Geladeira Refrigerador Consul 342 Litros 1 Porta Frost Free Classe A CRB39 Branco - 110V

Geladeira Refrigerador Consul 342 Litros 1 Porta Frost Free Classe A CRB39

Sem formação de gelo, sem bagunça na hora de limpar: Refrigerador Consul 342 Litros 1 Porta Classe A. Se um pote de sorvete tem 2 litros e vem bastante, imagine quanto cabe num freezer com 47 litros de capacidade. Muita comida. Sem formar gelo nas paredes, seus alimentos não sofrem com a falta de espaço. E sem precisar descongelar, você não sofre com a molhadeira da cozinha. Por que ninguém pensou nisso antes? Deixe sua cozinha moderna e organizada, completa para você. Confira!
Congelador Espaçoso
São 47 litros de capacidade, cabe o sorvete, os pratos prontos e o que mais você quiser.
Controle de temperatura externo
Você mexe na temperatura sem abrir a porta da geladeira. E sem desperdiçar energia.
Compartimento extra-frio
Vai guardar frios, iogurtes e outros alimentos que precisam de mais refrigeração? Tem um lugar especial pra eles. Aquele seu queijinho nobre agradece.
Gaveta multiuso transparente
Você pode ver de longe como suas frutas, verduras e legumes vão ficar fresquinhos.
Ecologicamente Correto
Este modelo usa o gás ecológico C-Petano e o R600, que não agride a camada de ozônio
Características:
Tipo de degelo Frost Free
Controle de temperatura
Porta ovos
Porta latas
Pés niveladores
Capacidade geladeira 295 litros
Capacidade freezer 47 litros
Capacidade total de armazenamento 342 litros
Classificação energética A
Dimensões:
Altura: 170 cm
Largura: 61,6 cm
Profundidade: 69,1 cm
Peso: 53 kg
Garantia do Fornecedor de 12 Meses


Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/geladeira-refrigerador-consul-342-litros-1-porta-frost-free-classe-a-crb39/769025100/

Bolsonaro autoriza abertura de crédito de socorro de R$ 60 bilhões para Estados

A verba, aprovada há um mês pelo Congresso, deve começar a ser repassada no dia 9 de junho

A demora na liberação dos recursos vinha sendo criticada pelos governadores e prefeito

A demora na liberação dos recursos vinha sendo criticada pelos governadores e prefeito | Foto: Marcos Corrêa / PR / CP


Oito dias após a sanção do socorro a Estados e municípios, o presidente Jair Bolsonaro autorizou a abertura de um crédito extraordinário para efetivar a liberação dos R$ 60,2 bilhões aguardados por governadores e prefeitos para fazer frente aos gastos durante a pandemia do novo coronavírus . A Medida Provisória (MP) foi publicada nesta quinta-feira, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

A previsão é que a primeira das quatro parcelas seja repassada até 9 de junho. Esse é o prazo que o Tesouro Nacional solicitou para conseguir operacionalizar o pagamento após a edição da MP. As demais prestações devem ser repassadas a cada 30 dias.

A lei que prevê a ajuda foi sancionada com vetos por Bolsonaro em 27 de maio, no último dia do prazo que o presidente tinha para chancelar a proposta aprovada pelo Congresso Nacional em 6 de maio. Na prática, o dinheiro deve chegar aos Estados e municípios um mês após o Legislativo autorizar o socorro.

Como mostrou o Estadão/Broadcast , Bolsonaro segurou a sanção da ajuda para conseguir dar reajustes às polícias civil e militar do Distrito Federal , cujos salários são bancados com recursos da União por meio do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF). Alguns Estados como Mato Grosso e Paraíba também aproveitaram a “janela” para dar aumentos antes da publicação da lei.

A estratégia foi adotada porque uma das contrapartidas do socorro é a proibição, até o fim de 2021, à concessão de reajustes e aumentos salariais. Governadores e prefeitos poderão pagar bonificações, desde que relacionadas ao combate à pandemia e limitadas ao ano de 2020.

A demora na liberação dos recursos vinha sendo criticada pelos governadores e prefeitos, que têm enfrentado dificuldades para pagar despesas básicas, como salários, diante da queda dramática na arrecadação.

Do valor liberado, R$ 10 bilhões serão destinados especificamente a ações de saúde e assistência social no combate à pandemia de coronavírus (R$ 7 bilhões para Estados e Distrito Federal e R$ 3 bilhões para municípios). Dos R$ 50 bilhões restantes, R$ 30 bilhões ficarão com Estados e DF, e R$ 20 bilhões, com municípios. A distribuição levará em conta as perdas de arrecadação e o número de habitantes.

De acordo com a MP, os R$ 60,2 bilhões serão bancados por meio da emissão de títulos da dívida pública. Ou seja, a União vai aumentar seu endividamento para conseguir ajudar Estados e municípios.

A lei que criou o socorro a Estados e municípios autorizou, além do repasse de recursos, R$ 35,34 bilhões em dívidas dos governos regionais com a União que serão suspensas e retomadas somente em janeiro de 2022. Outros R$ 13,98 bilhões em dívidas com dois bancos públicos, a Caixa Econômica Federal e o BNDES, também serão pausadas. Além disso, o pacote inclui R$ 10,73 bilhões em renegociações de obrigações com organismos multilaterais e mais R$ 5,6 bilhões na suspensão de pagamentos de dívidas previdenciárias.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Sexta-feira inaugura longo período de instabilidade no RS


Chuvas devem se estender durante toda a próxima semana no Estado

Instabilidade começa na sexta-feira e deve se estender ao longo da semana

Um longo período de instabilidade se aproxima do Rio Grande do Sul a partir desta sexta-feira. Ao longo do dia, chove em todo o Estado, com probabilidade de temporais e trovoadas.

De acordo com a MetSul Meteorologia, há risco de granizo isolado. No Noroeste e Norte, pode ocorrer melhoras temporárias, com aberturas. O vento se intensifica no Estado e deve soprar forte, especialmente no Sul e no Leste. A temperatura varia pouco por conta do quadro de instabilidade.

Em Porto Alegre, chove ao longo do dia. A mínima na Capital deve ser de 15°C, e a máxima não ultrapassa os 17°C.

Mínimas e máximas no RS

Vacaria 11°C / 15°C
Capão da Canoa 15°C / 18°C
Bagé 13°C / 16°C
Santa Maria 14°C / 17°C
Uruguaiana 12°C / 17°C 
Erechim 14°C / 18°C

Correio do Povo

Senado aprova uso obrigatório de máscara em todo o País

Senador Jean Paul Prates é o relator da matéria

Proposta prevê multa em casos de descumprimento e governadores ou prefeitos deverão definir valor

O Senado aprovou nesta quinta-feira projeto de lei que obriga o uso de máscaras em locais públicos e privados enquanto durar a emergência de saúde pública causada pelo novo coronavírus. A proposta prevê multa em casos de descumprimento e determina que governadores ou prefeitos deverão definir e regulamentar o valor da punição.

Por conta das modificações propostas pelo relator da matéria, senador Jean Paul Prates (PT-RN), o texto voltará para análise da Câmara dos Deputados.

O projeto torna obrigatório o uso da máscara em espaços públicos, transportes coletivos e de individuais, locais privados acessíveis ao público, embarcações, aviões, estabelecimentos comerciais, igrejas e estabelecimentos prisionais. Também determina a adoção de medidas de assepsia em locais de acesso público, como meio de transportes.

O texto estabelece ainda que o poder público deverá fornecer o equipamento às populações vulneráveis economicamente, incluindo os beneficiados pelo programa de auxílio emergencial. O governo deverá dar prioridade às máscaras produzidas artesanalmente por costureiras ou cooperativas locais.

O uso da proteção está dispensado para pessoas com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiências sensoriais, ou outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado, mediante declaração médica.

Caberá ao Poder Executivo veicular campanhas publicitárias informando a necessidade do uso de máscaras e a maneira correta de seu descarte, conforme recomendações do Ministério da Saúde. O texto também determina que o governo informe os valores recolhidos em multas nos portais de transparência e que destine os recursos para ações e serviços de saúde.

Comércio

O texto também obriga que comércios e indústrias autorizados a funcionar durante a pandemia da Covid-19 forneçam gratuitamente máscaras de proteção para todos os funcionários e colaboradores. Também permite que os estabelecimentos possam restringir a entrada de pessoas sem o equipamento de segurança.




Agência Estado e Correio do Povo

Panela de Pressão para Micro-ondas Pan Chef Polishop 2,5L

Panela de Pressão para Micro-ondas Pan Chef Polishop 2,5L

Sabe aquela suculência única que só os alimentos preparados na panela de pressão possuem? Agora você vai poder ter estes pratos incríveis de forma muito mais rápida e prática. Conheça Pan Chef Polishop – a panela de pressão para micro-ondas que mantém tudo mais saboroso e macio com a velocidade e segurança que você precisa! Pan Chef chegou para revolucionar o seu dia a dia na cozinha! Com ela, você cozinha carnes que desmancham na boca, arroz soltinho, frutos do mar deliciosos, peixes irresistíveis, sopas encorpadas e aquele feijãozinho cremoso de forma muito mais simples e fácil. Basta colocar os ingredientes dentro dela, levá-la ao micro-ondas e pronto: em minutos suas receitas estarão no ponto certo para serem saboreadas. E você ainda fica livre para preparar suas saladas, sucos e arrumar a mesa com tranquilidade, porque com ela você não precisa ficar vigiando! Pan Chef é ideal para você também preparar legumes no vapor, pois vem com 1 exclusivo suporte para você fazer aquelas receitas que deixam todo mundo com água na boca e com gostinho de quero mais! E o melhor de tudo é que a Pan Chef preserva mais nutrientes, a umidade e a qualidade dos alimentos, porque ela cozinha com uma velocidade superior, fazendo com que eles atinjam o ponto certo em menos tempo. O segredo está em sua tecnologia exclusiva que faz com que ela absorva o calor do micro-ondas e o transfira para sua parte interna, cozinhando os ingredientes com perfeição. Você vai se surpreender! E para você fazer seus pratos de forma tranquila, ela possui um sistema de segurança com 5 dispositivos para você não se preocupar com mais nada! Aliás, com Pan Chef, a sua única preocupação será decidir qual vai ser a receita do dia, já que ela te oferece dezenas de possibilidades. Chegou a sua vez de ter na sua cozinha esta novidade que vai transformar o seu micro-ondas na solução perfeita para preparar refeições deliciosas e mais rápido! Pan Chef é uma exclusividade Polishop!



Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/panela-de-pressao-para-micro-ondas-pan-chef-polishop-25l/927473300/

Novo repasse de recursos federais irá beneficiar 235 hospitais do RS

Governo do Estado confirmou, nesta quinta-feira, recebimento da segunda parcela do auxílio financeiro

Governo do Estado confirmou, nesta quinta-feira, recebimento da segunda parcela do auxílio financeiro

Governo do Estado confirmou, nesta quinta-feira, recebimento da segunda parcela do auxílio financeiro | Foto: Alina Souza


O governo do Estado confirmou o recebimento da segunda parcela do auxílio financeiro federal destinado às santas casas e aos hospitais filantrópicos para atuação no enfrentamento à pandemia de Covid-19. A primeira parcela foi de R$ 49,4 milhões. Agora, o Estado e os municípios gaúchos com gestão plena receberão mais R$ 175,4 milhões, totalizando R$ 224,8 milhões e 235 hospitais beneficiados.

“Quero agradecer à parceria do Ministério da Saúde, que está viabilizando esses recursos tão importantes para os hospitais do Rio Grande do Sul. Os valores ajudarão a fortalecer a nossa rede de atendimento, que já tem dado respostas muito positivas no combate ao coronavírus”, destacou o governador Eduardo Leite ao anunciar, nesta quinta-feira, os repasses na transmissão pelas redes sociais.

Deste valor da segunda parcela, R$ 92,9 milhões são para o Estado, contemplando 158 hospitais filantrópicos e santas casas. Por exemplo, o Hospital São Vicente de Paulo, localizado em Passo Fundo, que é um dos municípios com mais casos confirmados de coronavírus do Rio Grande do Sul, receberá quase R$ 5,7 milhões. O restante do valor da segunda parcela, R$ 82,6 milhões, será destinado a 77 hospitais de municípios em gestão plena.

Os recursos do governo federal foram destinados conforme as diretrizes da Lei 13.995/2020 e da Portaria MS 1.393. Os critérios de distribuição desta segunda parcela observam os dados epidemiológicos do avanço da doença, o número de leitos de cada hospital filantrópico que atende por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e os valores da produção dos serviços ambulatoriais e hospitalares de média e alta complexidade (MAC) realizados por eles em 2019. Também foram incluídos hospitais que ficaram de fora da primeira parcela.

A secretária estadual da Saúde, Arita Bergamnn, destacou que os repasses à rede hospitalar são especialmente importantes pela queda que houve na arrecadação de muitas instituições. “Os hospitais passaram por um período sem poder fazer atendimentos eletivos, o que diminuiu as suas receitas, e muitos ainda investiram para atender os casos de Covid-19, por exemplo, abrindo novos leitos clínicos de UTI, por isso, é uma excelente notícia”, destacou Arita.

A secretária agradeceu à parceria dos hospitais de gestão estadual, que tiveram de assinar convênios, em um curto tempo, para garantir o recebimento dos repasses. As instituições que já fizeram a assinatura receberão sua parte referente à primeira parcela já na próxima semana. Os valores deverão ser aplicados na aquisição de medicamentos, suprimentos, insumos, produtos e equipamentos hospitalares. Também podem ser utilizados em pequenas reformas e adaptações físicas para aumento da oferta de leitos de terapia intensiva e na contratação e no pagamento dos profissionais de saúde necessários para atender à demanda adicional.

As entidades beneficiadas deverão prestar contas da aplicação dos recursos aos respectivos fundos de saúde.

Recursos emergenciais

Total de repasses para o RS: R$ 224 milhões para 235 hospitais

1ª parcela
R$ 49,4 milhões para 108 hospitais, divididos em:
• R$ 22,8 milhões para 60 hospitais sob gestão estadual
• R$ 26,6 milhões para 48 hospitais sob gestão municipal

2ª parcela
R$ 175,4 milhões para 235 hospitais, divididos em:
• R$ 82,6 milhões para 77 hospitais sob gestão municipal
• R$ 92,9 milhões para 158 hospitais sob gestão estadual


Correio do Povo

Zambelli se recusa a responder perguntas na PF e diz que está sendo perseguida

Parlamentar disse que preferiu ficar em silêncio porque sua defesa não teve acesso aos autos da investigação

Zambelli foi chamada a prestar esclarecimentos no âmbito do inquérito das fake news

Zambelli foi chamada a prestar esclarecimentos no âmbito do inquérito das fake news | Foto: Michel Jesus / Câmara dos Deputados / Divulgação / CP


Ao deixar a sede da Polícia Federal, em Brasília, na tarde desta quinta-feira, a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) disse que não respondeu às perguntas dos investigadores e que está sendo a deputada "mais perseguida". A parlamentar afirmou que preferiu ficar em silêncio, porque sua defesa não teve acesso aos autos da investigação. "Até o momento, eu não tenho nem a informação se estou aqui na condição de testemunha, na condição de investigada, em que condição eu estou", disse.

Zambelli foi chamada a prestar esclarecimentos no âmbito do inquérito das fake news, aberto em março do ano passado para apurar notícias falsas, ameaças e ofensas dirigidas a autoridades, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus familiares. A deputada classificou o inquérito como inconstitucional e defendeu ele seja suspenso. Ela disse ainda que as perguntas dos investigadores "foram feitas sem contextualização de data".

Ao contrário de outros suspeitos intimados pela Justiça, como o blogueiro Allan dos Santos e a ativista de extrema-direita Sara Winter, que não compareceram aos depoimentos, a deputada se apresentou aos policiais. "Estou fazendo questão de vir aqui hoje para mostrar que eu não tenho nada a esconder", declarou.

A Polícia Federal montou um esquema para ouvir os 29 alvos da investigação durante esta semana, mas não teve sucesso. A maioria deles se recusou a falar alegando que seus advogados não tiveram acesso ao teor completo das acusações. Em despachos, proferidos na sexta e na segunda-feira, o ministro Alexandre de Moraes, que conduz o inquérito, determinou que as defesas dos investigados agenciassem horários junto a seu gabinete para retirar cópias do processo, que não foi disponibilizado on-line em razão do sigilo da investigação.

Na semana passada, o inquérito fechou o cerco contra apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Deputados, blogueiros, ativistas e outros bolsonaristas tiveram documentos, celulares e computadores apreendidos pela PF. O Planalto, através do Ministro da Justiça, André Mendonça, enviou ao STF habeas corpus em favor dos aliados. O pedido deve ser analisado pelo Plenário da Corte na próxima sexta-feira.

Antes disso, na quarta, o Supremo deve analisar outra manifestação, esta do Procurador-Geral da República, Augusto Aras, pela suspensão temporária das investigações. Desde o início, o inquérito sofreu forte oposição do Ministério Público Federal (MPF), então chefiado por Raquel Dodge, por ter ter sido iniciado de ofício (sem provocação de outro órgão) pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli. O caso é atípico, porque a Justiça brasileira preserva o princípio acusatório, ou seja, um órgão apresenta a denúncia e outro julga. No inquérito das fake news, contudo, o próprio Supremo, que foi alvo dos ataques e notícias falsas, determinou a abertura das investigações e vai julgar os crimes.

Os questionamentos do MPF ao Supremo cessaram após a posse de Augusto Aras. Quando assumiu a chefia do órgão, em setembro, o PGR disse que Toffoli, ao determinar a abertura da apuração, "exerceu regularmente as atribuições que lhe foram concedidas" pelo Regimento Interno do STF. Agora, Aras mudou de ideia e se manifestou pela suspensão das investigações em uma ação apresentada pela Rede Sustentabilidade que, em outubro, ele próprio já havia desprezado.

Dobradinha

Este é o segundo depoimento de Carla Zambelli à Polícia Federal em menos de um mês. No dia 13 de maio, a deputada se apresentou para prestar esclarecimentos sobre uma troca de mensagens com o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. A conversa foi apresentada por ele como prova nas investigações que também correm no STF para apurar se o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir politicamente da PF para blindar aliados de investigações.

Ao tomar conhecimento do pedido de demissão iminente de Sérgio Moro que, diante da sinalização de troca do comando da Polícia Federal pelo presidente, decidiu deixar o governo, a deputada tenta convencê-lo a ficar no cargo e se prontifica a falar com o presidente sobre indicá-lo a uma vaga no STF. Ao que o ex-ministro responde "não estar à venda". Para Moro, a proposta deixou clara a tentativa de silenciá-lo diante dos desvios de Bolsonaro. A deputada, por sua vez, alega que queria apenas que o ex-juiz federal continuasse fazendo um bom trabalho no governo.


Agência Estado e Correio do Povo

Weintraub alega "liberdade de expressão" e ataca Partido Comunista Chinês

Em depoimento à PF, ministro da Educação afirmou que publicação acusada de racismo era crítica ao governo chinês, uma "ditadura comunista que despreza os princípios da democracia liberal", e não ao povo do País

Ministro da Educação entregou depoimento por escrito à Polícia Federal

Ministro da Educação entregou depoimento por escrito à Polícia Federal | Foto: Marcos Corrêa / PR / Palácio do Planalto / Divulgação / CP


O ministro da Educação Abraham Weintraub atacou o Partido Comunista Chinês em documento entregue à Polícia Federal nesta quinta, 4, no inquérito que apura suposto crime de racismo . Segundo o ministro, as publicações questionadas na investigação eram críticas ao governo chinês, uma ‘ditadura comunista que despreza os princípios que regem uma democracia liberal’, e não ao povo do País.

“Não é possível que se afirme que a postagem se dirigiu a um povo. […] O povo brasileiro tem representantes eleitos, que formalmente agem em seu nome. O povo chinês não tem nada parecido, infelizmente. O que quer que o PCC (Partido Comunista Chinês) faça não pode ser tido como expressão da vontade popular chinesa, uma ditadura comunista de partido único que despreza os princípios que regem uma democracia liberal e o Estado de Direito, campeã de violações aos direitos humanos, o que inclui até mesmo genocídio em décadas passadas”, escreveu Weintraub.

O ministro é investigado por racismo após publicar um tuíte em que insinuou que a China vai sair ‘fortalecida da crise causada pelo coronavírus, apoiada por seus ‘aliados no Brasil’. A publicação usou uma imagem de personagens da Turma da Mônica ambientada na Muralha da China e substituiu a letra “r” pelo “l”, para fazer referência ao modo de falar do personagem Cebolinha, o que foi visto como insulto aos chineses.

No depoimento, Weintraub não respondeu às perguntas dos policias , entregando uma declaração por escrito. O ministro disse que a imputação de crime decorre de ‘interpretação extensiva’ baseada em ‘sensibilidades de determinados grupos sociais’. O ministro disse que o uso da linguagem e da imagem dos personagens de quadrinhos foi para dar ‘humor’ à sua publicação, que buscava questionar o papel do Partido Comunista Chinês na pandemia do novo coronavírus.

“Não se pode imputar um crime nessas circunstâncias, sob pena de se revogar um princípio e direito maior constitucional, que é a liberdade de expressão”, escreveu o ministro, que negou ter praticado racismo com a postagem. “Onde está a discriminação ou preconceito? Há apenas referência a um governo, sem qual a mensagem seria impossível, e uso de humor, que não contém elementos para tipificação social”.

O pedido de investigação partiu do vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros ao vislumbrar que o ministro da Educação ‘teria veiculado e posteriormente apagado manifestação depreciativa, com a utilização de elementos alusivos à procedência do povo chinês, no perfil que mantém na rede social Twitter’ .

Após a manifestação de Weintraub, a Embaixada da China no Brasil repudiou sua publicação. “Deliberadamente elaboradas, tais declarações são completamente absurdas e desprezíveis, que têm cunho fortemente racista e objetivos indizíveis, tendo causado influências negativas no desenvolvimento saudável das relações bilaterais China-Brasil”, diz a nota divulgada no Twitter da Embaixada. O comunicado afirma ainda que “o lado chinês manifesta forte indignação e repúdio a esse tipo de atitude”.


Correio do Povo

Zambelli foi chamada a prestar esclarecimentos no âmbito do inquérito das fake news

POLÍTICA

Zambelli se recusa a responder perguntas na PF e diz que está sendo perseguida
Repasse de recursos federais irá beneficiar 235 hospitais do RS

Senador Jean Paul Prates é o relator da matéria

MUNDO

Senado aprova uso obrigatório de máscara em todo o País

Instabilidade começa na sexta-feira e deve se estender ao longo da semana

PREVISÃO DO TEMPO

Sexta-feira inaugura longo período de instabilidade no RS

A demora na liberação dos recursos vinha sendo criticada pelos governadores e prefeito

Bolsonaro autoriza abertura de crédito de socorro de R$ 60 bilhões para Estados

Estafe do jogador confirmou que ele jamais solicitou o benefício

ESPORTES

Dados de Neymar são usados em pedido de auxílio emergencial de R$ 600 ao governo

Última edição contabilizou mais de um milhão de visitantes

PORTO ALEGRE

Pandemia provocará mudanças nas comemorações da Semana Farroupilha

OMS anuncia retomada dos testes com hidroxicloroquina para combater a Covid-19

A OMS anunciou que retomará os testes com hidroxicloroquina para combater a Covid-19. Os testes integram o seu ensaio clínico global, o projeto Solidariedade.
A decisão vem no rastro da suspensão dos pagamentos dos Estados Unidos à entidade...

A OMS anunciou que retomará os testes com hidroxicloroquina para combater a Covid-19. Os testes integram o seu ensaio clínico global, o projeto Solidariedade. A decisão vem no rastro da suspensão dos pagamentos dos Estados Unidos à entidade...

OANTAGONISTA.COM

OMS anuncia retomada dos testes com hidroxicloroquina para combater a Covid-19 - O Antagonista

A OMS anunciou que retomará os testes com hidroxicloroquina para combater a Covid-19. Os testes integram o seu ensaio clínico global, o projeto Solidariedade. A decisão vem no rastro da suspensão dos pagamentos dos Estados Unidos à entidade...


MetSul alerta para chuva forte e frio no Rio Grande do Sul

Temperatura começa a cair no Estado no sábado

Chuva se espalhará por todo o Rio Grande do Sul nesta sexta-feira

Chuva se espalhará por todo o Rio Grande do Sul nesta sexta-feira | Foto: Alina Souza / CP Memória


A MetSul Meteorologia alertou, nesta quinta-feira, que o Rio Grande do Sul terá chuva forte e frio nos próximos dias. Conforme a previsão, uma corrente de ar mais forte trará umidade e ar quente nos baixos níveis da atmosfera, que contribui para a formação da frente fria e o ciclone que passará pelo Sul do Brasil.

A chuva começa pelo Oeste gaúcho ainda nesta quinta e a nebulosidade aumenta durante a tarde no restante do Rio Grande do Sul. Ao longo da sexta-feira, a chuva começa a se espalhar pelo território gaúcho, com risco de temporal.

No sábado, em alguns pontos, a precipitação pode ter uma redução de volume, mas ainda chove no Sul no Brasil. O dia será de muito vento e a perspectiva é que a temperatura comece a cair. Já no domingo, haverá sensação de frio, umidade e com a presença de muitas nuvens.

Correio do Povo