O mundo está cada vez melhor

A maioria das pessoas não acredita nisso. Acha que o mundo está cada vez pior. Pergunte a qualquer um e provavelmente receberá como resposta que as coisas nunca estiveram tão ruins. Uma pesquisa de 2013 mostrou que sete em cada dez americanos acham que a pobreza está aumentando no mundo e que é impossível resolver o problema da pobreza extrema num futuro próximo. A percepção é falsa. O mundo está cada vez melhor. E eu posso provar.
Por mais que na sociedade prevaleça uma visão sombria, na realidade a miséria caiu 80% desde 1970, de acordo com economistas da Universidade de Columbia e do Massachusetts Institute of Technology.
Quando seus tataravós nasceram, há 200 anos, 94,4% da humanidade vivia na pobreza extrema. Não eram somente pobres. Eram extremamente pobres. Hoje a situação se inverteu: apenas 9,6% da humanidade vive na mesma condição. Quando seus pais eram crianças, a renda média anual da humanidade era de US$ 446 (equivalente a R$ 1.877). A média atual é de US$ 10.172 (mais de R$ 40 mil).
Pense agora nas guerras. O mundo sempre foi repleto de conflitos violentos, não há dúvida. Mas até as carnificinas estão virando raridade. Há 12 guerras acontecendo atualmente. Há 30 anos havia 23. O número de países que ataca seus próprios cidadãos também caiu, de 15% a 20% entre as décadas de 1950 e 1990, para 5% faz mais de uma década.
O principal motivo é a expansão da democracia. Em 1942, quando a Segunda Guerra Mundial matava milhões, apenas 9,41% dos países eram democráticos. Atualmente mais de metade do planeta, 55,8%, vive em uma democracia.
A fome, um problema que acompanhou a humanidade por séculos, hoje atinge uma parcela ínfima da população mundial: caiu 39% desde 1990. Graças a uma alimentação melhor e progressos na medicina, como as vacinas, antibióticos e transplantes, a expectativa de vida saltou de apenas 52 anos em 1960 para 72 anos hoje. Quando seus bisavós nasceram, a mesma expectativa não passava dos 40 anos.
E não vivemos apenas por mais tempo. As crianças estão cada vez mais inteligentes e mais cultas. Na época dos seus tataravós, apenas 12,5% da população mundial sabia ler e escrever. Quando seus bisavós nasceram, a situação não era muito melhor: 21,4% das pessoas eram alfabetizadas. O índice hoje é de 85,3%.
E também vivemos melhor. Até a poluição caiu. O número de mortes causadas pela poluição do ar caiu de 132,23 óbitos por 100 mil pessoas em 1990 para 99,7 mortes por 100 mil pessoas em 2015.
Depois de tudo isso, alguém pode argumentar que vivemos mais, melhor, mas estamos estressados pela falta de tempo e pelas aflições da vida moderna. Mas até isso é falso. No fim do século XIX, a média de trabalho por semana era de 66 horas. A jornada na maior parte do planeta atualmente não passa de 40 horas semanais.
Todas essas conquistas não são fruto do acaso. O mundo prosperou à medida que o capitalismo ganhou força na maioria dos países, permitindo a livre circulação de ideias, produtos e pessoas. E até para quem acha que, apesar de tudo isso, o capitalismo nos torna mais egoístas, a verdade é o oposto: as sociedades capitalistas são mais generosas do que as sociedades coletivistas do mundo real.
Atenciosamente,

Jones Rossi, editor de Ideias

Ponto Crítico

Ponto Crítico

SISTEMA ESQUIZOFRÊNICO

XIX - 038/19 - 04/ 12/ 2019

SIRENE DA LAVA JATO

Desde o momento em que foi acordado pelas sirenes da Operação Lava-Jato, cujos sons estridentes anunciavam o tamanho da onda de CORRUPÇÃO já entranhada por todos os cantos do nosso empobrecido Brasil, o povo, em busca de proteção contra a bandidagem, foi para as ruas. A seguir, mais precisamente no dia 28/10/2018,  elegeu o presidente Jair Bolsonaro. 

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EQUÍVOCO

Por tudo que li, ouvi e assisti, nunca tive dúvida de que a grande maioria dos eleitores que votou no atual presidente o fez porque estava convencida de que Bolsonaro, por ser um CAPITÃO REFORMADO DO EXÉRCITO, seria capaz de resolver, a qualquer tempo, tudo aquilo que o Brasil precisa para se tornar um país realmente JUSTO e longe das TREVAS.

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PRESIDENTE DO PODER EXECUTIVO

Passados 11 meses desde que foi empossado, a realidade  mostra, com todas as letras, que o Bolsonaro foi eleito PRESIDENTE DO PODER EXECUTIVO. Como tal, a maioria das decisões que toma e/ou tem interesse depende da aprovação dos PODERES - LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO, cujos presidentes nunca mostram pressa, e na maioria das vezes nem vontade, para  apressar as REFORMAS.

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REFORMA TRIBUTÁRIA É FUNDAMENTAL

Nesta semana, por exemplo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia disse, alto e bom tom em evento que contou com a participação de empresários, que considera a REFORMA TRIBUTÁRIA ((PEC 45/19), a qual já está sendo analisada na Casa, FUNDAMENTAL para o crescimento econômico e para destravar a economia do País, com impactos a curto prazo MAIS IMPORTANTES do que as REFORMAS DA PREVIDÊNCIA e ADMINISTRATIVA.

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Ora, se Maia realmente pensa assim, aí a pergunta que se impõe é a seguinte: - Por que o PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS não propõe, diante da necessidade urgente, o cancelamento do RECESSO PARLAMENTAR e se compromete com a tramitação das DUAS REFORMAS?

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UM É REFÉM DO OUTRO

De novo: caso vigorasse o SISTEMA PARLAMENTARISTA no nosso empobrecido Brasil, TODAS AS REFORMAS teriam tramitado e em tempo bem curto, visto que o governo representaria a MAIORIA DO PARLAMENTO. Ou seja o governo seria o próprio parlamento, sem necessidade de negociar medida a medida (PEC a PEC, PL a PL).

Como bem diz o pensador Vinicius Boieira, que preside o Movimento Parlamentarista Brasileiro, a responsabilidade não seria exclusiva do presidente e sim de toda a Câmara. Quando da escolha do governo as medidas necessárias já estariam certas e decididas. Nesse nosso SISTEMA ESQUIZOFRÊNICO, onde a responsabilidade é do PRESIDENTE DO EXECUTIVO, que não manda nada, e o poder de decisão é do CONGRESSO, que não responde por nada, as coisas não vão andar. Nunca! Um é refém do outro.

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MARKET PLACE

LOBBY DA MÍDIA -

Ontem, 3a feira, 3, a MP 892/2019, que desobrigava as empresas de publicar balanços e/ou documentos de publicação obrigatória em jornais impressos, CADUCOU. Em palavras bem diretas, o -lobby- da mídia impressa funcionou e acabou "CONVENCENDO" os parlamentares para que não votassem a MP.

Os parlamentares -CONVENCIDOS- entendem que a publicação dos balanços é uma FONTE DE RECEITA PARA OS JORNAIS. Assim, a desobrigação afetaria as finanças de veículos de comunicação. Que tal? 

Ou seja, nem mesmo o fato da MP tornar GRATUITA a publicação obrigatória de balanços e outros documentos nos sites da Comissão de valores Mobiliários (CMV), os deputados moveu os deputados do CONVENCIMENTO DA MÍDIA. Pode?

ESPAÇO PENSAR+ -

Eis o texto do pensador e vereador de Porto Alegre, Felipe Camozzato - O POVO - A INSTITUIÇÃO QUE FUNCIONA-:

Não é novidade para ninguém que o Brasil é um país diverso e cheio de tradições. Cada estado e região tem seus pratos típicos, suas danças e, alguns, possuem até mesmo as suas vestimentas típicas – tudo isso é o que torna essa uma nação verdadeiramente grande. Entretanto, algumas tradições, das quais não nos orgulhamos nem um pouco, permeiam a cultura nacional e, de maneira muito dura, inibem o nosso desenvolvimento enquanto sociedade.

A principal delas é a instabilidade institucional ou, como preferem chamar os acadêmicos do direito, a insegurança jurídica. As decisões judiciais nunca são definitivas, as leis e suas interpretações estão em permanente mudança, os contratos são descumpridos com frequência e a única certeza que resta ao cidadão brasileiro é a de que não há como ter certeza alguma sobre o seu futuro.

Contudo, nos últimos anos, observamos o amadurecimento e o fortalecimento de uma instituição que outrora se encontrava adormecida e passiva à realidade na qual estava inserida. Essa instituição se chama povo
brasileiro que, em parcela significativa, tem se feito presente nas ruas e nas redes sociais, impondo sua agenda e a sua voz.

O povo não mais assiste as mudanças políticas bestializado, atônito e surpreso, como descreveu Aristides Lobo ao comentar a proclamação da República pelo Marechal Deodoro da Fonseca em 1889. Pelo contrário, suas
investidas são insistentes, por vezes imprevisíveis, porém sua orientação é objetiva e implacável: quer ordem, progresso, respeito e igualdade perante a lei, além de maior rigor contra o crime e menor intervenção estatal na vida do cidadão, na forma de menos impostos e burocracia.

Se o Congresso não o atende, lá está o povo brasileiro para pressioná- lo. Se o Supremo Tribunal Federal o envergonha, prontamente essa instituição responde de forma enérgica. Se a imprensa perverte uma notícia ou o famoso relativiza uma perversão moral/legal, a rede social inunda-se de protestos. Com chuva ou sem chuva, no verão ou no inverno, de norte a sul, o povo lá está.

Podemos nos orgulhar de viver em um momento histórico onde, pelo esforço de indivíduos determinados, construímos um caldo de cultura que permitiu decidíssemos qual caminho queremos seguir. Apesar de tudo isso, a jornada ainda está longe de chegar ao fim e o caminho pelo qual a sociedade brasileira deverá trilhar para conquistar seus objetivos ainda está recheado de desafios.

Por isso, quando me perguntam o que será do futuro do Brasil e de sua estabilidade, eu respondo: devemos olhar para nossa instituição que funciona, para aprendermos com ela. O povo tem sido supremo, então que emane seu poder e nos inspire a construir uma nova tradição de estabilidade nas demais instituições.

FRASE DO DIA

O Brasil é o país do futuro, mas para tanto é preciso decidir que o 'futuro' é amanhã. E, como bem sabem, isto significa que as decisões difíceis têm que ser tomadas hoje.

Margaret Tatcher

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Simone Tebet contraria Alcolumbre e pauta 2ª instância para semana que vem na CCJ

Estratégia era aguardar que Câmara votasse proposta sobre o tema antes dele ser pautado no Senado

Tebet pautou para terça-feira prisão em segunda instância na CCJ do Senado

Tebet pautou para terça-feira prisão em segunda instância na CCJ do Senado | Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado / CP

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A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), pautou para a próxima terça-feira (10) o projeto de lei que autoriza a prisão após condenação em segunda instância. A decisão contraria estratégia do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e de alguns líderes partidários que queriam aguardar a Câmara votar uma proposta sobre o tema para só depois pautar o assunto no Senado.

Nesta quarta-feira, um grupo de parlamentares entregou manifesto com assinatura de 43 senadores pedindo para votar a proposta. O argumento é que Alcolumbre e os líderes do Senado estão adiando a discussão mesmo que a maioria da Casa defenda a votação da proposta.

Diante da "revolta" dos liderados, a presidente da CCJ afirmou que só pode suspender a tramitação de uma proposta no colegiado se essa for a decisão da maioria da comissão ou da unanimidade dos líderes do Senado. Pelo menos dois líderes são a favor de votar a proposta independentemente da Câmara: PSL e Podemos.

Na terça-feira, o projeto será o primeiro item da pauta na CCJ. O relatório da senadora Juíza Selma (PODE-MT) dando aval ao projeto já foi lido. "É meu dever pautar imediatamente para a próxima sessão da CCJ do Senado, como primeiro item da pauta, o projeto de lei do senador Lasier Martins", afirmou a presidente do colegiado.

Após a CCJ, o projeto ainda precisa passar pelo Plenário, onde depende da aprovação de 41 senadores entre os 81 integrantes da Casa ou da maioria dos parlamentares presentes na sessão.


Agência Estado, Agência Brasil e Correio do Povo


Estado busca recuperar R$ 150 milhões sonegados por rede farmacêutica com cobranças judiciais

Grupo que não pagava ICMS praticava "fraude estruturada" de "inadimplência contumaz”, diz Receita Estadual da Secretaria da Fazenda

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Tiroteio na base de Pearl Harbour deixa várias feridos e ao menos um morto

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CRISE DERRUBA POPULARIDADES!

(Fernanda Simas  - O Estado de S. Paulo, 03) De cunho político ou econômico, onda antiestablishment que atingiu países sul-americanos derrubou a popularidade dos presidentes do Chile, da Bolívia, do Equador e da Colômbia. Confrontos deixaram ao menos 38 mortos e 4.700 feridos.
Desde outubro, uma onda antiestablishment atingiu a América do Sul, agravando a crise de governos tanto de esquerda quanto de direita. A insatisfação, de cunho econômico ou político, derrubou a popularidade de quatro presidentes sul-americanos, o que ajudou a colocar ainda mais lenha na fogueira dos confrontos, que deixaram ao menos 38 mortos e 4.700 feridos.
“Já tivemos outros governos com pouca aprovação, mas sem protestos desse tamanho. Agora, a baixa popularidade é uma causa e uma consequência. Há uma correlação”, disse ao Estado o cientista político Frédéric Massé, da Universidade Externado da Colômbia, de Bogotá.
No Chile, o presidente Sebastián Piñera assumiu o cargo em 2018 com 51% de aprovação. Em outubro, pouco antes dos protestos, o índice era de 31%. O estopim da insatisfação foi de cunho econômico, o aumento do preço da passagem de ônibus: de 800 pesos (R$ 4,10) para 830 pesos (R$ 4,26). Ao longo das manifestações, a crise se somou a outras demandas populares, como a mudança da Constituição – que data da ditadura de Augusto Pinochet. Hoje, a popularidade de Piñera está em 12%.
No Equador, o estopim foi o anúncio do corte dos subsídios no preço do combustível, em vigor há 40 anos, e a redução dos benefícios do setor público. O presidente Lenín Moreno, que contava com 65% de aprovação quando assumiu o cargo, em 2017, chegou a 31% após adotar ajustes econômicos coordenados com o FMI.
A insatisfação popular também derrubou a popularidade de Iván Duque, presidente da Colômbia, e de Evo Morales, da Bolívia. Em ambos os casos, a crise é mais política do que econômica.
Na Colômbia, Duque assumiu em 2018 com 53,8% de aprovação. Após deixar de cumprir partes do acordo de paz fechado por seu antecessor com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e ser acusado de negligenciar políticas voltadas para líderes camponeses, perdeu apoio. Pouco antes de os protestos começarem, ele tinha aprovação de apenas 26% dos colombianos.
Na Bolívia, o desgaste com o governo de Evo, que durou quase 14 anos, culminou com acusações de fraude na eleição de 20 de outubro – as denúncias foram comprovadas por uma missão da OEA. Isolado pelos protestos de rua, pela pressão do empresariado de Santa Cruz e sem apoio dos militares, ele renunciou e partiu para o exílio no México.
A onda atual de protestos de largo espectro desafia também a análise tradicionalmente simplificada da história latino-americana. Nos anos 60, era a cruzada socialista de Fidel Castro contra o imperialismo ianque. Nos anos 80, houve a “década perdida” da estagnação econômica. Nos anos 90, a virada do neoliberalismo, seguida por uma “maré rosa” de governos esquerdistas, nos anos 2000.
O pêndulo político que oscilava entre esquerda e direita parece ter desaparecido. A onda de protestos tem obrigado os acadêmicos a superar a simplificação histórica e buscar análises mais sofisticadas.
Michael Shifter, do centro de estudos Diálogo Interamericano, aponta o papel do celular nas manifestações recentes na América do Sul. Além de ajudar a concentrar multidões, a era da informação trouxe exemplos de outros cantos do mundo, como Hong Kong, França e Iraque, e apresentou um padrão de vida que muitos na região deixaram de ter.
“É um ressentimento generalizado contra quem detém serviços”, lembra Shifter. “Essas pessoas querem mais direitos e, muitas vezes, são questões difíceis de quantificar, como o acesso à Justiça e a serviços públicos de qualidade.”
Em paralelo, segundo ele, as bolhas e a disseminação de notícias falsas aumentam a radicalização política. “As pessoas estão com muita raiva, em um nível poucas vezes visto”, afirma Shifter. “Além disso, parecem dispostas a tolerar um alto grau de violência.”
Para Massé, as manifestações estão sendo instrumentalizadas por elementos extremos, mas analisar a crise exige muito mais do que isso. “São protestos contra diferentes tipos de governos. Os fatores em comum são a insatisfação e a vontade de ter mais voz dentro da política.”


Ex-Blog do Cesar Maia

Caxias do Sul (RS) deve receber R$ 200 milhões para construir novo aeroporto

Termo de compromisso foi assinado com a Anac pela prefeitura nesta quarta-feira

| Foto: Republicanos / Divulgação CP

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Foi realizado nesta quarta-feira o ato de assinatura do termo de compromisso para a construção do novo aeroporto de Caxias do Sul, a ser erguido na localidade de Vila Oliva. O documento, pactuado entre a Secretaria Nacional de Aviação Civil e a prefeitura, prevê o repasse do governo federal de R$ 200 milhões para a realização da obra. “É uma conquista da Serra gaúcha, que deverá beneficiar a população de 53 municípios. O empreendimento poderá coroar o projeto de desenvolvimento econômico e social de uma região que apresenta forte vocação no turismo, na indústria e na agricultura”, destacou o deputado federal Carlos Gomes (Republicanos), que participou do ato.

O secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, explicou que a agora haverá os encaminhamentos para os processos de licitação e de desapropriação das famílias que vivem nas cercanias do local onde será instalado o novo terminal.

“É um dia histórico para a nossa gente. A previsão é de que até 2,7 mil empregos, diretos e indiretos sejam criados a partir da construção do aeroporto da Vila Oliva, que será entregue à comunidade em, no máximo, quatro anos”, disse o prefeito Daniel Guerra (Republicanos). Também participaram do encontro o secretário de Planejamento de Caxias do Sul, Fernando Mondadori, e o chefe de gabinete da administração municipal, Chico Guerra.


Correio do Povo


NEGÓCIOS

Menos drones, mais Google: a Alphabet com Pichai

Investidores esperam que o indiano Sundar Pichai, novo presidente da holding Alphabet, reavalie apostas ousadas, além das caras

MUNDO

Protestos, acordo com UE e taxas dos EUA: a cúpula do Mercosul começa

Cúpula que reunirá presidentes dos países membros do bloco será marcada pela despedida de Mauricio Macri

ECONOMIA

Opep se reúne por novo corte de produção para elevar preço do petróleo

Organização que reúne grandes produtores, como Arábia Saudita e Rússia, tenta segurar artificialmente os preços em meio à guerra comercial

BRASIL

Curtas – uma seleção do mais importante no Brasil e no mundo

Senado aprova reforma dos militares; Pacote anticrime sem Moro

REVISTA EXAME

Unicórnios brasileiros: a geração do bilhão

A onda de startups brasileiras que chegam a um valor de mercado de US$ 1 bilhão está ganhando corpo. Elas inserem o Brasil num mercado global em ebulição

Justiça nega pedido do Cpers e autoriza corte do ponto de professores em greve

Servidores paralisaram atividades escolares em protesto contra pacote de reformas do governo Leite

Por Lucas Rivas / Rádio Guaíba

Servidores paralisaram atividades escolares em protesto contra pacote de reformas do governo Leite

Servidores paralisaram atividades escolares em protesto contra pacote de reformas do governo Leite | Foto: Alina Souza / CP Memória

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O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul negou, nesta quarta-feira, um pedido de liminar protocolado pelo Cpers a fim de impedir o corte do ponto dos professores em greve. A paralisação na rede estadual de ensino começou em 18 de novembro. O sindicato que representa os educadores alegou que o Executivo não pode descontar os dias parados dos servidores, já que não vem pagando os salários em dia. O desembargador Glênio José Wasserstein Hekman, do TJRS, negou o recurso do Cpers.

“Primeiro, inexiste o ato concreto de corte de ponto; segundo, porque não restou caracterizado, de pronto, a conduta ilícita do Poder Público, considerando a jurisprudência dos tribunais”, despachou o magistrado. A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) já havia argumentado que as alegações do sindicato não podiam servir de justificativa, uma vez que a crise fiscal vivida pelo Estado alterou o cenário de pagamento do funcionalismo, que já amarga 48 meses de parcelamento.

No dia 22 de novembro, o governador Eduardo Leite (PSDB) assinou ofício confirmando o corte de ponto dos professores que entraram em greve. O tucano colocou-se a disposição para negociar a primeira semana de paralisação, porém depois de cinco dias de greve definiu pelo desconto em folha. “O governo está aberto ao dialogo, mas não dá para aceitar que essa greve ocorra sem justificativa, por conta da prestação de um serviço que é essencial, em fim de ano letivo, para a população”, afirmou.

Os educadores cruzaram os braços em protesto contra o pacote enviado pelo Executivo à Assembleia, alterando as regras do funcionalismo e o plano de carreira dos servidores. Após o corte, o Cpers ingressou na Justiça e criticou a decisão de Leite. O sindicato classificou de “ameaça vazia” e medida “inócua”, por falta de “respaldo legal”, o anúncio do corte de ponto. Para a entidade, é uma “cruel ironia” cortar um salário que a categoria não sabe quando vai ser pago.


Rádio Guaíba e Correio do Povo


GOVERNO

Países do Mercosul assinam nesta 5ª acordos para proteção mútua do bloco

Envolvem direito do consumidor

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CONGRESSO

Câmara aprova versão light do pacote anticrime do ministro Sergio Moro

Excludente e 2ª Instância retirados

CONGRESSO

Senado aprova reforma da Previdência de militares e reestruturação da carreira

Foi aprovado simbolicamente

JUSTIÇA

MPF abre investigação penal contra procurador da Lava Jato

Dario Messer cita Januário Paludo

CONGRESSO

Joice diz que Bolsonaros comandam ‘gabinete do ódio’ com 1,8 milhão de robôs

Deputada falou à CPMI das Fake News

GOVERNO

Bolsonaro come pastel em feira popular de Brasília

Priorizou Record em entrevista

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Pacote anticrime flerta com o revolucionário e o inaceitável, avalia Paula Schmitt

Grupos impedem o debate produtivo

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Salles vira réu por mandar tirar busto de Lamarca de parque em SP

Ministro era secretário no governo de SP

JUSTIÇA

STF conclui julgamento e libera uso de dados sigilosos sem autorização

Corte exigiu comunicação formal

JUSTIÇA

Juiz suspende nomeação do presidente da Palmares por desvio de finalidade

Sérgio Camargo assumiu em 27.nov

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Lula, Dilma e Palocci são absolvidos no caso do ‘quadrilhão do PT’

Mantega e Vaccari Neto também

Opinião

Em busca de sentido para o tuíte de Trump sobre Brasil e Argentina, escreve Canuto

Acusação do presidente não faz sentido


Quinta-feira será de instabilidade e calor RS

Porto Alegre deve registrar mínima de 17ºC e máxima de 27ºC.

Porto Alegre deve registrar mínima de 17ºC e máxima de 27ºC.

Porto Alegre deve registrar mínima de 17ºC e máxima de 27ºC. | Foto: Alina Souza / CP Memória

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O sol volta a aparecer entre nuvens em grande parte do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. Entretanto, não se descarta a possibilidade de maior nebulosidade e instabilidade em algumas regiões do Estado.

Segundo a MetSul Meteorologia, o tempo deve ficar firme com a ajuda do ingresso de ar mais seco no Oeste e no Sul gaúcho. Na Metade Norte, haverá mais nuvens com chance de precipitação irregular, principalmente nos períodos da madrugada e manhã desta quinta-feira. Na parte da tarde e noite, o tempo deve melhorar.

As temperaturas serão amenas nesta quinta-feira. O RS deve ter temperatura abafada já nas primeiras horas do dia. É o caso de São Miguel das Missões que terá mínimas de 18ºC e máximas de 26ºC. Os termômetros mais altos não devem passar dos 28ºC. Já Porto Alegre deve registrar mínima de 17ºC e máxima de 27ºC.

Mínimas e máximas

Torres 18ºC / 23ºC
Caxias do Sul 15ºC / 23ºC
Erechim 17ºC / 25ºC
Santa Maria 17ºC / 28ºC
Uruguaiana 16ºC / 26ºC
Bagé 16ºC / 25ºC
Chuí 15ºC / 25ºC


MetSul Meteorologia e Correio do Povo


Inter perde para o São Paulo e não alcança mais vaga direta na Libertadores

DANI HEROK

Primer: saiba tudo esse favorito da make

MODA

Claire Foy e Emma Watson no calendário da Pirelli 2020
Zé Ricardo vê vitória justa do São Paulo sobre o Inter: "Não fizemos por merecer"

GRÊMIO

David Braz projeta 2020 e revela torcida pela permanência de Tardelli
Luciano exalta crescimento e espera mais evolução no próximo ano


ESPORTES

Ceará perde para o Corinthians e volta a correr risco de cair

Vitória da equipe paulista também colocou pressão sobre o time do Inter


ESPORTES

Athletico-PR vence o Santos na Arena da Baixada

GERAL

Apostador de São Gonçalo leva mais de R$ 51 milhões na Mega-Sena

MUNDO

Inquérito de impeachment de Trump deve ter infrações além da Ucrânia

CÚPULA DO VALE DOS VINHEDOS

Ernesto Araújo defende Mercosul aberto e democrático

VÍDEO: ‘Mamãe Falei’ xinga sindicalistas e clima esquenta na Alesp

Pau quebrou

Por Pedro Carvalho

(Reprodução/Reprodução)

O clima esquentou na Assembleia Legislativa de São Paulo durante a votação da Reforma da Previdência estadual. O deputado Arthur ‘Mamãe Falei’ do Val (Sem Partido) foi à tribuna e chamou sindicalistas – deputados ou não – de “bando de vagabundos” e a confusão foi armada. O deputado Luiz Fernando Teixeira (PT) foi para cima do colega, que chegou a armar posição para trocar sopapos no Plenário. A sessão foi suspensa.

O presidente da Casa, Cauê Macris (PSDB), mandou trancar o Plenário. Quem ficou para fora, não entra; quem está dentro, não sai.

Veja o vídeo:


Veja