Quer fugir das dívidas? conheça os vilões da inadimplência

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Cartão de crédito e o desemprego são na avaliação de executiva de os principais causadores de dívidas no Brasil; veja como fugir dessa cilada

O Brasil tem hoje cerca de 63 milhões de inadimplentes , 40% da população adulta do País, segundo dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL).

Para a head de cobranças da Recovery, Marcela Martins Gaiato, dois são os principais vilões desse cenário: o cartão de crédito e o desemprego .

“Sabe aquela situação em que a pessoa fala ‘devo não nego, pagarei quando puder?’ É o caso do brasileiro quando está desempregado . Quando se trata de um descontrole, uma crise financeira, a negociação acontece. Mas quando a pessoa está desempregada, vai pagar como?”, relata a executiva.

Segundo Marcela, nos últimos quatro anos , o desemprego foi o principal motivo da inadimplência indicado pelos clientes da empresa, que administra uma carteira com 35% de todas as dívidas com mais de 90 dias do Brasil.

Outro vilão do crédito no País é o cartão de crédito . Segundo a Recovery, em sua base de dados, entre janeiro e outubro deste ano, 57% das dívidas  estavam relacionada ao uso de cartões de crédito.

"Ainda falta informação ao brasileiro sobre taxas de juros e sobre o pagamento mínimo do cartão de crédito. Muitas vezes o consumidor  vê o valor menor e pensa que cabe no bolso. Mas como a dívida cresce muito, e rápido, acaba chegando em um ponto que ele não consegue mais pagar nada”, avalia a executiva.

Por isso, Marcela afirma que é fundamental que o País invista em educação financeira . “Inclusive nas escolas, para que uma nova geração se forme”, aponta.

Reincidência em queda 

Marcela ressalta que mesmo aos poucos, nesse quesito a situação no Brasil tem melhorado. Ela argumenta que a reincidência , aquela parcela de consumidores que volta a ficar devendo depois de “limpar o nome”, está em queda.

Em 2018, a reincidência na carteira da Recovery ficou em torno de 16%. Neste ano, o número caiu pela metade : 8%.
“É um sinal positivo, por mais que a gente saiba que para algumas famílias, a inadimplência é uma realidade a ser administrada”, afirma.

Marcela conta que em alguns casos, a família com vários inadimplentes se une para manter pelo menos um parente sem dívidas. Assim, essa pessoa pode ter acesso a crédito para imprevistou ou necessidades básicas.

Como evitar ou sair dessa cilada?

Para não cair na inadimplência, a primeira dica de Marcela é ter um orçamento familiar . “Diante de um planejamento, a pessoa está enxergando o que acontece na vida financeira”, diz. Outro bom hábito é evitar ficar no limite, gastando tudo o que ganha “porque imprevistos acontecem”, alerta.

Para quem já está endividado, a executiva também aponta caminhos. “Se não der para cortar no orçamento, busque uma renda extra ou faça um bazar de roupas,  por exemplo. Essas são algumas opções", afirma.

Marcela também reforça a importânia de buscar uma rede de apoio. “Não tenha medo ou vergonha de falar sobre a dívida. Busque ajuda, é a melhor coisa a se fazer. Se esconder, mais cedo ou mais tarde, a conta pode estourar”, aconselha.

Fonte: economia.ig - 01/12/2019 e SOS Consumidor

FRASE DO DIA–03.12.2019

Eu entrei no governo com um objetivo: transformar o país, de uma sociedade dependente em uma sociedade autoconfiante, de uma nação dê-para-mim em uma nação faça-você-mesmo.

Margaret Thatcher

Abono do Bolsa Família sairá em dezembro

por MARTHA IMENES

Pagamento do 13º salário vai sair junto com o benefício, que vai de 10 a 23 

Os beneficiários do Bolsa Família, que esperavam o pagamento do abono de Natal junto com os demais trabalhadores, que receberam uma parcela nesta sexta-feira, terão que aguardar mais um pouco para poder retirar o dinheiro: ele será pago junto com o benefício de dezembro, que vai de 10 a 23 de dezembro, conforme texto da Medida provisória publicada em outubro pelo presidente Jair Bolsonaro. No Rio são 849 mil famílias. No país são 13,5 milhões de famílias beneficiárias.

O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda para as famílias registradas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). A iniciativa é voltada para famílias pobres ou extremamente pobres, que tenham faixa de renda mensal de até R$ 178 por pessoa.

As regras do programa exigem, ainda, que crianças de 0 a 7 anos estejam com o cartão de vacinação em dia. Para famílias com adolescentes, a frequência na escola também é um requisito. Pelo menos 85% de presença nos dias letivos para a faixa etária de 6 a 15 anos, e 75% para jovens de 16 a 17 anos.

É possível tirar dúvidas e se informar sobre o programa através do telefone 0800 707 2003, serviço mantido pelo Ministério da Cidadania.

Validade

De acordo com o ministro Osmar Terra o benefício será fixo a partir do ano que vem, onde deverá ser previamente alocado na previsão do Orçamento. Mas é bom lembrar que por se tratar de Medida Provisória, o texto já conta com força de lei, mas precisa ser aprovado pelo Congresso em até 120 dias para não perder a validade.

Calendário
Os pagamentos variam de acordo com o dígito final do PIS, NIT ou NIS. Quem tem o final de inscrição 1, por exemplo, vai receber no dia 10. Os que tem final 2, sacarão o dinheiro dia 11, e assim por diante até o dia 23 de dezembro, quando é pago o equivalente ao final nove.

Golpe usa o nome do programa Está circulando pelo WhatsApp um golpe para roubar dados de beneficiários do Bolsa família. A mensagem vem com um link que, ao ser acessado, informa que o beneficiário terá direito à liberação instantânea do 13° salário do Bolsa Família.   Os fraudadores informam que as inscrições e a lista de beneficiários do 13° salário do Bolsa Família estão disponíveis em um site. Para a pessoa ter acesso a este site, é necessário compartilhar um link com seus contatos.

E vai mais além: pede informações pessoais e números de documentos.   Procurado, o Ministério da Cidadania, responsável pelo programa, informa que não solicita e não concede o benefício social sob condição de compartilhamento de links pelo WhatsApp. 

"Todos os procedimentos que estão sendo feitos partem das informações já existentes do beneficiário do programa. Desse modo, não é necessário o fornecimento de nenhuma informação nova", alerta Caroline Paranayba, diretora do Departamento de Benefícios do Ministério da Cidadania. 

Fonte: O Dia Online - 30/11/2019 e SOS Consumidor

Conta de luz mais barata mês que vem

Bandeira amarela representa um custo extra de R$ 1,343 para cada 100 quilowatts-hora consumidos (kWh) 

As contas de energia vão ficar mais baratas em dezembro. Ontem a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária será amarela em dezembro. A bandeira amarela representa um custo extra de R$ 1,343 para cada 100 quilowatts-hora consumidos (kWh) contra os R$ 4,169 por kWh cobrados quando a bandeira tarifária é vermelha patamar 1.

"Para dezembro, as previsões meteorológicas sinalizam melhora nas condições de chuva sobre as principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN), caracterizando o início do período úmido na região dessas bacias", informou em nota a Aneel.

No sistema de bandeiras tarifárias, em vigor desde 2015, a cor verde não tem cobrança de taxa extra, indicando condições favoráveis de geração de energia no País. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,343 a cada 100 kWh consumidos. A bandeira vermelha pode ser acionada em um dos dois níveis cobrados. No primeiro nível, o adicional passa a ser de R$ 4,169 a cada 100 kWh. No segundo nível, a cobrança extra será de R$ 6,243 a cada 100 kWh.

As bandeiras tarifárias indicam o custo da energia gerada para possibilitar o uso consciente de energia. Antes do sistema, o custo da energia era repassado às tarifas no reajuste anual de cada empresa.

Fonte: O Dia Online - 30/11/2019 e SOS Consumidor

Eis o texto do pensador Percival Puggina - A GRANDE MENTIRA - :

Há um número significativo de pessoas para as quais a causa da pobreza no Brasil é a concentração da riqueza "nas mãos de uns poucos". Ou, em outras palavras, que os pobres são pobres porque os ricos são ricos. Ou ainda, numa perspectiva instrumental, que para acabar com a pobreza é preciso dividir a riqueza (a palavra mais usada é "partilhar").

         Mensagens assim são disparadas cotidianamente desde várias fontes, nos meios de comunicação, nas redes sociais, nas salas de aula, nos sindicatos, nas igrejas, nas conversas de bar e nos ambientes culturais. Sob tal bombardeio de inverdades seria impossível que o conceito não derrubasse as resistências que a razão pudesse propor, fazendo de toda riqueza um mal e de todo rico um sujeito perigoso.

         Andaríamos mais rapidamente e melhor na direção certa se entendêssemos o quanto é enganadora essa leitura ideológica, a partir da qual a utopia socialista é receitada como remédio no teclado do micro, na folha do livro, na coluna do jornal e na sala de aula.

         Existem explicações muito mais racionais para a pobreza de tantos brasileiros e para a pobreza do país. O Estado brasileiro se agigantou e engole mais de 40% do PIB nacional, gerando uma brutal concentração de renda em torno de si mesmo e obrigando os cidadãos a trabalharem de 1º de janeiro até 31 de maio para pagar impostos. Tais impostos são pagos para um retorno em serviços que, ou não são prestados, ou não têm a qualidade que se deveria esperar.

         A corrupção e os corporativismos atacam, simultaneamente, o bolso dos cidadãos gerando uma apropriação privada de recursos que, em tese, deveriam estar a serviço de todos, produzindo desenvolvimento econômico e social. Os dois fatores espantam investidores externos e tornam o país pouco atrativo a quem tenha destinos mais seguros para seus recursos.

         Nosso modelo institucional é causa de permanente instabilidade política e de crises que se sucedem umas às outras, somando-se aos fatores de risco do país. A irracionalidade do presidencialismo dito de "coalizão" transforma o voto parlamentar em commodity com preço no mercado dos interesses em jogo, levando a corrupção para dentro do parlamento.

         Por mais que pareça lugar comum, a afirmação segundo a qual a maior riqueza de um país é representada pelo seu povo, não pode ser negligenciada ao avaliarmos os motivos da existência de tantos pobres e de tão evidentes sinais de pobreza no Brasil. Uma rápida busca no Google evidenciará que algo entre 60 e 82% dos postos de trabalho abertos no país não são providos por falta de capacitação dos pretendentes. É reprodutor de miséria e causa de baixo desenvolvimento social um sistema de ensino de pouca qualidade. Todo ano, em proporções demográficas, apresentam-se ao mercado de trabalho jovens egressos do ensino médio que não conseguem montar uma regra de três, não sabem interpretar o que leem e não se expressam de modo adequado no idioma nacional. Onde encontrar o bom emprego e o salário digno? Ademais, há uma razoável possibilidade de que parcela significativa de tais jovens tenha recebido, em sala de aula, a lição freireana de que é oprimida pelo capitalismo opressor...

         Por incrível que pareça, é dentro desse cenário que a grande mentira encontra seu público, disperso em todas as classes sociais. Chega a ser criminoso atribuir à empresa privada, ao investidor, ao empregador, ao gerador de riqueza as culpas pela pobreza visível no país e, ao mesmo tempo, perversamente, inocentar os verdadeiros responsáveis: o Estado e a carga tributária, a corrupção e os corporativismos, a irracionalidade do modelo institucional, a instabilidade política e a má qualidade da Educação.


Pontocritico.com

Trabalho temporário deve crescer mais no fim do ano

por Filipe Oliveira e Mariana Grazini

Associação projeta 7.000 empregos a mais além dos 570 mil previstos em setembro

Curto prazo A Asserttem (associação de agências de trabalho temporário) refez as contas, apostando que os últimos quatro meses do ano devem registrar mais contratações do que as 570 mil da previsão feita em setembro. Serão ao menos 7.000 a mais. Mas o número pode subir se o balanço da Black Friday for positivo.

Gestação Marcos de Abreu, vice-presidente da entidade, atribui a melhora ao decreto de Bolsonaro que regula esse tipo de trabalho e a decisão do TST que definiu que grávidas em contratos temporários não têm direito a estabilidade no emprego.

Fonte: Folha Online - 01/12/2019 e SOS Consumidor


Ponto Crítico

Ponto Crítico

ATAQUES À IMPRENSA

XIX - 036/19 - 02/ 12/ 2019

PEDIDO DE KANITZ

Na semana passada, mais precisamente no dia 26/11, o administrador Stephen Kanitz, através de artigo publicado no seu blog, pediu que Bolsonaro e seus filhos parem de bater na imprensa, alegando que, no final, ela sempre vence.

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EXEMPLO OCORRIDO 30 ANOS ATRÁS

Para justificar tal pedido, Kanitz usa o caso que ocorreu trinta anos atrás, quando duas famílias da mídia se desentenderam e, por três meses, se digladiaram com difamações de parte a parte. Só que enquanto uma tinha dois jornais e uma rádio, a outra (a Veja) só contava com uma revista -semanal-.

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GOEBBLES TINHA RAZÃO

Kanitz lembra: foi um massacre, os donos da Veja nunca recuperaram seu prestígio e status, os dois irmãos brigaram, os filhos deixaram de se interessar por jornalismo, e o grupo quebrou. Isso porque os ataques nos jornais eram DIÁRIOS, mas os CONTRA-ATAQUES da Veja eram SEMANAIS.

Detalhe: - Não era a QUALIDADE dos argumentos que prevaleceu, mas a QUANTIDADE.

Ou seja -Goebbles tinha razão- .  Seus 30 tweets por dia (postados por Bolsonaro e seus filhos) não bastam, especialmente quando a mídia revida a todo minuto, com milhares de comentários para 200 milhões de pessoas.

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A FUNÇÃO DE UM GENERAL

Kanitz vai além dizendo: - Trump está fazendo o mesmo erro há mais tempo, e agora sofre processo de impeachment, apoiado por toda a imprensa americana.

- Quem deve combater seus inimigos são seus seguidores, aqueles que querem um Brasil melhor. Mídia social depende de milhares, não só de quatro pessoas.

- A função de um Presidente é motivar a sua equipe, não a protagonizar.

- Não é função de um General ser linha de frente, sua função é manter a tropa unida, municiada, informada, motivada.

- E isso, por experiência própria, posso garantir que vocês não estão fazendo.

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CONTRA-ATAQUE

As mídias sociais, ao contrário do que imaginam, estão perdendo essa batalha com a imprensa porque estão somente CONTRA-ATACANDO.

Quem determina a pauta continua a ser a imprensa organizada, e essa função ainda PRECISAMOS CONQUISTAR.

Portanto, limitem-se a TWEETAR aquilo que será de fato pauta para o futuro, nos antecipem quais os próximos passos, nos ajudem a preparar-nos para as próximas batalhas, para que aqueles que querem um Brasil honesto possam se municiar e brigar nas batalhas por vocês.

E mais do que tudo, poupem-se, não se desgastem à toa, guardem suas forças para quando seus apoiadores fraquejarem.

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MARKET PLACE

ESPAÇO PENSAR+ -

Eis o texto do pensador Percival Puggina - A GRANDE MENTIRA - :

         Há um número significativo de pessoas para as quais a causa da pobreza no Brasil é a concentração da riqueza "nas mãos de uns poucos". Ou, em outras palavras, que os pobres são pobres porque os ricos são ricos. Ou ainda, numa perspectiva instrumental, que para acabar com a pobreza é preciso dividir a riqueza (a palavra mais usada é "partilhar").

         Mensagens assim são disparadas cotidianamente desde várias fontes, nos meios de comunicação, nas redes sociais, nas salas de aula, nos sindicatos, nas igrejas, nas conversas de bar e nos ambientes culturais. Sob tal bombardeio de inverdades seria impossível que o conceito não derrubasse as resistências que a razão pudesse propor, fazendo de toda riqueza um mal e de todo rico um sujeito perigoso.

         Andaríamos mais rapidamente e melhor na direção certa se entendêssemos o quanto é enganadora essa leitura ideológica, a partir da qual a utopia socialista é receitada como remédio no teclado do micro, na folha do livro, na coluna do jornal e na sala de aula.

         Existem explicações muito mais racionais para a pobreza de tantos brasileiros e para a pobreza do país. O Estado brasileiro se agigantou e engole mais de 40% do PIB nacional, gerando uma brutal concentração de renda em torno de si mesmo e obrigando os cidadãos a trabalharem de 1º de janeiro até 31 de maio para pagar impostos. Tais impostos são pagos para um retorno em serviços que, ou não são prestados, ou não têm a qualidade que se deveria esperar.

         A corrupção e os corporativismos atacam, simultaneamente, o bolso dos cidadãos gerando uma apropriação privada de recursos que, em tese, deveriam estar a serviço de todos, produzindo desenvolvimento econômico e social. Os dois fatores espantam investidores externos e tornam o país pouco atrativo a quem tenha destinos mais seguros para seus recursos.

         Nosso modelo institucional é causa de permanente instabilidade política e de crises que se sucedem umas às outras, somando-se aos fatores de risco do país. A irracionalidade do presidencialismo dito de "coalizão" transforma o voto parlamentar em commodity com preço no mercado dos interesses em jogo, levando a corrupção para dentro do parlamento.

         Por mais que pareça lugar comum, a afirmação segundo a qual a maior riqueza de um país é representada pelo seu povo, não pode ser negligenciada ao avaliarmos os motivos da existência de tantos pobres e de tão evidentes sinais de pobreza no Brasil. Uma rápida busca no Google evidenciará que algo entre 60 e 82% dos postos de trabalho abertos no país não são providos por falta de capacitação dos pretendentes. É reprodutor de miséria e causa de baixo desenvolvimento social um sistema de ensino de pouca qualidade. Todo ano, em proporções demográficas, apresentam-se ao mercado de trabalho jovens egressos do ensino médio que não conseguem montar uma regra de três, não sabem interpretar o que leem e não se expressam de modo adequado no idioma nacional. Onde encontrar o bom emprego e o salário digno? Ademais, há uma razoável possibilidade de que parcela significativa de tais jovens tenha recebido, em sala de aula, a lição freireana de que é oprimida pelo capitalismo opressor...

         Por incrível que pareça, é dentro desse cenário que a grande mentira encontra seu público, disperso em todas as classes sociais. Chega a ser criminoso atribuir à empresa privada, ao investidor, ao empregador, ao gerador de riqueza as culpas pela pobreza visível no país e, ao mesmo tempo, perversamente, inocentar os verdadeiros responsáveis: o Estado e a carga tributária, a corrupção e os corporativismos, a irracionalidade do modelo institucional, a instabilidade política e a má qualidade da Educação.

FRASE DO DIA

Eu entrei no governo com um objetivo: transformar o país, de uma sociedade dependente em uma sociedade autoconfiante, de uma nação dê-para-mim em uma nação faça-você-mesmo.

Margaret Thatcher

Caixa libera nova leva de R$ 500 do FGTS

Não correntistas nascidos em agosto podem sacar hoje recursos do fundo

Rio - Hoje os trabalhadores nascidos em agosto não correntistas da Caixa Econômica Federal poderão sacar até R$ 500 de cada conta ativa ou inativa do FGTS. São mais de 54 mil pontos de atendimento espalhados pelo país. Cerca de 4,6 milhões de pessoas serão alcançadas nesta nova etapa, com a disponibilização de R$ 1,68 bilhão. É a oitava rodada de pagamentos do saque imediato do fundo.

Entre 13 de setembro e 26 de novembro foram atendidos cerca de 46,3 milhões de trabalhadores, que receberam R$ 20,1 bilhões do Saque Imediato do FGTS. Cerca de 48% dos 96 milhões de trabalhadores com saldo no FGTS já sacaram aproximadamente 50% dos R$ 40 bi previstos para a ação.

A maior ação de pagamento já feita no país registrou, entre 5 de agosto e 26 de novembro, mais de 400 milhões de atendimentos nos canais físicos e digitais da Caixa.

Com o cartão cidadão e a senha cidadão, os trabalhadores podem optar pelo saque nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou agências. Para quem tem só a senha cidadão, o saque pode ser nos terminais de autoatendimento da Caixa ou nas casas lotéricas com a apresentação do documento de identidade.

Quando o saldo das contas FGTS for de até R$100, o saque é feito de forma simplificada nas casas lotéricas, apenas com o número do NIS ou CPF e o documento de identidade.

Fonte: O Dia Online - 29/11/2019 e SOS Consumidor

Black Fraude? Procon já recebeu mais de 150 reclamações sobre Black Friday em SP

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Maior número de queixas envolve a maquiagem de preços, ou seja, quando o desconto oferecido sobre o preço do produto ou serviço não é real; confira

A Fundação Procon-SP recebeu, entre às 20h de quinta e 12h desta sexta-feira (29) de Black Friday, 152 reclamações referentes a empresas que participam das promoções e ofertas da data especial.

O maior número de queixas na Black Friday envolve a maquiagem de preços, que é quando o desconto oferecido sobre o preço do produto ou serviço não é real. Foram 45 ocorrências.

Em seguida, aparecem a mudança de preço ao finalizar a compra com 43 casos; a indisponibilidade do produto, 26; e o cancelamento do produto após a finalização da compra, 19.

Em entrevista à Agência Brasil , Fernando Capez, diretor-executivo do Procon-SP , considerou o total de reclamações de consumidores um “número relativamente baixo”.

“Estamos recebendo mais consultas, ou seja, dúvidas, do que reclamações”, afirmou. Até o início da tarde, informou o Procon, houve 189 consultas por meio das redes sociais do órgão ou pelo telefone 151.

“O consumidor está reclamando principalmente de preços remarcados com o mesmo valor. Ou seja, vai lá com a maquininha e se etiqueta sobre o produto com o mesmo valor. E também de preços maquiados: dá-se desconto no produto, mas se aumenta o frete e fica a mesma coisa. Malandragem pura. O Procon entra nesses casos multando as empresas infratoras”, disse Capez. Essas empresas podem sofrer multas que variam de R$ 560 a R$ 10 milhões ou até podem ter sua atividade suspensa em casos extremos.

A dica do Procon para os consumidores é verificar a empresa que está oferecendo o produto, se ela não é fantasma, por exemplo. Também é preciso analisar o preço dos produtos para ver se não há descontos falsos. “Também se pode consultar no site do Procon as listas das empresas que já deram problemas em Black Fridays anteriores”, disse.

O Procon-SP está monitorando as promoções da Black Friday com agentes nas ruas e recebendo reclamações e consultas por meio de seu aplicativo nos celulares, que pode ser baixado gratuitamente e está disponível nas lojas Play Store e App Store. O site da fundação é https://www.procon.sp.gov.br/ .

Até o momento, a empresa que recebeu mais queixas foi a B2W Companhia Digital (que administra os sites do Submarino , Shoptime e Americanas ), com 20 reclamações; em seguida, Magazine Luiza , com 11; e a Via Varejo (responsável pelo Ponto Frio, Extra e Casas Bahia), com 7.

Faturamento

Levantamento da Ebit/Nielsen informa que o faturamento das empresas nas primeiras sete horas de vendas da Black Friday na internet totalizou R$ 724 milhões, valor 69% superior ao do mesmo período de 2018, quando as vendas para este dia somaram R$ 427,7 milhões. O volume de pedidos nesse período foi de 897 mil, variação de 61% frente ao mesmo período de 2018 (556 mil).

Já o Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada no comércio eletrônico, apontou que o setor movimentou mais de R$ 1,3 bilhão desde quinta-feira (28) até as 8h59 de hoje (29), valor que representa aumento de 30,8% em relação ao mesmo período de 2018. Entre as categorias mais consumidas, estão moda e acessórios, entretenimento, beleza, perfumaria e saúde, eletrodomésticos e ventilação, além de artigos para a casa.

Fonte: economia.ig - 29/11/2019 e SOS Consumidor


Braza ‘incendeia’ o Circo Voador nesta sexta

Por Raphael Fernandes em Dec 03, 2019 05:00 am
Banda carioca formada por ex-integrantes do Forfun faz última apresentação em solo carioca em 2019 nesta sexta (06/12), no Circo Voador

Previsão do Tempo: semana com apenas 2 dias chuvosos; sábado e domingo ensolarados

Por Raphael Fernandes em Dec 02, 2019 07:02 pm
Quinta (05/12) e sexta (06/12) serão de chuvas no Rio, mas restante dos dias é de sol com nuvens

Prédio pega fogo no Centro do Rio

Por Felipe Lucena em Dec 02, 2019 06:57 pm
Ainda não foram divulgadas informações de feridos

Deputados denunciam Crivella por propaganda antecipada

Por Altair Alves em Dec 02, 2019 06:50 pm
Prefeitura do Rio tem veiculado vídeos patrocinados no Youtube e o número do partido

Relatório da Comissão Especial de Carnaval é lançado nesta segunda

Por Felipe Lucena em Dec 02, 2019 05:49 pm
Acontecimento será acompanhado por roda de samba e homenagens

Nova mostra de Anderson Thives, retrata cenas do cotidiano carioca

Por Flu Ferreira em Dec 02, 2019 05:42 pm
Anderson Thives, apresenta sua nova mostra: RIO, ou Relações Interpessoais Oníricas, que retrata cenas do cotidiano carioca.

Crivella usa canais da Prefeitura para atacar jornal O Globo

Por Felipe Lucena em Dec 02, 2019 04:43 pm
As postagens dizem que a "Prefeitura do Rio vem sofrendo uma agressiva perseguição por parte de O Globo. O veículo, que se diz 'jornal', é, na verdade, um panfleto político"

#Dia do Samba: conheça a história do Sambódromo

Por Felipe Lucena em Dec 02, 2019 03:35 pm
No dia do samba, nada melhor que comemorar com as memórias de uma das casas desse gênero musical no Rio de Janeiro

Trem do Samba terá segunda edição na Baixada

Por Marroni Alves em Dec 02, 2019 03:26 pm
Os vagões do trem que partirá às 8h46 do próximo domingo (08/12) da Estação de Saracuruna em direção a Guapimirim, serão transformados em uma verdadeira roda de samba com muito balanço, festa e samba no pé

Denúncia de suposto esquema de propina na Prefeitura gera pedido de impeachment a Crivella

Por Felipe Lucena em Dec 02, 2019 02:40 pm
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) abriu um procedimento para investigar uma denúncia de negociação de propina na Prefeitura do Rio

Assim como no 1º turno, Flamengo ‘demite’ técnico do Palmeiras

Por Raphael Fernandes em Dec 02, 2019 11:52 am
No 1º turno, Felipão foi demitido após ser derrotado pelo Fla no Maracanã; agora, foi a vez de Mano Menezes, dispensado após perder em casa

Witzel sanciona lei que institui novo Fundo Estadual de Segurança Pública

Por Raphael Fernandes em Dec 02, 2019 11:11 am
Objetivo é custear, de forma complementar, modernização, reequipamento, manutenção e aquisição de bens de consumo da Segurança Pública do RJ

MEIO SÉCULO DE PASQUIM!

(Sérgio Augusto - O Estado de S. Paulo, 01) Coincidência ou ironia do destino, o fato é que, enquanto em Brasília o presidente promovia, com fascistoide estardalhaço, o primeiro partido familiar da história política do País, belicosamente kitsch e com o mais medonho logo de sua espécie, o Sesc Ipiranga de São Paulo abria uma exposição que era, é, em tudo, o seu antípoda.
Nada mais distinto da nova aliança da bala, do boi e da Bíblia que a jubilosa exposição dos 50 anos do Pasquim. A começar pela bela e, como sempre, criativa, montagem de Daniela Thomas. Está tudo lá, até uma sala reproduzindo a cela da Vila Militar em que a maior parte dos redatores do jornal ficou presa nos dois últimos meses de 1970. Pressa desnecessária; ela fica em cartaz no Sesc Ipiranga até abril do ano que vem.
Depois? Por enquanto, nada. Seu obstinado mentor, Fernando Coelho dos Santos, fez o diabo para que ela também acontecesse no Rio, mas só encontrou obstáculos, desinteresse e cagaço político nas instituições que poderiam acolhê-la. Soa no mínimo absurdo que o jornal que era a própria encarnação do espírito de Ipanema, que alardeava ver tudo de “um ponto de vista carioca”, tenha seu cinquentenário apenas celebrado em São Paulo.
Simultaneamente à mostra, a Fundação Biblioteca Nacional disponibilizou em sua hemeroteca a coleção completa digitalizada do Pasquim, do número 1 ao 1072. Esta é a cereja do bolo.
Em meio às conversas que animaram a abertura da exposição, um fiel leitor paulistano do Pasquim me perguntou qual fora, a meu ver, o melhor número do jornal, aquele que eu levaria para uma ilha deserta. Cravei o 300. Entre outros motivos, por ter sido o primeiro número sem censura prévia depois de duzentas e tantas edições rasuradas e cortadas pelos catões da ditadura.
O 300 chegou às bancas em 29 de março de 1975. Na capa, o baixo-ventre da modelo Nádia Patinha, as partes pudendas ocultas por um biquíni preto. Sob o logo do Pasquim, sua inegociável divisa: “Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados”, vetada até então pelos censores.
Nas páginas internas, dois poemas inéditos de Drummond, textos de Chico Anísio, João Saldanha, Pablo Neruda, Dalton Trevisan, uma entrevista com Aurélio Buarque de Holanda, mais os habituais suspeitos do semanário (Jaguar, Paulo Francis, Ivan Lessa, Ziraldo, Claudius etc), todos de algum modo abordando a durindana censória. A recente viuvez de Jacqueline Onassis inspirou quatro cartuns de Henfil e um comentário de Millôr.
Henfil: “Jacqueline mudou a historinha. Agora é a galinha que mata o homem dos ovos de ouro”. Millôr: “Jacqueline, eis uma que não só nasceu de rabo para a lua, como soube usá-lo.”
O ápice da edição, ou melhor, os dois ápices da edição foram o histórico editorial de Millôr sobre o fim da censura prévia e uma fotonovela estrelada por Fernanda Montenegro, que na maior esportiva passou duas horas no casarão gótico fake do jornal, no cocuruto da rua Saint Romain, dividindo a pantomima com Ivan Lessa, Millôr, Jaguar, Dona Nelma, a legendária secretária do Pasquim, e quem mais estivesse dando sopa no pedaço.
Inspirada, por assim dizer, na peça More Stately Mansions, de Eugene O’Neill, com enredo e diálogos de Ivan Lessa, não recebeu o título de A Mais Sólida Mansão, como a traduzira Barbara Heliodora, e sim More nas Mansões Estatais. Cobertos por clâmides improvisadas com dois lençóis, Fernanda (no papel de si própria) e Ivan (fazendo-se passar por Fernando Torres) vão ao Pasquim levar “teatro para o povo”. Nelma, espantada, pergunta o que é povo. Ivan explica: “aquela turma sem camisa”. Ao que Fernanda complementa: “quase sempre descalça”. Convocados aos gritos por Nelma, contínuos, secretárias da contabilidade, até a cozinheira, D. Marta, acorrem à sala para assistir ao espetáculo. Ao ouvido de Ivan, Fernanda cochicha: “Joga um Shakespeare neles!”. E Ivan recita um trecho de Ricardo 2º. Millôr, de penetra no canto do quadro, interfere: “A tradução é minha!” (Mentira: Millôr não traduziu Ricardo 2º). Sem obter o efeito almejado, Ivan sugere a Fernanda: “Ataca de Sófocles”. E Fernanda, com um cartazete no peito escrito “Tirésias”, discursa aos senhores de Tebas. Millôr interfere de novo: “A tradução é minha”. (Outra lorota. Ele não traduziu Antígona.) Em vista da reação negativa da assistência (“muito cerebral”, “não tem mulher nua”, “cadê o Tarcísio Meira?”), Fernanda, Ivan e Millôr saem, acabrunhados, da casa. Fernanda perguntando-se se não seria melhor gravar um LP, Ivan pensando em “jogar na ponta do Flamengo” e Millôr cogitando traduzir as propagandas do macacão do Fittipaldi.
Quanto ao histórico editorial, foi o último ato do Millôr à frente do Pasquim. Começava assim: “Cinco anos depois, tão misteriosamente como começou – ‘ordens superiores’ – a sinistra censura sobre este jornal se acabou. O Dr. Romão, o último interventor de plantão dos vinte ou trinta que passaram pela tarefa nestes mil e quinhentos dias de violências, comunicou à Nelma que ‘Vocês, agora, não precisam mandar mais nada pra censura’. Mas, vício do ofício, não conteve a ameaça ‘Agora a responsabilidade é de vocês’.”
E continuava assim: “Se mesmo sob censura prévia, 10 dos principais redatores ficaram dois meses presos na Vila Militar, por crime de imprensa, ‘a responsabilidade sempre foi nossa’. Agora o jornal passa a circular sem censura. Mas sem censura não quer dizer com liberdade. Pois a ordem de liberação, como a ordem de repressão, não partiu de nenhuma ordem identificável (...) Veio, como tudo, hoje, da voz menor de um burocrata. De modo que – não nos enganamos! – assim como a ordem veio, pode ser negada amanhã de manhã e o jornal apreendido no momento que você lê este artigo.”
E não é que foi mesmo?


Ex-Blog do Cesar Maia



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