Governo dará 'vales' de treinamento para capacitar 4,5 mil pessoas

O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, avaliou que os vales de treinamento, ou vouchers como chama o governo, trarão alinhamento entre oferta e demanda de trabalho.

Pelo programa, as empresas terão vales para que treinem os empregados e novos contratados em áreas que realmente são necessárias para a companhia. A meta é qualificar 4,5 milhões de trabalhadores em quatro anos.

"A medida coloca trabalhador e empresário no centro do processo. Esse casamento entre os dois trará mais eficiência e mais competências socioemocionais nessa relação", afirmou.

"Estimamos a criação de um milhão de empregos líquidos apenas nessa primeira onda de qualificação, e haverá outras", completou o secretário.

Fonte: O Dia Online - 12/11/2019 e SOS Consumidor

Congresso pode remover taxação de seguro-desemprego proposta pelo governo

por Fábio Pupo e Bernardo Caram

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Senadores avaliam que o programa pode ser bancado por recursos usados como benefícios tributários

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou nesta terça-feira (12) que o Congresso poderá substituir a cobrança de 7,5% sobre o seguro-desemprego por outra fonte de financiamento para o Programa Verde Amarelo (de estímulo à geração de emprego para jovens de 18 a 29 anos).

“De fato, houve uma reação muito forte no Senado [à taxação sobre o seguro-desemprego]. Na apreciação da matéria na comissão mista, se tentará identificar outras fontes para financiar a geração de emprego”, afirmou.

De acordo com Coelho, senadores avaliam que o programa pode ser bancado por recursos que hoje são usados como benefícios tributários ou pelo Sistema S.

A proposta de taxação foi apresentada pelo governo nesta segunda-feira (11) por meio de uma MP (medida provisória) de estímulo à geração de empregos entre os mais jovens. A medida trouxe também uma série de modificações permanentes na legislação trabalhista.

A equipe econômica vem tratando a contribuição sobre o seguro-desemprego como uma medida independente do programa Verde Amarelo e diz que ela será permanente. Para eles, a atual ausência da tributação é uma distorção. 

Fonte: Folha Online - 12/11/2019 e SOS Consumidor

Caixa corta pela metade taxa de juro do cheque especial

por Tássia Kastner e Isabela Bolzani

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Linha terá custo de 4,99%; na média, o sistema financeiro cobra 12% ao mês

A Caixa Econômica Federal cortou pela metade a taxa de juro do cheque especial em um momento em que Banco Central e governo vem pressionando os grandes bancos brasileiros a repassar a queda da Selic para consumidores.

A partir de dezembro a taxa será reduzida de 9,99% para 4,99%, segundo comunicado divulgado pelo banco nesta terça-feira (12). Na média, segundo dados do BC, o juro do cheque especial do banco era de 9,41% na semana encerrada em 29 de outubro.

O anúncio vem uma semana depois de o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmar que lançará, em breve, um projeto para redesenhar o cheque especial. Dentre as possibilidades, a autoridade monetária estuda a criação de uma tarifa mensal, que seria cobrada pelos bancos dos clientes que quiserem acesso a uma linha emergencial. Essa situação é proibida atualmente.Segundo o Banco Central informou, porém, que discute o projeto com bancos e não há nenhuma decisão concreta sobre como esse redesenho se dará.

Os 9,99% já eram mais baixos que a taxa média cobrada pelos bancos privados e fizeram parte de uma primeira rodada do banco público de corte de juros cobrados de seus clientes. A taxa média do cheque especial é de 12,4% ao mês, a mais cara do sistema financeiro. Já a Selic está em 5% ao ano, o menor patamar a história. O custo do cheque especial pouco se mexeu desde que a taxa básica de juros entrou em queda.

“Caso o Banco Central aprove essa cobrança de tarifa, vamos analisar qual será a nova dinâmica da modalidade e, se necessário, alterar de novo a nossa taxa do cheque especial”, afirmou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Guimarães diz esperar que o juro baixo atraia mais clientes que, no futuro, usarão outros produtos do banco e compensem a queda de receita com juros.

“Se isso realmente acontecer e acabar indo na direção que estamos esperando, a ideia é continuar reduzindo essa taxa”, acrescenta.

O presidente da Caixa nega ter sofrido pressão do governo para baixar os juros do cheque especial. A medida, descolada da ação das demais instituições financeiras gera questionamentos sobre uma possível interferência na gestão do banco público.

“Não houve nenhum incentivo do meu chefe. Não há ingerência na gestão. É uma decisão da gestão e estamos muito orgulhosos”, afirmou Guimarães durante entrevista para detalhar resultados do banco no terceiro trimestre.

“Não sei se os bancos privados vão seguir ou não. Como reduzimos 63% [desde o início do governo Bolsonaro], a grande questão é se o cliente vem ou não vem”, complementou.

A interferência do governo Dilma Rousseff (PT), que levou Caixa e Banco do Brasil a baixar juros, em 2012, foi questionada pelo mercado e fez com que as instituições perdessem rentabilidade ante os demais bancos privados.

A primeira rodada de queda mais agressiva de juros da Caixa foi em agosto deste ano, quando houve o primeiro corte no cheque especial. O banco reduziu também o custo em outras linhas. No período, o ROE (retorno sobre o patrimônio líquido, medida de rentabilidade para investidores) caiu 5 pontos percentuais em relação a iguais três meses de 2018, para 14,2%.

Foi o único entre os cinco grandes bancos brasileiros que perdeu rentabilidade no terceiro trimestre.

Além disso, a carteira de crédito ampla do banco encolheu 1,5%, puxada principalmente por pessoas jurídicas e empréstimos voltados para o setor rural. O detalhe é que houve também uma redução na comparação anual do crédito concedido para pessoas físicas, situação que não ocorreu com nenhum dos outros grandes bancos, os quais seguem expandindo suas respectivas carteiras de crédito.

Para além da pressão por queda de juros, desde a gestão de Ilan Goldfajn, o Banco Central tem anunciado medidas para tentar aumentar a competitividade do sistema financeiro e reduzir as taxas de juros de crédito, principalmente nas linhas emergenciais –como é o caso do rotativo do cartão de crédito e do próprio cheque especial.

Os bancos chegaram a lançar uma iniciativa de autorregulação em que ofereceriam um crédito alternativo para que o cliente pudesse trocar o cheque especial por um mais barato. Foi uma medida para evitar que a regulação fosse imposta, como ocorreu no limite de uso do rotativo do cartão de crédito.

Ainda assim a inadimplência voltou a subir: estava em 15,6% em setembro, só menor que a do rotativo do cartão de crédito (36,1%).Para tentar reduzir a taxa de juros da linha, o Banco Central estuda permitir que os bancos cobrem tarifa para que o cliente tenha acesso ao cheque especial, o que hoje é proibido.

Os bancos alegam que essa medida ajudaria a reduzir o custo da linhaporque, atualmente, os clientes têm crédito disponível e não necessariamente pagam juros por esse valor. Isso significa que o dinheiro separado do banco não é remunerado. A medida faria com que toda a parcela destinada a linha serviria para remunerar instituições financeiras.

Caixa Econômica Federal

Lucro líquido recorrente:  R$ 4,2 bilhões

Carteira de crédito: R$ 683,2 bilhões

Margem financeira: R$ 19 bilhões

Fonte: Folha Online - 12/11/2019 e SOS Consumidor

JOGOS DE ESPIONAGEM NA BOLÍVIA!

(José Casado – Globo, 12) A liquefação institucional da Bolívia marca uma inflexão na biografia de dois influentes diplomatas latinos, cujas carreiras foram construídas na intimidade de governos de esquerda.
Um deles é Carlos Zamora, 76 anos, ex-embaixador de Cuba no Brasil nos governos Lula e Dilma. Ele atravessou os últimos 45 anos em cargos relevantes da chancelaria, incluindo a seção Estados Unidos e a embaixada na ONU.
“El Gallo” Zamora, coronel da Direção Geral de Inteligência de Cuba, chegou a La Paz em março, com a mulher Maura Isabel, também oficial da DGI. Virou conselheiro de Evo Morales. De “El Gallo”, porém, jamais se ouviu um canto no Palácio Quemado — ele apenas sussurrava nos ouvidos do presidente.
No páreo estava outro diplomata, o uruguaio Luis Almagro, 56 anos, secretário-geral da Organização dos Estados Americanos. Emergira como chanceler do governo José Mujica, com quem rompeu ao qualificar a cleptocracia da Venezuela como ditadura (“Te digo adeus”, escreveu-lhe Mujica). Acabou expulso da Frente Ampla, ao admitir intervenção militar externa para remover o ditador Nicolás Maduro. Retrucou, reconhecendo o oposicionista Juan Guaidó como presidente “interino” da Venezuela. Passou a ser visto como agente americano.
Almagro incorporou Evo ao próprio plano de reeleição na OEA, no ano que vem, e até reconheceu-lhe a candidatura ao quarto mandato como “direito humano”, embora a Constituição boliviana proíba. Mas tropeçou em “El Gallo”. Desde então, responsabiliza Cuba e Venezuela por agitações na América do Sul.
No domingo, avalizou a auditoria da OEA dissecando a fraude montada para eleger Evo. Houve de tudo. Principalmente, um inexplicável desvio do endereço (IP) de 350 máquinas do tribunal eleitoral para processamento de votos num servidor externo, ainda desconhecido. “As manipulações são de tal magnitude que devem ser profundamente investigadas”, diz a OEA.
Em La Paz há quem considere o hackeamento similar aos percebidos em eleições na Venezuela, supostamente sob supervisão cubana. Sem provas, condimenta-se o imaginário da espionagem, com Almagro e “El Gallo” Zamora como protagonistas.


Ex-Blog do Cesar Maia


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Carro blindado da deputada Maria do Rosário é roubado em Porto Alegre

Assessor da parlamentar estava no veículo e foi feito de refém durante o crime

Apenas o assessor da parlamentar estava no veículo e foi feito de refém durante o crime

Apenas o assessor da parlamentar estava no veículo e foi feito de refém durante o crime | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agencia Brasil / CP

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Um assessor da deputada federal Maria do Rosário (PT/RS) foi vítima de um assalto, nesta quinta-feira, próximo ao Palácio Piratini, no Centro de Porto Alegre. Ele foi feito de refém por criminosos no momento que entrava em um carro blindado, pertencente à parlamentar, que estava localizado na Praça da Matriz.

Segundo a nota divulgada pela deputada, o assessor foi levado pelos assaltantes até a zona Leste, onde foi deixado, sem o carro. A Brigada Militar foi acionada e trabalha na localização do veículo. Maria do Rosário não estava presenciou o crime.

Em nota, ela lamentou o ocorrido: "Num momento como esse mais uma vez nos solidarizamos com todas e todos que são vítimas de violência com perdas maiores ainda, como a vida", disse.


Correio do Povo

AGU aciona PGR contra reportagem que compara secretário da Presidência a nazista

Joice e Frota intimidam perfis no Twitter e criam listas de desafetos

Perseguições de políticos bananas, que não aguentam memes e piadas, contra indivíduos comuns viram hábito no Congresso

Carlos Eduardo de Freitas Rocha


Karl Kraus disse que “o diabo é um otimista se acredita que pode tornar os seres humanos piores do que são”. Nosso congresso e nossa suprema corte são a confirmação definitiva desta sentença. Exceções há, claro. É nelas que devemos nos inspirar. E há, sem dúvida, quem saiba que é ruim, mas se esforce um pouco a fim de não transparecer essa ruindade. Afinal, é no confronto com nossa própria maldade que nos fazemos humanos.

A piada é a arma mais letal da democracia. E é o pesadelo de políticos demagogos e oportunistas. Ben Lewis, no livro Foi-se o Martelo, disse que ouviu diversas vezes que foi o humor que derrubou o comunismo.

O Brasil é um caso curioso. Aqui nem os humoristas gostam de fazer piada e entram em colapso nervoso quando são alvos dela. É o humor trans. Eu me identifico como humorista e você tem a obrigação de rir do que eu digo.

São personalidades de cera que se deformam a medida que vão sendo confrontados.

Mente frágeis possuem códigos fáceis de decifrar e psicopatas, mesmo que ajam sob efeito de doritos e muita masturbação, acabam induzindo essas mentes a trabalhar para eles. Foi assim com vários dos que haviam se posicionado, nas eleições, a favor das pautas do governo atual e que, sem motivo aparente, mudaram da água para a lama.

Cederam ao diabinho no ombro.

Na política, dois se destacam nas intimidações e ameaças: Alexandre Frota e Joice Hasselmann.

Frota tem a substância intelectual de um playmobil. Nada do que pense ou diga, coisas que faz sem que pensamento e fala se relacionem, presta. É o que dizem: a forma de um crânio não indica muito o que se passa dentro dele. E dentro do crânio da nossa Cicciolina do Xingu, deduz-se, não se passa muita coisa. Num ponto Frota é melhor do que os velhos políticos: é simplório. Não é preciso desmascará-lo. Age por impulso, como uma velha cotovia.



Joice é caso semelhante. Quem não se lembra com cara de quem vai golfar cinco horas seguidas, da moçoila corpulenta chamando Bolsonaro de zero um? A vaidade desmedida está desenhada nas feições exageradas de Joice. A entonação afetada, a postura magnânima (que cada vez mais encurva pelo excesso de células adiposas), são indicações de um ego hipertrofiado. Logo, Joice diz que foi ela quem ajudou Deus a trazer terra pra fazer o mundo.

Joice Hasselmann

@joicehasselmann

Espero ansiosamente q os deputados do @PSL_Nacional que anunciaram que irão para outro partido tenham a dignidade de pedir a desfiliação AINDA HOJE! Estamos de plantão aguardando no partido. Quantas pedidos chegarão hoje? Quero ver ser o s tigrões dos likes têm coragem e palavra

2.165

18:32 - 12 de nov de 2019

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Um pouco de autoconhecimento resolveria a parada em ambos os casos.

Figuras públicas acham que podem intimidar e calar quem ouse pensar diferente. Chegaram ao cúmulo de travestir uma CPMI, que seria sobre a disseminação de notícias falsas, mas que está perseguindo as vozes conservadoras que ganharam muito espaço e relevância no debate.

Ou sabe-se se alguém da Folha – que espalhou a maior das fake news, dizendo que a eleição estava sendo manipulada pelo WhatsApp – foi convocado para depor? Pior: a moça que fez essa fake news foi convidada para… perseguir desafetos.

Filipe Trielli@filipetrielli

O Alexandre frota é um deputado que persegue pessoas comuns. Na cara dura. E nada acontece. Aí não dá pra falar de quem quer ucranizar essa merda mesmo. Canalha!

2.252

10:31 - 13 de nov de 2019

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326 pessoas estão falando sobre isso

Pessoas comuns que fazem piadas, memes e emitem opiniões são os verdadeiros alvos desta CPMI. É a liberdade de expressão que está em jogo. As intenções autoritárias desses políticos e personalidades de cera ficam claras a cada tuíte expondo alguém.

É uma qualidade invejável não escapar à repugnância imediata de um político, especialmente no caso de políticos do PT, PSOL e verdadeiras entidades da vergonha alheia como Frota e Joice, mas isso tem sempre que ficar no âmbito da antipatia e não da criminologia. E também é importante ter o domínio das “rédeas rutilantes” do pensamento. “Sem freio não é decerto a casa ou celeiro, mas sim a boca, que conduz à desgraça”, diz Eurípedes.

É preciso ampliar a liberdade de expressão e também a sensatez. Um e outro faltam em abundância aqui.


Senso Incomum

MOMENTO ANTAGONISTA: SURUBA, DIPLOMACIA E SABOTAGEM


Lula, o santo dos petralhas já fez o seu primeiro milagre

Toffoli, o advogado do PT

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Claremi Bueloni está com Elza Araujo.

12 de novembro às 16:05

Os jornais estão aí. Não nos deixam mentir. Como esse homem pode votar como voto de Minerva para soltar Luladrao e seus comparsas?


Fonte: https://www.facebook.com/darcyfigueira.carvalho/posts/2553850144709057