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Percepção de "furo" no teto de gastos fez o Ibovespa interromper a quinta alta consecutiva
Na reta final dos negócios desta segunda-feira, o mercado de câmbio teve momentos de forte volatilidade, em meio ao noticiário sobre a PEC Emergencial. O dólar emendou a terceira queda seguida, mas desacelerou rapidamente o ritmo de desvalorização na reta final do mercado à vista. Após cair a R$ 5,05 no início dos negócios, encerrou em R$ 5,12. A razão para o dólar ganhar força ante o real é o risco fiscal e o temor de descumprimento do teto em 2021 após o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, publicar a notícia, apurada com fontes em Brasília, de que na PEC Emergencial, despesas financiadas com receitas desvinculadas ficarão de fora do teto por um ano.
Com o mercado à vista já fechado, o ministério da Economia afirmou ser contra "qualquer tipo de proposta que trate da flexibilização do teto", o que ajudou a acalmar o mercado. Além disso, corretoras, como a Guide, contataram Brasília e ouviram que o relatório do senador não prevê exceção nenhuma ao teto de gastos.
O dólar futuro para janeiro, que recuava abaixo de R$ 5,10, chegou a bater em R$ 5,13 com a notícia do Broadcast e voltou a cair para a casa dos R$ 5,10 com a declaração da economia. No final do dia, fechou em queda de 1,05%, a R$ 5,1010.
Em meio ao noticiário fiscal, o real deixou de ser a moeda com melhor desempenho internacional hoje, posto alcançando mais cedo em meio à promessa de avanço de reformas fiscais pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em novo dia com relatos de fluxo externo para o Brasil.
"Hoje foi um dia típico que a gente estava com saudade, Brasília aprontou, depois voltou atrás, fortes emoções", disse o responsável pela mesa de futuros da Genial Investimentos, Roberto Motta, em live. "Mais uma manobra à la Brasil para tentar escapar do teto de gastos por um ano", disse ele, falando que houve tentativas de desmentido pelo governo, mas fica o ruído.
Assim como disse Motta, a reação inicial à minuta da PEC Emergencial nas mesas de operação foi de descontentamento geral, com operadores usando termos como "pedalada" e "novo malabarismo" para se referir à medida das despesas fora do teto. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que conversou com Jair Bolsonaro e ele afirmou "que não há flexibilização do teto".
"Não sei se as dúvidas fiscais vão ser dirimidas tão cedo", disse no final da manhã o economista-chefe do Itaú Unibanco, Mario Mesquita. "O que aprendemos em 2020 é que viver com o teto pode ser difícil, mas manter o teto também é muito difícil. Requer um grau de articulação", disse ele live do jornal Valor Econômico. O banco projeta o dólar em R$ 5,25 este ano, influenciada pelo desmonte da proteção em excesso dos bancos no exterior, o overhedge. Mas em um cenário com a questão fiscal corretamente encaminhada, Mesquita avalia que o dólar por caiar para níveis entre R$ 4,50 e R$ 5,00.
No momento atual, Mesquita destaca que "estamos tendo um movimento global do aumento do apetite por risco". Para ele, isso tem muito a ver com a postura de política monetária atual e esperada dos bancos centrais, que devem seguir expansionistas, com o Federal Reserve sinalizando que os juros não sobem tão cedo e o Banco Central Europeu (BCE), não só está com juros negativos, mas provavelmente deve injetar ainda mais estímulo na economia. O BCE faz sua última reunião de 2020 na quinta-feira.
A percepção de que o teto de gastos pode ser "furado" no ano que vem azedou o dia positivo do Ibovespa, que vinha sustentando a quinta alta consecutiva na marca dos 114 mil pontos. Após apontar o golpe, que veio do Congresso Nacional quase no fim da tarde desta segunda-feira, o principal índice acionário da B3 inverteu o sinal e chegou a perder 2 mil pontos, para 112.629,18 pontos na mínima, encerrando a sessão de negócios em queda de 0,14%, 113.589,77 pontos.
Minuta do substitutivo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) emergencial, enviada hoje pelo relator, senador Márcio Bittar (MDB-AC), a lideranças do Senado após meses de impasse, a qual o Broadcast teve acesso, indica que o Congresso quer abrir caminho para despesas fora do teto de gastos pelo período de um ano, desde que sejam bancadas com receitas vindas da desvinculação de fundos públicos. "Furaram o teto", afirmou uma fonte do mercado financeiro ouvida assim que o Ibovespa inverteu a mão.
A partir daí, os investidores dispararam ordens de venda e as ações de primeira linha de bancos, que vinham dando sustentação à alta durante todo o dia, arrefeceram o ímpeto de alta, ainda que tenham encerrado o pregão com ganhos. Os papéis de Itaú Unibanco PN subiram 0,59%, Bradesco PN, 0,66%, Banco do Brasil ON, 1,45% e as units do Santander, 2,31%.
Houve recado formal do Ministério da Economia de que é contra qualquer proposta que trate da flexibilização do teto de gastos, mesmo que temporária, e o próprio ministro Paulo Guedes veio a público para dizer que conversou com o senador Bittar e que ele afirmou que não havia flexibilização do teto. De acordo com o ministro, o próprio presidente Jair Bolsonaro também negou a intenção. "Conversei com Bolsonaro, que também disse que não há flexibilização do teto", afirmou Guedes.
No entanto, ainda assim, o Índice Bovespa não teve forças para reagir, muito embora o índice futuro tenha conseguido voltar ao positivo encerrando com avanço de 0,22%, aos 113.750 pontos.
Durante o dia, o fluxo de recursos estrangeiros foi fator determinante para manter o Ibovespa na contramão do movimento de baixa na maioria dos seus pares no exterior. "Há um movimento muito forte para emergentes, que deve seguir até fevereiro, quando os olhares se voltarão mais firmes para as movimentações no Congresso Nacional", ressalta Luis Sales, analista de mercado da Guide Investimentos.
Após um dia relativamente tranquilo, os juros passaram por um estresse na sessão estendida da B3, zerando a queda vista na etapa regular e passando a operar em alta, renovando máximas em vários pontos da curva. O gatilho foi a informação, apurada pelo Broadcast, de que a minuta do substitutivo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) emergencial traz autorização para que receitas desvinculadas banquem despesas fora do teto por um ano após a aprovação do texto. A medida foi lida como "pedalada" e possível ameaça à manutenção do forward guidance do Banco Central, que indica manutenção dos juros em níveis estimulativos por um período prolongado desde que cumpridas determinadas condições, às vésperas do Copom. Até então, a perspectiva de manutenção de fluxo firme para mercados emergentes e notícias domésticas positivas, como a de que a vacinação contra a Covid em São Paulo começa em janeiro e perspectiva de avanço nas reformas já nesta semana, asseguraram recuo das taxas no fechamento da sessão regular.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 fechou a sessão regular em 3,06% e a estendida em 3,075%, de 3,094% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2023 fechou a regular em 4,42% e a estendida em 4,475%, de 4,505% no ajuste de sexta-feira. A do DI para janeiro de 2025 fechou a regular a 6,08% e a estendida em 6,14%, de 6,134% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2027 passou de 6,923% para 6,91% (regular) e 6,96% (estendida).
A realização de lucros que começou na sexta-feira perdeu força no fim da manhã de hoje, quando as taxas zeraram a alta e passaram a oscilar inicialmente com viés de baixa, mas ampliaram a queda perto do fechamento da sessão regular. No fim do dia, o detalhe da minuta da PEC, obtida pelo Broadcast, provocou uma reviravolta no sentimento do mercado, que passou a recompor prêmios com a leitura de piora no risco fiscal e ameaça ao teto de gastos. Dado o estrago, o Ministério da Economia se manifestou dizendo ser contra qualquer proposta que trate da flexibilização do teto de gastos, mesmo que temporária.
Na avaliação dos players, se a regra for aprovada, não se descarta mudança no forward guidance da política monetária já no Copom desta semana. "Eu diria que põe em risco sim. Fábio Kanczuk falou que estava por um triz, embora não que caindo o forward guidance teria alta da Selic imediatamente", disse um gestor, lembrando que a manutenção do teto de gastos é uma das condições para a sustentação da orientação futura.
Na maior parte da segunda-feira, porém, houve otimismo. "O mercado lá fora segue bastante favorável a ativos emergentes, com perspectiva de liquidez global farta, e aqui temos a sinalização de que o auxílio emergencial não será prorrogado. São coisas que induzem à compressão dos prêmios na curva e ganhos no real e na Bolsa", disse Rogério Braga, diretor de Gestão de Renda Fixa e Multimercados da Quantitas Asset.
O estrategista da XP Investimentos, Fernando Ferreira, disse que os programas de estímulos devem ser mantidos pelo mundo no ano que vem, o que de alguma forma deverá beneficiar o Brasil, citando o esperado pacote de estímulos os Estados Unidos e lembrando que o Japão anunciou hoje um programa de estímulo hoje, disse.
O mercado ainda testava uma correção das quedas recentes quando, no fim da manhã, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), informou que o início do Plano Estadual de Imunização (PEI) contra a Covid-19 será em 25 de janeiro, com a CoronaVac. Segundo Doria, qualquer brasileiro que estiver em São Paulo e pedir para ser vacinado dentro do Plano, apresentado hoje, será imunizado gratuitamente.
A CoronaVac está na fase final de análise de eficácia e ainda não recebeu aval da Anvisa, mas, de todo modo, o mercado olhou o copo meio cheio. "Até data para vacina vira motivo para comemoração", diz Braga, acrescentando que o mercado está mais otimista com a parte fiscal.
À sinalização de que o "coronavoucher" não deverá ser estendido, soma-se ainda informação de que o governo desistiu de apresentar um programa de renda mínima, mantendo o orçamento do Bolsa Família. Ao Broadcast Político, o relator do Orçamento, Marcio Bittar (MDB-AC), disse que prepara um parecer da PEC com a previsão de gatilhos, como corte de salário no funcionalismo público, para União, Estados e municípios, que poderá ser apresentado ainda hoje se receber o aval das bancadas do Senado.
Agência Estado e Correio do Povo
Leste do Estado deve ter chuva
O sol aparece entre nuvens em quase todo o Rio Grande do Sul nesta terça-feira. No Leste, deve haver mais nebulosidade. A chuva permanece na região, mas mais localizada e em menores volumes na comparação com a segunda-feira.
De acordo com a MetSul Meteorologia, o tempo segue mais aberto na metade Oeste. No geral, a temperatura deve ser mais altas, com calor mais intenso no Noroeste do Estado.
Em Porto Alegre, sol aparece entre nuvens. A mínima deve ser de 16°C, e a máxima chega a 29°C.
Torres 17°C / 24°C
Vacaria 13°C / 25°C
Santa Cruz 14°C / 30°C
Alegrete 14°C / 29°C
Santa Rosa 13°C / 32°C
Correio do Povo
Governador do RS voltou a tratar do tema por telefone com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello
Em meio às discussões sobre o cronograma de vacinação contra a Covid-19, o governo gaúcho e entidades da Saúde vão pressionar o Ministério da Saúde a incorporar ao Plano Nacional de Imunizações (PNI) todas as vacinas com eficácia e segurança reconhecidas contra o coronavírus. A expectativa das autoridades de saúde e secretários estaduais é de que o governo federal faça a aquisição das vacinas cuja eficácia seja comprovada. Nesta segunda-feira, o governador Eduardo Leite voltou a tratar do tema por telefone com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Na terça-feira, o assunto será pauta da reunião virtual do Ministério com o Fórum dos Governadores.
Após anúncio do governador de São Paulo, João Doria, de que 4 milhões de doses da Coronavac serão disponibilizadas a oito estados, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) descartou, por ora, a aquisição da vacina desenvolvida pela biotech chinesa Sinovac e que será produzida pelo Instituto Butantan. A secretária da Saúde, Arita Bergmann, critica a falta de coordenação do Ministério e destaca que o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) também cobram posição do governo federal. "O governo do RS ainda está apostando que o Ministério da Saúde assuma a coordenação nacional do programa de imunização", frisa.
Arita lembra que cabe ao Ministério da Saúde o papel de fazer aquisição de todas as vacinas e reforça que o governo federal já anunciou preferência pela vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e comercializada pela farmacêutica AstraZeneca. "A posição dos secretários de Saúde é de que o Ministério compre as vacinas que tiverem no mercado já validadas. Inclusive a vacina produzida pelo Butantan", observa. Com isso, o Palácio Piratini ainda tem esperança de obter as vacinas via governo federal. "Estamos aguardando, até porque comprar vacinas têm custos. Em média, cada vacina custa dez dólares (R$ 51)", afirma.
Conforme Arita, a previsão inicial é de que no primeiro trimestre de 2021 o Ministério "trabalhe com 30 milhões de doses" destinadas aos grupos prioritários. "Está na hora do Brasil tomar essa posição. Se não houver posição do Ministério pela distribuição, vamos avaliar a possibilidade (de compra). Mas não no presente momento, continuamos acreditando que o governo federal vá fazer distribuição baseado em avaliação", afirma. "Seria importante não só a compra (da vacina) pelo Ministério como também que faça organização, planificação, e coordenação da vacinação Covid-19 no país, porque isso envolve vários pontos para poder fazer chegar na Unidade Básica e ser aplicada no usuário", alerta.
Sobre o aumento das internações no Estado, Arita apela para que a população reforce os cuidados para evitar a transmissão do novo coronavírus e alerta para a capacidade limitada do RS para abertura de novos leitos de UTI. "Ampliamos em 102% a rede e nesse momento temos dificuldade. Embora tenhamos programação de abertura de novos leitos de UTI, temos limite de recursos humanos, de equipamentos, de conseguir bombas de infusão, de equipe. Se a população não se cuidar poderemos ter falta de leitos de UTI no RS. Temos que conter a velocidade do vírus da forma como ele está hoje", destaca. Nesta segunda, o governo confirmou a reabertura de 190 leitos de UTI em sete macrorregiões.
Representantes das 27 Associações Regionais também se reuniram com o governador nesta s e aproveitaram para cobrar providências do governo do Estado em relação às vacinas contra a covid-19 no Rio Grande do Sul. O presidente da Famurs, Maneco Hassen, afirmou que na quinta-feira (10), a Famurs e prefeitos da Região Metropolitana de Porto Alegre viajarão a São Paulo para alinhavar, junto ao Instituto Butantan, um acordo que permita a compra de doses da vacina CoronaVac, que está sendo produzido pela entidade, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.
Correio do Povo
Sol aparece entre nuvens no RS nesta terça-feira
Reino Unido e UE citam "significativas divergências" em acordo pós-Brexit
por Clayton Castelani

Depósitos ocorrem entre os dias 13 e 29 de dezembro; saques começam dia 19
O pagamento do auxílio emergencial para a população que perdeu renda devido à pandemia de Covid-19 entrará em seu último ciclo neste mês.
Para cumprir o calendário ainda dentro do que permite o decreto de calamidade pública, válido até o fim de 2020, a Caixa Econômica Federal, responsável pelos pagamentos, concluirá todos os depósitos das parcelas em aberto entre os dias 13 e 29 para cidadãos que solicitaram o benefício por aplicativo ou foram incluídos por estarem inscritos no CadÚnico.
Beneficiários do Bolsa Família que recebem o auxílio também terão os depósitos neste mês, mas entre os dias 10 e 23.
Como a aprovação dos quase 68 milhões de beneficiários ocorreu em lotes espalhados ao longo do ano desde a abril —a mais recente validação de cadastros ocorreu em novembro—, seis diferentes grupos serão atendidos no mesmo calendário de pagamentos, sem considerar o público do Bolsa Família.
A diferença é quantidade de parcelas que cada grupo receberá. Beneficiários que tiveram a primeira parcela em abril agora receberão o nono pagamento, enquanto os últimos aprovados terão quatro cotas depositadas em suas contas.
O número de parcelas pagas acumuladas ao longo do ano também muda conforme o mês da entrada no programa.
Os primeiros lotes de aprovados já receberam as cinco parcelas originais, de R$ 600 cada (R$ 1.200 para mães responsáveis pelo sustento da família), e terão neste mês a conclusão de mais quatro pagamentos de R$ 300 (ou R$ 600, para mães) permitidos pela extensão do programa.
Aprovados entre maio e julho terão entre seis e oito parcelas, sendo cinco de R$ 600 e as demais de R$ 300. Aprovados a partir de outubro ficarão apenas com as parcelas originais.
A Caixa manterá neste último ciclo a regra que antecipa as datas de depósitos na conta digital, que permite apenas compras e pagamento de contas pelo aplicativo Caixa Tem, e só depois liberará os saques e transferências bancárias, que serão permitidos entre 19 de dezembro e 27 de janeiro. Veja o calendário completo ao final da página.
AUXÍLIO EMERGENCIAL | ÚLTIMO CICLO
Para quem não recebe Bolsa Família
Datas são iguais, mas parcelas variam
Confira as datas de pagamento PARCELAS DE R$ 300 (Auxílio Emergencial Extensão)
Para quem começou a receber o auxílio em ABRIL:
| Mês de nascimento | 9ª parcela | |
| Depósito no Caixa Tem | Saque | |
| Janeiro | 13/dez | 19/dez |
| Fevereiro | 13/dez | 19/dez |
| Março | 14/dez | 04/jan/21 |
| Abril | 16/dez | 06/jan/21 |
| Maio | 17/dez | 11/jan/21 |
| Junho | 18/dez | 13/jan/21 |
| Julho | 20/dez | 15/jan/21 |
| Agosto | 20/dez | 18/jan/21 |
| Setembro | 21/dez | 20/jan/21 |
| Outubro | 23/dez | 22/jan/21 |
| Novembro | 28/dez | 25/jan/21 |
| Dezembro | 29/dez | 27/jan/21 |
Para quem começou a receber o auxílio em MAIO:
| Mês de nascimento | 8ª parcela | |
| Depósito no Caixa Tem | Saque | |
| Janeiro | 13/dez | 19/dez |
| Fevereiro | 13/dez | 19/dez |
| Março | 14/dez | 04/jan/21 |
| Abril | 16/dez | 06/jan/21 |
| Maio | 17/dez | 11/jan/21 |
| Junho | 18/dez | 13/jan/21 |
| Julho | 20/dez | 15/jan/21 |
| Agosto | 20/dez | 18/jan/21 |
| Setembro | 21/dez | 20/jan/21 |
| Outubro | 23/dez | 22/jan/21 |
| Novembro | 28/dez | 25/jan/21 |
| Dezembro | 29/dez | 27/jan/21 |
Para quem começou a receber o auxílio em JUNHO:
| Mês de nascimento | 7ª parcela | |
| Depósito no Caixa Tem | Saque | |
| Janeiro | 13/dez | 19/dez |
| Fevereiro | 13/dez | 19/dez |
| Março | 14/dez | 04/jan/21 |
| Abril | 16/dez | 06/jan/21 |
| Maio | 17/dez | 11/jan/21 |
| Junho | 18/dez | 13/jan/21 |
| Julho | 20/dez | 15/jan/21 |
| Agosto | 20/dez | 18/jan/21 |
| Setembro | 21/dez | 20/jan/21 |
| Outubro | 23/dez | 22/jan/21 |
| Novembro | 28/dez | 25/jan/21 |
| Dezembro | 29/dez | 27/jan/21 |
Para quem começou a receber o auxílio em JULHO:
| Mês de nascimento | 6ª parcela | |
| Depósito no Caixa Tem | Saque | |
| Janeiro | 13/dez | 19/dez |
| Fevereiro | 13/dez | 19/dez |
| Março | 14/dez | 04/jan/21 |
| Abril | 16/dez | 06/jan/21 |
| Maio | 17/dez | 11/jan/21 |
| Junho | 18/dez | 13/jan/21 |
| Julho | 20/dez | 15/jan/21 |
| Agosto | 20/dez | 18/jan/21 |
| Setembro | 21/dez | 20/jan/21 |
| Outubro | 23/dez | 22/jan/21 |
| Novembro | 28/dez | 25/jan/21 |
| Dezembro | 29/dez | 27/jan/21 |
PARCELAS DE R$ 600 (pedidos revisados em outubro e novembro)
Para quem começou a receber entre 30 de OUTUBRO e 20 de NOVEMBRO
| Mês de nascimento | Depósito Caixa Tem Parcelas 3, 4 e 5 | Saque Parcelas 2, 3, 4 e 5 |
| Janeiro | 13/dez | 19/dez |
| Fevereiro | 13/dez | 19/dez |
| Março | 14/dez | 04/jan/21 |
| Abril | 16/dez | 06/jan/21 |
| Maio | 17/dez | 11/jan/21 |
| Junho | 18/dez | 13/jan/21 |
| Julho | 20/dez | 15/jan/21 |
| Agosto | 20/dez | 18/jan/21 |
| Setembro | 21/dez | 20/jan/21 |
| Outubro | 23/dez | 22/jan/21 |
| Novembro | 28/dez | 25/jan/21 |
| Dezembro | 29/dez | 27/jan/21 |
Para quem começou a receber entre 30 de NOVEMBRO e 12 de DEZEMBRO
| Mês de nascimento | Depósito Caixa Tem Parcelas 2, 3, 4 e 5 | Saque Parcelas 1, 2, 3, 4 e 5 |
| Janeiro | 13/dez | 19/dez |
| Fevereiro | 13/dez | 19/dez |
| Março | 14/dez | 04/jan/21 |
| Abril | 16/dez | 06/jan/21 |
| Maio | 17/dez | 11/jan/21 |
| Junho | 18/dez | 13/jan/21 |
| Julho | 20/dez | 15/jan/21 |
| Agosto | 20/dez | 18/jan/21 |
| Setembro | 21/dez | 20/jan/21 |
| Outubro | 23/dez | 22/jan/21 |
| Novembro | 28/dez | 25/jan/21 |
| Dezembro | 29/dez | 27/jan/21 |
BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA
Os beneficiários do Bolsa Família que estão recebendo o auxílio emergencial receberão em dezembro a 9ª e última parcela do benefício em datas organizadas conforme o número final do NIS
Essa distribuição segue o mesmo calendário de pagamentos do Bolsa Família, divulgado no início deste ano pelo governo federal. Veja as datas:
| Final do NIS | Saque 9º parcela (R$ 300) |
| 1 | 10/dez |
| 2 | 11/dez |
| 3 | 14/dez |
| 4 | 15/dez |
| 5 | 16/dez |
| 6 | 17/dez |
| 7 | 18/dez |
| 8 | 21/dez |
| 9 | 22/dez |
| 0 | 23/dez |
Fonte: Folha Online - 06/12/2020 e SOS Consumidor
por Marcia Dessen
Não confie em informações parciais que omitem aspectos vitais para sua decisão
Todos os dias me deparo com propagandas que tentam atrair a nossa atenção contando apenas um lado da história, o positivo. Informações que não ajudam ou atrapalham as vendas são simplesmente omitidas. Vejamos alguns exemplos.
“A vantagem dos planos de previdência em relação aos fundos de investimento é a inexistência do come-cotas”, mecanismo que cobra o Imposto de Renda antecipadamente. Mas o anúncio omite aspectos desfavoráveis, como a carência de 60 dias entre um resgate e outro.
As plataformas de investimento procuram atrair investidores sugerindo “aplicação em renda fixa sem custo”. É verdade que os depósitos bancários, como CDB, LCI e LCA, não cobram corretagem nem taxa de administração. Mas, a instituição ganha um spread quando compra o título do esmissor a 120% do CDI, por exemplo, e o vende a 110% do CDI, ficando com a diferença. Um custo disfarçado.
“Você não paga para abrir e manter sua conta, investe em Tesouro Direto, renda fixa e FIIs com taxa zero.” As letras pequenas explicam os asteriscos e lá está a informação completa: “A corretagem zero é válida apenas para ordens executadas pelo próprio cliente nas nossas plataformas digitais. Consulte as taxas operacionais variáveis cobradas para ordens executadas pelos canais de atendimento”.
A tabela revela os valores fixos cobrados, adicionados de um percentual sobre o volume investido, além de informar o valor mínimo de taxa operacional. Para pequenos investidores, um custo inviável que pode reduzir ou anular eventuais ganhos.
Com a alta dos últimos meses, o “investidor já recuperou as perdas na Bolsa”. Isso se aproxima da verdade se o investidor aproveitou a queda para comprar mais e recompor o percentual que tinha em ações quando a desvalorização ocorreu.
Quem aplicou R$ 10.000 em fevereiro, por exemplo, “perdeu” 45% do capital investido em março. Se o investidor não fez nada, mantendo a posição de R$ 5.500 esperando recuperar a perda, só voltará ao ponto de partida quando o Ibovespa subir 80% em relação ao piso de março.
“Poupança perde para a inflação”; quem limita o comentário crítico à poupança se esquece de listar as diversas aplicações que não entregaram rentabilidade real e também perderam para a inflação, como alguns fundos e planos de previdência que cobram taxa de administração elevada e depósitos bancários, sem falar da rentabilidade negativa dos produtos de renda variável, mas só a poupança leva a pecha de produto ruim.
“Compre seu carro ou sua casa sem pagar juros” é a chamada dos anúncios que vendem consórcio. É verdade que não pagamos juros como em um financiamento tradicional. Mas pagamos taxa de administração sobre o valor total da carta de crédito, independentemente do valor depositado. Dizer que consórcio é investimento, ah, nesse caso não é omissão, é mentira.
Para fechar com chave de ouro, título de capitalização. Dois exemplos, o primeiro, em texto conceitualmente correto, diz: “Você guarda dinheiro para realizar os seus sonhos, concorre a prêmios e ainda recebe seu dinheiro de volta no final”.
Outro, menos correto, informa que, “ao final do plano, recebe todo o seu dinheiro de volta corrigido monetariamente”. Mas deixa de esclarecer que o rendimento incide apenas sobre parte do valor acumulado, resultando em rentabilidade nula. Aliás, venda proibida para menores de 16 anos indica que o produto não é inofensivo.
Fonte: Folha Online - 06/12/2020 e SOS Consumidor
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por Cristiane Gercina
Convênios que têm reajuste controlado pela ANS subiram 8,14%; inflação até outubro ficou em 2,2%
Os custos dos planos de saúde têm pressionado o orçamento dos brasileiros, especialmente na pandemia. Os números mostram que o reajuste dos convênios em 2020 superou em quatro vezes a inflação.
De janeiro a outubro, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 2,2%. Já o aumento autorizado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para os planos cujos reajustes são controlados foi de 8,14%.
O percentual foi aplicado aos planos individuais e familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à lei nº 9.656/98.
Os demais convênios não têm a alta acompanhada pela agência, o que faz com que seus preços subam conforme negociação entre a operadora e seus clientes.
Para o advogado Rafael Robba, especializado em direito à saúde do escritório Vilhena Silva Advogados, falta transparência sobre os reajustes. “Onde estão os critérios que levam a agência a chegar a 8% e os planos coletivos a terem índices que chegam a ser o dobro?”, questiona ele.
Neste ano, a agência chegou a suspender o reajuste de parte dos convênios, como medida para amparar os clientes de planos na pandemia. A ação surtiu efeito no IPCA, mas não deve aliviar o bolso dos cidadãos. “Essa determinação não resolveu o problema, só adiou. Em janeiro, o consumidor vai ter que pagar a dívida”, diz ele.
Vera Valente, diretora-executiva da FenaSaúde (federação do setor) afirma que “é um erro comparar a variação dos custos da saúde aos índices gerais de preços, ou seja, à inflação ao consumidor”, porque a inflação médica é composta de outros itens, que sobem mais e pressionam os custos da área de saúde.
O mesmo posicionamento tem a ANS sobre a questão. “Conforme ocorre em outros países, os preços dos serviços de saúde tendem a crescer acima da média dos demais preços da economia”, diz a agência, em nota.
Pressão no bolso | Gastos pesam no orçamento
Planos individuais e familiares
Estes planos representam 20% do mercado
Planos coletivos
Esses planos representam 80% do mercado
Neste caso, cada empresa vai ter os seu percentual de reajuste
Suspensão do aumento
Como ficará em 2021?
Inflação dos planos de saúde, segundo o IPCA
Veja o comportamento dos índices, mês a mês
| Mês | Índice geral (em %) | Inflação dos planos (em %) |
| Janeiro | 0,21 | 0,60 |
| Fevereiro | 0,25 | 0,59 |
| Março | 0,07 | 0,60 |
| Abril | -0,31 | 0,60 |
| Maio | -0,38 | 0,60 |
| Junho | 0,26 | 0,60 |
| Julho | 0,36 | 0,60 |
| Agosto | 0,24 | 0,60 |
| Setembro | 0,64 | -2,31 |
| Outubro | 0,86 | 0 |
O que diz a ANS
Dentre os itens levados em conta para elevar o valor dos planos estão:
Fonte: Folha Online - 05/12/2020 e SOS Consumidor