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Justiça absolve Lula e Dilma no caso chamado de "quadrilhão do PT"
Juiz avaliou que denúncia não apresentou provas dos delitos imputados

| Foto: ABr / Divulgação CP
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A Justiça Federal do Distrito Federal absolveu nesta quarta-feira os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto no caso que ficou conhecido como "quadrilhão do PT". Os cinco viraram réus por organização criminosa, mas acabaram absolvidos por decisão do juiz Marcus Vinicius Reis Bastos.
"A denúncia apresentada, em verdade, traduz tentativa de criminalizar a atividade política. Adota determinada suposição - a da instalação de 'organização criminosa' que perdurou até o final do mandato da ex-presidente Dilma Vana Rousseff - apresentando-a como sendo a 'verdade dos fatos', sem nem sequer se dar ao trabalho de apontar os elementos essenciais à caracterização do crime de organização criminosa", escreveu o juiz.
Para Reis Bastos, a denúncia da Procuradoria-Geral da República "não contém os elementos constitutivos" do delito previsto na lei relativa à organização criminosa. "A narrativa que encerra não permite concluir, sequer em tese, pela existência de uma associação de quatro ou mais pessoas estruturalmente ordenada, com divisão de tarefas, alguma forma de hierarquia e estabilidade", afirmou.
Em outubro, a procuradora da República no Distrito Federal Marcia Brandão Zollinger se manifestou pela absolvição sumária dos petistas. Segundo ela, "a utilização distorcida da responsabilização penal, como no caso dos autos de imputação de organização criminosa sem os elementos do tipo objetivo e subjetivo, provoca efeitos nocivos à democracia, dentre eles a grave crise de credibilidade e de legitimação do poder político".
Ao apresentar a denúncia, no dia 5 de setembro de 2017, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, alegou que, pelo menos desde meados de 2002 até 12 de maio de 2016, os denunciados "integraram e estruturaram uma organização criminosa" com atuação durante o período em que Lula e Dilma ocuparam a Presidência da República. Ainda segundo a acusação da Procuradoria, os acusados se uniram "para cometimento de uma miríade de delitos, em especial contra a administração pública em geral".
Conforme Janot, o esquema de corrupção instalado na Petrobrás, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e no Ministério do Planejamento permitiu que os políticos denunciados recebessem, a título de propina, pelo menos R$ 1,48 bilhão. A investigação relativa ao "quadrilhão do PT" foi aberta na primeira leva de inquéritos pedidos por Janot ao Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Lava Jato, em março de 2015. Durante as investigações, a própria Procuradoria-Geral solicitou o fatiamento do inquérito em quatro, para investigar, separadamente, políticos do PT, do PP, do MDB da Câmara e do MDB do Senado.
Na época da apresentação da denúncia, o PT afirmou que a acusação era "fruto de delírio acusatório, ou, mais grave, do uso do cargo para perseguição política". A defesa de Lula disse que o petista "não praticou qualquer crime e muito menos participou de uma organização criminosa". O advogado de Vaccari classificou a acusação de "totalmente improcedente". Dilma, Palocci e Mantega não se manifestaram na ocasião.
Correio do Povo
Joice acusa Carlos e Eduardo Bolsonaro de controlarem "milícias virtuais", em CPMI
Deputada afirmou que "quase 2 milhões de robôs seguem perfis do presidente e do deputado

Deputada apresentou reproduções de conversas que seriam de operadores do grupo | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / ABr / Divulgação CP
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Ex-líder do governo no Congresso, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) presta depoimento na tarde desta quarta-feira, na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News. Na apresentação, Joice expôs capturas de telas de internet que mostram conversas entre supostos grupos de políticos, assessores parlamentares e influenciadores digitais que seriam ligados ao presidente Jair Bolsonaro nas quais articulam ataques a ex-aliados dele. Joice disse que o presidente tem publicações impulsionadas por robôs. "São quase dois milhões de robôs seguindo dois perfis, sendo 1,4 milhão no perfil de Jair Bolsonaro e 468 mil no perfil de Eduardo Bolsonaro."
Segundo Joice, um dos mais ativos grupos de propagadores de notícias falsas e difamações seria o chamado "Gabinete do Ódio", que seria integrado pelos assessores especiais da Presidência da República Filipe Martins, Tercio Arnaud, José Matheus e Mateus Diniz. Para ela, esses assessores são pautados por filhos de Bolsonaro, em especial o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PSC). Outro influenciador ligado ao grupo seria o escritor Olavo de Carvalho.
"Eu quero crer que o presidente não sabe disso", comentou Joice, ao citar a ação das supostas redes de difamação que, de acordo com dados apresentados por ela, fazem amplo uso de perfis falsos em redes sociais.
A deputada do PSL de São Paulo afirmou ter começado a investigar as estratégias de difamação de antigos aliados de Bolsonaro desde que foi destituída da liderança do governo e passou ela própria a ser alvo dos ataques. Em sua pesquisa, que teria gerado 174 páginas salvas e já autenticadas por um especialista, Joice contou ter encontrado o valor médio de R$ 20 mil para a contratação de campanhas impulsionadas por robôs.
Além da própria deputada do PSL, teriam sido vítimas das milícias virtuais ex-ministros, como Gustavo Bebianno e Carlos Alberto Santos Cruz, além do vice-presidente Hamilton Mourão. Também citou como alvos o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os deputados Alexandre Frota (PSDB-SP), Dayanne Pimentel (PSL-BA), Delegado Waldir (PSL-GO); além de youtubers e artistas.
Joice também afirmou não saber quem financia tal cadeia de difamação, mas sugeriu à comissão que "siga o rastro do dinheiro porque estamos falando de milhões de reais". Apesar de não apontar eventuais financiadores do esquema, a deputada declarou que boa parte da fonte das notícias falsas e campanhas difamatórias tem origem em gabinetes de políticos aliados, tocadas por assessores e pelos próprios legisladores.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
AL-RS tem sessão da urgência para revisão de carreiras marcada por discussões entre parlamentares
Deputados debateram retirada de urgência na tramitação do projeto de revisão das carreiras e da Previdência pública do funcionalismo estadual
Por Luiz Sérgio Dibe

Deputados debateram retirada de urgência na tramitação do projeto de revisão das carreiras e da Previdência pública do funcionalismo estadual | Foto: Celso Bender / Agência ALRS / CP
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Deputados debateram a retirada do regime de urgência na tramitação do pacote de projetos para revisão das carreiras e da Previdência pública do funcionalismo estadual, nesta quarta-feira, em uma sessão marcada por discussões e cobranças por posicionamentos entre parlamentares. Apesar das propostas do governador Eduardo Leite (PSDB) somente terem condições de chegar ao plenário em 17 de dezembro, os encaminhamentos sobre projeto que autoriza a criação de 41 cargos em comissão no Ministério Público (MP) esquentou os debates sobre as repercussões fiscal e social das medidas do Executivo.
Logo na abertura dos trabalhos, Rodrigo Maroni (Pode) discursou elogiando a iniciativa de seu presidente, deputado Luís Augusto Lara (PTB), de revelar sobre o pedido para que o governador retire a medida de urgência no trâmite das matérias. "É impossível, num tempo exíguo como esse, mexer nas carreiras e entender que tipo de impacto terá para os servidores", somou-se a deputada Sofia Cavedon (PT).
As falas foram rebatidas pelo líder do Novo, Fábio Ostermann, que disse considerar que a retirada da urgência coloca em risco de postergação a reforma com a qual afirma concordar. "É urgente e crucial", qualificou. Luciana Genro, líder do PSol, divergiu. "É preciso mais tempo para evitarmos que ocorram injustiças, como análises têm demonstrado", declarou, citando o maior distanciamento entre as remunerações de Praças e oficiais da Brigada Militar", calculado a partir da fórmula proposta pelo governo. "Aumentará o abismo", descreveu.
Após as comunicações dos líderes, a abertura das discussões sobre o PL 9 2018, pelo qual o MP buscava criar novos cargos - com impacto orçamentário estimado entre R$ 2,5 e R$ 3 milhões anuais - voltou a ensejar discussões em torno do pacote. "Deveríamos estar discutindo uma reforma nas carreiras de todos os poderes do Estado. Se enfrentarmos onde estão os maiores salários, em vez de sacrificarmos o lado mais fraco, daí, sim, poderíamos chamar de reforma", suscitou Jeferson Fernandes (PT). "Todos temos responsabilidades com as mudanças que vamos votar. Então peço que pensem ao votar e registrar seu nome hoje naquele painel, pois ele será lembrado muitas vezes ao longo das próximas semanas e meses", apontou Fábio Ortermann (Novo), em um segundo pronunciamento.
Líder do PSL, Luciano Zucco declarou da tribuna o voto contrário ao pacote do governador, na sua forma atual, e anunciou voto contrário também ao projeto do MP. "Votarei a favor. Esse recurso não voltará ao Executivo e os argumentos apresentados por quem é contra parecem uma tentativa de discurso fácil, para agradar quem o escuta", rebateu o líder do PSDB, Mateus Wesp.
Clima esquentou
A resposta de Wesp a Ostermann fez com que o deputado do Novo se dirigisse para discursas pela terceira vez da tribuna. "Lamento profundamente que o deputado Wesp venha dizer que a posição contrária é uma postura demagógica. Imaginem se um deputado fosse aos outros poderes e fizesse igual ao chefe de um quase poder, que vem aqui e se abanca no ambiente reservado aos parlamentares para articular seus argumentos. Mateus, tu deveria te envergonhar de declarar apoio depois de ter a LDO e a LOA que relataste modifica por decisão judicial. Vai ser muito difícil aprovar o pacote do teu governo, principalmente com membros da base votando a favor do aumento de despesas", cobrou Ostermann.
Ex-presidente da Casa e um dos mais antigos deputados da atual Legislatura, Édson Brum (MDB) ingressou no debate: "Uns são a favor, outros contra. O que não pode é um deputado polemizar a declaração do outro. Todos temos nossos compromissos e devemos ser respeitados. Fábio (Ostermann), tá na hora de aprender. São 11 meses. Não tem mais a desculpa de ser novo. Mateus (Wesp), é difícil, para um governo que cria honorário de sucumbência para procurador, querer que deputado tire de professores", desferiu Brum, que votou favorável ao projeto do MP.
Matérias aprovadas
Além da proposta do MP, que permitirá a criação de 41 cargos em comissão, a Assembleia também aprovou o PL 231 2019, do líder do Democratas, deputado Rodrigo Lorenzoni (DEM), que institui a Declaração Estadual de Direitos de Liberdade Econômica, estabelecendo normas para atos de liberação de atividade econômica e análise de impacto regulatório. "Normalmente quem desempenha atividades de baixo e médio riscos são as menores empresas. A lei beneficia principalmente estes pequenos empreendimentos", comentou o autor da proposta. "Ao legislar sobre direito econômico, apesar da boa intenção do deputado, o projeto é inconstitucional pois invade a competência federal e contém erros por deixa de prever direitos do consumidor e da sociedade, além de engessar o poder público para gerar incentivos pois define que devem haver isonomia no apoio aos diversos setores da economia", contestou o líder da bancada do PT, Pepe Vargas.
Também foram aprovados o PL 221 2018, do deputado Zé Nunes (PT), que reconhece como de relevante interesse cultural e turístico o Caminho Pomerano de São Lourenço do Sul; o PL 51 2019, da deputada Franciane Bayer (PSB), definindo que 5% do valor do patrocínio aplicado pelas empresas públicas do Estado ao futebol profissional deverá ser destinado ao desenvolvimento do futebol feminino; o PL 207 2019, do deputado Fernando Marroni (PT), que declara o município de Arroio Grande como "Terra de Mauá" e, por fim, o PL 65 2017, do deputado Gabriel Souza (MDB), que inclui a Festa do Butiá, realizada no Município de Giruá, no Calendário Oficial de Eventos do RS.
Correio do Povo
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Com revés para Moro, Câmara aprova texto-base do pacote anticrime
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RADAR
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TELEVISÃO
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Gravada com antecedência, final do reality show 'Canta Comigo' foi ao ar na noite desta quarta-feira 4
Criminosos fogem com reféns em capô de carro em SC
Homens armados invadiram duas instituições financeiras no centro do município de Vidal Ramos, a cerca de 170 km de Florianópolis, na manhã desta quarta-feira (4). Após o assalto, os homens mativeram reféns. Leia mais notícias ► http://correiodopovo.com.br/ Facebook ► https://www.facebook.com/correiodopovo Twitter ► https://twitter.com/correio_dopovo Instagram ► https://instagram.com/correiodopovo/
Proposto reajuste de 6,57% para o salário mínimo regional no RS em 2020
Grupo liderado pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) entregou solicitação ao Estado
Por Gabriel Guedes

| Foto: Ricardo Giusti
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Uma comitiva de sindicalistas gaúchos da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/RS) foi até o 8º andar do Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff) para entregar à Secretaria Estadual do Trabalho e Assistência Social (STAS), a proposta de reajuste para o salário mínimo regional em 2020. O grupo foi recebido na tarde desta quarta-feira pela secretária-adjunta, Márcia De La Torre, já que a titular, a secretária Regina Becker, cumpria agenda em outro compromisso. O presidente da CTB/RS, Guiomar Vidor, defende que o reajuste seja de 6,57%. "O salário mínimo regional é a única forma de se conseguir um reajuste para pelo menos 1,3 milhão de trabalhadores do Rio Grande do Sul. Então estamos aqui para oficializar esta pauta", pontua o sindicalista.
Ao grupo, a Márcia disse que o piso regional é assunto da Casa Civil e Secretaria da Fazenda, "mas que iria receber a proposta, por que a secretária Regina faz questão de iniciar uma conversa". Para que o reajuste se torne realidade, o Poder Executivo precisa enviar um projeto de lei à Assembleia Legislativa com o índice em acordo. Neste ano, o Palácio Piratini protocolou em abril um aumento e 3,4%, que foi aprovado pelos deputados em maio.
Com a proposta encaminhada ontem pelos trabalhadores, o salário mínimo regional, que é dividido em cinco níveis de remuneração, passaria da faixa atual, de R$ 1.237,15 a R$ 1.567,81, para R$ 1.318,49 a R$ 1.670,89. "Parte do reajuste é composto pelos 3,21% de aumento no salário mínimo, que é baseado no INPC (inflação) e o restante é para recuperar as perdas acumuladas durante os anos", explica o técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no RS, Ricardo Franzoi, que presta consultoria à entidade. Além do Rio Grande do Sul, o salário mínimo regional é adotado nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
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Câmara aprova substitutivo do pacote anticrime por 408 votos a 9
Grupo de trabalho retirou temas como o excludente de ilicitude e prisão após condenação em segunda instância

Projeto teve 408 votos favoráveis e 9 contrários | Foto: Luis Macedo / Agência Câmara / Divulgação CP
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O plenário da Câmara aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei do pacote anticrime (PL 10372/18). O texto-base foi aprovado por 408 votos a favor, 9 contra, e 2 abstenções. Posteriormente, os parlamentares rejeitaram um destaque do partido Novo, que pedia a retirada do texto da figura do juiz de garantias, um magistrado responsável pelo controle da legalidade da investigação criminal e que não fará o julgamento do mérito do fato. O PL segue para análise do Senado.
Mais cedo, os deputados aprovaram um pedido de tramitação em regime de urgência do PL, que foi aprovado por 359 votos a 9. Os deputados aprovaram o substitutivo do deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), seguindo o texto do relator do grupo de trabalho, deputado Capitão Augusto (PL-SP). O grupo de trabalho analisou dois textos sobre o assunto encaminhados ao Legislativo. Uma das propostas originais foi elaborada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, e a outra pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.
Para chegar ao texto final, o grupo de trabalho retirou temas polêmicos, como a definição de que não há crime se a lesão ou morte é causada por forte medo (o chamado excludente de ilicitude) e a previsão de prisão após condenação em segunda instância.
Entre os pontos que constam no projeto estão o aumento de 30 anos para 40 anos no tempo máximo de cumprimento da pena de prisão no país e o aumento da pena de homicídio simples, se envolver arma de fogo de uso restrito ou proibido, que passará de 6 anos a 20 anos para 12 anos a 30 anos de reclusão.
Agência Brasil e Correio do Povo
Bolsonaro comanda hoje reunião da Cúpula do Mercosul na Serra
Evento em Bento Gonçalves será o último de Maurício Macri como presidente da Argentina
Por Henrique Massaro

Bolsonaro estará em Bento Gonçalves para a Cúpula do Mercosul | Foto: Evaristo Sa / AFP / CP
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Depois de reuniões técnicas, que vêm ocorrendo desde a segunda-feira, todas as expectativas estão voltadas para hoje, quando ocorre, de fato, a 55ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados. A presença do presidente Jair Bolsonaro era aguardada ontem em Bento Gonçalves. Porém, ele deve sair de Brasília somente no início da manhã de hoje. Sua chegada em Bento Gonçalves está marcada para a metade da manhã de hoje, quando logo depois irá comandar a reunião da Cúpula do Mercosul, que ocorre no Hotel & Spa do Vinho, no Vale dos Vinhedos. Em seguida, devem chegar os outros chefes de delegação.
Alberto Fernández e Luis Lacalle Pou, recentemente eleitos na Argentina e no Uruguai, respectivamente, não estarão no evento. Essa será a última participação da direita argentina representada por Mauricio Macri, que sai da presidência do país no dia 10, e da esquerda uruguaia, que terá a presença da vice-presidente Lucía Topolansky representando o presidente Tabaré Vásquez, em tratamento contra o câncer.
Ontem a programação foi marcada por reuniões em nível ministerial. As atividades foram privadas, com breves aberturas para registro de imagens. Em área afastada da cidade, o entorno do hotel conta com forte esquema de segurança, com aproximadamente 2,5 mil agentes mobilizados para os dias de evento. Somente veículos autorizados circulam pelas imediações e as equipes de imprensa foram reunidos em uma estrutura montada na Vinícola Miolo, localizada a poucos metros de onde ocorrem as atividades.
Correio do Povo

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GRÊMIO
David Braz projeta 2020 e revela torcida pela permanência de Tardelli

Luciano exalta crescimento e espera mais evolução no próximo ano
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Novas regras do cheque especial

Limite de juros na modalidade será de 8% ao mês
Na semana passada o Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu limitar os juros do cheque especial em 8% ao mês (152% ao ano) a partir de 2020. Atualmente a taxa média cobrada pelos bancos é de 12,4% ao mês (306% ao ano), o que significa que a mudança terá grande impacto sobre essa modalidade de crédito.
Além disso, o CMN autorizou as instituições financeiras a cobrar uma tarifa de até 0,25% ao mês sobre o valor superior a 500 reais disponibilizado nas contas correntes. Assim, os bancos passam a poder cobrar pelo limite disponibilizado mesmo que ele não seja utilizado.
O saldo da medida foi negativo para os bancos. No dia em que o anúncio foi feito, as ações dos principais bancos brasileiros caíram em média 1,35%, contra uma queda de 0,60% do índice Ibovespa naquele dia.
O controle de preços em geral não é bem visto pelos economistas. Ele deve ser utilizado apenas em caos específicos em que há falhas de mercado, e deve ser muito bem fundamentado. Dado o nosso histórico de propor soluções exóticas aos problemas econômicos, seria esta medida mais uma jabuticaba brasileira?
Não é o caso. Vários países também restringem essa modalidade de crédito impondo um teto máximo para os juros cobrados.
Em Portugal, a taxa de juros do cheque especial não pode superar em 50% a taxa média dos contratos de crédito ao consumidor; atualmente o limite do cheque especial é de 15,7% ao ano. Na França, o limite também depende dos juros médios ao consumidor; atualmente esse limite é de 13,81% ao ano. Na Espanha, o limite é fixado anualmente pelo governo e é de 7,5% ao ano. No Canadá, o limite é imposto pela legislação e está fixado em 60% ao ano.
Estados Unidos e Reino Unido não especificam um teto para a taxa de juros do cheque especial. Nesses países, o cheque especial é oferecido como um serviço de proteção contra saldos negativos e são cobradas taxas de utilização sempre que o serviço é acionado (overdraft fees). Nesses países, a cobrança de overdraft fees também é regulado.
A medida é um passo na direção de reduzir os efeitos do uso incorreto do cheque especial. O caminho, no entanto, ainda é longo. Os juros continuam altos (152% ao ano) e o uso incorreto do cheque especial continuará. Precisamos educar financeiramente a população (algo que não se resolve com um simples mutirão de fim de semana) e estimular a competição entre os bancos nas linhas de crédito para os clientes de mais baixa renda.
Fonte: Folha Online - 03/12/2019 e SOS Consumidor
Consumo das famílias volta a se destacar no 3º trimestre de 2019, diz IBGE
por Diego Garcia e Eduardo Cucolo
Setor cresceu 0,8% em relação aos três meses anteriores
Responsável por quase dois terços do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, o consumo das famílias puxou o crescimento da economia no terceiro trimestre de 2019.
Base da recuperação econômica após a recessão iniciada em 2014, o consumo das famílias brasileiras cresceu 0,8% no terceiro trimestre de 2019, em relação aos três meses anteriores, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (3).
Na comparação com o mesmo o período do ano passado, houve expansão de 1,9%. A alta pode ser explicada pelo comportamento dos indicadores de crédito para pessoa física e pela expansão da massa salarial real, segundo o IBGE.
"O crédito nominal foi bastante alto em termos reais. O crédito cresceu muito voltado às famílias. E o crescimento da massa salarial, apesar de não muito expressivo, é consistente, mesmo dependendo mais da informalidade", disse Rebeca Palis, coordenadora da pesquisa.
No período, o crescimento nominal foi de 15,5% no saldo de operações de crédito, segundo nota para a imprensa do Banco Central. Mas outros fatores também contribuíram para o aumento do consumo das famílias.
"A inflação está baixa. Houve uma recuperação gradual do mercado de trabalho, a Selic está caindo, e teve a liberação do FGTS em setembro, e isso terá um impacto ainda maior no quarto trimestre", explicou Rebeca Palis.
A inflação variou 3,2% no terceiro trimestre de 2019, contra 4,4% no mesmo período do ano passado. Na mesma comparação, a taxa Selic caiu 0,2 ponto percentual, de 6,5% para 6,3%.
O mercado de trabalho, por sua vez, teve melhora na passagem do trimestre encerrado em junho para aquele terminado em setembro, com a desocupação caindo de 12% para 11,8%. Porém, com recordes de empregos informais, segundo o IBGE.
O último resultado negativo do consumo na comparação com o período imediatamente anterior foi nos últimos três meses de 2016.
A Formação Bruta de Capital Fixo também teve variação de 2% na comparação com o trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 2,9%, o oitavo resultado positivo após quatorze trimestres de recuo.
"Esse aumento foi puxado pela construção e pela produção de bens de capital", explicou o IBGE.
A despesa de consumo do governo registrou recuo de 0,4% em relação ao trimestre anterior. No setor externo, as exportações de bens e serviços recuaram 2,8%, enquanto as importações cresceram 2,9%.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, a despesa de consumo do governo teve retração de 1,4%. As exportações de bens e serviços caíram 5,5%, e as importações subiram 2,2%.
Nesta terça, o IBGE divulgou dados do PIB, que avançou 0,6% no terceiro trimestre de 2019 em relação aos três m
Fonte: Folha Online - 03/12/2019 e SOS Consumidor