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Igrejas fechadas e o povo precisando de conforto espiritual
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Por Alexandre Garcia
O governo deu um respiro para as empresas que estão enfrentando dificuldades fez algumas alterações na área de tributos. O IOF para operações de crédito está zerado; o prazo de entrega do Imposto de Renda da pessoa física foi estendido em 60 dias; o pagamento do PIS/Pasep, Cofins, contribuição patronal da Previdência também foi adiado para o segundo semestre. É uma forma de aliviar as empresas que não têm condições financeiras para passar pela paralisação forçada pelo coronavírus.
Na quinta-feira (2) de manhã, na saída do Palácio da Alvorada, o presidente ouviu de uma mãe de dois filhos, que é professora autônoma, que ela não quer os R$ 600 de "coronavoucher" e sim trabalhar. As pessoas aplaudiram.
Abram as igrejas
O secretário de estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, deu entrevista dizendo que quase todas as igrejas estão abertas e as que não estão abertas precisam reabrir para receber as pessoas que precisam de conforto espiritual.
Não haverá celebrações e missas tradicionais de Páscoa para evitar aglomerações, mas as igrejas são grandes e podem comportar pessoas que fiquem separadas umas das outras.
Um juiz substituto, de Duque de Caxias (RJ), tentou suspender o decreto aprovado pelo presidente que reabria igrejas e templos. Ele conseguiu derrubar, mas a decisão foi revista e anulada.
Aulas por telefone
O papa Francisco chegou a dizer que pais e mães vão ter que retomar a função de educadores, porque eles estavam transferindo essa função para os professores.
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ESPAÇO PENSAR+ -
Eis a resposta que o pensador José Antonio Rosa publicou, ontem, no Facebook, logo após o governador do RS, Eduardo Leite, ter criticado a falta de apoio do governo federal ao RS:
- Não é verdade, governador Leite. Quem esqueceu do Rio Grande do Sul foram os próprios gaúchos. Ninguém fica impune depois de colocar o PT duas vezes no governo do estado e 16 anos comandando Porto Alegre.
O histórico do RS nos últimos 40 anos é de leniência no trato com a coisa pública. Só para entendermos o tamanho do buraco, 82% da despesa líquida do RS é com o funcionalismo público, deste percentual 60% é para pagar inativos.
Ou seja, mesmo sem o coronavírus o RS já se encontrava em situação pré-caos. Hoje o RS não paga sua dívida com a União graças a uma liminar concedida pelo STF. Sem essa liminar o RS atrasaria de 06 a 09 meses a folha de pagamento.
O coronavírus não pode ser justificativa para nada e tampouco podemos jogar nas costas da União os problemas que geramos e devemos assumir a responsabilidade. O coronavírus está ajudando a expor ainda mais a falta de vergonha na cara de muitos políticos gaúchos.
Pontocritico.com
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