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Oi tem prejuízo líquido de R$ 5,7 bilhões no 3º trimestre

A perda foi 330% maior do que no mesmo período de 2018

A Oi, em recuperação judicial, apresentou nesta segunda-feira, 2, o seu balanço referente ao terceiro trimestre de 2019, cuja publicação havia sido adiada pela empresa para se adequar a padrões contábeis exigidos fora do País, conforme já comunicado ao mercado. O balanço da Oi mostrou um prejuízo líquido consolidado, atribuído aos acionistas controladores, de R$ 5,747 bilhões no terceiro trimestre de 2019. A perda foi 330% maior do que no mesmo período de 2018, quando houve prejuízo de R$ 1,336 bilhão.

No acumulado de janeiro a setembro de 2019, o prejuízo da operadora totalizou R$ 6,738 bilhões, revertendo o lucro de R$ 27,949 bilhões do mesmo período de 2018. No ano passado, a companhia se beneficiou do corte da dívida dentro do processo de recuperação judicial, impulsionando o lucro no período.

Os resultados da Oi no terceiro trimestre de 2019 foram afetados por um conjunto de fatores, sendo que os principais deles foram: a queda na receita, a valorização do dólar (que afeta a dívida da empresa em moeda estrangeira) e impairment (baixa contábil de ativos).

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) de rotina, apurado dentro da norma contábil IFRS 16, somou R$ 1,374 bilhão no terceiro trimestre e atingiu R$ 4,600 bilhões no acumulado do ano. Esse resultado ficou dentro da meta prevista para o ano, que vai de R$ 4,5 bilhões e R$ 5,0 bilhões. O critério "de rotina" exclui ganhos e perdas considerados não recorrentes e pouco previsíveis. A margem Ebitda ficou em 27,5% no trimestre.

A receita líquida consolidada atingiu R$ 5,001 bilhões no terceiro trimestre, queda de 8,8%, e chegou a R$ 15,223 bilhões no ano, recuo também de 8,8%. O faturamento caiu tanto no segmento de negócios móveis quanto no fixo e na área corporativa.

O resultado ainda foi prejudicado porque a Oi fez um impairment de R$ 3,342 bilhões no trimestre. Esse efeito negativo foi parcialmente compensado pelo ganho de R$ 531 milhões com créditos fiscais relacionados a PIS e Cofins.

A operadora teve ainda um resultado financeiro líquido negativo em R$ 2,376 bilhões no terceiro trimestre de 2019, uma piora de 73% na comparação anual, motivada pela valorização do dólar no período, com impacto sobre a dívida na moeda estrangeira.

Fonte: Época - 02/12/2019 e SOS Consumidor

Frase de John F. Kennedy

Se você agir sempre com dignidade, talvez não consiga mudar o mundo, mas será um canalha a menos.... Frase de John F. Kennedy.

Se você agir sempre com dignidade, talvez não consiga mudar o mundo, mas será um canalha a menos.

John F. Kennedy

Aposentadoria do INSS sem aumento real

por MARTHA IMENES

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Governo altera política valorização do salário mínimo e aposentados e pensionistas vão ficar sem ganho real. Diferença entre o estimado pelo sindicato e o concedido dá R$ 13

Nem R$ 1.040, como previa o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias apresentado em agosto, nem R$ 1.039, nem R$ 1.030, o salário mínimo deve ficar em R$ 1.031 no ano que vem. Confirmando as previsões, este ano beneficiários do INSS ficarão sem aumento real. Isso porque o governo mudou a política de valorização do salário mínimo. "A falta de aumento real do mínimo vai prejudicar ainda mais aposentados e pensionistas, que já ganham pouco", critica João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Idosos (Sindnapi).

E como era antes? No cálculo do reajuste, que garantia o ganho real, eram levados em conta a inflação e a variação do Produto Interno Bruto (PIB). "Se a fórmula anterior fosse aplicada no salário de 2020, a regra levaria em conta o crescimento do PIB de 2018, que foi de 1,1%. E mais o INPC de 3,3%", informou Tonia Galleti, coordenadora do departamento jurídico do Sindnapi. "Com o PIB nós teríamos um salário mínimo de pelo menos R$ 1.044. Daria R$ 13 a mais que o previsto", acrescenta.

E o que o aposentado conseguiria comprar com esses R$ 13 de diferença? Se fosse nos Supermercados Guanabara, a pessoa poderia comprar uma cartela com 30 ovos tipo A por R$ 7,99, mais um quilo de açúcar Guarani (R$ 1,99), e uma caixa com um litro de leite Elegê ou Parmalat por R$ 2,47.

Essa fórmula começou em 2004, na época do governo Lula, virou lei em 2015 (governo Dilma) e vigorou até 2018. Mas como nem sempre o mínimo passou a inflação, o reajuste algumas vezes ficou aquém do esperado.

Em 2018, por exemplo, o reajuste dos benefícios acima do mínimo foi de 2,07%, enquanto a variação do salário mínimo foi de apenas 1,81%. A correção mais baixa em 24 anos que os aposentados do INSS tiveram.

Sindicato promete fazer pressão Representantes de aposentados vão negociar com parlamentares para garantir o aumento real do salário mínimo. "Estávamos esperando o envio do projeto do reajuste do mínimo à Câmara para ver se o governo iria incluir o ganho real, como era feito todos esses anos, mas não foi feito. Além de não vir a recomposição do mínimo o valor ficou abaixo do que foi proposto na LDO", afirma João Batista Inocentini, presidente do Sindicato dos Aposentados. E promete: "Agora com o projeto na Câmara vamos conversar com os parlamentares para que o ganho real volte a compor o mínimo".
Congelamento
Além da mudança na política de reajuste, duas propostas de emenda à Constituição (186 e 188) em tramitação na Câmara propõem congelar despesas obrigatórias por dois anos em períodos de crise, e o salário mínimo entra nesse bojo. Ou seja, a estagnação do mínimo poderia começar imediatamente.

A medida é criticada pelo deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ). "Congelar o salário mínimo é uma covardia contra os trabalhadores pobres, que já sobrevivem com a corda no pescoço", critica Freixo. E acrescenta: "Essa medida é ruim para a economia, porque com menos dinheiro no bolso as pessoas consomem menos, sem contar que vai agravar as desigualdades, porque o salário mínimo é um mecanismo de distribuição de renda". Indústria aprova medidas Apesar de desagradar aposentados, pensionistas e alguns parlamentares, há quem aprove. Para o pesquisador Cláudio Considera, da Fundação Getulio Vargas (FGV) os pacotes são positivos porque conseguem conter, ainda que temporariamente, os gastos públicos.

"Além de diminuir a dívida, esse dinheiro, se alocado em investimento, conseguirá empregar mais gente e pode gerar um círculo virtuoso. Não acho que será fácil passar, mas é importante que essa pauta que vai na direção correta comece a ser discutida", afirma.

Já o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade - que concorda com as PECs -, afirmou que é preocupante a redução de 28% para 14% dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) destinados ao BNDES. "Os recursos do BNDES são fundamentais para financiar projetos importantes para a retomada do crescimento da economia nacional", explica. Governo revisou valores para 2020 Na última terça-feira, o governo revisou a previsão do salário mínimo para 2020. O valor divulgado pelo Ministério da Economia é de R$ 1.031 no próximo ano. O Orçamento inicial de 2020 encaminhado ao Congresso previa que o salário fosse de R$ 1.039. A diferença é explicada por uma previsão menor de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo IBGE, que costuma reajustar os salários. 

A previsão oficial do governo caiu de 4% em agosto para 3,5%. Com isso, também cai o reajuste do salário mínimo. As informações foram divulgadas pelo governo junto com outras mudanças no Orçamento de 2020. Entre elas, está uma previsão maior de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de 2,17% para 2,32%.   Atualmente, o piso nacional é de R$ 998. Mesmo assim, essa será a primeira vez que o salário mínimo, que serve de referência para mais de 45 milhões de pessoas, ficará acima da marca de R$ 1 mil. 

"Haverá redução em R$ 8 no salário mínimo para 2020. O número cai de R$ 1.039 para R$ 1.031. O INPC foi reestimado para 3,5%. Aqui se preserva o poder de compra do salário mínimo. O INPC, por diversas medidas, foi reduzido. Então, se reduz o valor da correção do salário mínimo", disse o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Junior.

Fonte: O Dia Online - 02/12/2019 e SOS Consumidor

Oito em cada dez empresas fiscalizadas foram autuadas pelo Procon de São Paulo

Entre os dias 28 e 29 de novembro equipes do Procon fiscalizaram 41 estabelecimentos comerciais em São Paulo. Foram encontradas irregularidades em 33 delas e o principal problema foi a comunicação ruim dos descontos da promoção.

Boa parte das lojas não indicava ao consumidor o preço anterior à Black Friday e apresentou aos consumidores folhetos sem o destaque da marca ou modelo do produto em oferta.

Entre as empresas que mais apresentaram problemas estão o Burger King e McDonald’s, que foram notificadas pela inoperância do aplicativo do Mercado Pago, que seria o meio de pagamento dos produtos promocionais.

O McDonald’s ainda foi notificado pela inoperância do próprio aplicativo que também oferecia ofertas exclusivas.

O Procon operou com atendimento especial para Black Friday desde as 8h de quinta-feira até as 22h de sexta. Com informações da assessoria de comunicação do Procon.

Clique aqui para ver o balanço da operação do Procon

Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 02/12/2019 e SOS Consumidor

Comprou na Black Friday e se arrependeu? Saiba o que fazer


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CDC estipula regras para quem fez compras e desistiu, seja online, por telefone ou a domicílio

A Black Friday, maior liquidação do varejo no Brasil e no mundo, realizada oficialmente na última sexta-feira (29), foi marcada, além dos descontos, por grande movimento e agitação nas lojas físicas e também lentidão maior do que a habitual nas lojas online. 

Com todos os desafios e novidades trazidos pela data e, em alguns casos, a falta de clareza, consumidores podem ter feito compras de que se arrependem. E quais são os direitos de quem comprou e se arrependeu na Black Friday?

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) estipula regras para quem fez compras e se arrependeu, seja online, por telefone ou a domicílio. Em caso de propagandas falsas ou enganosas, o direito de arrependimento determina que o comprador pode desistir do contrato (a compra) em até sete dias corridos a partir da sua assinatura ou do recebimento do produto. 

O consumidor tem direito de receber de volta o valor do produto, do frete e da postagem de envio de volta da mercadoria. O Procon-SP orienta que todos os documentos que demonstrem a compra e a confirmação do pedido sejam imprimidos e salvos.

A regra, contudo, não vale para compras feitas nas lojas físicas. 

Caso as empresas não sigam as normas do CDC, o consumidor pode acionar os canais do Procon para reclamar. Os sites internacionais, porém, não são obrigados a cumprir as políticas de troca, já que não estão sujeitos ao CDC, que se limita ao território nacional. Alguns sites, inclusive, fornecem a descrição do produto em português, mas não são brasileiros, então a orientação do Procon é procurar lojas nacionais e reconhecidas.

Fonte: O Dia Online - 02/12/2019 e SOS Consumidor

EM BUSCA DO CENTRO PERDIDO!

(Thaís Bilenky - Piauí) Cinco partidos se reúnem em torno de Rodrigo Maia, assumem o nome de Centro e investem nas redes contra a "guerra dos extremos".
O café na casa do primeiro vice-presidente da Câmara é melhor, então é lá que dirigentes de oito partidos se reúnem toda semana em Brasília. Marcos Pereira, do Republicanos, é o anfitrião, mas o “chefe”, brincam seus convidados, é Rodrigo Maia, do DEM, e presidente da Câmara. A rotina à base de cafeína estimula a articulação parlamentar que desde o início do ano possibilitou ao pragmático grupo, apelidado de Centrão, ser contraponto eficiente ao Palácio do Planalto e impor derrotas sucessivas ao governo Bolsonaro no Congresso. Nas últimas semanas, porém, o café com política saiu da casa de Pereira para tentar ganhar as redes e as ruas.
Cinco partidos contrataram uma equipe de marketing político para produzir peças publicitárias que reposicionem o Centro – por mais irônico que isso pareça – no inflamado debate político do país. “Reposicionar” é o jargão do marketing no qual os contratantes apostam para substituir o apelido Centrão, que desde os tempos da Constituinte e do governo Sarney virou sinônimo de “é dando que se recebe” no Congresso. Como tirar o superlativo depreciativo do centro? Demonstrando a hipótese de que não se deve deixar levar por extremos, seja à direita ou à esquerda, é fundamental para o país retomar o crescimento econômico, reduzir a desigualdade social e mitigar os principais problemas nacionais. Daí a convencer a opinião pública vão muitos posts, memes e vídeos, calcula a Turma do Cafezinho.
Um vídeo-manifesto com duração de dois minutos – assinado apenas como “Centro”, sem marcas de partidos nem nomes de políticos – foi disparado nas redes sociais na semana passada. “O centro não é ausência de posições, é ausência de preconceitos”, declara o narrador. “Ocupar os extremos é mais confortável do que ter que dialogar e aceitar as diferenças. Difícil mesmo é livrar-se dos preconceitos e enxergar o mundo não como você acha que ele deva ser, mas ver o mundo como ele é. O centro tem um olhar privilegiado dos problemas e é por isso que é no centro onde eles se resolvem.
DEM, Solidariedade, PL, Avante e PP aderiram integralmente ao projeto. Segundo o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, cada uma das cinco legendas desembolsa R$ 40 mil por mês para bancar essa equipe de comunicação, que produzirá mais do que pequenos vídeos para a internet; a pretensão é criar uma plataforma digital que se torne referência de conteúdo das principais pautas do grupo. Os formatos ainda estão em discussão, mas se cogita fazer webséries multimídia sobre assuntos como as reformas tributária e administrativa, prioritárias para o Centro.
A iniciativa é inusual em anos ímpares, não-eleitorais, ainda mais ao tomar o risco de assumir um termo, o centro, que é malvisto pela opinião pública, segundo pesquisas. A ideia é acabar com o estigma naturalizando-o. Água mole em pedra dura, tanto bate…
Outros três partidos – MDB, Republicanos e PSD – participam das reuniões semanais na casa do primeiro vice-presidente da Câmara e estão em sintonia com a agenda parlamentar da Turma do Cafezinho, mas ainda não aderiram ao plano de comunicação do Centro. A aproximação do MDB é uma vitória do grupo, facilitada pela eleição do deputado Baleia Rossi como presidente da sigla, em outubro. Seu antecessor, o ex-senador Romero Jucá, não tinha as mesmas afinidades, era de outro grupo político-culinário, a Turma do Pudim – que comandou o MDB desde a morte de Ulysses Guimarães até o fim do governo Temer.
Ao indicar Baleia Rossi autor da reforma tributária na Câmara, Maia pavimentou a aproximação com o MDB, agregando mais 33 deputados ao grupo, que soma hoje 229 parlamentares – quase 45% da Casa.
Rossi tem uma dificuldade particular com sua bancada, especialmente heterogênea – no Nordeste, o MDB tende a apoiar o PT, mas, no Sul, é alinhado ao PSL e a partidos que orbitam o governo. O emedebista gaúcho Osmar Terra é ministro da Cidadania. A agremiação é um resumo do que acontece no país: parte defende “Lula livre”, parte quer vê-lo na prisão e se entusiasma com Bolsonaro. O comando nacional do partido, contudo, está alinhado com a agenda de Maia e seu grupo. “É um diálogo de lideranças para sair da briga maluca entre os extremos”, resumiu Rossi em uma conversa em seu gabinete, na Câmara.
Para Paulinho da Força, é preciso mostrar à população que “quem tem feito as votações importantes do Congresso é o Centro” – sendo a reforma da Previdência a mais simbólica delas. A mensagem, em meio à polarização, não chega com clareza nas pontas, na sua avaliação. “A gente aposta que a guerra dos extremos vai cansar. É mais fácil você aparecer como o dono da verdade, mas não resolve nada”, disse o deputado. “Vai chegar o momento em que as pessoas vão perceber.” Para isso, disse, o grupo precisa estar posicionado para atrair setores dispostos a embarcar no seu projeto político. Ele defende que os dirigentes estabeleçam pontes com a sociedade civil, empresários, organizações não governamentais, centrais sindicais etc., em atos e eventos públicos.
A articulação dos partidos, em alguns casos, pode azeitar a formação de alianças para as eleições municipais do ano que vem. O MDB, por exemplo, aproximou-se do DEM na cúpula nacional, mas também em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na capital paulista, uma peça-chave do xadrez é o PSDB do prefeito Bruno Covas, que pretende disputar a reeleição. Lideranças emedebistas trabalham com a possibilidade de indicação de Henrique Meirelles para a vice.
Mas a aproximação é localizada. Nacionalmente, o presidente do PSDB, Bruno Araújo (PE), deixou claro que pretende batalhar para recuperar o protagonismo que o partido já desempenhou no passado e não vai aderir ao grupo de Rodrigo Maia, apesar de terem agendas similares. “Não interessa ao PSDB liderar nenhum movimento”, ele disse à piauí. “Vamos participar de toda organização que não esteja no extremismo, mas, se for institucionalizado com CNPJ de partido, é outra história”, rechaçou.
Há mais de um candidato a centro, assim como o centro tem mais de um candidato em 2022.


Ex-Blog do Cesar Maia


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‘O presidente Bolsonaro faz apologia da ditadura’, diz Marina Silva

Ex-senadora evita se colocar de volta à disputa presidencial e cobra quem não está nos extremos do espectro político para construção de alternativa. Ex-senadora e candidata à presidência da República nas últimas três eleições, Marina Silva vê a divisão entre lulismo e bolsonarismo como o "cúmulo do empobrecimento" da polarização que marca a história do país. "Não há uma disputa em torno de projeto ou concepção de governo", afirma. "Isso vai se espraiando e de repente a gente começa a ver a polarização entre amigos e familiares. As pessoas não conseguem perceber que isso foi engendrado porque beneficia os que têm a lógica do poder pelo poder e acabou nos cidindo. A gente tem que se insurgir contra isso". Em entrevista ao diretor de redação de VEJA Maurício Lima, no programa Páginas Amarelas em Vídeo, a ex-senadora evita, entretanto, se colocar de volta à disputa pela Presidência da República em 2022. "Nesse momento tem que ter um esforço dos que não estão nos extremos, nem do lulismo e do bolsonarismo, para tentar construir algo que faça com que o Brasil recupere a credibilidade do processo político como a única forma de resolver os nossos problemas. E isso não vai ser em torno de projeto de poder, mas em torno de uma visão de país que considere a preservação ambiental, acabar com as iniquidades sociais e o respeito à diversidade cultural e aos direitos humanos." Ministra do Meio Ambiente entre 2003 e 2008, no governo Lula, Marina Silva sobe o tom para criticar as políticas adotadas pela gestão de Bolsonaro — especialmente no setor. "É a primeira vez que temos um ministro que é antiambientalista e trabalha dioturnamente para eliminar o que existia", afirma. "Não tem como opor meio ambiente e desenvolvimento. As duas coisas fazem parte da mesma equação. Setenta por cento do PIB da América do Sul depende das chuvas produzidas pela Amazônia. A Embrapa já desenvolveu tecnologia que faz com que a gente triplique a nossa produção sem precisar derrubar mais uma árvore", acrescenta. Evangélica, Marina também se incomoda com o que chama de "instrumentalização da fé" na política. "É muito triste quando ouço as pessoas dizendo que há a bancada da bala, da Bíblia e do boi. O que é que tem a ver a Bíblia com a bala? No lançamento do partido do presidente tinha uma arte feita de bala. O número é 38, que também evoca uma arma de fogo, e ficam misturando isso com Jesus Cristo. As pessoas dizem 'conheceis a verdade a verdade vos libertará' e, de forma leviana, que quem derramou o petróleo foi o Greenpeace e que quem colocou fogo na Amazônia foram as ONGs. Onde está a verdade que liberta em tudo isso?", questiona.

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E-BOOK: MODA INCLUSIVA

O termo "Moda Inclusiva" diz respeito a uma mudança de consciência coletiva através da moda, com investimento em qualidade de vida e na integração social a partir do vestuário. Peças com fechamento em velcro, zíper, feitas de tecidos mais leves e maleáveis, com etiquetas com informações adequadas a pessoas deficientes são exemplos de moda inclusiva. No entanto, entre a população de Porto Alegre, apenas 13,1% sabe do que realmente se trata o assunto.

O tema, pouco falado no setor varejista, motivou a criação deste e-book. Ainda segundo levantamento do Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, 92% dos consumidores da capital gaúcha consideram importante ou muito importante a inclusão das minorias na moda. Além disso, 77% afirmam que comprariam de uma marca que oferecesse roupas adaptadas além dos modelos convencionais. Sendo assim, tudo indica que há diversas oportunidades e melhorias a serem adotadas pelo mercado de vestuário.

Neste material, você encontra depoimentos de consumidores, informações sobre como os porto-alegrenses lidam com o tema, dicas para lojistas e muito mais.

Conteúdo acessível

A partir daqui, o Sindilojas Porto Alegre passa a disponibilizar seus e-books com recurso de audiodescrição para deficientes visuais. Para conferir o conteúdo, basta clicar no botão indicado na landing page, abaixo do formulário de acesso.

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