'Bolsonaro não está preparado para ouvir verdades’, diz Alexandre Frota

Publicado em 19 de ago de 2019

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) disse que sua expulsão do PSL, o maior partido da base governista, foi consequência da postura do presidente Jair Bolsonaro, que não gostou de ouvir suas críticas. “Questionei determinadas ações, determinadas coisas que ele fala, a forma como o PSL foi preterido. Eu não me desentendi com ele, apenas falei verdades, mas descobri que o Bolsonaro não está preparado para ouvir verdades. Achei que era democrático, mas fui expulso do partido”, disse em entrevista ao programa Páginas Amarelas, de VEJA.
Segundo ele, a primeira decepção com o presidente veio ainda na montagem do governo, quando os nomes que indicou, principalmente para a área cultural, foram tratados com desdém pela gestão, mas nega que o rompimento tenha a ver com cargos. “A desavença não foi por cargos, porque eu não pedi cargo nenhum. Foi o Bolsonaro quem me pediu para montar esse cinturão (na área de cultura) para ele”.
Ele também citou o caso envolvendo Fabricio Queiroz, ex-motorista no gabinete do senador Flávio Bolsonaro, como um dos motivos de desavença. “O caso Queiroz fez com que a gente ficasse na defesa. Eu subi (na tribuna) e disse: ‘eu defendo a prisão do Queiroz’. Depois, o telefone tocou, era um assessor do Jair dizendo que ele não tinha gostado”, conta.
Em julho, em entrevista para VEJA, Frota havia dito que Bolsonaro falava demais. Agora, diz que a situação piorou. “Está falando muito mais. Acabamos de perder dinheiro da Noruega e da Alemanha. Ele diz que não tem desmatamento, que não tem fome, chamou Brilhante Ustra de grande herói brasileiro, mandou fazer cocô dia sim dia não”, lista. “Ele precisa entender que uma coisa é na campanha, uma coisa é quando você é deputado, outra coisa é quando você assume a Presidência da República”.
Agora no PSDB, ele diz que não teme decepcionar o eleitor após ter sido eleito na onda que levou Bolsonaro à Presidência. “Eu não tenho medo. Fui eleito na onda Bolsonaro, mas ajudei a eleger o Bolsonaro também”, afirmou.

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Moreira Franco retoma atividades políticas

Ex-ministro participou de evento do MDB

Por Ernesto Neves

O Ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, discursa durante 4ª Rodada de Partilha do Pré-Sal, no Rio de Janeiro (RJ) - 07/06/2018

Moreira Franco (Mauro Pimentel/AFP)

O ex-ministro Moreira Franco foi visto pela primeira vez em atividades políticas após ser preso, em março deste ano. Esteve na abertura do Encontro Mulher, Política e Cidadania do MDB que aconteceu nesta quarta-feira.


Veja

Projeto sobre abuso de autoridade pode ser um ‘veneno’, diz Dodge

Em Porto Alegre para a inauguração da nova sede da Procuradoria da República, Raquel Dodge criticou o projeto da Lei de Abuso de Autoridade, registra Fausto Macedo.

Para a chefe da PGR, a decisão do Legislativo deve ser respeitada, mas a esfera jurídica já dispõe de modos de contenção de abusos de agentes de Estado.

“É preciso considerar se esta lei recém-aprovada tem a dose certa de normatividade. Ou se, podendo ter errado na dose, faz com que um remédio se torne um veneno e mate o paciente”, disse Dodge.

“A boa lei fortalece as instituições, mas é preciso atentar para o fato de que a própria lei pode se tornar um abuso que deseja reprimir”, acrescentou.


O Antagonista

VETA TUDO, BOLSONARO !!!

É como ser diz por aí: “nada como um dia depois do outro”.

Durante o nefasto período político que se instalou no país após 1985,principalmente depois de 2003, que durou até 2018, as leis e as emendas constitucionais feitas em cima da “colcha de retalhos” comumente chamada “Constituição Federal “ (de 1988) ,tinham iniciativa, tramitação e aprovação absolutamente certas, tranquilas, e sem quaisquer entraves, devido ao flagrante conluio então existente entre os Três Poderes Constitucionais (Executivo,Legislativo e Judiciário),resultado do regime de “troca-troca” de interesses então dominantes, a que muito apropriadamente acabaram denominando “toma lá-dá-cá”.

Mas certamente temendo alguma possível “traição” do Congresso,por parte dos seus próprios parlamentares “fiéis”, em 2013,durante a gestão presidencial de Dilma Rousseff, o PT e seus aliados conseguiram aprovar a “toque-de-caixa” mais uma das suas “tranquilas” emendas constitucionais, que levou o número EC 76/2013,alterando a Constituição,de modo que ficasse proibido “votação secreta” em determinadas matérias, dentre as quais as relativas à DERRUBADA DE VETO PRESIDENCIAL às leis.

Mas agora as forças políticas não têm mais a “unanimidade” que tinham antes. Bolsonaro resolveu enfrentar e acabar com o “toma lá-dá-cá” a partir de 1º de janeiro desse ano.

E foi exatamente aí que a Emenda Constitucional Nº EC 76/2013 passou a ser um verdadeiro “tiro-que-saiu-pela-culatra”, atingindo em cheio a “cara” do PT, os outros partidos esquerda ,e também o seu mais novo aliado político, o chamado “Centrão”.

Toda essa “camarilha” política se reuniu para aprovar, às escondidas, de surpresa, e na “calada” de uma só noite, a chamada Lei do Abuso de Autoridade, que resumidamente coloca algemas e mordaças em todas as autoridades competentes para investigar a apurar crimes, dentre as quais os próprios juízes, promotores públicos e policiais, sem que levassem em consideração que esse tipo de conduta de abuso de autoridade já está previsto como ilícito nas normas legais existentes desde 1965,iniciativa da “ditadura” do Regime Militar.

Mas a incrível “coincidência” nisso tudo é que grande parte dos parlamentares que aprovaram “às escondidas” essa absurda lei são alvo de investigações e implicações em condutas criminosas,e com essa lei que eles aprovaram acabarão “blindados” e com campo absolutamente livre para continuarem delinquindo à vontade contra o erário.

O “tiro-que-saiu-pela-culatra”, contido na EC 76/2013,é que o provável VETO de Bolsonaro, total ou parcial, à referida Lei de Abuso de Autoridade,terá que ser apreciado pelo Congresso em VOTO ABERTO,e não mais “secreto” ,como era antes.

Detalhe importante que não pode passar despercebido é que para o Presidente da República,nesse caso, não vai fazer qualquer diferença,em relação ao Congresso,se ele vetar TOTAL ou PARCIALMENTE essa lei. Então o que ele terá que fazer é vetá-la TOTALMENTE . E numa eventual derrubada do veto , todos os parlamentares terão que mostrar as suas “caras”. Não poderão mais ser “secretos”. Terão coragem suficiente diante dos seus eleitores?

Sérgio Alves de Oliveira/Advogado e Sociólogo