DORIA USA BANDEIRA DO BRASIL PARA RECEBER V4CHINA

 

Reportagem detalha acusações de assédio sexual de Marcius Melhem; humorista nega

 



Reportagem detalha acusações de assédio sexual de Marcius Melhem; humorista nega
A revista Piauí publicou nesta sexta-feira uma matéria intitulada "O que mais você quer, filha, para calar a boca?". O texto aborda acusações de assédio sexual feitas por Dani Calabresa e outras mulheres contra o humorista. "Qualquer pessoa que tenha convivido comigo sabe que eu jamais cometeria algum ato de violência e que nunca forcei ninguém a nada", disse Melhem em nota à publicação.
Foto via @Emais_Estadao














TODAS AS VIDAS NEGRAS IMPORTAM? José Antônio Rosa

 http://www.puggina.org/.../todas-as-vidas-negras.../17323

Governador Carlos Moisés decide impor toque de recolher em Santa Catarina

 Carlos Moisés mal sentou novamente na cadeira de governador de Santa Catarina e decide que o estado terá toque de recolher durante a madrugada. A pergunta que não quer calar: como uma medida descabida, e autoritária como essa pode realmente ajudar a conter a disseminação do coronavírus? Vai mandar prender trabalhadores também, governador?




Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3652737028150110&id=198620036895177

Cade abre inquérito contra a Rede Globo

 Para o Cade:

A ilicitude da prática está associada à concessão de incentivo por agente que detenha posição dominante no mercado de origem.
Tal suposta conduta, se comprovada, pode caracterizar infração à ordem econômica de abuso de posição dominante e dominação de mercado relevante
Faz-se necessária a adoção de medida preventiva para fazer cessar efeitos anticompetitivos da prática investigada, determinando à representa que: (i) abstenha-se de celebrar novos contratos de Plano de Incentivo, seja em contratos vigentes ou futuros, a partir da concessão desta Medida.
O Cade estipulou multa diária de R$ 20 mil.



Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3650821901674956&id=198620036895177

Antiquário - Lindo abajur à venda

 



Valor: R$ 180,00

Mais informações:

Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 -  Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.

PIB brasileiro cresce 7,7% no 3º trimestre

 PIB sobe 7,7% no 3º trimestre, atenuando a crise gerada pela péssima administração de alguns governadores diante a pandemia.

Sob o Governo
Jair Messias Bolsonaro
, com o Ministro Paulo Guedes, o Brasil REAGE, apesar da má gestão e da ganância desses que colocaram a política acima do bem do povo!




Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3653128668110946&id=198620036895177

O que está por trás da onda de mega-assaltos a bancos, como em Criciúma e Cametá

 

Mega-assaltos a banco como em Cametá, no Pará, têm ocorrido com mais frequência.| Foto: Governo do Pará

Um dia após um mega-assalto em Criciúma, em Santa Catarina, um grupo armado com fuzis assaltou uma agência bancária na madrugada desta quarta-feira (2) em Cametá, a 235 km de Belém, no Pará. Uma quadrilha com cerca de 20 pessoas também cercou o quartel da Polícia Militar para impedir a ação policial e usou reféns como escudos humanos — um deles morreu durante a ação. Os mega-assaltos em Criciúma e Cametá não são casos isolados.

Neste ano, ações semelhantes ocorreram em cidades como Ipixuna do Pará, em janeiro; São Domingos do Capim (PA), em abril; e em cidades do interior de São Paulo, como Ourinhos, em maio; Botucatu, em julho; e Araraquara, em novembro.

Esse tipo de assalto a banco é chamado de “novo cangaço” e se caracteriza por ações rápidas, violentas, com a tomada de reféns, uso de armas de fogo e explosivos. Os criminosos também costumam cercar batalhões de polícia para impedir a ação rápida das forças de segurança e planejam os crimes em cidades de médio e pequeno porte, que têm um efetivo menor de forças de segurança.


 Clique para ler a matéria completa na Gazeta do Povo.


Gazeta do Povo

Tiroteio em Ponta Grossa: viatura é alvo de tiros de fuzil e uma PM fica ferida

 TERRORISMO DO CRIME. GRUPO FORTAMENTE ARMADO ATACA GUARNIÇÕES POLICIAIS DA PM E DA PRF. Uma policial militar é baleada na perna.

PARANAPORTAL - Uma agente da PM-PR (Polícia Militar) ficou ferida e uma viatura da PRF (Polícia Rodoviária Federal) foi alvo de 10 tiros durante um confronto das equipes de segurança contra um grupo fortemente armado. O tiroteio aconteceu em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, no início da tarde desta terça-feira (1) e a ocorrência ainda está em andamento.
“Levamos 10 tiros de fuzil na viatura, mas estamos bem. Há uma policial feminina da PM que foi alvejada, mas está fora de perigo até onde sabemos”, disse o policial rodoviário Kleber Cavali.
A viatura da PRF é blindada e por isso os agentes não sofreram ferimentos. Já a policial foi levada ao Hospital Santa Casa de Misericórdia e já recebeu alta. Ela não correu risco de vida mesmo sendo alvo de dois tiros. Um atravessou e rasgou a perna, o que não fez com que houvesse necessidade de cirurgia. Ela teve de passar por uma sutura e passa bem.

Estudo mostra que Campeonato Brasileiro é campeão mundial em trocar técnicos

 Equipes tiveram uma média de 37 mudanças de comandantes por temporada, contando os profissionais interinos entre 2003 e 2018



Estudo inédito realizado sobre a mudança de treinadores em times de futebol nas principais ligas do mundo apontou o Brasil como líder no quesito. Entre 2003 e 2018, foram 594 vezes trocas de técnicos na elite do Campeonato Brasileiro, uma média de 37 mudanças por temporada, contando os profissionais interinos. São, em média, quase 10 trocas a mais do que ocorre na primeira e na segunda divisões da Espanha, que, somadas, aparecem em segundo no ranking. Mesmo sem contar os técnicos interinos, o Brasileirão continua na frente de todos os outros campeonatos, com uma média de quase 29 mudanças por ano.

Para Matheus Galdino, que realizou o estudo baseado na econometria ao lado de Pamela Wicker e Brian Soebbing, a quantidade de trocas de treinadores no futebol brasileiro é o "retrato do amadorismo dos dirigentes". Ele também aponta outros "culpados" pelas constantes mudanças no comando das equipes, como os próprios técnicos e até mesmo os torcedores.

"O que os dados analisados mostram é um retrato do amadorismo dos dirigentes do País. Não conseguimos achar apenas um culpado, mas o dirigente é o principal responsável. É preciso ter maior responsabilidade no processo seletivo, que é negligenciado, porque acabam tomando a decisão de contratar um novo treinador em poucas horas", analisou Galdino, que é mestre científico em Gestão Esportiva pela Universidade do Esporte da Alemanha em Colônia (Deutsche Sporthochschule Köln), em entrevista ao Estadão.

O especialista explicou por que os técnicos e os torcedores também têm parcela de culpa nas mudanças. "Os treinadores precisam de uma organização coletiva mais profissional, eles estão engatinhando ainda nesse trabalho. O treinador é depreciado no sistema e o jogador é supervalorizado. Já os torcedores, que são quem pagam as contas do clube no final, precisam exigir maior transparência dos clubes na tomada de decisão, exigir explicações sobre os motivos das mudanças. Porque os dirigentes vão a público para dar entrevista coletiva com os mesmos argumentos de sempre, sem explicar de maneira transparente até quais são as despesas envolvidas nessas trocas".

O estudo analisou os Campeonatos Brasileiros de 2003 (quando teve início a fórmula de pontos corridos) até 2018 porque 2019 foi o ano de conclusão do trabalho. No ano passado, a competição teve 19 trocas. Nesta temporada, até agora, já foram 19 mudanças, restando ainda mais 15 rodadas para o término do torneio. Apenas seis clubes permanecem com técnicos que iniciaram o Brasileirão: Atlético-MG, São Paulo, Grêmio, Fluminense, Santos e Ceará.

Ainda de acordo com o estudo, "as mudanças de treinadores de futebol durante o Brasileirão não carregam efeitos práticos para a melhoria de rendimento esportivo de seus respectivos clubes. Em outras palavras, um novo treinador sozinho não muda a trajetória na realidade". O trabalho aponta três fatores que influenciam o resultado da partida: mando de campo (262% a mais de chance de vitória para os mandantes), se é um clássico local (diminui 19,3% a chance de triunfo) e diferença entre os times na tabela (chance de vitória aumenta 2,3% a cada ponto de vantagem).

São três fatores principais que influenciam nas trocas de técnico: rendimento esportivo nos últimos quatro jogos, expectativas superestimadas e desempenho em competições paralelas ao Brasileirão. As três causas convergem para um mesmo problema: na maioria dos casos, os dirigentes não estão pensando a longo prazo, na temporada inteira.

"O futebol brasileiro é especulativo. A decisão não é tomada pelo resultado em si, mas sim pela expectativa criada pela diretoria e pela imprensa em relação ao resultado", explicou Galdino. O estudo usou dados de sites de apostas esportivas para fazer a análise de favoritismo de cada equipe nas partidas.

O estudo aponta as consequências das trocas para os técnicos. "Para os treinadores, o principal ponto crítico de reflexão extrapola a profissão. Isto porque, além de evidenciarmos a instabilidade crônica da sua função no país, também percebemos sinais de frustração, ansiedade e estresse reportados publicamente pelos profissionais brasileiros ao longo desta pesquisa acadêmica. Ou seja, a insegurança na carreira profissional carrega indícios prejudiciais à saúde mental e física dos treinadores, que sofrem com oscilações de temperamento, sono desregulado e até mesmo disfunções cardiovasculares em casos extremos", alertou o trabalho.

Para os pesquisadores, os clubes têm de passar por mudanças estruturais para diminuir as trocas de técnicos. Só isso não basta, porém. É preciso alterar o comportamento cultural dos dirigentes brasileiros. "Medidas profissionais podem ajudar a modificar tal postura crônica, como a implementação de um recrutamento cuidadoso e criterioso na seleção dos treinadores, aliado a produção de conteúdo estratégico com o departamento de comunicação do clube (apoiando o treinador com iniciativas que transmitam uma visão construtiva do líder técnico aos seus torcedores), além do investimento primordial em ciência e tecnologia como mecanismos que potencializem o trabalho do treinador e sua comissão técnica, beneficiando o rendimento esportivo do clube em longo prazo", indicou o estudo.


Agência Estado e Correio do Povo