Bolsonaro diz que vai vetar trechos da Lei de Abuso de Autoridade

Presidente afirmou que ministro Sergio Moro prepara pelo menos nove vetos

Presidente disse que ministro Moro prepara vetos ao texto

Presidente disse que ministro Moro prepara vetos ao texto | Foto: Marcos Corrêa / PR / Divulgação

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Hoje durante a Live semanal, o presidente Jair Bolsonaro comentou sobre possíveis vetos ao Projeto de Lei de Abuso de Autoridade, aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados no dia 14 de agosto. "O ministro Moro está propondo, se não me engano, nove vetos. E tem mais pessoas propondo vetos. A gente vai analisar e vamos decidir", disse o presidente.

Bolsonaro descartou veto integral ao projeto, apesar de pressões de alguns setores da sociedade por esse encaminhamento. "O projeto lá tem dezenas de artigos. Bons artigos a gente vai deixar lá", acrescentou. Segundo o cronograma do governo, o presidente deve receber, até terça-feira (3), a consolidação de informações por parte dos ministérios, para subsidiá-lo na decisão final sobre os vetos.

Bolsonaro só deve anunciar a decisão no dia 5 de setembro, quando termina o prazo de 15 dias úteis para o veto ou sanção. Em caso veto, o texto volta para análise do Congresso Nacional, que pode manter ou derrubar os vetos presidenciais. O Projeto de Lei de Abuso de Autoridade prevê a criação do crime de caixa 2, de compra de votos e o aumento de pena para o crime de corrupção, tornando a prática hedionda em alguns casos.

Atualmente considerada crime eleitoral e não penal, com penalidade inferior à aplicada a outros crimes e passível de prescrição no prazo de um mandato, a prática de caixa 2 em campanha eleitoral poderá ser tipificada como crime.

Segundo o texto aprovado, poderá ser considerado abuso de autoridade obter provas por meios ilícitos; executar mandado de busca e apreensão em imóvel, mobilizando veículos, pessoal ou armamento de forma ostensiva, para expor o investigado a vexame; impedir encontro reservado entre um preso e seu advogado; e decretar a condução coercitiva de testemunha ou investigado sem intimação prévia de comparecimento ao juízo. 

No total, a proposta apresenta 37 ações que poderão ser consideradas abuso de autoridade, quando praticadas com a finalidade específica de prejudicar alguém ou beneficiar a si mesmo ou a terceiro. Entre eles, está o dispositivo que tipifica como abuso de autoridade o uso de algemas em preso quando não houver resistência à prisão ou ameaça de fuga.


Agência Brasil e Correio do Povo

Fachin nega mais um habeas corpus para libertar Lula

Ex-presidente cumpre pena de oito anos, 10 meses e 20 dias

Ex-presidente cumpre pena de oito anos, 10 meses e 20 dias

Ex-presidente cumpre pena de oito anos, 10 meses e 20 dias | Foto: Miguel Schincariol / AFP / CP Memória

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin negou nesta quinta-feira mais um pedido feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reconhecer a suspeição dos procuradores da Operação Lava Jato e determinar a soltura do ex-presidente.  No habeas corpus protocolado em 12 de agosto, a defesa de Lula alegou que supostas mensagens divulgadas pelo site The Intecept Brasil e por outros órgãos de imprensa confirmam que os procuradores atuaram ilegalmente para acusar Lula.

Segundo Fachin, a soltura foi rejeitada pela Segunda Turma da Corte, em junho, e a questão deve ser decidida definitivamente, no mérito.  "Sendo assim, prima facie, sem prejuízo de ulterior reapreciação da matéria no julgamento final do presente habeas corpus, indefiro a liminar. Por tais razões, deixo de acolher o pedido de produção de provas.", decidiu.

Desde abril do ano passado, Lula cumpre provisoriamente, na Superintendência da Polícia Federal no Paraná, pena de oito anos, 10 meses e 20 dias por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá (SP).

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Agência Brasil e Correio do Povo

Exposição de arte ganha espaço na edição de 2019

Publicado em 28 de ago de 2019

Com a proposta de transformar a feira em um lugar mais artístico, algumas iniciativas ganharam espaço esse ano, como a exposição Estância da Arte.
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Chuva retorna ao RS nesta sexta-feira

Mesmo com a instabilidade, calor segue e máxima em Porto Alegre deve ser de 28°C


Chuva chega em Porto Alegre no fim do dia

Chuva chega em Porto Alegre no fim do dia | Foto: Mauro Schaefer

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A nebulosidade volta ao Rio Grande do Sul, e o tempo fica instável nesta sexta-feira. No Sul e no Oeste, há chance de trovoadas. A chuva atinge determinados pontos do Estado, especialmente a região central. Com o avanço de uma frente fria, não estão afastadas as chances de temporais isolados com granizo.

De acordo com a MetSul Meteorologia, a chuva chega em Porto Alegre no fim do dia. No Oeste e no Sul, a temperatura pouco varia. Na maioria das regiões, não esquenta tanto quanto na quinta-feira.

Em Porto Alegre, sol aparece entre nuvens na maior parte do dia. A mínima na Capital deve ser de 18°C, e a máxima chega aos 28°C.

Mínimas e máximas no RS

Vacaria 10°C / 26°C
Erechim 16°C / 30°C
Santa Maria 19°C / 30°C
Caxias do Sul 16°C / 29°C
Chuí 13°C / 17°C
Uruguaiana 14°C / 21°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo


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Consórcio I.P. Sul vence leilão para iluminação pública de Porto Alegre

Empresa irá atuar na Capital nos próximos 20 anos

Por Christian Bueller

Leilão ocorreu no Bolsa de Valores B3, em São Paulo

Leilão ocorreu no Bolsa de Valores B3, em São Paulo | Foto: Jefferson Bernardes / PMPA / CP

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O leilão de Parceria Público Privada para iluminação pública de Porto Alegre teve o Consórcio I.P. Sul como vencedor, depois de apresentar o lance de R$ 1.745.000 de contraprestação. A companhia atuará na Capital nos próximos 20 anos. O evento ocorreu na manhã desta quinta-feira na Bolsa de Valores B3, no Centro de São Paulo. O local foi escolhido para atrair mais investidores e a disputa tinha oito interessados, sete consórcios e uma empresa. O valor correspondeu a um deságio de 45,64% ante o valor máximo de contraprestação mensal, de aproximadamente R$ 3,2 milhões.

O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan, falou logo após o resultado do leilão. "É uma quebra de paradigmas. Se o BNDES estiver com a gente, estaremos aqui batendo o martelo para a PPP do saneamento", disse. Foi o maior número de concorrentes de todos os leilões já feitos na B3 nos últimos 10 anos.

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Gustavo Montezano, parabenizou o "empreendedorismo e engajamento de Porto Alegre" e chamou o discurso de Marchezan de "empolgante". "O espírito animal do capitalismo junto de vontade política pode mudar o Brasil", acrescentou Montezano. Montezano destacou ainda o tripé "capital privado, cidadão e governo" como solução de problemas no país.







Empresas que participaram

1- Consórcio Consilux (Zopone Engenharia e Comércio, Kirchner Consultoria em Energia, Mazza Fregolente e Cia., Ilumisul Soluções Urbanas)

2- Consórcio I.P. Sul (Quantum Engenharia, GCE SA, Fortnort Desenvolvimento Ambiental e Urbano, STE Serviços Técnicos de Engenharia

3- Consórcio Poaluz (Enel X Brasil SA, Selt Engenharia, Mobit)

4- Planner CV AS (Engeform, Sitran, Sigma)

5- Ilumina Porto Alegre (Construtora Sanches Tripoloni, Alper Energia, Trail Infraestrutura Eireli, Trajeto Engenharia e Comércio Eireli)

6- Ilumina Porto Alegre (FM Rodrigues, Brasiluz, Conasa)

7- Sadenco Sul-Americana de Engenharia e Comércio

8- Consórcio Porto Alegre IP (BMPI Infra, Construtora Remo)


Correio do Povo

Debates Correio do Povo Rural: Inovação e Tecnologia no Campo

Publicado em 27 de ago de 2019

Os especialistas abordaram as novidades do mercado e as perspectivas e necessidades do setor.
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Após leilão da iluminação de Porto Alegre, BNDES espera R$ 30 bilhões em oportunidades no País

Consórcio I.P. Sul venceu leilão na manhã desta quinta-feira

Montezano defendeu que modelo deve ser exportado para todo País

Montezano defendeu que modelo deve ser exportado para todo País | Foto: Jefferson Bernardes / PMPA / Divulgação / CP

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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, defendeu nesta quinta-feira que o modelo bem sucedido da parceria público privada (PPP) de Iluminação Pública de Porto Alegre, leiloada pela manhã na B3, deve ser exportado para todo o País. Segundo ele, a estimativa é de que existam R$ 30 bilhões em oportunidades de iluminação pública em todo o Brasil, que podem reduzir o consumo de energia entre 1 e 2 pontos porcentuais.

"O espírito animal do capitalismo, somado ao empreendedorismo, pode mudar o País", disse Montezano, logo após o encerramento do leilão, que contou com a participação de 8 grupos interessados.

O consórcio I.P. Sul venceu a disputa, ao oferecer um lance de R$ 1,745 milhão, o que corresponde a um deságio de 45,64% ante o valor máximo de contrapartida mensal, de R$ 3,2 milhões.

Outros projetos

A licitação da PPP de Iluminação Pública de Porto Alegre foi apenas a primeira de nove projetos que o BNDES deve realizar até meados do ano que vem. O banco possui atualmente outros oito mandatos, em Teresina, Macapá, Natal, Caruaru, Petrolina, Vila Velha, Pelotas e um consórcio de 15 municípios gaúchos.

Juntos, esses projetos exigirão investimento da ordem de R$ 1,5 bilhão e somam 400 mil pontos de luz e abrangem uma população de 4 milhões de pessoas.

O próximo processo mais avançado é o de Teresina, que já iniciou a fase licitatória, com entrega de propostas, mas parou por conta de recursos relacionados à apresentação de garantias. Com isso, a expectativa é que a abertura dos envelopes ocorra na primeira semana de setembro.

Segundo o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, o portfólio de mandatos deve aumentar até o fim do ano. "Estamos nos engajando em buscar novos mandatos", disse.

Ele destacou que a intenção do banco é buscar a formação de "cluster" ou regiões, convencendo prefeituras vizinhas a se engajar no mesmo modelo e prazo. "Quanto mais cidades tiverem no mesmo projeto de determinada região, melhor o benefício para todo mundo, então vamos fazer esse trabalho... porque o investidor tem ganho de escala e consegue oferecer preço e qualidade melhor para cidadão", disse.


Agência Estado e Correio do Povo

Diretores da CEEE poderão ter proteção de R$ 1,85 bilhão

Iniciativa prevê indenização aos administradores no caso de ações judiciais em função da privatização

Por Mauren Xavier

Verba seria usada para eventuais processos contra atuais gestores

Verba seria usada para eventuais processos contra atuais gestores | Foto: André Ávila / CP Memória

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Os acionistas da CEEE-GT deverão votar, nessa sexta-feira, durante a Assembleia Geral Extraordinária, às 9h, em Porto Alegre, o chamado “contrato de indenidade” entre a companhia e os conselheiros da administração, conselheiros fiscais e diretoria estatutária. A proposta apresentada prevê que o um valor global de 1,85 bilhão para indenização de todos os beneficiários do contrato.

O documento destaca a necessidade de uma possível “proteção” aos administradores, uma vez que as empresas (CEEE-GT e CEEE-D) serão privatizadas e assim, “demandas judiciais e administrativas de valor compatível aos previstos na privatização (alguns bilhões de reais) poderão ser propostas contra os administradores”. “Estes (administradores) deverão ter a proteção da companhia pois no exercício das suas funções praticarão Atos Regulares de Gestão para viabilizar a privatização das mesmas”, diz o documento a ser votado.

O contrato de indenidade busca proteger os administradores no caso da necessidade de pagamento de possíveis processos instaurados em função das suas atividades. O documento deverá ser assinado individualmente pelas empresas do Grupo: CEEE-D, CEEE-GT e CEEE-PAR. O encontro foi convocado pelo diretor-presidente Marco da Camino Ancona Lopez Soligo.

Dentro do processo de desestatização, em 16 de agosto, o governador Eduardo Leite assinou convênio com o BNDES para a elaboração de modelo de privatização da CEEE. Assim, caberá ao banco fazer a interlocução com os investidores interessados. O Piratini obteve aval da Assembleia Legislativa para as privatizações, que envolve ainda a CRM e Sulgás,  no primeiro semestre deste ano.  O Estado estima arrecadar R$ 3 bilhões com a transação envolvendo a CEEE.

Valor ficará para próximo controlador

O Grupo CEEE informa que o contrato de indenidade é um instrumento que “visa a proteger os seus dirigentes neste processo”, em referência a desestatização. Por meio de nota, a companhia destaca que estarão protegidos 32 administradores do Grupo CEEE e até o valor máximo de R$ 1,85 bilhão. O referido valor teve como parâmetro a base de remuneração regulatória da CEEE Distribuição.

“O contrato será utilizado, se necessário, somente em caso de acionamento em processos arbitrais, judiciais e/ou administrativos, ficando sob a responsabilidade dos futuros controladores do Grupo CEEE”, diz a nota.
Além disso, o documento esclarece que a assinatura do contrato não implicará em qualquer desembolso financeiro por parte do Grupo CEEE. “Ele é simplesmente uma proteção legal que está sendo implantada, inclusive em consonância com as melhores práticas de Governança Corporativa existentes”.

O Contrato de Indenidade é um contrato celebrado entre as companhias públicas ou privadas e os seus administradores. Ele é um instrumento legal previsto no parecer de Orientação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).


Correio do Povo



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FRASE DO DIA (2)–29.08.2019

Sem sentido ético é impossível a vida em sociedade.

F. G. de Matos

ESPAÇO PENSAR+

Eis o texto do pensador Percival Puggina - DALLAGNOL NÃO É MEU AMIGO, MAS...- :

          Não. Ele nem sabe que eu existo. Mas mexeu com ele, mexeu comigo. E vale o mesmo para o juiz Sérgio Moro e para a Lava Jato como um todo.

          O trabalho de combate à corrupção desenvolvido por todos os que participaram e participam da força tarefa tem um valor capaz de garantir nome de rua e monumento na praça. A Lava Jato, graças ao trabalho de seus procuradores, dos policiais federais, do juiz Moro e seus sucessores representa o mais extraordinário salto ético no ambiente judicial, político e nas relações de poder no Brasil.

          Agiram com plena consciência dos riscos a que se expunham. Sabiam que as condenações, as prisões, os aplausos que recebiam e recebem da sociedade brasileira fariam desabar sobre eles ciúmes cômicos e iras cósmicas daqueles a quem falta brio e brilho. Não se toma dinheiro de organizações criminosas sem pagar por isso. No submundo do crime, coisas assim acabam em saco plástico na cabeça e esquartejamento. No grande mundo do crime, as estratégias não são mais brandas: a vítima vai ser despedaçada por outros modos, jogarão um saco plástico sobre sua voz, cuidarão de desfazer seus feitos e atacarão o que mais apreço lhe merece: seu patrimônio moral, sua família e assim por diante. Na ribalta da comunicação social não faltam gangsteres para executar esse trabalho sujo.

          Também no mundo trevoso das instituições nacionais há quem se deslumbre com argumento de bandido. Há quem fique indignado quando algum juiz destemido condena frequentadores dos grandes salões, e mais ainda quando audaciosa ordem de prisão é expedida.

          Faz sofrer, como brasileiro, a consciência de que heróis nacionais estão sendo atacados por personagens que entrarão para a história como pombos de estátua. Aparecerão nas fotos sujando os homenageados.

          Quão pequenas são essas almas que se contorcem em sentimentos tão vis quanto inveja e ciúme. Por mais rebuscada que seja a retórica, ela não oculta a expressão das faces.

Incomoda-me, então, a sensação de que Deltan Dallagnol está ficando ao relento. Isso é inaceitável. Não, Deltan não é meu amigo, mas mexeu com ele, mexeu comigo.


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