretoria colegiada da agência, que é formada por cinco membros.

A ideia do laboratório brasileiro era só entregar vacinas prontas em fevereiro. No mês anterior, chegaria ao Brasil o insumo farmacêutico da vacina, que terá fases finais de produção feitas na Fiocruz. O laboratório disse à Anvisa, porém, que busca formas de antecipar a entrega do produto finalizado, "considerando o grave quadro sanitário" e a "aceleração dos números de mortes associadas à Covid-19". Por isso, a estratégia passou a ser trazer algumas doses totalmente preparadas no exterior.

O Reino Unido autorizou em 30 de dezembro o uso emergencial da vacina de Oxford/AstraZeneca contra o novo coronavírus, em regime de aplicação de duas doses completas, com intervalo de um a três meses. Nos ofícios enviados à Anvisa, a Fiocruz não informa quantas pessoas pretende imunizar a partir dos dois milhões de doses, nem a data prevista para o início da campanha. O Ministério da Saúde afirma que, no melhor cenário, a vacinação começa em 20 de janeiro no País.

A Anvisa estima que avaliará pedidos de uso emergencial de vacinas em no máximo dez dias. A diretora responsável pela área de vacinas, Meiruze Fritas, disse que o aval pode ser dado até mais cedo, pois serão considerados os dados já apresentados pelas farmacêuticas. Com esta permissão, é possível começar a vacinação em grupos restritos pelo SUS, como de profissionais de saúde ou idosos.

A vacina que será fabricada na Fiocruz é a aposta do governo Jair Bolsonaro contra a Covid-19. A ideia é distribuir 210,4 milhões de doses em 2021, que serviriam para imunizar mais de 105 milhões de pessoas. O governo investiu cerca de R$ 2 bilhões para a compra de doses e transferência de tecnologia para a Fiocruz. No plano nacional de imunização, o governo prevê aplicar doses desta vacina em cerca de 50 milhões de brasileiros de grupos prioritários ainda no primeiro semestre.


Agência Estado e Correio do Povo


Domingo tem sol e calor à tarde no Rio Grande do Sul


Misturar vacinas contra a Covid-19 não é recomendável, diz Reino Unido


UE quer ajudar a aumentar produção de vacinas contra Covid-19, diz comissária


Decreto libera funcionamento de bares e restaurantes em Uruguaiana


Antes da decisão da Copa do Brasil, Grêmio tem sete jogos do Brasileirão em janeiro


Motociclista é flagrado a 190 km/h na ERS 474, em Santo Antônio da Patrulha


Mega-Sena acumula e poderá pagar R$ 4 milhões na quarta-feira


Melo reconhece que privatizar pode ser solução para Carris


Com uso de bombas de efeito moral, BM dispersa aglomeração de mais de três mil pessoas em Imbé


Fepam aponta 11 pontos impróprios para banho no RS


"Não há empecilho da Anvisa", diz diretora sobre vacinas no Brasil


Preços dos alimentos devem continuar em alta no início deste ano


Fies prorroga prazo de renegociação de financiamento até 31 de janeiro


Bolsonaro continua no litoral paulista e participa de pesca


Comércio abre, mas Porto Alegre tem primeiro sábado de pouco movimento em 2021


Inter faz primeiro treino com presença do novo presidente, Alessandro Barcellos


Grêmio busca manter Pepê para as finais da Copa do Brasil após sondagem da Europa


Grêmio vive expectativa pela renovação com Renato





Presidente da Associação Gaúcha de Supermercados considera 2021 como o ano da reconstrução

 Antônio Cesa Longo avalia que o setor terá um dos papéis fundamentais no processo



O presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, acredita que 2021 será o ano da reconstrução. “Sabemos que o setor de supermercados, assim como outros, terão papel fundamental neste processo”, afirmou na manhã desta sexta-feira à reportagem do Correio do Povo. “A essencialidade dos supermercados ficou comprovada na pandemia, e nos consolidamos como um agente de divulgação de cuidados e boas práticas de prevenção ao coronavírus”, observou.

“Acreditamos em um 2021 melhor para toda a economia, mas acima de tudo desafiador neste período de reconstrução que teremos pela frente”, acrescentou. Ressaltando o aprendizado com as dificuldades, Antônio Cesa Longo espera que "possamos cobrar o sacrifício de todos para esta reconstrução que virá com o advento da vacina".

De acordo com ele, "muitas reformas governamentais aconteceram e outras tantas estão por vir, acreditamos na consciência de todos os governos para o bem de todos". Para Longo, os hábitos de consumo foram afetados pela pandemia. “O número de visitas ao supermercado caiu, mas o tíquete médio aumentou. Há uma série de protocolos e cuidados sanitários que foram instaurados ou melhorados, e muitos deles certamente vão permanecer após a pandemia. Novos formatos de lojas surgiram, oportunizando a todos os tamanhos de empresas de supermercados ampliarem seus negócios”, lembrou.

O dirigente reconhece que o segmento “teve uma situação privilegiada em 2020 por sua essencialidade, mas entendemos que este foi um ano de sobrevivência para todos os setores”. Segundo ele, os estabelecimentos precisam do giro da economia para continuar crescendo e por isso “causa-nos preocupação que mais pessoas estivessem recebendo o auxílio emergencial do governo do que trabalhando formalmente”.

Na opinião do presidente da Agas, “não tivemos um crescimento sustentável, onde o mercado de embalagens foi pego de surpresa”. Antônio Cesa Longo disse também que “por momentos foi proibido de trabalhar, e em seguida indo à sua capacidade de produção, pelo ingresso destas pessoas ao mercado de consumo, aliados ao aumento dos insumos pela alta do dólar”. Ele torce “para o incremento e oportunidade de todos estarem inseridos em um mercado de consumo constante”.


Correio do Povo


Time boliviano que joga a mais de 4.000m de altitude garante vaga na Libertadores


Celta paga ao Inter valores da rescisão de Coudet


Grêmio vive expectativa pela renovação com Renato