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Fernández diz que oferecerá asilo a Evo Morales quando assumir presidência da Argentina
Presidente eleito considerou que, "quando a democracia está em crise, ela se resolve com mais democracia"

Ele se encontrou com o candidato à presidência do Uruguai pela Frente Ampla | Foto: Eitan Abramovich / AFP / CP
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O presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández, disse nesta quinta-feira em Montevidéu que oferecerá asilo político ao ex-presidente boliviano Evo Morales depois de sua posse em 10 de dezembro. Durante uma visita em que se reuniu com o presidente uruguaio Tabaré Vázquez, ele disse que "a Argentina é casa de todos os bolivianos". "No dia que eu chegar à presidência será uma honra receber Evo Morales e (o ex-vice-presidente da Bolívia) Alvaro García Linera na Argentina. Se fosse eu o presidente (Mauricio Macri), teria oferecido o asilo no primeiro dia"enfatizou.
Ele considerou que "há uma crise institucional muito séria na Bolívia". "Devemos estar muito atentos, porque no continente o que temos que preservar é sempre a institucionalidade da democracia. Quando a democracia está em crise, ela se resolve com mais democracia, e não menos. Perguntamos o que sempre perguntamos: que cada povo resolver seu destino democraticamente, com a votação e sem pressão ", disse, quando perguntado se considerava que o progressismo estava em perigo na região.
A Argentina faz divisa com a Bolívia e, de acordo com o último censo, a comunidade boliviana constitui a segunda maior coletividade de estrangeiros do país, assim como a segunda mais ativa economicamente. Fernández visitou o Uruguai a 10 dias do segundo turno eleitoral para definir o sucessor de Vázquez, e almoçou nesta quinta-feira com o candidato da Frente Amplo (esquerda), Daniel Martínez, que venceu o primeiro turno do pleito. Fernández disse que não planeja se reunir nesta visita com Luis Lacalle Pou, o candidato da oposição, mas disse que manterá boas relações "com quem quer que seja o presidente".
"Argentina e Uruguai não têm chance de ter um vínculo ruim... somos obrigados a ter o melhor vínculo", afirmou. Por outro lado, elogiou o que os governos de Frente Ampla fizeram nos últimos 15 anos. "Aprecio muito o que aconteceu no Uruguai com as sucessivas presidências de Tabaré (Vázquez) e Pepe (José Mujica)", disse ele, comparando alguns indicadores socioeconômicos para discutir o porquê. Finalmente, ele disse que "todo o continente parece surpreso com Uruguai", um país que "dá aulas de democracia todos os dias".
AFP e Correio do Povo
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Chanceler e embaixador de Morales na ONU afirmam que permanecem no cargo
Ambos dizem terem sido nomeados por um governo democrático, com o aval do Congresso bicameral

Governo provisório não informou o que fará com relação a suas embaixadas | Foto: AIZAR RALDES / AFP / CP
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O chanceler e o embaixador do ex-presidente boliviano Evo Morales nas Nações Unidas disseram nesta quinta-feira, separadamente, que continuarão no cargo, apesar da renúncia do mandatário, por terem sido nomeados por um governo democrático, com o aval do Congresso bicameral.
O chanceler de Morales, Diego Pary, escreveu no Twitter que "continuará" em exercício, apesar de a presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, empossar na quarta-feira em seu lugar a diplomata Karen Longaric. "Por meu compromisso com a democracia, com o povo e a Constituição, continuarei com as tarefas que me correspondem de Ministro das Relações Exteriores do Estado Plurinacional da Bolívia do Governo Constitucional de @evoespueblo", afirmou Pary em sua conta pessoal.
Diego Pary Rodríguez
✔@DiegoPary
Por mi compromiso con la democracia, con el pueblo y la Constitución continuaré con las tareas que me corresponden de Ministro de Relaciones Exteriores del Estado Plurinacional de Bolivia del Gobierno Constitucional de @evoespueblo.
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A última informação de Pary é que se encontra na Nicarágua. A chanceler Longaric assumiu na quarta-feira e uma de sua primeiras tarefas será apresentar uma queixa ao governo mexicano, por violar os princípios de asilo, disse.
"Fui nomeado Embaixador da Bolívia junto às Nações Unidas pelo Presidente Constitucional Evo Morales, e ratificado por dois terços do Senado de meu país. Eu não renunciei e nem renunciarei", disse o embaixador Sacha Llorenti, de 47 anos.
Señores:@antonioguterres @UN @ONU_es @DicarloRosemary
Fui designado Embajador de Bolivia ante las Naciones Unidas por el Presidente Constitucional Evo Morales, y ratificado por dos tercios del Senado de mi país.
Yo no renuncié ni renunciaré.
S. Ll. S.9,282
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Os embaixadores bolivianos são nomeados pelo Executivo e ratificados pelo Senado.
Pary, um pedagogo quéchua de 42 anos, foi nomeado chefe da diplomacia boliviana em setembro de 2018, após ter cumprido funções de embaixador na Organização dos Estados Americanos (OEA), desde maio de 2011. Llorenti, advogado, foi nomeado embaixador por Morales - agora asilado no México - em setembro de 2012. O governo provisório boliviano não informou o que fará com relação a suas embaixadas.
AFP e Correio do Povo
China registra casos de peste; governo diz que risco de surto é ‘mínimo’
Duas pessoas foram colocadas em quarentena após a confirmação de quadros de peste pneumônica
Por Da Redação
Peste pneumônica (Domínio público/Reprodução)
Duas pessoas foram diagnosticadas na China com a peste, desencadeando o temor de uma potencial epidemia da doença altamente infecciosa e frequentemente fatal. O governo chinês alertou os cidadãos a se precaverem, mas autoridades da saúde informaram, nesta quinta-feira 14, que o risco de um surto é mínimo.
O anúncio dos dois casos de peste pneumônica foi feito na terça-feira 12, no distrito de Chaoyang, em Pequim, depois de um hospital local ter sido procurado pelas duas pessoas, que são da Mongólia Interior.
Eles foram colocados em quarentena, e o Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças disse que todas as pessoas em risco de serem expostas à peste foram rastreadas e tratadas. Os hospitais também intensificaram o monitoramento de qualquer pessoa que apresentasse sintomas semelhantes.
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A peste pneumônica é um dos três tipos de doenças infecciosas conhecidas como peste, causadas todas pela mesma bactéria, a Yersinia pestis. É uma doença pulmonar disseminada por ratos, com taxas de mortalidade em humanos próximas a 100% se não tratada, disseram as autoridades de saúde de Pequim em um comunicado.
É considerada a forma mais grave e mais perigosa da peste, tanto pelo quadro clínico quanto pela alta contagiosidade. Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, a doença é marcada por abrupta elevação térmica, calafrios, arritmia, hipotensão, náuseas, vômitos, astenia e obnubilação mental.
“A princípio, os sinais e sintomas pulmonares são discretos e ausentes. Depois surge dor no tórax, respiração curta e rápida, cianose, expectoração sanguinolenta ou rósea, fluida, muito rica em micro-organismos. Surgem fenômenos de toxemia, delírio, coma e morte, se não houver instituição do tratamento precoce e adequado”, informa o site da pasta.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, porém, as taxas de recuperação são altas se detectadas e tratadas com antibióticos dentro de 24 horas após o início dos sintomas.
Conhecida no passado como peste negra, a doença matou dezenas de milhões de pessoas na Europa medieval, se espalhando para Ásia e África. Mês passado, autoridades chinesas disseram que iriam fortalecer medidas de quarentena para prevenir a peste de entrar no país depois de Madagáscar ter sido atingido por um surto de rápida disseminação da doença.
As populações de ratos têm aumentado na Mongólia Interior como resultado de secas persistentes. Uma área do tamanho da Holanda foi atingida por uma explosão de ratos no verão passado, causando danos de 600 milhões de yuans, informou a agência de notícias oficial Xinhua.
Não está claro quando os casos foram detectados pela primeira vez na China, mas os moradores estão perguntando por que as autoridades demoraram tanto tempo para diagnosticar e divulgar o problema. Li Jifeng, médico do Hospital Beijing Chaoyang, onde as duas pessoas procuraram tratamento, escreveu no WeChat, uma plataforma de mídia social, que os pacientes procuraram tratamento em 3 de novembro.
Esse post, que foi excluído desde então, foi publicado pela CN-Healthcare, um site que cobre notícias sobre cuidados de saúde na China. Li não foi encontrado para comentar e o Hospital Beijing Chaoyang se recusou a comentar.
Li escreveu que o paciente que ela viu era um homem de meia idade, com febre e queixando-se de dificuldades respiratórias por 10 dias. Ele procurou tratamento em um hospital na Mongólia Interior, mas sua condição não melhorou. Sua esposa também desenvolveu febre e problemas respiratórios.
(Com Estadão Conteúdo)
Veja
Bruno Covas recebe alta após 23 dias internado
Prefeito de São Paulo deve ter restrições, mas poderá despachar e receber visitas em seu gabinete

Bruno Covas terá restrições, mas poderá despachar de seu gabinete | Foto: Twitter / Reprodução / CP
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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), recebeu alta médica após 23 dias de internação e deve sair do Hospital Sírio-Libanês ainda nesta quinta-feira, 14. Segundo a junta médica que o acompanha, o prefeito terá restrições, mas poderá despachar e receber visitas em seu gabinete. Não poderá, porém, participar de eventos com grande aglomeração de pessoas.
"Ele pode retomar a rotina da vida dele mas, na vida pública, deve guardar energias", disse o infectologista David Uip, médico que chefia a equipe que o acompanha. "A recomendação é que ele permaneça em casa no fim de semana e volte ao gabinete na segunda-feira", disse em uma entrevista coletiva ocorrida no Sírio, nesta quinta.
Correio do Povo
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Bolsonaro fala em desequilíbrio “em desfavor do Brasil” no banco dos Brics
Ao participar de um encontro com líderes do conselho empresarial dos Brics, nesta quinta-feira, Jair Bolsonaro disse que é preciso rever a situação de “desequilíbrio em desfavor do Brasil” nas carteiras de financiamento do banco criado pelo grupo.
“O banco é um dos resultados mais visíveis dos Brics e um aliado importante no esforço de garantir um adequado financiamento de infraestrutura sustentável. Os números mostram que é preciso trabalharmos juntos para superar o desequilíbrio em desfavor do Brasil na carteira de financiamento”, afirmou.
Atualmente, dos 45 projetos de financiamentos aprovados pelo banco dos Brics, apenas seis são brasileiros.
“Caberá a um brasileiro a presidência [do banco] a partir de meados do próximo ano. Estejam certos do nosso empenho em indicar alguém que possa trabalhar ativamente para que o banco se consolide definitivamente e cumpra sua missão”, completou Bolsonaro.
O Antagonista
Para Lula, autocrítica do PT tem que ser feita pelos outros
Na reunião da Executiva Nacional do PT hoje em Salvador, Lula disse que o partido não nasceu para ser coadjuvante e não tem que fazer autocrítica coisíssima nenhuma, relata a Folha.
“Vocês já viram alguém pedir para FHC fazer autocrítica? […] Quem quiser que o PT faça autocrítica, que faça a crítica você. Quem é oposição [é] que critica, ela existe para isso […] Na dúvida, a gente defende o nosso companheiro”, afirmou o ex-presidiário.
Só um gênio político da estatura de Lula é capaz de defender a autocrítica feita pelos outros.
O Antagonista
Haddad, o conciliador, chama Moro de ‘miliciano de toga’
Na reunião do PT em Salvador, Fernando Haddad referiu-se a Sergio Moro como “miliciano de toga” ao falar sobre a atuação do então juiz na prisão de Lula, informa o UOL.
“A decisão que ele tomou [Lula] aquele dia [em que foi preso] não foi uma decisão pensando nele, mas em todos nós e no país. Não é brincadeira uma pessoa com 72 anos à época, que sabia que aquela decisão do Moro não tinha nada a ver, era uma decisão política do Moro, era um agente político, que é uma espécie de miliciano de toga porque o que ele faz é coisa de miliciano”, disse o ex-poste petista, num discurso um tanto quanto confuso.
Ainda bem que Haddad é “conciliador”. Imaginem se não fosse.
O Antagonista
Lula afirma que PT precisa lançar candidato em "todas cidades possíveis"
Ex-presidente descartou que partido precise fazer "autocrítica"

Pronunciamento de Lula ocorreu durante Executiva Nacional do PT, em Salvador | Foto: Ricardo Stuckert / Workers Party (PT) / AFP / CP
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Em seu primeiro pronunciamento dirigido ao PT desde que deixou a prisão, há uma semana, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira, que o partido "não precisa fazer autocrítica" e deve lançar candidatos em todas as cidades possíveis nas eleições de 2020. "O PT não nasceu para ser partido de apoio", disse ele durante a Executiva Nacional do PT, em Salvador, em resposta às discussões de que os petistas poderiam compor candidaturas de outras legendas de esquerda.
Um ano e sete meses após ser preso na Operação Lava Jato para cumprir pena de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do triplex do Guarujá, o ex-presidente deixou há uma semana a cela especial da Polícia Federal em Curitiba. Lula foi beneficiado por decisão do Supremo Tribunal Federal, que, por 6 votos a 5, declarou inconstitucional a prisão após condenação em segunda instância. O petista foi sentenciado em três instâncias.
Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a condenação, mas reduziu a pena para 8 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão. Nesta quinta, acompanhado da deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente do partido, e de Fernando Haddad, candidato derrotado à Presidência em 2018, Lula voltou a atacar a condução da economia, numa demonstração do que deve ser o mote de sua atuação na oposição.
Ele criticou medidas recentes do governo de Jair Bolsonaro, como a MP do programa Verde e Amarelo, a reforma tributária e o leilão da Petrobras. "Agora, estão querendo taxar até o salário-desemprego, criar emprego onde o cara não terá nenhum direito. É quase voltar ao tempo da escravidão."
Ao falar de 2022, Lula afirmou que pode voltar a subir a rampa do Palácio do Planalto - ele está inelegível, enquadrado na Lei da Ficha Limpa - "levando Haddad, Rui (Costa, governador da Bahia) e outros companheiros". "O PT não nasceu para ser um partido de apoio. Vamos lançar candidaturas em todas as cidades que for possível." O ex-presidente também negou a necessidade de o partido fazer uma autocrítica. "Tem companheiro do PT que fala que tem que fazer autocrítica. Faça você a crítica. Eu não vou fazer o papel de oposição. A oposição existe para isso."
Presidenciáveis
Durante um discurso de pouco mais de uma hora, feito de improviso, Lula citou, com críticas e ironias, Bolsonaro, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o apresentador de TV Luciano Huck - cotados como possíveis candidatos à Presidência em 2022. Ele minimizou as declarações do seu ex-ministro Ciro Gomes (PDT). Durante palestra em São Paulo, na segunda-feira passada, o pedetista reiterou várias críticas ao ex-presidente, afirmou que faltam escrúpulos ao petista, a quem também chamou de "encantador de serpentes". "Não quero ficar polemizando com o Ciro. Ele foi leal comigo no governo, tive uma boa relação com o Ciro. Agora, dizer que o PT deveria ter saído (das eleições do ano passado) para apoiar ele... Você acha que o Bahia vai jogar com o Vitória e amolecer? Não podemos aceitar que tentem nos diminuir (...) O partido não vai se encolher", disse Lula.
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