Em jogo emocionante, Botafogo vence Coritiba e deixa a lanterna do Brasileiro

 Cariocas levaram a melhor em confronto direto contra o rebaixamento



Não foi nada fácil, mas o Botafogo enfim reencontrou o caminho das vitórias na noite deste sábado ao ganhar do Coritiba, por 2 a 1, no Estádio Couto Pereira, em confronto direto contra o rebaixamento. A partida foi válida pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O pênalti desperdiçado por Sabino nos acréscimos fez o Botafogo encerrar um jejum de 12 jogos de vitórias, sendo sete derrotas seguidas. De quebra, o time deixou a lanterna e subiu para a 18ª colocação, passando o próprio Coritiba, que é o penúltimo colocado, com 21. São sete partidas sem vitória.

Diante da necessidade da vitória dos dois times, a partida começou agitada e a primeira chance foi do Coritiba em chute de Giovanni Augusto por cima. Depois do susto inicial, o Botafogo melhorou e passou a controlar as ações. Rafael Foster assustou em finalização de fora da área.

Aos 19 minutos, Pedro Raul se virou sozinho e chutou travado, mas exigiu boa defesa de Wilson, que mandou para escanteio. A resposta do Coritiba veio na sequência. Rhodolfo cabeceou rente à trave após escanteio cobrado por Giovanni Augusto e Neílton fez Diego Cavalieri trabalhar em chute forte.

No contra-ataque, Giovanni Augusto cruzou rasteiro para trás e Neílton bateu de primeira. Cavalieri defendeu com os pés, mas a bola voltou para o atacante colocar o Coritiba na frente aos 26 minutos. Em respeito ao ex-clube, o autor do gol não comemorou.

O Botafogo quase empatou na sequência. Caio Alexandre recebeu dentro da área e bateu rasteiro. A bola desviou em Rhodolfo e foi na rede pelo lado de fora. Aos 36, Pablo Thomaz recebeu nas costas da zaga alvinegra e só não ampliou para o Coritiba porque parou em Cavalieri.

Antes do intervalo, Honda cobrou falta direto e quase surpreendeu Wilson. O goleiro se recuperou no lance e espalmou para escanteio. No segundo tempo, o Botafogo voltou com uma postura mais ofensiva e foi criando chance atrás de chance.

Honda levou perigo em chute de fora da área, Wilson só olhou. De tanto pressionar, o alvinegro empatou aos 30 minutos. Cícero cruzou, Pedro Raul deu um leve desvio de cabeça e tirou do goleiro coxa-branca. Os donos da casa sentiram demais o gol.

Depois de Rhuan e Lecaros assustarem, o Botafogo virou seis minutos após o empate. Com a ajuda do VAR, o árbitro assinalou pênalti após a bola bater no braço de Matheus Sales dentro da área. Pedro Raul bateu forte e Wilson ainda tocou na bola, mas não o bastante.

De forma desesperada, o Coritiba se lançou todo para o ataque nos minutos finais. Aos 46, Kevin derrubou Robson dentro da área. O árbitro havia assinalado falta, mas deu pênalti após aviso do VAR. Na cobrança, Sabino mandou por cima do travessão, desperdiçando a chance do empate.

O Coritiba volta a campo no próximo sábado, contra o Atlético-MG, às 17 horas, no Mineirão, em Belo Horizonte. No domingo, o Botafogo recebe o Corinthians, às 16 horas, no Engenhão, no Rio. Os jogos são válidos pela 27ª rodada.


Agência Estado e Correio do Povo

Prêmio acumulado da Mega-Sena sai para dois apostadores

 Cada ganhador vai receber prêmio de mais de R$ 26,7 milhões



A Caixa Econômica Federal sorteou neste sábado (19) os números do concurso 2329 da Mega-Sena. O prêmio estava acumulado em mais de R$ 52 milhões. Veja as dezenas sorteadas: 12 -14 - 28 - 42 - 45 - 55.

Dois apostadores, um de São Paulo e um de Campina Grande (PB) acertaram as seis dezenas e cada um vai ganhar o prêmio de R$ 26.798.752,27.

A quina teve 93 apostas ganhadoras, cada uma leva R$ 43.422,45.

A quadra teve 6.837 apostas ganhadoras, cada apostador vai ganhar R$ 843,78.


R7 e Correio do Povo

Número de mortos pelas chuvas em Santa Catarina chega a 15

 Segundo Defesa Civil, pelo menos seis pessoas são consideradas desaparecidas



O número de mortos por conta das chuvas registradas em Santa Catarina na última semana subiu para 15 neste sábado, segundo informações divulgadas pela Defesa Civil. Conforme o órgão, foram registrados 12 óbitos em Presidente Getúlio, dois em Rio do Sul e um em Ibirama. 

Os serviços de resgate ainda procuram por pelo menos seis vítimas, consideradas desaparecidas. Até o momento, 184 pessoas estão desabrigadas e outras 284, desalojadas. 

Equipes da Defesa Civil catarinense, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e do Instituto Geral de Perícias seguem trabalhando na região do Alto do Vale, a mais prejudicada pelas chuvas. 

Mais cedo, ainda na manhã deste sábado, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, sobrevoaram as áreas atingidas por enxurradas. O Exército brasileiro e a Defesa Civil Nacional prestarão apoio aos socorristas locais para a realização de resgates e recuperação das regiões mais prejudicadas. 


Correio do Povo

EUA revisarão dosagem da vacina da Pfizer contra covid-19 após reações alérgicas

 Dois profissionais de saúde foram imunizados no Alasca e um deles teve que ser hospitalizado

Saúde confirma 2º caso de reinfecção por Covid-19 no País, em Fernandópolis (SP)

 Paciente foi diagnosticada com a doença pela primeira vez em junho, no entanto, 145 dias após estar curada, teve novo resultado positivo confirmado


O Ministério da Saúde confirmou ontem o segundo caso de reinfecção pelo novo coronavírus no Brasil. O caso é de uma paciente de 41 anos de idade, residente no município de Fernandópolis, no Estado de São Paulo. A Pasta foi notificada pelo ocorrido na quinta-feira pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL). Uma dia antes, São Paulo havia confirmado o primeiro caso dentro do Estado.

A mulher teve o primeiro resultado da doença em junho, mas se curou. No entanto, 145 dias depois teve novo resultado positivo confirmado. De acordo com o Ministério da Saúde, os dois casos confirmados de reinfecção da Covid-19 foram investigados conforme os "critérios estabelecidos" para a confirmação da doença, que consideram dois resultados positivos de RT-PCR em tempo real para o vírus SARS-CoV-2, com intervalo igual ou superior a 90 dias entre os dois episódios de infecção.

O primeiro caso de reinfecção por coronavírus foi confirmado na última semana pelo Ministério da Saúde. Trata-se de uma médica de 37 anos de Natal, no Rio Grande do Norte, que teve dois diagnósticos positivos para Covid-19 em um intervalo de quase quatro meses. Além do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, o Ministério conta com mais dois laboratórios de referência para vírus respiratórios no Brasil - Instituto Evandro Chagas, no Pará, e a Fiocruz, no Rio de Janeiro.

A Pasta alerta que os casos reforçam a necessidade da adoção do uso contínuo de máscaras, higienização constante das mãos e o uso de álcool em gel. "O governo federal está buscando o mais rápido possível a vacina confiável, segura e aprovada pela Anvisa, para que todos os brasileiros que desejarem possam ser imunizados", afirma a nota.


Agência Estado e Correio do Povo

A pressa da vacina não se justifica, diz Bolsonaro

 Presidente acredita que Brasil vive pequeno repique do novo coronavírus



"A pressa da vacina não se justifica". A frase foi dita na tarde deste sábado, 19, em entrevista gravada, pelo presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista gravada, concedida ao seu próprio filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o presidente disse ainda que a pandemia da Covid-19 está acabando.

"A pandemia, realmente, está chegando ao fim. Temos uma pequena ascensão agora, que chama de pequeno repique que pode acontecer, mas a pressa da vacina não se justifica, disse Bolsonaro, ao afirmar que há uma apreensão injustificada sobre a doença que já matou mais de 180 mil brasileiros. "Você mexe com a vida das pessoas. Vão inocular algo em você. O seu sistema imunológico pode reagir ainda de forma imprevista", comentou. 

Bolsonaro fez ilações ainda sobre "interesses" nos R$ 20 bilhões previstos para comprar as vacinas, sem dar nenhum detalhe. "Tem muita coisa ainda que está em segredo. Não quero externar aqui, porque a imprensa vai usar contra mim. Mas o interesse é muito grande nesses R$ 20 bilhões para comprar essa vacina", declarou ao filho. "Não há guerra ou politização da minha parte. A gente espera uma vacina segura. A própria China... não temos informações de vacinação em massa por lá", afirmou. 

Sem citar nomes, mas claramente se referindo ao governador de São Paulo, João Dória, Bolsonaro disse que também não tem pressa de gastar os recursos. "Não tenho pressa de gastar dinheiro não. Nossa pressa é salvar vida, não é gastar não. É muito suspeita essa pressa em gastar R$ 20 bilhões em vacina", disse. 

Apesar de não haver como uma vacina ser utilizada no Brasil sem passar pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Bolsonaro disse que é preciso aguardar o aval da agência reguladora. "Você não pode, sem que passe pela Anvisa, sem que tenha certificação da Anvisa, você botar a vacina no mercado. Isso é uma irresponsabilidade. Lógico, tendo uma vacina comprovada, a gente vai comprar e vai distribuir para todo o Brasil e aquele que quiser voluntariamente se vacinar, poderá fazer." 

O presidente afirmou que o governo federal "fez mais do que sua parte" na atuação de combate à pandemia do novo coronavírus e que o Executivo "garantiu a economia e empregos", mantendo obras mesmo com menos recursos e com a regra do teto de gastos. 

"Final do ano passado, a previsão era crescer no trimestre 2,5%, tínhamos previsão no mínimo de 4%, mas infelizmente veio a pandemia, lutamos com a pandemia e orçamento bastante reduzido, tendo em vista a lei do teto, mas governo no meu entender foi bem, garantiu empregos, manutenção de obras, com menos recursos, Brasil estava indo muito bem", disse Bolsonaro, segundo quem o Brasil pode terminar o ano "talvez" com nível de emprego muito próximo ao do final de 2019. 

Já tendo chamado o coronavírus de "gripezinha", o presidente afirmou que a "questão da pandemia" foi uma tragédia e que o Brasil teve de conviver com a doença. "Estamos sobrevivendo. Os números têm mostrado que o Brasil em mortes por milhão de habitantes está cada vez mais abaixo do topo do número de mortes", disse, atribuindo a situação ao "tratamento precoce" para combater o vírus. Bolsonaro é defensor da cloroquina para o tratamento do Covid-19, mesmo não havendo comprovação científica sobre a eficiência do remédio para combater o novo vírus. 


Agência Estado e Correio do Povo

Operação Acolhida traz 121 venezuelanos ao RS e reúne famílias

 Do grupo, 31 seguem para Caxias do Sul e Trindade do Sul para trabalhar de carteira assinada



Na babagem, o sonho de uma vida melhor: 121 venezuelanos voluntários da Operação Acolhida, do Governo federal, aterrissaram no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, neste sábado. A iniciativa, existente desde 2018, tem o objetivo de receber os imigrantes e refugiados da Venezuela, país assolado por crise política, social e humanitária. O projeto tem três pilares para estabelecer essa população no país: acolhimento, abrigamento e interiorização.

Do total, 71 serão interiorizados, ou seja, vêm pela modalidade ofertante de trabalho com carteira assinada, o Programa "Acolhe Brasil",do Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados ( SJMR Brasil). Desses, 31 têm vaga de emprego garantida em duas plantas dos Frigoríficos da JBS, em Caxias do Sul e Trindade do Sul.

O venezuelano Juan Barreto, interiorizado há dois anos no Estado, foi esperar a mãe, Jude Cabrera, a irmã e o sobrinho de dois anos no aeroporto. Depois de 24 meses de distância física, as lágrimas tomaram conta do reencontro. “Estou muito feliz e emocionado porque minha família terá uma nova oportunidade de vida”, comemora. Os três seguem para Trindade do Sul. Nem a mãe nem a irmã quiseram gravar entrevista. Barreto, trabalhador numa empresa de produção de plástico em Sapucaia do Sul, agora quer tentar outro destino. “Ver se consigo um trabalho na mesma cidade para ficar perto delas”, comenta.

O coordenador do SJMR Porto Alegre, Lucas do Nascimento, disse que, além do trabalho, os imigrantes terão algumas vantagens nos três primeiros meses. “ Ficarão três meses alojados em um abrigo e receberão ajuda na alimentação até se organizarem”, explica. Nascimento conta que esse grupo foi o primeiro interiorizado pela SJMR Porto Alegre neste ano. Já o programa Acolhe Brasil recebeu na Região Sul até o momento 1202 refugiados. Em 2020, foram contabilizados 418  interiorizados na Região Sul, sendo 322 via trabalho, 214 contratados e 108 familiares.

O major do Exército Brasileiro do 3º Grupamento de Logística do Rio Grande do Sul que executou essa operação, Jaime Lima, disse que os imigrantes passaram por uma triagem em Roraima. “É o que chamamos de Fitness Four Travel (FFT) para ver se estão com aptidão para viajar e  permanecer no Brasil”, reforça.

Seis ônibus seguiram com os imigrantes para Caxias do Sul e Trindade do Sul, cidades onde irão residir e trabalhar. Por hora, os venezuelanos devem ficar em quarentena conforme protocolo sanitário de proteção à Covid-19.


Correio do Povo

Resolução do Conanda autoriza 'visita íntima' a menores infratores a partir dos 12 anos

 Por 14 votos a 9, foi aprovada resolução, no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que autoriza visitas íntimas a menores infratores em unidades socioeducativas já a partir dos 12 anos. Representantes de entidades e ONGs votaram não só para permitir a visita íntima, mas também para normalizar relações internas entre os detentos, igualmente a partir dos 12 anos. Não é um absurdo uma resolução dessas ter sido aprovada? #EquipeAlvaroDias


Resolução do Conanda autoriza 'visita íntima' a menores infratores a partir dos 12 anos - Diário do Poder



Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3879137572143462&id=199599520097304

Temporal provoca estragos em Santa Maria (RS)

 Rajadas de vento de 85 km /hora provocaram queda de árvores



O temporal que atingiu a região central do Estado na manhã deste sábado provocou queda de árvores e falta de energia elétrica em vários pontos de Santa Maria. As rajadas de ventos chegaram a 85 km /hora, segundo o Destacamento do Controle do Espaço Aéreo da Força Aérea Brasileira (DTCA), localizado no interior da Ala 4 ,antiga Base Aérea.   

Com a força do vento, árvores tombaram na VRS 830, no acesso ao distrito de Boca do Monte. Vários pontos do município estão sem energia elétrica.

No Passo da Ferreira, uma casa teve danos no telhado. Outra residência sofreu danos na Vila Pôr do Sol, região oeste do município.

Duas placas de sinalização foram arrancadas pela força do vento na BR 287, na saída para o município de São Pedro do Sul. 


Foto: Fábio Narchi / Defesa Civil / CP


Correio do Povo

Governo quer MP que exclui 500 mil brasileiros de pagamento do BPC

 Medida gerou embate entre ministérios e deve provocar desgaste com o Congresso, que já tentou mais de uma vez ampliar o alcance do benefício, pago hoje a 4,9 milhões de brasileiros



O governo deve editar uma medida provisória (MP) para restringir novamente os critérios de concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda, a partir de 2021, informa o jornal O Estado de S. Paulo. O texto, com vigência imediata, pode excluir cerca de 500 mil brasileiros que teriam acesso à assistência caso o limite de renda para recebê-la fosse ampliado, como vinha sendo estudado. Essas pessoas terão de recorrer à Justiça para obter o benefício.

A medida já está na Casa Civil, mas não é unânime dentro do governo, gerou embate entre ministérios e deve provocar desgaste com o Congresso, que já tentou mais de uma vez ampliar o alcance do benefício - pago hoje a 4,9 milhões de brasileiros. A polêmica vem num momento já de pressão pelo fim do auxílio emergencial a vulneráveis, pelo temor de aumento nas taxas de pobreza e pela demanda maior por programas sociais no País.

Três fontes de governo confirmaram ao Estadão/Broadcast que a MP deve restabelecer o critério antigo de conceder o BPC a quem tem renda domiciliar até 1/4 de salário mínimo por pessoa (R$ 261,25). Esse valor já estava em vigor em 2020, mas um artigo da lei do auxílio emergencial permitia elevar a linha de corte a meio salário (R$ 522,50), conforme o grau de vulnerabilidade. O decreto de regulamentação, porém, nunca foi editado, o que na prática tornou o dispositivo sem efeito.

A última investida do Parlamento para ampliar o alcance do BPC foi em março, quando os congressistas esticaram o limite de renda até meio salário mínimo, independentemente do grau de vulnerabilidade. O episódio gerou uma crise na equipe econômica. A medida teria um custo adicional de cerca de R$ 20 bilhões por ano, para um programa que já custa cerca de R$ 62 bilhões, e foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Com o veto, o BPC ficou sem regra de concessão a partir de 2021, o que deixaria o governo sem base legal para autorizar novas inclusões no programa a partir de 1.º de janeiro. Por isso, a nova MP precisa ser publicada até o fim do ano para não deixar ninguém desassistido.

Técnicos do Ministério da Cidadania e do INSS passaram a costurar um decreto para regulamentar as novas concessões. A ideia era manter o critério de 1/4 de salário como regra geral, mas permitir a ampliação dessa faixa de renda a 1/3 ou 1/2 salário mínimo quando a vulnerabilidade fosse mais acentuada. A medida iria ao encontro de uma decisão já proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que declarou o critério de renda insuficiente para classificar, sozinho, se a pessoa é ou não vulnerável.

Em setembro, a mudança permitira a inclusão de quase 500 mil pessoas no BPC, com um custo adicional de R$ 5,8 bilhões por ano. O gasto a mais seria compensado com a redução de custos hoje arcados pela judicialização e com medidas de combate às fraudes, que juntas podem poupar até R$ 10 bilhões.


Correio do Povo