Qual a refeição mais importante do dia?

| Foto: Unsplash

Tomar ou não café da manhã é uma escolha pessoal, a partir do que faz bem a cada um

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Por muito tempo, ignorar a primeira refeição do dia foi apontado por profissionais da saúde como um dos vilões que poderiam levar ao aumento de peso, aumento da fome durante o dia e até compulsão alimentar. Mas será que isso é mesmo verdade?

Na nutrição, assim como em outras áreas da saúde, as verdades podem servir para uma parte da população e não fazer nem cócegas em outra parte. Sobre o café da manhã, por exemplo, estudos atuais apontam que ele não é o salvador da pátria em relação aos hábitos alimentares do restante do dia, ou seja, o fato de tomar café não garante que o indivíduo faça boas escolhas alimentares no decorrer do dia. Portanto, tal refeição não estaria associada diretamente à dimunuição do sobrepeso/obesidade.

Hoje, defendo (e boa parte dos meus colegas nutricionistas também) a individualidade bioquímica. Mas o que é isso? De forma simplificada, cada indivíduo é único com características genéticas e bioquímicas singulares. Então, se o café da manhã te agrada e te faz bem, e se você consegue fazê-lo com boas escolhas alimentares, ótimo! Por outro lado, se você não sente nenhuma fome pela manhã e o café te deixa até enjoado, está tudo certo! Você não precisa mais ser crucificado por isso, como se tivesse fazendo a pior coisa do mundo. Aliás, sabemos hoje que prolongar horas de jejum, utilizando o período da noite pode ser benéfico à saúde.  É o famoso jejum intermitente – mas isso é tema para a próxima semana!

Então, com ou sem café da manhã, o que vale mesmo é o que fazemos durante a nossa rotina alimentar como um todo. O mais importante são nossas escolhas durante o período alimentado – seja ele iniciado às 6 horas ou ao meio-dia. Isso me tranquiliza muito, pois qualquer prescrição de dieta deve partir desse princípio: cada ser humano é único e o remédio pra um pode ser o veneno para o outro!

Agora eu volto a perguntar: para você, qual a refeição mais importante do seu dia?

Gisele Berardi, nutricionista

por Gisele S. Berardi

Gisele Silveira Berardi é mãe da Antônia e nutricionista funcional, com foco em emagrecimento e hipertrofia, infertilidade e envelhecimento saudável. Escreve semanalmente para o Bella+ com a missão de desvendar os segredos da alimentação saudável. @giselesberardi

Correio do Povo


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GERAL

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ECONOMIA

Dólar termina dia a R$ 4,10 com noticiário externo mais positivo

Frio intenso marca amanhecer nesta quinta no RS

Ausentes e Caxias do Sul devem ter temperaturas próximas a zero

Ausente e Caxias do Sul devem ter temperaturas próximas a zero

Ausente e Caxias do Sul devem ter temperaturas próximas a zero | Foto: Samuel Maciel / CP Memória

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O amanhecer segue gelado em grande parte do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. Em algumas cidades, como São José dos Ausentes e Caxias do Sul, a temperatura pode marcar zero grau nas primeiras horas do dia. Durante a tarde, o sol predomina, precedido do ingresso de algumas nuvens partindo da região Noroeste e Norte do Estado.

A temperatura deve ficar amena durante a tarde. De acordo com a MetSul Meteorologia, a temperatura máxima não deve passar dos 20ºC em grande parte do Estado. As marcas mais altas estão em Santa Rosa com 22ºC e São Miguel com 24ºC.

MetSul antecipa que os próximos dias devem ser de temperaturas altas precedidas de chuvas e temporais no fim de semana.

Confira as mínimas e máximas:
Vacaria 1ºC / 16ºC
Passo Fundo 4ºC / 18ºC
Uruguaiana 6ºC / 18ºC
Pelotas 3ºC / 16ºC
Chuí 4ºC / 15ºC


Correio do Povo


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ESPAÇO PENSAR +

Eis o artigo do pensador Márcio Coimbra - ESTAMOS DIANTE DE UM VÁCUO CRIADO PELA LAVA JATO E NOSSA TROCA DE CICLO POLÍTICO-:

A polarização da política brasileira tem aberto espaço para o surgimento de novos atores que buscam espaço no cenário eleitoral. Estamos diante de um vácuo criado pela Lava Jato e nossa troca de ciclo político. Assim como na Itália, depois da operação Mãos Limpas, a classe política foi praticamente dizimada pelas urnas, abrindo-se um espaço que foi ocupado por uma nova direita. As consequências destes movimentos do eleitor deixam marcas profundas no cenário político e podem ser responsáveis por mudar suas estruturas.

Esta mudança que observamos vem marcada especialmente pela polarização, um fenômeno que funciona como combustível para líderes populistas tanto na direita, quanto na esquerda. São posições que se retroalimentam em seu antagonismo e necessitam da existência do outro para manter acesa a chama de seu discurso político. Ao absorver esta narrativa, insere o eleitor em uma dinâmica perigosa que vai além de suas agendas e se firma na simples disputa pelo poder.

Este estado de coisas se impõe geralmente quando surgem vácuos políticos, fenômenos responsáveis por ceifar o establishment. A ascensão dos governos que sucedem estes episódios tem o mesmo condão, renovar a política de fora para dentro, mudando seus atores, práticas e dinâmica.

Entretanto, pode-se tornar um movimento perigoso, uma vez que o afastamento de figuras tradicionais vai além de varrer as velhas práticas, pois também remove as qualidades que fornecem estabilidade institucional, geralmente caracterizadas pela temperança, diálogo, concertação e entendimento, habilidades fundamentais para os atores que se movem na política. O grande risco deste salto em direção ao incerto se caracteriza pelo perigo de esgarçamento das instituições e possibilidade de rompimento das garantias democráticas. Mas como sabemos, a tática da destruição para reconstrução geralmente está presente nestes movimentos.

Ao enfrentar este dilema na década de 90, a Itália conseguiu se equilibrar, uma vez que o pêndulo político interno estava em contraponto com o externo, o que ajudou a reorganização política e o surgimento de novas forças ao longo dos anos seguintes. No período atual, ao contrário, enxergamos o movimento pendular para um dos lados, para uma nova direita que mostra-se cada vez mais robusta e que dialoga internacionalmente com desenvoltura e naturalidade.

Fato é que diante da polarização e do vácuo político, diversos grupos começam a se organizar, cientes de que podemos estar diante de um ciclo que pode se retroalimentar ao longo dos anos. Movimentos centristas, que buscam aliar políticas de esquerda e direita, sendo liberais na economia e atuantes na frente social começam a tomar forma e tentar se contrapor ao cenário atual. Neste panorama, a dinâmica política ainda está em acomodação e poderia reverter em favor de grupos que desejam rever as velhas práticas, porém mantendo suas virtudes. O vácuo de poder cria oportunidades variadas, e o Brasil está exatamente no meio deste processo.


Pontocritico.com

Barroso concede progressão ao semiaberto para operador do Mensalão, Marcos Valério

Publicitário cumpriu 6 anos e 6 meses da condenação pelo processo

Publicitário foi condenado a 37 anos de cadeia

Publicitário foi condenado a 37 anos de cadeia | Foto: Lalo Almeida / Folha Imagem / CP Memória

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, concedeu nesta quarta-feira prisão em regime semiaberto ao ex-publicitário Marcos Valério. Ele foi condenado a 37 anos de prisão no processo do Mensalão pelos crimes de peculato, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Valério ganhou direito à progressão de regime, benefício previsto na lei penal, por ter cumprido, desde 2013, um sexto da pena em regime fechado, equivalente a 6 anos e 6 meses de prisão, cumpridos em Contagem (MG).

"Diante do exposto, defiro ao condenado Marcos Valério Fernandes de Souza a progressão para o regime semiaberto, desde que observadas as condições a serem impostas pelo juízo delegatário desta execução penal", decidiu o ministro. Em 2017, o ex-publicitário fechou um acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF).


Agência Brasil e Correio do Povo


REFRESCO TEMPORÁRIO
XVIII- 225/18 - 03.09.2019

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DEMORA E IMPERFEIÇÃO

Decididamente, o velho ditado -A PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO- é algo que não se aplica ao nosso PODER LEGISLATIVO. A rigor, como se percebe, os bons projetos que exigem aprovação dos deputados e senadores, além da irritante e inconcebível DEMORA, a PERFEIÇÃO passa longe demais das decisões.

A PRIMEIRA DE TODAS AS REFORMAS

Mais do que sabido, por exemplo, a REFORMA DA PREVIDÊNCIA, pelo inquestionável e terrível  COLAPSO FISCAL que atinge brutalmente as CONTAS PÚBLICAS DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS, foi eleita como a PRIMEIRA de todas as REFORMAS.

DOENÇA FISCAL

Pois, mesmo que todos estejamos pra lá de convencidos de que o tratamento desta terrível DOENÇA FISCAL precisa de muita PRESSA e extrema PERÍCIA para que possa surtir, no menor prazo possível, os efeitos saudáveis necessários, depois de decorridos mais de oito meses de 2019 o que se vê é algo simplesmente deplorável.

DUAS PARTES

Observem que a proposta de REFORMA DA PREVIDÊNCIA encaminhada pelo governo (Executivo) ao LEGISLATIVO, no início do ano, foi dividida em duas partes: uma, que trata da REFORMA DO REGIME DE DISTRIBUIÇÃO; outra, da CRIAÇÃO DO REGIME DE CAPITALIZAÇÃO.


OITO MESES DEPOIS

Pois, até agora, depois de OITO MESES,  o PODER LEGISLATIVO se mostrou duplamente cruel: 1- ao abortar a CRIAÇÃO DO REGIME DE CAPITALIZAÇÃO;  e, 2- ao MUTILAR a proposta que tinha como propósito estancar a HEMORRAGIA FISCAL até que o REGIME DE CAPITALIZAÇÃO viesse a produzir o efeito projetado. Em síntese, o que resulta até agora da trágica tramitação é o prolongamento do grave problema previdenciário.

REFRESCO TEMPORÁRIO

Pra piorar, na sua também lenta tramitação no Senado, cujo presidente promete votação definitiva, em plenário, para outubro (DÉCIMO MÊS DO ANO),  a REFORMA DA PREVIDÊNCIA já sofreu novas mutilações. Ou seja, a ECONOMIA FISCAL, para os próximos 10 anos, de R$ 1,2 TRILHÃO (como consta no projeto original,) já está em R$ 900 BILHÕES.

Como a exclusão do REGIME DE CAPITALIZAÇÃO, a REFORMA DA PREVIDÊNCIA ficou manca, a tal ECONOMIA não passa de um REFRESCO TEMPORÁRIO.


O POVO AVALIA O EXECUTIVO

O que mais preocupa é que o povo não atribui ao PODER LEGISLATIVO a demora e os maldosos equívocos.  As pesquisas revelam, claramente, que o povo desaprova o governo (EXECUTIVO), quando na realidade esta responsabilidade deveria cair no colo do PODER LEGISLATIVO. Mais: idem do PODER JUDICIÁRIO.


MARKET PLACE

ESTACIONAMENTO ISENTO - A partir de ontem, dia 2 de setembro, os clientes que consumirem a partir de R$ 20,00 (valores não cumulativos) em lanches ou refeições nos empreendimentos Bourbon Wallig, Bourbon São Leopoldo, Bourbon Novo Hamburgo, Bourbon Canoas, no Moinhos Shopping e no Porto Alegre CenterLar,  recebem a isenção de um turno no estacionamento.
O processo de validação será realizado pelos próprios lojistas de alimentação no momento da compra, sendo que a isenção é válida de domingo a domingo, dentro do horário de funcionamento de cada empreendimento. Consulte lojas participantes da ação www.bourbonshopping.com.br ou www.moinhosshopping.com.br ou www.portoalegrecenterlar.com.br.

ESPAÇO PENSAR +

Eis o artigo do pensador Márcio Coimbra - ESTAMOS DIANTE DE UM VÁCUO CRIADO PELA LAVA JATO E NOSSA TROCA DE CICLO POLÍTICO-:

A polarização da política brasileira tem aberto espaço para o surgimento de novos atores que buscam espaço no cenário eleitoral. Estamos diante de um vácuo criado pela Lava Jato e nossa troca de ciclo político. Assim como na Itália, depois da operação Mãos Limpas, a classe política foi praticamente dizimada pelas urnas, abrindo-se um espaço que foi ocupado por uma nova direita. As consequências destes movimentos do eleitor deixam marcas profundas no cenário político e podem ser responsáveis por mudar suas estruturas.

Esta mudança que observamos vem marcada especialmente pela polarização, um fenômeno que funciona como combustível para líderes populistas tanto na direita, quanto na esquerda. São posições que se retroalimentam em seu antagonismo e necessitam da existência do outro para manter acesa a chama de seu discurso político. Ao absorver esta narrativa, insere o eleitor em uma dinâmica perigosa que vai além de suas agendas e se firma na simples disputa pelo poder.

Este estado de coisas se impõe geralmente quando surgem vácuos políticos, fenômenos responsáveis por ceifar o establishment. A ascensão dos governos que sucedem estes episódios tem o mesmo condão, renovar a política de fora para dentro, mudando seus atores, práticas e dinâmica.

Entretanto, pode-se tornar um movimento perigoso, uma vez que o afastamento de figuras tradicionais vai além de varrer as velhas práticas, pois também remove as qualidades que fornecem estabilidade institucional, geralmente caracterizadas pela temperança, diálogo, concertação e entendimento, habilidades fundamentais para os atores que se movem na política. O grande risco deste salto em direção ao incerto se caracteriza pelo perigo de esgarçamento das instituições e possibilidade de rompimento das garantias democráticas. Mas como sabemos, a tática da destruição para reconstrução geralmente está presente nestes movimentos.

Ao enfrentar este dilema na década de 90, a Itália conseguiu se equilibrar, uma vez que o pêndulo político interno estava em contraponto com o externo, o que ajudou a reorganização política e o surgimento de novas forças ao longo dos anos seguintes. No período atual, ao contrário, enxergamos o movimento pendular para um dos lados, para uma nova direita que mostra-se cada vez mais robusta e que dialoga internacionalmente com desenvoltura e naturalidade.

Fato é que diante da polarização e do vácuo político, diversos grupos começam a se organizar, cientes de que podemos estar diante de um ciclo que pode se retroalimentar ao longo dos anos. Movimentos centristas, que buscam aliar políticas de esquerda e direita, sendo liberais na economia e atuantes na frente social começam a tomar forma e tentar se contrapor ao cenário atual. Neste panorama, a dinâmica política ainda está em acomodação e poderia reverter em favor de grupos que desejam rever as velhas práticas, porém mantendo suas virtudes. O vácuo de poder cria oportunidades variadas, e o Brasil está exatamente no meio deste processo.

FRASE DO DIA

Ser bom é muito diferente de ser bobo.

Câmara aprova novas regras para sistema eleitoral

Proposta seguirá ao Senado com fim de percentual fixo de emendas de bancada para Fundo Eleitoral

| Foto: Luis Macedo / Agência Câmara / Divulgação CP

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O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira, novas regras para o sistema eleitoral. A proposta segue para apreciação do Senado. Para assegurar a validade da nova legislação nas eleições estaduais em 2020, o texto precisa ser publicado até um ano antes do primeiro turno (início de outubro). O texto-base do PL 11.021/18 foi aprovado na sessão de terça, por 263 votos a 144. A proposta altera a Lei Eleitoral (9.504/97) e a Lei dos Partidos (9.096/95).

O texto estabelece o fim do percentual fixo de 30% das emendas de bancada como referência para a destinação orçamentária ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), o chamado Fundo Eleitoral. A proposta também restringe a aplicação de multa de 20% sobre o montante considerado irregular em contas de partido reprovadas pela Justiça Eleitoral apenas nos casos em que o agente teve a intenção de cometer a infração.

Na sessão desta quarta, parlamentares retiraram do texto a possibilidade de redistribuição de recursos do Fundo Eleitoral aos demais partidos da parcela eventualmente recusada por alguma legenda.

Registro de candidatura

O projeto define ainda parâmetros para avaliar se um candidato está elegível para disputar as eleições. A definição caberá à Justiça Eleitoral que deve considerar a data da posse e não a data do registro da candidatura, embora a condição continue a ser aferida nesse momento. Dessa forma, poderá concorrer um político cuja penalidade de não poder ser eleito acabar antes da posse, mas depois das eleições. Para o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), a regra não se trata de "dar qualquer possibilidade de burlar a lei". 

"O que se está fazendo aqui é estabelecer um prazo para que a Justiça Eleitoral julgue a possibilidade de a pessoa ser ou não candidata, impedindo assim que se faça campanha e, no fim, o candidato seja declarado inelegível. A Justiça tem que dizer logo, imediatamente, se o candidato é ou não elegível. O que estamos fazendo aqui é simplesmente dar segurança jurídica ao pleito e a possibilidade de o eleitor saber se está votando num candidato elegível", argumentou.

Contrário à medida, o deputado Coronel Tadeu (PSL-SP) criticou a aprovação do trecho pelo Câmara dos Deputados. "É necessário que o culpado cumpra sua pena ou nós estaremos estimulando ainda mais a impunidade neste país. Após ter cumprido a pena, nada mais legítimo do que ele poder voltar às urnas e colocar o seu nome, submeter a sua biografia a um sufrágio para a sociedade então decidir. Mas, antes que essa pena seja cumprida, não é viável - e digo até que é um absurdo - o parlamento aprovar um item como esse", defendeu.

Propaganda partidária semestral

O texto aprovado pelos deputados prevê a volta da propaganda partidária semestral e exceções aos limites de gastos de campanhas eleitorais. A obrigação dessa veiculação em rede nacional e estadual foi extinta pela última reforma eleitoral em virtude da criação do fundo eleitoral.

O PL estabelece que o partido com mais de 20 deputados federais eleitos terá 20 minutos de tempo, por semestre, para inserções nas redes nacionais e o mesmo tempo nas redes estaduais. A sigla que eleger de 10 a 19 deputados terá assegurado o tempo de 15 minutos a cada seis meses - tanto nas redes nacionais quanto estaduais. Já os partidos que tenham eleitos até nove deputados terão o tempo de 10 minutos assegurados (redes nacionais e estaduais - cada).


Agência Brasil e Correio do Povo

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Placa do Mercosul nos carros ficará mais simples; veja quais são as mudanças

(Foto: Douglas Mafra/Detran-RS)

4 de setembro de 2019 Capa – Você viu, Geral

A quarta e mais recente versão da placa Mercosul passou a valer no último dia 26 de agosto, quando entraram em vigor as novas regras do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) para o padrão de identificação veicular. Disponível em sete Estados e presente em mais de 2 milhões de veículos no Brasil, o novo formato perdeu elementos de segurança e ficou consideravelmente mais simples que o modelo original. As informações são do portal de notícias UOL e do Detran-RS.

Na última atualização, a placa deixa de trazer duas características visuais criadas para prevenir clonagens e falsificações: as palavras “Brasil” e “Mercosul” com efeito difrativo, semelhante a um holograma, aplicadas sobre os caracteres e na borda externa; e as chamadas ondas sinosoidais, grafadas no fundo branco do equipamento. No lugar do efeito difrativo, as inscrições passam a vir na mesma cor dos caracteres, praticamente desaparecendo.

Conforme prevê a Resolução 780/2019 do Contran, publicada em 26 de junho, as empresas estampadoras, responsáveis pela aplicação dos elementos gráficos, podem usar seus estoques de películas com as mencionadas ondas e efeito difrativo até acabarem os atuais. Ou seja, a versão mais simples, embora já esteja em vigor, não começa a ser produzida imediatamente.

Desde a estreia, a placa Mercosul passou por outras duas modificações visuais, sempre relacionadas a itens de segurança e com a alegação, de parte do governo federal, de redução nos custos de fabricação e, consequentemente, ao consumidor final.

A primeira delas aconteceu já em setembro do ano passado, por meio da Resolução 741, que retirou o lacre, utilizado até hoje na placa cinza e substituído pelo QR Code – que permite rastrear todo o processo de produção da placa. O fim do lacre, de fato, ajudou a reduzir o preço da placa Mercosul.

Em novembro de 2018, outra resolução (748) do Contran determinou a exclusão da bandeira do Estado e do brasão do município de registro do veículo. Recentemente, UOL Carros noticiou que já há casos de falsificação da placa Mercosul, inclusive com a venda de réplicas em um site de classificados.

Se a remoção do lacre, lá em 2018, resultou em diminuição efetiva no preço da placa no Rio de Janeiro, a mais recente alteração, que sacou o “hot stamp” com efeito difrativo e as ondas sinusoidais, poderá não surtir os efeitos desejados – ao menos nos Estados com maior frota.

Gabriel Emerick, coordenador-geral do Renavam do Detran-RJ (Departamento Estadual de Trânsito do Rio de Janeiro), informa que o órgão fez estudos e concluiu que a retirada dos dois elementos não resultará em preços menores. “O custo [da placa] para o Rio de Janeiro já está bem perto do limite. Estados com frotas gigantes, como o Rio, São Paulo e Minas Gerais não deverão ter impacto no preço. Talvez unidades da Federação com menos veículos”.

Desde 27 de agosto, a troca da placa de veículo para padrão Mercosul não será mais exigida para transferências de propriedade dentro de um mesmo município. A mudança foi trazida pela resolução 780/2019, do Conselho Nacional de Trânsito, que manteve a troca para o novo modelo nos demais casos.

A troca para nova placa segue sendo obrigatória na substituição em decorrência de mudança de categoria do veículo (troca de cor da placa), furto, extravio, roubo ou dano; nas mudanças de município ou Estado; ou, ainda, quando houver a necessidade de instalação da segunda placa traseira. Em resumo, será exigida a placa padrão Mercosul somente nos casos em que é necessária a fabricação de uma nova placa ou troca da tarjeta.

Para os Estados que ainda não adotaram a nova placa, o prazo final previsto para implantação era 30 de junho. A nova resolução estende esse prazo para 31 de janeiro de 2020.

Também foram definidas novas regras para credenciamento de estampadores e fabricantes. Um dos pontos mais importantes é que as estampadoras poderão comprar a chapa-base de qualquer fabricante homologado pelo Denatran, o que, segundo o Contran, vai possibilitar aumento da concorrência, e o livre mercado poderá reduzir o valor da placa. Atualmente são cerca de 1.300 estampadores e 21 fabricantes para atender todo país.

O Rio Grande do Sul implementou a placa padrão Mercosul em 17 de dezembro de 2018, atendendo ao prazo previsto pela Resolução 729/2018, do Contran (agora revogada). A resolução do Contran regulamentava a Resolução Mercosul n. 33/14, que criou o modelo único das placas para os países do bloco. Hoje, o Rio Grande do Sul já possui quase 500 mil veículos circulando com a nova placa.


O Sul

CCJ do Senado aprova relatório da reforma da Previdência por 18 votos contra 7

Senadores do colegiado irão analisar oito requerimentos que ainda tentam alterar a proposta

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) para a reforma da Previdência

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) para a reforma da Previdência | Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado / CP

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) para a reforma da Previdência. Na sequência, os senadores do colegiado irão analisar oito requerimentos que ainda tentam alterar a proposta. Um deles é do líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), para reverter as mudanças feitas na pensão por morte. O governo avalia, no entanto, que não será possível retornar à proposta aprovada na Câmara.

Ao longo do dia, Jereissati leu seu complemento de voto, e apresentou supressões e inclusões em relação ao parecer lido na última semana na comissão. Todos os requerimentos de emendas individuais dos senadores para modificar o parecer foram derrubadas. Com as mudanças propostas pelo relator da reforma da Previdência, a economia prevista com a reforma cairá para R$ 962 bilhões em dez anos, segundo cálculos apresentados nesta quarta-feira durante sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O cálculo inclui as alterações no texto principal, já aprovado na Câmara, e as novas regras que constam na chamada Proposta de Emenda Constitucional (PEC) paralela, que ainda terá de ser apreciada pela Câmara.

Considerando apenas o texto principal da reforma, ou seja, o projeto que veio da Câmara e que sofreu mudanças, a economia estimada em dez anos é de R$ 870 bilhões para a União, abaixo dos cerca de R$ 900 bilhões estimados pelo Ministério da Economia, quando a proposta foi aprovada pelos deputados em julho. A PEC paralela incluiu dispositivos que permitirão ao governo federal elevar sua arrecadação, como a cobrança gradual de contribuições de entidades filatrópicas, exportadores e de empresas optantes do Simples Nacional, que hoje são isentos. Por isso, considerando os dois textos juntos, a economia sobe para R$ 962 bilhões.

A principal alteração é a revinculação de todas as pensões por morte ao valor do salário mínimo (hoje em R$ 998). A medida só foi possível graças ao apoio do MDB, que custou R$ 32 bilhões em desidratação no texto. Além disso, os senadores fecharam um acordo para acelerar a tramitação da PEC paralela da Previdência, que, entre outras medidas, inclui Estados e municípios na reforma.

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Agência Estado, Agência Brasil e Correio do Povo


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Colorado bateu o rival mineiro com autoridade por 3 a 0 e garantiu vaga na decisão da Copa do Brasil

Guerrero foi o grande destaque do jogo, marcando os dois gols da classificação do Inter à final da Copa do Brasil

Guerrero foi o grande destaque do jogo, marcando os dois gols da classificação do Inter à final da Copa do Brasil | Foto: Mauro Schaefer

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O Inter fez a sua parte para garantir o futebol gaúcho na decisão da Copa do Brasil. Diante de quase 46 mil pessoas em um Beira Rio em êxtase, o Colorado contou com grande atuação de Nico López, D'Alessandro e Paolo Guerrero para vencer novamente o Cruzeiro, desta vez pelo placar de 3 a 0, e assegurar sua passagem para a terceira final da competição em sua história.

Os gols que recolocaram o Inter na final da Copa do Brasil 10 anos depois da última decisão foram marcados por Paolo Guerrero, duas vezes, e Edenílson. Com um gol em cada tempo, com direito a golaço na etapa final, o peruano, que pediu para ser desconvocado da Seleção, voltou a decidir em favor do Colorado.

Agora, o Inter enfrenta o Athletico-PR na final da Copa do Brasil, nas próximas duas quartas, nos dias 11 e 18 de setembro. Mais cedo, os paranaenses reverteram a vantagem do Tricolor, venceram por 2 a 0 no tempo normal e por 5 a 4 nos pênaltis. A ordem dos mandos será definida em sorteio na sede da CBF, nesta quinta-feira, às 15h.

Pelo Campeonato Brasileiro, o próximo compromisso do Inter é no Beira Rio, no sábado, às 19h, contra o São Paulo, em jogo válido pela 18ª rodada da competição.

Guerrero marca e amplia vantagem do Inter 

Após as críticas ao time que começou os jogos contra o Flamengo, o técnico Odair Hellmann voltou a apostar em Nico López, que já tinha feito boa atuação diante do Botafogo, no fim de semana, pelo Campeonato Brasileiro. Para colocar o uruguaio em campo, optou por sacar Rafael Sobis da equipe.

O Inter começou melhor o confronto. Apesar disso, a primeira oportunidade foi do Cruzeiro. Logo aos 4 minutos, Pedro Rocha recebeu na entrada da área e finalizou. Os mineiros, que pouco produziram na etapa inicial, só voltariam a assustar próximo ao intervalo. Marquinhos Gabriel chutou, obrigando Marcelo Lomba a fazer a sua única defesa nos 45 minutos.

No restante do primeiro tempo, o Inter controlou as ações. Com Victor Cuesta, criou boa chance de gol aos 15 minutos do primeiro tempo. O zagueiro foi ao ataque, se antecipou à marcação e, de canhota, bateu do bico da grande área. A bola passou muito perto da trave defendida por Fábio.

A atuação madura do Inter, mesmo com a vantagem, foi coroada com gol em jogada trabalhada pelos seus estrangeiros. Nico López começou a jogada e achou D'Alessandro na direita. O argentino cruzou na pequena área buscando Guerrero, que se antecipou aos defensores, chegando a se abaixar para vencer a marcação e mandar para o fundo do gol defendido por Fábio.

Com a vantagem ampliada, o Inter administrou o confronto até o intervalo. Assim, levou o placar de 1 a 0 para o vestiário.

Guerrero sacramenta a classificação para a final

Para tentar reverter a vantagem do Inter, Rogério Ceni tirou Dedé para a entrada de Ariel Cabral, já na volta do intervalo. Apesar disso, o pouco ímpeto do Cruzeiro na primeira etapa não se repetiu no segundo tempo.

Foi o Inter quem voltou controlando a partida e a vantagem. Nos primeiros 10 minutos, o Colorado criou duas chances de marcar. Primeiro pela direita, com Patrick. Depois, foi a vez de Nico López, pela esquerda, obrigar Fábio a fazer uma defesa, após chute forte da entrada da área.

Rogério Ceni seguiu tentando trocas para colocar o Cruzeiro à frente. No entanto, tirou Pedro Rocha para colocar o centroavante Fred. A saída do ex-jogador do Grêmio comprometeu a mobilidade do time, que ficou sem a única válvula de escape pelas jogadas laterais. O atacante Fred, por sua vez, pouco conseguiu fazer, justificando a manutenção no banco de reservas e a má fase vivida por ele.

E foi o Inter, em noite de Paolo Guerrero, quem ampliou. Nico López fez boa jogada no bico direito da grande área e, de cavadinha, colocou por elevação no peito do centroavante. De bate pronto, o peruano mandou um chute fortíssimo, no ângulo de Fábio, sem chances para o goleiro, marcando um golaço.

A partir daí, tudo foi festa no Beira Rio. O Inter apenas administrou a vantagem, tocou a bola e fez o relógio rodar. No fim de jogo, Edenílson ainda recebeu bola em profundidade para fazer, por cobertura, o 3 a 0 que definiu o placar.

Apático e vencido, o Cruzeiro pouco pôde fazer a não ser observar a grande festa do Inter.

Copa do Brasil 2019 - Semifinal

Inter 3

Marcelo Lomba; Bruno, Victor Cuesta, Moledo e Uendel; Rodrigo Lindoso, Edenílson, Patrick, D'Alessandro (Rafael Sobis) e Nico López; Paolo Guerrero. Técnico: Odair Hellmann

Cruzeiro 0

Fábio; Jadson, Dedé (Ariel Cabral), Fabricio Bruno e Dodô; Henrique, Robinho (Ederson), Thiago Neves e Marquinhos Gabriel; Pedro Rocha (Fred) e David. Técnico: Rogério Ceni

Gols: Guerrero (40/1T; 25/2T) e Edenílson (45/2T)

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (SP)

Local: Estádio Beira Rio, em Porto Alegre (RS)

Público: 45.768

Renda: R$ 2.369.469,00


Correio do Povo


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Contudo, ele disse que as declarações emitidas por Bachelet deveriam ser devidamente justificadas com os antecedentes e as evidências correspondentes

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Paim: déficit da Previdência é ‘consequência’ de impeachment da Dilma

Durante a votação da reforma da Previdência na CCJ do Senado, Paulo Paim (PT) afirmou que o déficit previdenciário é consequência da crise política criada no impeachment de Dilma Roussef.

“Até 2014, o que o governo considera déficit em suas contas estava em queda. Ele só cresce sistematicamente a partir de 2015 diante do desemprego do nosso país. Portanto, não pode ser considerado verdadeiro o argumento de que o déficit da Previdência cresceu ininterruptamente, como resultado de um problema estrutural. Na verdade, a partir de 2015, em razão, repito, da crise política criada econômica e social que se aprofundou.”

E completou, dizendo que os problemas conjunturais contaminaram a “análise verdadeira da sustentabilidade da reforma da Previdência”.

O Antagonista

Moro deixa coletiva

Sergio Moro abandonou hoje pela manhã uma entrevista coletiva convocada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O ministro foi perguntado sobre o futuro do diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, alvo de Jair Bolsonaro em entrevista à Folha.

Moro ficou por apenas três minutos na entrevista em que falava sobre a 5ª fase da Operação Luz da Infância.

Ao ser perguntado sobre as declarações de Bolsonaro, ficou em silêncio e foi embora.

O Antagonista