Massa de ar frio mantém as temperaturas baixas nesta terça-feira

Mínimas devem ficar perto de 0°C em algumas regiões do Estado

Mínima na Capital deve ser de 7°C

Mínima na Capital deve ser de 7°C | Foto: Guilherme Testa / CP Memória

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A massa de ar frio segue influenciando a temperatura no Rio Grande do Sul. Com a permanência da influência polar, as temperaturas seguem baixas, a exemplo do que aconteceu nesta segunda-feira. O sol aparece entre nuvens, e várias regiões apresentarão nebulosidade.

De acordo com a MetSul Meteorologia, há chance de mínimas na casa dos 0°C na Serra. O ar frio atuará mais no Sul. As máximas na região não devem passar dos 14°C. Nas regiões Norte e Noroeste, podem passar dos 20°C.

Em Porto Alegre, sol aparece entre nuvens. Na Capital, a mínima será de 7°C, enquanto a máxima fica na casa dos 16°C.

Mínimas e máximas no RS

Torres 9°C / 17°C
Caxias do Sul 6°C / 15°C
Vacaria 6°C / 17°C
Santa Rosa 3°C / 21°C
Cruz Alta 5°C / 19°C
Pelotas 6°C / 14°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Homem é preso com 400 quilos de pasta base de cocaína em Gravataí (RS)

Publicado em 19 de ago de 2019

Material poderia gerar mais de 1 tonelada da droga em pó e estaria avaliado em R$ 10 milhões.
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Piratini pagará parcelas da folha de julho dos servidores nesta terça-feira

Governo estadual disse que serão “integralizados os salários de 80% do funcionalismo do Poder Executivo”

Governo estadual disse que serão “integralizados os salários de 80% do funcionalismo do Poder Executivo”

Governo estadual disse que serão “integralizados os salários de 80% do funcionalismo do Poder Executivo” | Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini / CP

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A Secretaria da Fazenda pagará parcelas do calendário de julho e fará, na terça-feira, depósito no valor de R$ 5.000 aos servidores que recebem acima de R$ 2.500 líquidos. O anúncio foi feito nesta segunda pelo governo gaúcho. Segundo nota divulgada no site do Piratini, “serão integralizados os salários de 80% do funcionalismo do Poder Executivo (quem recebe líquido até R$ 2.500 teve o salário quitado dia 13 de agosto)”.
De acordo com o governo, o próximo depósito será dia 30 de agosto, no valor de R$ 2.000, quitando a folha para quem recebe líquido até R$ 7.000 (88,8%). Os servidores que recebem acima desse valor terão os salários de julho integralizados pelo Tesouro do Estado em 10 de setembro.

Ainda segundo o Executivo estadual, a mudança foi permitida “pelo sucesso da venda de créditos do Fundopem/RS, cujo leilão foi realizado há 10 dias, resultando em receita de R$ 467,4 milhões”. O recurso permitirá cobrir parte do déficit previdenciário e recompor o caixa, consumido pelo pagamento de despesas de exercícios anteriores.

Créditos do Fundopem

A venda de créditos do Fundopem/RS envolveu a oferta de 14 contratos de empresas, que foram adquiridos pelo Banco ABC Brasil. O pregão presencial foi realizado pela Central de Licitações (Celic) no dia 9 de agosto. Ao todo foram 55 rodadas de lances e 3 interessados. O vencedor da licitação foi o que ofereceu o menor deságio para esses contratos, que se trata de valores que o Estado tem direito a receber, conforme previstos nos contratos, com recebimento antecipado.


Correio do Povo


ECONOMIA

Dólar fecha em R$4,06 e bate maior nível em três meses

ATAQUES COM ÁCIDO

Após quase dois meses, polícia ainda busca informações sobre agressor

DIREITOS

Mulheres que trabalham fora sofrem mais violência doméstica

CARREIRA

Médica brasileira é homenageada por trabalho humanitário no Sudão

GRÊMIO

Kannemann quer time "sólido na defesa" contra o Palmeiras

GRÊMIO

Grêmio confirma lesão de Léo Moura

INTER

Lindoso admite que tornozelo incha, mas garante que estará 100%

LIBERTADORES

Gabigol é poupado no treino do Flamengo para jogo com Inter

Atacante foi preservado, mas deve estar em campo no jogo de ida das quartas de final da Libertadores

ESPORTES

STJD recomenda que casos de homofobia nos estádios sejam relatados nas súmulas

SÉRIE C

Juventude empata e se classifica para a próxima fase da Série C

Resultado de 2 a 2 contra o Volta Redonda garantiu equipe da Serra nas quartas de final da competição

Moro pede veto de nove artigos da Lei de Abuso a Bolsonaro

Ministro mostrou ressalvas em relação ao projeto em encontro com o presidente no Palácio do Planalto, na manhã desta segunda-feira

Ministro e presidente se reuniram nesta manhã

Ministro e presidente se reuniram nesta manhã | Foto: Gabriela Biló / Estadão Conteúdo / CP

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, sugeriu em encontro com o presidente Jair Bolsonaro na manhã desta segunda-feira o veto de nove artigos do projeto de Lei de Abuso, aprovado na Câmara de Deputados na última quarta-feira. Antes mesmo da votação da semana passada, a Pasta emitiu parecer contrário ao texto, analisando 11 artigos do PL 7.596/2017. O ministério se manifestou pela rejeição de alguns itens e sugeriu aos parlamentares novas redações para outros. O documento alerta que diversos pontos do texto "podem, mesmo sem intenção, inviabilizar tanto a atividade jurisdicional do Ministério Público e da polícia, quanto as investigações que lhe precedem".

O texto aprovado pela Casa Legislativa, no entanto, sofreu alterações do relator, deputado Ricardo Barros (PP/PR), que assina a redação final do texto submetido à sanção do presidente Jair Bolsonaro. O parecer levado aos deputados antes da votação foi preparado pela Assessoria Especial de Assuntos Federativos e Parlamentares do Ministério da Justiça. A Assessoria acompanha a tramitação legislativa dos projetos de interesse da Pasta.

A manifestação contrária ao PL foi aprovada pela coordenadora-geral de Atos Normativos em Matéria Penal, Fernanda Regina Vilares, e pelo Assessor Especial de Assuntos Legislavos, Vladimir Passos de Freitas O documento foi assinado eletronicamente às 13h39 da quarta, antes de a sessão legislativa ter início, às 18h55.

Rejeição e supressão

O artigo 9º do texto original do PL — decretar medida de privação da liberdade em manifesta desconformidade com as hipóteses legais — é um dos primeiros que foi analisado no parecer no Ministério. A Assessoria Especial argumenta que o texto eliminaria "a discricionariedade do magistrado na exegese normativa", ou seja, a margem de decisão do juiz na interpretação da norma.

O documento ressalta que o texto não traz "balizas" para o que se pode considerar "desconformidade com as hipóteses legais", o que acentuaria a limitação ao exercício da função jurisdicional, segundo a Pasta. O Ministério se posiciona pela rejeição do artigo 16 do projeto, que trata da necessidade de identificação, por parte da autoridade para o preso, no momento da captura ou durante a detenção.

O parecer indica que a obrigatoriedade de identificação nominal do policial pode colocar em risco a segurança do agente e da sua família, e assinala que o registro do agente sempre estará disponível para a direção da instituição e então, em caso de ato ilícito, seria viabilizado para responsabilizar o agente. Um dos pontos mais debatidos do projeto, o artigo 17, que trata do uso de algemas, também é analisado pelo Ministério, que indica que o texto ignora as nuances dos diferentes casos em que o policial avalia a necessidade do equipamento.

O relatório argumenta que, desta maneira, o dispositivo "coloca em risco a capacidade de levar a cabo o aprisionamento, a integridade física do policial e, a segurança pública". Com relação ao artigo 22, que trata da atuação de autoridades, sem determinação judicial ou demais hipóteses previstas em lei, o Ministério da Justiça pede a supressão apenas do inciso II, que trata da "mobilização de veículos, pessoal ou armamento de forma ostensiva e desproporcional para expor o investigado a situação de vexame".

Segundo a Assessoria Especial, o inciso tem conceitos "indeterminados e subjetivos" e sua manutenção prejudicaria o próprio tipo penal. O parecer pede a supressão do artigo 26 — "induzir ou instigar pessoa a praticar infração penal com o fim de capturá-la em flagrante delito, fora das hipóteses previstas em lei". Segundo a Pasta, a criminalização proposta "pode afetar negativamente a atividade investigativa, em razão de a autoridade investigada atuar, muitas vezes, em uma zona cinzenta na distinção entre flagrante preparado e flagrante esperado".

Violação de prerrogativa de advogado

O Ministério indica ainda que o artigo 43 da Lei de Abuso deveria ser excluído. O dispositivo insere um novo artigo na Lei 8.906, que dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil. O texto configura como crime violar alguns direitos e prerrogativas dos advogados previstos em tal norma, sob pena de detenção de três meses a um ano, e multa. Para a Assessoria Especial do Ministério de Justiça, o dispositivo geraria "um fortalecimento extremo do Ministério Público e um enfraquecimento do juiz, que perderia a sua imparcialidade".

Tipos que já estão no Código Penal

A Assessoria Especial registra que algumas das previsões da Lei do Abuso já existem no Código Penal Brasileiro. Entre elas estaria o artigo 3, que versa sobre o oferecimento de denúncias. O documento indica que o dispositivo "apenas repete o que é norma geral no artigo 29 do Código de Processo Penal". O Ministério ressalta o artigo 30 — "dar início ou proceder à persecução penal, civil ou administrava sem justa causa fundamentada ou contra quem sabe inocente" — que, segundo a Pasta, já é abarcado pelo crime de denunciação caluniosa.

O artigo 34, que tipifica a conduta de "deixar de corrigir erro relevante que sabe existir em processo ou procedimento" também é avaliado. O parecer argumenta que o crime de prevaricação, previsto no artigo 319 do Código Penal, já abarcaria as hipóteses mais graves de omissão na prática de atos de ofício pelo servidor público. A pasta alega que o artigo cria uma responsabilidade "extremamente ampla" ao agente público que seria "impossível" cumpri-la na prática. O parecer destaca ainda: "o conceito de "erro relevante", extremamente amplo, pode abarcar situações diversas, a depender do referencial".

Novas redações

O parecer do Ministério da Justiça indica novas redações para dois artigos do texto original do Projeto de Lei de Abuso, o 13º artigo e o 20º.

O primeiro tipifica como crime, passível de punição com 1 ano a 4 de detenção, "constranger o preso ou o detento, mediante violência, grave ameaça ou redução de sua capacidade de resistência, a: exibir-se ou ter seu corpo ou parte dele exibido à curiosidade pública; submeter-se a situação vexatória ou a constrangimento não autorizado em lei; produzir prova contra si mesmo ou contra terceiro".

Na avaliação da Assessoria Especial, há forte carga subjetiva na redação do item, como na expressão "redução de sua capacidade de resistência", o que poderia prejudicar o exercício da atividade policial. O parecer indica que o inciso III é impreciso e então sugere que o termo "ilegalmente" seja incluído no texto: "constranger ilegalmente o preso ou o detento […]".

Já o artigo 20º, que dispõe sobre o impedimento, sem justa causa a entrevista pessoal e reservada do preso com advogado, a Pasta caracteriza como "louvável iniciativa", mas diz que é importante restringir o alcance penal para "evitar a investigação de intervenções em casos nos quais o advogado integra a organização criminosa". O documento sugeriu que o artigo seja redigido da seguinte maneira: "Impedir, sem justa causa, autorização legal ou judicial, a entrevista pessoal e reservada do preso com seu advogado."


Agência Estado e Correio do Povo

Expointer recebe os primeiros animais para edição de 2019

Publicado em 19 de ago de 2019

Prazo para admissão vai até o final da noite de sexta-feira.
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Pressionado, Marcos Cintra troca número dois da Receita Federal

Mudança ocorre em meio a crise institucional após críticas de atuação política do Órgão

Secretário especial deve substituir José Paulo Ramos Fachada Martins da Silva por José de Assis Ferraz Neto

Secretário especial deve substituir José Paulo Ramos Fachada Martins da Silva por José de Assis Ferraz Neto | Foto: Valter Campanato / Agência Brasil / CP

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A Receita Federal confirmou, em nota, a substituição do subsecretário-geral do órgão, João Paulo Ramos Fachada Martins da Silva, pelo auditor fiscal José de Assis Ferraz Neto. Segundo o órgão, Ferraz Neto - que já foi superintendente adjunto da Receita na 4ª Região - Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte - atualmente está em exercício na área de fiscalização da Delegacia da Receita Federal no Recife-PE. Na nota, o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, agradece o "empenho e a dedicação" de Fachada.

Depois de decidir trocar o número dois da Receita Federal, o secretário especial o órgão, Marcos Cintra, está reunido com todos os subsecretários do fisco. Pela manhã, os subsecretários, responsáveis por áreas como fiscalização e aduana, se reuniram em Brasília para discutir a situação da Receita. Por volta de 16h, eles se encontraram com Cintra.

Servidor de carreira, Fachada era o número dois da Receita e é, na prática, o responsável pela gestão do dia a dia do Fisco. A troca do comando na subsecretaria-geral ocorre em meio à crise institucional na Receita após críticas de atuação política do órgão, que partem sobretudo do Supremo Tribunal Federal (STF) e Tribunal de Contas da União (TCU).

Na semana passada, pessoas ligadas ao presidente Jair Bolsonaro pediram ao superintendente da Receita no Rio de Janeiro, Mário Dehon, a troca de delegados chefes de duas unidades no Estado - a delegacia da Alfândega da Receita Federal no Porto de Itaguaí e da Delegacia da Receita Federal no Rio de Janeiro II, na Barra da Tijuca.


Agência Estado e Correio do Povo

Receita pode parar emissão de CPF e restituições do IR por falta de recursos

Sistemas informatizados podem começar a ser desligados a partir de 25 de agosto

Cadastro de Pessoa Física pode ficar comprometido

Cadastro de Pessoa Física pode ficar comprometido | Foto: Tarsila Pereira / CP Memória

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Sem recursos em razão dos cortes de orçamento que vêm sendo feitos desde o início do ano, a Receita Federal terá de desligar todos os seus sistemas informatizados a partir do dia 25 de agosto. Segundo fontes ouvidas pelo Estadão/Broadcast, já circula um aviso interno entre as áreas do órgão informando que, se não forem liberadas mais verbas, os sistemas responsáveis por emissão de CPF e processamento de restituições de Imposto de Renda serão desligados, entre outros.

Arrecadação de tributos, emissões de certidões negativas, controle aduaneiro e operações de comércio exterior também serão afetados, assim como o envio de cartas de cobrança aos devedores do fisco e a disponibilização de recursos aos Fundos de participação de Estados e municípios. Segundo a reportagem apurou, a Receita precisa de pelo menos R$ 300 milhões para manter os sistemas funcionando até o fim do ano. O órgão teve contingenciado 30% de seu orçamento de 2019, de cerca de R$ 3 bilhões.

Neste ano, o governo contingenciou mais de R$ 31 bilhões do Orçamento por causa da frustração de arrecadação, resultado da economia mais fraca. A Junta Orçamentária pediu um plano de contingência para os ministérios porque a maioria começará a apresentar problemas a partir de setembro ou outubro em decorrência da falta de recursos. Procurada, a Receita não quis se pronunciar.

Banco Central

O Banco Central, que também já vem tendo sua rotina afetada por cortes de custos, sofrerá em 2020 mais um bloqueio de R$ 20 milhões em suas despesas discricionárias. O recado foi dado em reuniões internas e comunicado aos funcionários. A Lei Orçamentária Anual (LOA) previa para o BC um orçamento de R$ 289,7 milhões em despesas discricionárias, valor que foi reduzido para R$ 209,6 milhões, e o BC vinha pedindo a recomposição de parte dos recursos.

No dia 8 de agosto, os servidores da autarquia foram surpreendidos por um e-mail em nome da diretora de Administração, Carolina Barros, anunciando que "novos cortes precisarão ser feitos nas despesas do banco para adequá-las aos limites orçamentários informados pelo ME".

O resultado foi a demissão de 200 terceirizados em Brasília e nas regionais do BC e a paralisação de 34 projetos corporativos. O esforço levou a um corte de cerca de 10% das despesas do BC, em torno de R$ 28 milhões.Consultado pela reportagem, o BC esclareceu que os ajustes objetivam o cumprimento da legislação orçamentária, mas preservam os serviços prestados à sociedade.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Lázaro Ramos recebe o Troféu Oscarito no 47º Festival de Cinema de Gramado

Publicado em 19 de ago de 2019

O ator agradeceu a todos que fazem cinema brasileiro neste país. Além de agradecer a sua família, também dedicou o prêmio à atriz Ruth de Souza, falecida recentemente. "Ela me ensinou que eu podia sonhar", disse.
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Bolsonaro assina MP que transfere Coaf para Banco Central

Decisão será publicada no Diário Oficial da União desta terça

Decisão será publicada no Diário Oficial da União desta terça

Decisão será publicada no Diário Oficial da União desta terça | Foto: Evaristo Sa / AFP / CP

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A mudança do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Banco Central será feita via medida provisória (MP) pelo presidente Jair Bolsonaro. A informação foi confirmada nesta segunda-feira pelo porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros. Decisão será publicada no Diário Oficial da União desta terça. Segundo o porta-voz, Bolsonaro conversou sobre o assunto tanto com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, quanto com o chefe da pasta da Economia, Paulo Guedes. "[A  transferência do Coaf] será executada por meio de medida provisória, colocando esse órgão no guarda-chuva do Banco Central e gerido por funcionários de carreira dessa instituição", disse o porta-voz.

Segundo ele, o Coaf será uma "unidade de inteligência financeira" que não perderá o caráter colaborativo com outros órgãos e manterá o perfil de combate à corrupção. "Essa mudança não inviabilizará esse combate tão importante. Foi dentro desse contexto que o presidente fez, por meio do assessoramento dos ministérios da Economia e da Justiça, essas pequenas modificações a fim de, posicionando essa unidade de inteligência financeira, obter dela a mais eficiente e eficaz ação", disse. De acordo com Rêgo Barros, "há probabilidade de que [a MP] saia, sim, em curto prazo".

Criado em 1998, no âmbito do Ministério da Fazenda, o Coaf é uma órgão de inteligência financeira do governo federal que atua principalmente na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro. A reforma administrativa do governo do presidente Jair Bolsonaro previa a transferência do conselho para o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A medida, no entanto, foi rejeitada pelo Congresso Nacional, que manteve o órgão subordinado ao Ministério da Economia.


R7 e Correio do Povo

Homem armado ameaça passageiros em ônibus na ponte Rio-Niterói

Coletivo está atravessado em rodovia federal e trânsito teve de ser bloqueado no sentido da capital fluminense

Ao menos um homem armado ameaça passageiros de um ônibus na ponte Rio-Niterói na manhã desta terça-feira. O suspeito teria obrigado o motorista a parar o coletivo no meio da rodovia, no sentido em direção à capital fluminense, para iniciar o cárcere. Policiais militares e rodoviários participam das negociações, mas ainda não se sabe quantas pessoas estão feitas reféns e se há mais de uma pessoa armado dentro do veículo.

Ao menos duas mulheres já teriam sido liberadas pelo sequestrador. Todas foram encaminhada a hospitais por ambulâncias da concessionária que administra a ponte. O ônibus pertence à empresa Galo Branco. Um perímetro foi montado por policiais armados e viaturas.


Correio do Povo


Decisão será publicada no Diário Oficial da União desta terça

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