Lula descobre que o povo não gosta de bandido

O americano e o russo (Ronald Reagan)

Lula e o socialismo quebraram o Brasil

O ARTIGO 142 DA CF PREVÊ “SANEAMENTO CONSTITUCIONAL”, NÃO “INTERVENÇÃO

A violenta repulsa dos políticos da esquerda, direita,e “centrão”, ou seja, de praticamente todos eles, e até mesmo de certos segmentos do meio militar,de certa forma “desinformada”, ou “medrosa”, em face da alternativa (mal)denominada de INTERVENÇÃO,INTERVENÇÃO MILITAR,INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL,ou ainda INTERVENÇÃO MILITAR/CONSTITUCIONAL,se deve, em grande parte, à imagem deturpada que a esquerda conseguiu consolidar fortemente na opinião pública sobre o movimento civil/militar que resultou na derrubada da ameaça comunista em 31 de março de 1964.

Para início de conversa, a palavra INTERVENÇÃO, ”isso ou aquilo”,relativa ao artigo 142 da Constituição,NÃO É VERDADEIRA,NEM CONSTITUCIONAL. A única “intervenção” prevista na Constituição está no seu artigo 34, através da qual a União pode “intervir” nos Estados e no Distrito Federal,nas situações excepcionais ali previstas, da mesma forma que os Estados podem fazê-la nos seus Municípios.

Em artigo bem recente, intitulado “Todo o poder emana do povo ? Ou do STF?”, denunciei, e provei, por “a+b”, as inúmeras inconsistências e“mentiras” que os constituintes escreveram na Carta “cidadã” de 1988,indicando , como ponto de partida dessa comprovação, o próprio artigo 1º da Constituição, impregnado do vício de 4 (quatro) mentiras “constitucionais”, só nesse artigo, e que se considerássemos essa média de mentiras do artigo 1º como padrão para os seus demais 249 artigos ,a Constituição “cidadã” estaria sendo “contemplada” com 1.000 mentiras (as 4 mentiras do artigo 1º ,multiplicadas pelos 250 artigos). E toda essa “babilônia” de mentiras se configuraria sem que se computasse as inúmeras “emendas” e “remendos” constitucionais, bem como a legislação infraconstitucional de milhões de leis, decretos, etc.

O artigo 142 da Constituição, errôneamente chamado de “intervenção” (isso,ou aquilo”) ,certamente tem como uma das principais causas da confusão que se faz a respeito, a incompreensível e absurda OMISSÃO dos constituintes (de 88) em dar um “nome de batismo” para essa atitude das Forças Armadas , impedindo qualquer ameaça à Pátria e aos Poderes Constitucionais.

Alguém andou inventando por aí que seria “intervenção” E ficou por isso mesmo. Todos repetem, como papagaios, a mesma coisa, a mesma mentira. E não vi ,nem ouvi, até hoje, uma só opinião “militar”, ou outra qualquer, tentando esclarecer essa situação.

É por esse motivo que esse “escriba” toma a liberdade e pede licença para sugerir a “(re)batização” da chamada “intervenção” do artigo 142,aqual poderia ser substituída por S-A-N-E-A-M-E-N-T-O C-O-N-S-T-I-T-U-C-I-O-N-A-L . Qualquer espécie de dicionário que eventualmente fosse consultado, comprovaria a melhor adequação dessa nova terminologia aos exatos fins a que se destinaria, cujo principal , a meu ver , seria o sentido de “limpeza”a que essa palavra remete, da “contaminação”, ”poluição” esquerdista predatória de 34 anos, a partir de 1985.

“Quem avisa amigo é”: é expressão popular que peço emprestada ,no sentido de alertar as forças políticas que parcialmente derrubaram a esquerda do seu império em outubro de 2018,de que vai ser muito grande o risco da esquerda voltar a ocupar o trono da Presidência da República, em 2022,com ou sem Lula. Esse risco se deve à lavagem cerebral que a esquerda conseguiu fazer no povo brasileiro, comprando-o com assistencialismo barato, mediante esse método ”idiotizando” grande parte dessa gente, mas que poderiam ser decisivos nas urnas, se somadas essas forças à dos delinquentes políticos do PT “et caterva”, de “carteirinha”.

Os indicativos de que a esquerda não estaria “morta” na América Latina, não reside só na expressiva votação que teve o candidato Haddad, do PT,nas eleições de 2018,perdendo para Bolsonaro, mas não “de goleada”, mas também na vitória “apertada” de Tabaré Vásquez,candidato presidencial da direita no Uruguai, e na vitória do “poste” esquerdista de Cristina Kirchner na Argentina, Alberto Fernández.

Resumidamente, as vitórias da esquerda ou da direita parecem acontecer por motivos “acidentais”,”aleatórios”,”momentâneos”, ”circunstanciais”, ao “sabor dos ventos”.

É por isso que todo o cuidado será pouco para evitar que “eles” voltem a tomar conta do poder político no Brasil de 2022. Se somarmos os eleitores “cativos” do PT, aos que votaram em Bolsonaro ,mas estariam descontentes com o Governo , por não ter esse conseguido cumprir no Governo o que prometeu, “graças”, justamente às táticas e “boicotes” da esquerda, vê-se que esse risco não é nada desprezível. E se “eles” voltarem, certamente ficariam mais 20 ou 30 anos sem largar o poder, ”infernizando” mais uma geração de brasileiros, e transformado o país numa Venezuela “piorada”.

E se essa desgraça acontecer ,os brasileiros deverão culpar pelo resto das suas vidas todas as autoridades políticas e militares que tinham as condições e a força necessárias para decretar o SANEAMENTO político do Brasil, por intermédio do artigo 142 da Constituição ,e não o fizeram, por um ou outro motivo.

Sem dúvida vai ser preciso um longo período de “quarentena”, de “descontaminação”, da cabeça dos brasileiros , afetados pela armadilha da doutrinação esquerdista, notadamente a partir dos “ensinamentos” de Antônio Gramsci, dos quais o Brasil se tornou o principal laboratório “experimental”.

E a simples DESMISTIFICAÇÃO do artigo 142 da Constituição,anulando a “antipatia” gerada pela palavra “intervenção”,que certamente foi obra da esquerda, poderia ajudar na (re)consideração “militar” dessa alternativa, como ÚNICA medida capaz de reerguer o Brasil do caos que lhe impuseram,sendo necessário salientar que muito mais que em 1968,hoje alguma medida semelhante ao AI-5 seria imprescindível para o efetivo “Saneamento” da política e (des)aparelhamento do Estado e das própria leis.. Mas teria que ser muito mais “forte” que naquela oportunidade, uma vez que a situação e o risco de “comunização” do país hoje é muito mais grave que “lá”em 1968,quando nem existia o “famigerado” Foro de São Paulo.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado e Sociólogo

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Fernández não pedirá restante do crédito do FMI à Argentina

Presidente eleito disse que não quer mais 11 bilhões emprestados e que está focado em pagar o que deve sem aplicar mais ajustes fiscais

FMI diz que está

FMI diz que está "difícil" encontrar solução rápida para Argentina | Foto: Alberto Fernández / Reprodução / CP

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O presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández, disse que não pedirá ao Fundo Monetário Internaiconal os 11 bilhões de dólares restantes de um megacredito aportado ao país. Ele explicou que, em troca, solicitará tempo para "desenvolver e poder pagar a dívida" incorrida. "Se você tem um problema porque está endividado, acha que a solução é continuar emprestando? Não é a solução. Acho que a primeira regra é parar de pedir", afirmou em entrevista à Vos Rádio. A administração da Maurício Macri já recebeu mais de 44 bilhões de dólares da instituição.

"Eu não sei se o dinheiro (que resta) do acordo virá, um acordo que diz que eles enviarão para a Argentina cerca de 57 bilhões de dólares e deram até 45 bilhões aqui, cerca de 11 mil permanecem milhões. Tenho um problema e vou pedir 11 bilhões a mais? O que quero é parar de pedir e que me deixem pagar", disse. "Nós podemos fazer isso, absolutamente", completou.

Anteriormente, Fernández já havia alertado à diretora-gerente FMI que o país vai cumprir com seus compromissos, mas pagará a dívida sem aplicar mais ajustes fiscais sobre uma sociedade já atingida pela recessão. A dívida argentina cresceu de 52,6% do PIB em 2015, quando Macri tomou posse, para mais de 80% este ano, segundo números oficiais divulgados em junho. A economia está em recessão desde o segundo trimestre do ano passado, com um forte aumento da pobreza, inflação, desemprego e falências.


Correio do Povo


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Porto Alegre chegou ao limite para conter aumento da passagem de ônibus, diz Marchezan

Prefeito teme que reajuste previsto para ocorrer no começo de 2020 seja usado por pessoas interessadas em "baderna e bagunça" em ano eleitoral

Preocupado com o próximo reajuste da tarifa de ônibus, previsto para ocorrer entre janeiro e fevereiro, o prefeito Nelson Marchezan alertou nesta terça-feira (26) para a necessidade de o governo federal conceder algum tipo de subsídio para reduzir o impacto da elevação da tarifa no bolso dos usuários. Para o prefeito, a mudança pode acarretar "baderna e bagunça" em ano eleitoral:

—  Eu acredito que para aqueles que querem alguma bagunça no país, este momento adequado vai ser janeiro e fevereiro, e se eu fosse alguma autoridade e tivesse responsabilidade sobre o meu país, eu tomaria alguma iniciativa para que isso não acontecesse, que é tomar alguma medida para a passagem não subir — analisou o prefeito, em entrevista ao Gaúcha Atualidade, citando os motivos iniciais das manifestações de 2013 e da recente onda de protestos no Chile.

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De acordo com Marchezan, a prefeitura de Porto Alegre chegou ao limite de tentativas para conter o aumento, após série de reuniões com governo federal. A ideia é sensibilizar sobre a necessidade de subsídios das passagens. A última tentativa será a apresentação de uma redação pronta para que o transporte coletivo tenha aporte do Tesouro por meio de uma medida provisória.

Em nível municipal, seguem as mudanças em andamento ou no horizonte da prefeitura para tentar estancar a tarifa: fim gratuidade da segunda passagem, novas faixas de ônibus para diminuir o tempo de viagem, revisão da obrigatoriedade da presença de cobradores e aumento da idade para isenção de idosos.

—  Eu fui o prefeito que mais avançou para tentar baratear, mas chegamos ao limite. Vamos tomar medidas até o final do ano, que serão ousadas, em nível de Brasil, e vamos avançar na questão Porto Alegre e Região Metropolitana — promete o tucano.

Ouça a entrevista completa


GaúchaZH

Trump afirma que colocará cartéis de drogas do México como "grupos terroristas"

Presidente dos EUA não esclareceu se isso levará a ações com drones no território vizinho

| Foto: Mandel Ngan / AFP / CP

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em entrevista divulgada nesta terça-feira que pretende colocar os cartéis das drogas do México entre os "grupos terroristas", uma decisão que dará a Washington mais poderes para combater o tráfico de drogas e de pessoas. "Vou designá-los sim, absolutamente. Estou trabalhando nisto durante 90 dias", revelou o presidente. "Mas tal enquadramento não é tão fácil. Existe um processo e estamos em meio a isto", disse em entrevista ao jornalista conservador Bill O'Reilly.

No início do mês, Trump convocou uma "guerra" contra os cartéis, após o assassinato de nove mulheres e crianças de uma comunidade mórmon americana instalada no norte do México. "Vai designar estes cartéis no México como grupos terroristas e começar a atacá-los com drones e coisas assim?", perguntou O'Reilly. "Não quero dizer o que vou fazer, mas serão designados (como terroristas). Não digo o que quero fazer", respondeu Trump.

O governo do presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, reagiu rapidamente, com a secretaria de Relações Exteriores informando que contactou distintas autoridades norte-americanas para entender o "conteúdo e os alcances do anúncio" de Trump. O chanceler Marcelo Ebrard se comunicará com o secretário norte-americano de Estado, Mike Pompeo, "para discutir este tema de extrema relevância para a agenda bilateral", em um encontro "o mais breve possível". "Como em outros temas da agenda bilateral, a secretaria de Relações Exteriores promoverá o diálogo e um roteiro que nos permita avançar para reduzir os fluxos de armas e dinheiro para o crime organizado dos Estados Unidos para o México, assim como agentes químicos e drogas que atravessam nosso território rumo ao país do norte".


AFP e Correio do Povo


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HPS atende cinco feridos após tumulto no Palácio Piratini

Manifestantes foram recebidos com spray de pimenta após tentarem INVADIR o prédio

Manifestantes foram recebidos com spray de pimenta após tentarem entrar no prédio

Manifestantes foram recebidos com spray de pimenta após tentarem entrar no prédio | Foto: Reprodução / CP

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Dezenas de manifestantes ficaram feridos durante tentativa de invasão ao Palácio Piratini, na tarde desta terça-feira. Destes, cinco foram atendidos no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre – dentre eles a presidente do Cpers, Helenir Schürer, que realizou uma tomografia na cabeça para verificar ferimentos. Segundo a integrante do Comando de Greve do Cpers, Neiva Lazzarotto, os outros atingidos foram socorridos por colegas ainda na Praça da Matriz, onde ocorria o protesto da categoria desde o início da tarde.

Na avaliação dela a tentativa de invasão não teria acontecido se os grevistas fossem recebidos dentro do Piratini. “Se tivessem nos levado lá para dentro faríamos uma reunião no tempo que eles quisessem para receber o documento e nos darem uma resposta, então ele precipitou uma atitude inconsequente.” Ainda conforme Neiva, nenhum dos feridos encontra-se em estado grave de saúde. Segundo o governo do RS, dois policiais também ficaram feridos durante o confronto.

A tentativa de invasão ao Piratini ocorreu enquanto o Comando de Grave entregava um documento com reivindicações dos sindicalistas ao Chefe da Casa-Civil, Otomar Vivian. O Cpers se reunirá nesta quarta-feira para discutir o confronto. De acordo com Neiva, a categoria deve publicar, ainda hoje, uma nota sobre o ocorrido.

Governo vê tentativa de invasão como “lamentável”

Já o governo do Estado, em nota oficial, afirmou repúdio a "lamentável" invasão ao Palácio Piratini. Disse que, conforme imagens de câmeras de segurança, os servidores derrubaram as grades instaladas em frente ao prédio. "O governo reitera a disposição em dialogar a respeito das propostas encaminhadas à Assembleia, como já vem fazendo desde o início do ano, quando visitou todas as entidades representativas de servidores. Além disso, o pacote de projetos foi apresentado individualmente a cada sindicato, antes mesmo do encaminhamento ao Legislativo", apontou o texto.

O governo afirma que "atitudes como esta" não ajudam a resolver os "problemas do Estado". "A reforma em curso não é contra ninguém. Ela é a favor do futuro de um Estado que convive há décadas com uma crise que assola não apenas os servidores, mas principalmente os 11 milhões de gaúchos que aqui vivem", conclui a nota.


Correio do Povo


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STJ decide não acolher embargos de réu do caso Kiss

Governo Bolsonaro reduz projeção do mínimo para R$ 1.031 em 2020

Projeto de lei do Orçamento apresentado ao Congresso previa salário base de R$ 1.039

Argumento é de que inflação ficará abaixo da previsão

Argumento é de que inflação ficará abaixo da previsão | Foto: ABr / Divulgação CP

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O salário mínimo para o próximo ano ficará em R$ 1.031, anunciou no fim da tarde desta terça-feira o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. O valor representa redução de R$ 8 em relação ao projeto de lei do Orçamento Geral da União do próximo ano, que previa mínimo de R$ 1.039.

O novo valor do mínimo consta de mensagem modificativa do Orçamento de 2020 enviada pelo governo Bolsonaro ao Congresso Nacional. Segundo Rodrigues, a queda da projeção se justifica pela redução das estimativas da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para o próximo ano.

A mensagem modificativa reduziu para 3,5% a estimativa para o INPC em 2020, meio ponto percentual a menos que a projeção de 4% que constava no projeto de lei do Orçamento. A previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como índice oficial de inflação, caiu de 3,9% para 3,5%.

A estimativa de crescimento para a economia, em contrapartida, aumentou de 2,17% para 2,32%. A estimativa para a cotação média do dólar no próximo ano aumentou de R$ 3,80 para R$ 4.

Ao anunciar a revisão das estimativas, Rodrigues destacou que a nova política para o salário mínimo só será decidida nas próximas semanas pelo presidente Jair Bolsonaro. O secretário de Fazenda, no entanto, diz que o valor servirá de referência para o Palácio do Planalto.


Agência Brasil e Correio do Povo


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