Doutrinação política em universidade pública pode, mas em igreja, não?


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Colunista Cristina Graeml analisa posicionamentos contraditórios do ministro Edson Fachin sobre liberdade de expressão. Veja ma Gazeta do Povo.

iFood recebe autorização da Anac para fazer entregas com drones


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O iFood será o primeiro das Américas a iniciar os voos experimentais para realizar entregas com certificação da Anac (Agência Nacional Aviação Civil). Hoje, a Speedbird Aero e AL Drones, empresas responsáveis pela obtenção das autorizações necessárias, receberam o Certificado de Autoriz...

Conjunto de prata à venda







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Israel e Emirados Árabes selam acordo de paz histórico

Senado aprova auxílio emergencial de R$ 600 para atletas durante a pandemia

Any Ortiz abre mão de disputa à Prefeitura de Porto Alegre e vai apoiar Melo

Cidadania sugere o nome do engenheiro Flávio Presser para vice na chapa com MDB

Any Ortiz com o filho, uma das justificativas que a fizeram sair da disputa deste ano

A deputada estadual Any Ortiz (Cidadania) abriu mão de disputar a Prefeitura de Porto Alegre e confirmou, nesta quinta-feira, que vai apoiar a candidatura do pré-candidato Sebastião Melo (MDB). Entre os fatores que pesaram para a decisão, o nascimento do filho e o comprometimento com os eleitores (veja nota abaixo). Em 2018, Any se tornou a deputada mais votada para o Parlamento gaúcho.
Embora Any tenha se retirado do páreo, o Cidadania sugere o nome do engenheiro Flávio Presser para vice de Melo. A definição, porém, ainda depende de acordo. O Solidariedade também já firmou apoio ao emedebista. Nas pesquisas de intenção de voto, a parlamentar já vinha pontuando junto ao eleitorado.
Com o recuo de Any Ortiz, a disputa a prefeitura pode ter seis mulheres, em vez de sete, encabeçando chapas majoritárias: Carmen Flores (PSC), Fernanda Melchionna (PSOL), Juliana Brizola (PDT), Manuela d’Ávila (PCdoB), Nadia Gerhard (DEM) e Priscila Voigt (UP).
Além das pré-candidatas, o tabuleiro eleitoral também conta com André Cecchini (Patriota), Gustavo Paim (PP), João Derly (Republicanos), José Fortunati (PTB), Montserrat Martins (PV), Nelson Marchezan Jr. (PSDB), Rodrigo Maroni (PROS) e Valter Nagelstein (PSD).
Confira o comunicado de Any Ortiz:
A proximidade do processo eleitoral faz com que a gente precise tomar algumas decisões que nem sempre são fáceis.
Quero primeiramente agradecer o reconhecimento de quem acompanha o meu mandato como deputada e confia no meu trabalho, agradecer por ter recebido apoio e incentivo dos candidatos a vereador do Cidadania em Porto Alegre, mas apesar da vontade de ser prefeita da minha cidade, de querer fazer mais por Porto Alegre, decidi não participar desta eleição como candidata a prefeitura.
Meu filho é muito pequeno, ele precisa muito de mim, principalmente nos dois primeiros anos que são os mais importantes para sua formação, além disso por causa da pandemia ele não poderia estar junto comigo em uma campanha que nos exige muito. Um bebê precisa de colo, amor, carinho e exemplo, quero ser o pilar principal na construção desse serzinho que é o meu maior projeto.
Também pesa muito na minha decisão o respeito aos quase 95 mil gaúchos e gaúchas que me colocaram entre os três deputados mais votados da Assembleia Legislativa na eleição de 2018.
Não concorrer à prefeitura de Porto Alegre não significa que estarei fora da eleição.
Porto Alegre tem muitos desafios, que se potencializaram com o surgimento da pandemia. Infelizmente falta liderança e diálogo na busca por alternativas para minimizar os efeitos da doença. Iremos pagar um preço alto por tanto descaso e palavras vazias.
Eu quero o melhor para a minha cidade, por isso, não compactuo com a ideia de colocar o futuro de Porto Alegre nas mãos das candidaturas da esquerda destrutiva. Como também não concordo em manter um projeto autoritário de cidade.
Vamos construir um projeto que reunirá pessoas com responsabilidade e experiência na forma de administrar.
E a nossa decisão que foi tomada em reunião virtual da executiva do partido juntamente com nossos mais de 50 pré-candidatos a vereador é de apoiar Sebastião Melo a prefeito de Porto Alegre.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

STF define regras para repasse de informações à Abin

Solicitação de dados deve ser documentada e feita sistema eletrônico

Pela decisão, a solicitação de dados deve ser documentada e feita por meio de um sistema eletrônico

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira definir regras para o repasse de informações dos órgãos do Sistema Brasileiro de Inteligência à Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Pela decisão, a solicitação de dados deve ser documentada e feita por meio de um sistema eletrônico. A Corte também definiu que não podem ser compartilhados dados pessoais de cidadãos que estão cobertos por sigilo constitucional.
Embora a agência não tenha acesso legal aos dados de particulares, os ministros tomaram a decisão de forma preventiva para reafirmar que, de acordo com a Constituição, somente podem ser compartilhadas pelos órgãos informações de interesse nacional e defesa das instituições. No julgamento, não foi apontada nenhuma irregularidade por parte do órgão.
O sistema é composto por 42 órgãos, entre eles a Polícia Federal (PF), Forças Armadas, ministérios e a própria agência, que é responsável pelas questões de segurança do país, como ações estratégicas para proteção das fronteiras e contra o terrorismo.
A questão foi definida no julgamento de uma ação de inconstitucionalidade protocolada pelos partidos Rede e PSB contra artigos da Lei 9.883/99, que criou o Sistema Brasileiro de Inteligência e a Abin. O Decreto 10.445/2020, que mudou a estrutura regimental da agência, também foi questionado.
A lei definiu que os órgãos do Sistema Brasileiro de Inteligência fornecerão à Abin dados e conhecimentos específicos relacionados com a defesa das instituições e dos interesses nacionais. O decreto também define que os dados serão fornecidos sempre que solicitados. Para os partidos, a aplicação conjunta da lei e do decreto ampliou os poderes da agência.

Julgamento

Por unanimidade, o plenário seguiu voto da relatora, ministra Cármen Lúcia. A ministra entendeu que as normas são constitucionais e que não foi apontada nenhuma irregularidade por parte da Abin, no entanto, decidiu reforçar que órgãos do sistema brasileiro de inteligência só podem compartilhar dados que dizem respeito ao interesse nacional e defesa das instituições. Para a relatora, dados sigilosos de particulares, como conversas telefônicas e dados fiscais, são protegidos pela Constituição não podem ser compartilhados sem autorização judicial.
“Somente dados de conhecimento específicos relacionados a essas finalidades são legalmente admitidos e compatibilizam-se com a Constituição. Qualquer outra interpretação é inválida, ainda que venha em decreto presidencial que pretenda, de forma direta ou subliminar, ampliar até o ponto de já não garantir a segurança dos direitos fundamentais”, afirmou a ministra.
O ministro Alexandre de Moraes entendeu que não ficaram comprovadas as alegações dos partidos, mas também reforçou que dados sigilosos dos cidadãos não podem ser compartilhados entre os órgãos do sistema de inteligência. “Não há confusão de sistema de inteligência com sistema de investigação. Se o Sisbin, a Abin ou outro qualquer órgão de inteligência está desrespeitando isso, é caso de ilicitude, infração penal e improbidade administrativa", afirmou.
Os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e o presidente da Corte, Dias Toffoli acompanharam a relatora.

AGU

Durante o julgamento, o advogado-geral da União, José Levi do Amaral, afirmou que os partidos fizeram conjecturas sobre o trabalho da Abin e não citaram nenhum caso de suposto abuso e desvio de finalidade do órgão. Amaral também lembrou que a Lei 9.883/90 está em vigor há 21 anos. “A Abin não acessa dados bancários e fiscais. São dados resguardados por sigilo imposto por leis específicas”, afirmou.

Agência Brasil e Correio do Povo

Planos de saúde devem cobrir testes sorológicos para a Covid-19, determina ANS

Medida passa a valer a partir desta sexta

Decisão altera a Resolução Normativa 428, de 7 de novembro de 2017

A diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou que os planos de saúde devem cobrir os testes sorológicos para identificar a infecção pelo novo coronavírus, responsável pela Covid-19, em seus beneficiários. A decisão altera a Resolução Normativa 428, de 7 de novembro de 2017, que dispõe sobre o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde no âmbito dos convênios médicos. A medida passa a valer a partir desta sexta, com a publicação no Diário Oficial da União. 
Para o advogado Rafael Robba, especializado em direito à saúde, a decisão é uma boa notícia para o consumidor. "As falhas regulatórias da ANS mostram que há um grande descompasso com a demora nas decisões e o real interesse público. Cinco meses se passaram desde o início da pandemia e apenas agora a Agência decide incluir o exame, com restrições e brigas judiciais", lamenta ele.
A determinação foi estabelecida em cumprimento de uma decisão judicial movida pela Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps). Segundo a ANS, "o procedimento incorporado é a pesquisa de anticorpos IgG ou anticorpos totais, que passa a ser de cobertura obrigatória para os beneficiários de planos de saúde a partir do oitavo dia do início dos sintomas, nas segmentações ambulatorial, hospitalar e referência, conforme solicitação do médico assistente".  O exame não detecta infecções em estágio inicial ou após a cura da doença.
Na avaliação de Robba, a briga judicial envolvendo a obrigatoriedade de cobertura do exame pelos planos de saúde gerou “incerteza e confusão”. “O consumidor ficar perdido em meio às informações. Uma decisão judicial obrigou a cobertura do exame. Depois, em uma conduta que causou grande estranheza, a ANS recorre da decisão, prejudicando milhões de beneficiários”, disse o advogado.

Sobre os testes para diagnóstico da Covid-19 

Os testes sorológicos são aqueles que objetivam detectar a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após exposição ao vírus e podem ser realizados por meio das técnicas de imunofluorescência, imunocromatografia, enzimaimunoensaio e quimioluminescência. Os diversos testes sorológicos existentes apresentam sensibilidade e especificidade diferentes, que podem apresentar alto percentual de resultados falsos negativos. Por isso, é importante observar o início dos sintomas e o período adequado para indicação de cada teste, além de serem interpretados com cautela e considerando a condição clínica do paciente. 

R7 e Correio do Povo

A reação do Ibovespa ao governo, Cristo reabre no RJ, Netflix "de graça"

As mudanças no Ministério da Economia e outras notícias de Brasília devem ser um dos focos dos investidores após o Ibovespa quase sair dos 100.000 pontos no pregão de ontem. A Desperta destaca ainda os números de combate à pandemia no Rio, possíveis sanções europeias contra a Bielorrússia e um novo streaming no Brasil que funciona quase como a TV aberta. Boa leitura.
Bolsonaro: presidente falou em "furar o teto" na quinta-feira | Adriano Machado/Reuters
1 - A REAÇÃO DO IBOVESPA

O índice Ibovespa teria que subir 2% nesta sexta-feira para não fechar a semana em queda, após baixa de 1,62% ontem. Em 100.460 pontos, o índice está no mesmo patamar do início do mês e de 30 dias atrás, o que mostra a insegurança dos investidores. Por aqui, investidores estarão voltados nesta sexta-feira às notícias de Brasília. Ontem, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou os substitutos da pasta após a "debandada": Diogo Mac Cord será secretário de Desestatização e Caio Andrade, presidente da empresa de tecnologia Serpro, de Desburocratização. Mas sobram dúvidas sobre a capacidade do governo em levar as reformas adiantes. Ontem, o presidente Jair Bolsonaro falou em furar o teto de gastos. Para a opinião pública, parece estar funcionando: o Datafolha mostrou hoje que o Bolsonaro chegou à melhor avaliação desde o início do mandato.


2 - CRISTO REABRE

Em mais uma fase da retomada gradual de atividades notórias promotoras de aglomerações antes da pandemia, diversos pontos turísticos do Rio de Janeiro voltam a receber visitantes neste sábado. Na lista estão o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o trem do Corcovado, a roda-gigante Rio Star, inaugurada ano passado, e o aquário AquaRio. O Rio de Janeiro reabre seus principais cartões postais em meio à queda nas infecções e nas mortes pela covid. Nesta semana, o estado registrou 40% menos mortes pela doença do que há duas semanas, num declínio iniciado em meados de junho. A cidade do Rio também está entre as capitais com maior queda na transmissão, à frente de São Paulo.


3 - BIELORRÚSSIA E UE

Uma reunião extraordinária da União Europeia ocorre nesta sexta-feira para tratar de possíveis sanções contra a Bielorrússia. Após o pleito que elegeu novamente o presidente Alexander Lukashenko, no poder desde 1994, protestos tomaram as ruas da capital Minsk e a candidata da oposição unificada, Svetlana Tikhanovskaya, fugiu do país. A UE é a segunda maior parceira comercial da Bielorrússia, atrás da Rússia. Também será tema da reunião a situação no Líbano após uma explosão que matou ao menos 170 pessoas. Mais medidas de ajuda devem ser decididas pelos europeus para mitigar os danos aos mais de 300.000 desabrigados. Uma missão brasileira liderada pelo ex-presidente Michel Temer também está no país.


4 - VACINA DA ÍNDIA

A Índia comemora neste sábado, 15, o 74º aniversário de sua independência em relação ao império britânico. Como tem feito há sete anos, o primeiro-ministro Narendra Modi – que se tornou ontem o quarto premiê há mais tempo no cargo no país – deverá fazer um discurso do alto das muralhas do Forte Vermelho, o colossal conjunto de fortificações de pedras vermelhas em Nova Délhi. Ali, no mundo ideal, Modi anunciaria uma das notícias mais aguardadas pela população de seu país: a aprovação da primeira vacina contra a covid-19 desenvolvida na Índia. A meta do governo era ter sua vacina, a Covaxin, pronta até a independência, o que ainda não aconteceu. Enquanto isso, a pandemia avança no país, que é o terceiro no mundo com mais casos (2,5 milhões).
 
O FANTÁSTICO MERCADO DOS GAMES

A pandemia abalou e destruiu setores, mas impulsionou ainda mais o mercado de games. Uma startup criada no Brasil, a Wildlife, virou símbolo dessa euforia ao receber novo aporte e ser avaliada em 3 bilhões de dólares. Detalhe: seus fundadores estão na casa dos 30 anos. Este é um dos temas da nova edição da EXAME, já disponível em todas as plataformas. Clique aqui para ver todas as matérias da edição e, se ainda não é assinante, assine a partir de R$ 15,90/mês para ter acesso ilimitado
O Brasil registrou 1.301 mortes e mais de 59.000 novos casos de coronavírus no boletim desta quinta-feira. Ao todo, são 105.564 óbitos e 3,2 milhões de casos. Veja os números.

O ministro Félix Fischer, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), derrubou o benefício de prisão domiciliar de Fabrício Queiroz e de sua mulher, Márcia Aguiar. Ex-assessor do senador Flavio Bolsonaro, Queiroz é investigado por desvio de dinheiro na Alerj, Assembleia Legislativa do Rio.

Israel e Emirados Árabes chegaram a um acordo de paz histórico para normalizar as relações diplomáticas. O acordo foi mediado pelo presidente americano, Donald Trump.

A Marfrig teve lucro recorde de 1,59 bilhão de reais no segundo trimestre devido à demanda da China. A JBS teve alta de 55% no lucro, de 3,38 bilhões de reais, e as receitas cresceram sobretudo nos EUA.

A B3 teve lucro de 891,8 milhões de reais, alta de 36%. O resultado foi novamente positivo devido à volatilidade e à liquidez nos mercados que aumentaram o volume de transações na bolsa.

Autoridades chinesas informaram que traços do coronavírus foram encontrados em frangos vindos do Brasil e que teriam sido exportados pela Aurora. Os frigoríficos brasileiros disseram que estão investigando o caso.

Os planos de saúde terão de voltar a cobrir testes sorológicos (os testes "rápidos") contra o coronavírus. A decisão é da Agência Nacional de Saúde (ANS), reguladora dos planos.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu processo para investigar a compra de 6 bilhões de reais da Linx pela Stone. Ontem, o EXAME IN, coluna de notícias exclusivas da EXAME, havia reportado os questionamentos do mercado sobre suspeita de insider trading e sobre o valor recebido pelos fundadores da Linx para não competir com a Stone por três anos. Leia aqui.
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Uma guerra começou no mercado de jogos. A Apple removeu o jogo Fortnite de sua loja de aplicativos depois que a Epic Games, desenvolvedora do game, inseriu sua própria forma de pagamento. Horas depois, o Google fez o mesmo na Google Play.

Já há 3 milhões de casos de clonagem de WhatsApp no Brasil. Veja aqui como identificar se a sua conta foi uma das vítimas.

Startup criada na crise, a brasileira Chippu já chegou a mais de 100.000 usuários com uma missão simples: te ajudar a escolher o que assistir na Netflix ou outras plataformas de streaming.

A empresa de consultoria e desenvolvimento GFT abriu mais de 100 vagas para criar um banco digital do zero. Veja como se inscrever.

Mesmo em meio a pandemia, o agronegócio está contratando. E há uma demanda em especial, a de executivos técnicos. busca por esses profissionais no setor cresceu 30%, segundo a consultoria Michael Page.

A GM implementou um plano de demissão voluntária em que um dos incentivos para aderir será um Onix zero, modelo de 51.000 reais. Podem aderir funcionários da GM com mais de 11 anos de trabalho. 

Lives

Às 12h – Mitos e verdades sobre a nova gasolina
Erwin Franieck, engenheiro especialista em motores da SAE Brasil, esclarece dúvidas sobre a nova gasolina que está sendo usada no Brasil em conversa com Beatriz Correia, da EXAME. Acompanhe no YouTube.
 
Bolsa
HOJE | Xangai / +1,19%
Tóquio +0,17%
Londres / -2,10% (às 7h)
Petróleo Brent / 44,71 dólares (-0,56%)

ONTEM | Ibovespa / -1,62%
S&P 500 / -0,20%
Dólar / 5,37 reais (-1,56%)
Os serviços de streaming hospedados no Brasil ganharão nesta sexta-feira, 14, um concorrente. Trata-se da Vix Cine e TV, primeira plataforma de vídeos on demand que trará ao país mais de 1.500 horas de filmes e séries sem cobrar nada de seus usuários. A empresa pretende faturar com anúncios, em modelo similar ao da TV aberta, e já tem parceria com a BRF. Leia aqui o que está disponível no catálogo da plataforma e as estratégias da Vix.
Vix: streaming com modelo de TV aberta e parceria com a BRF | Divulgação

Governo afegão inicia libertação dos últimos 400 prisioneiros talibãs

Alguns membros da lista participaram de atos terroristas importantes e são vigiados pelos EUA e por países da Europa

Governo afegão inicia libertação dos últimos 400 prisioneiros talibãs

As autoridades afegãs anunciaram nesta sexta-feira (14) o início da libertação de 400 prisioneiros talibãs, uma medida que tem como intuito facilitar a abertura das negociações de paz. O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Javid Faisal, informou que 80 desses prisioneiros foram soltos na quinta-feira, o que "acelerará os esforços para discussões diretas e um cessar-fogo duradouro e nacional".
A libertação dos 400 talibãs presos era um dos principais empecilhos para o início das negociações, muitas vezes adiadas, entre os insurgentes e o governo afegão, que se comprometeu a realizar uma troca de prisioneiros.
Uma "loya jirga", uma grande assembleia afegã composta por milhares de autoridades locais, responsáveis estatais e chefes tribais, concordou no domingo com a libertação dos 400 talibãs. Na segunda-feira à noite, o presidente do país, Ashraf Ghani, assinou um decreto oficializando a decisão.
Alguns dos membros desta lista estiveram envolvidos em ataques nos quais morreram afegãos e estrangeiros, e 44 deles estão sendo vigiados pelos Estados Unidos e outros países por seu papel em atentados contra alvos importantes. Cabul já libertou cerca de 5 mil talibãs, mas até agora as autoridades afegãs se negavam a libertar os últimos 400 prisioneiros pedidos pelos insurgentes.
Ghani, porém, alertou que a libertação de "criminosos cruéis" e de narcotraficantes "significará certamente um perigo para nós, para vocês (Estados Unidos) e para o mundo", durante uma videoconferência organizada por um centro de reflexão de Washington, o Council on Foreign Relations. A paz tem um custo e com essas libertações "pagamos o maior preço, o que significa que a paz terá consequências", continuou.

AFP e Correio do Povo