Smartphone LG K11+ 32GB Dourado 4G Octa Core - 3GB RAM Tela 5,3” Câm. 13MP + Selfie 5MP Dual Chip Dourado

Smartphone LG K11+ 32GB Dourado 4G Octa Core - 3GB RAM Tela 5,3” Câm. 13MP + Selfie 5MP Dual Chip

O LG K11+ é o Smartphone que falta na sua vida. Possui certificação MIL-SPEC STD-810G e a tampa traseira em metal que agrega proteção extra e maior resistência a impactos para manter o design estiloso do aparelho por mais tempo. Na cor dourado, tem tela de 5,3", é Dual Chip, armazenamento interno de 32GB com expansão até 2TB, 3GB de memória RAM, tecnologia 3G/4G, sistema operacional Android 7.1.2 (Nougat) e processador Octa Core 1.5 Ghz - MediaTek MT6750. A câmera traseira de 13MP com PDAF (Foco Automático de Detecção de Fase) é ultra-rápida para você capturar todos os momentos que passam rapidamente por você e a câmera frontal tem 5MP com Modo Retrato que, desfoca o fundo e fica com visual de câmera profissional.


Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/smartphone-lg-k11-32gb-dourado-4g-octa-core-3gb-ram-tela-53-cam-13mp-selfie-5mp-dual-chip/340118/

Manifestantes voltam às ruas de Hong Kong apesar das ameaças da China

Movimento não obteve nenhuma resposta do Executivo pró-Pequim

Dezenas de milhares de pessoas se reuniram neste domingo em Hong Kong

Dezenas de milhares de pessoas se reuniram neste domingo em Hong Kong | Foto: Lillian Suwanrumpha / AFP / CP

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Dezenas de milhares de pessoas se reuniram debaixo de uma forte chuva no Victoria Park, neste domingo, em Hong Kong, em uma manifestação para mostrar que o movimento pró-democracia continua popular, apesar da crescente violência e das ameaças de intervenção de Pequim.

Para acabar com as acusações de "terrorismo" do governo central chinês, a Frente Civil de Direitos Humanos (FCDH) pediu um protesto "racional e não violento". Diversos manifestantes começaram a caminhar em direção ao bairro do Almirantado, mais a oeste, desafiando a proibição da polícia de retirar o protesto do parque.

'A polícia deixa feridos'

O objetivo foi, mais uma vez, denunciar a violência policial. Outros reconheceram um aumento na violência entre os manifestantes, que, em sua versão mais radical, não hesitam em atirar pedras e coquetéis Molotov. "Alguns têm uma forma extrema de expressar seus pontos de vista", admitiu Ray Cheng, de 30 anos. "Eu sou contra a violência", explicou a senhora Wong, de 54 anos. "Mas o que os radicais fazem é quebrar vidros, não machucam ninguém, enquanto a polícia deixa feridos", denunciou.

Radicalização

Esta é a pior crise política na ex-colônia britânica desde seu retrocesso à China em 1997. Pequim qualificou as ações mais violentas dos manifestantes como "quase terroristas". Tendo início em junho para rejeitar um projeto de lei controverso que autoriza as extradições para a China, desde então, a mobilização ampliou suas reivindicações para pedir um verdadeiro sufrágio universal. Internamente, aumenta o temor de uma crescente interferência da China.

Dez semanas após a primeira manifestação, o movimento praticamente não obteve nenhuma resposta do Executivo pró-Pequim, com sede em Hong Kong. A propaganda chinesa tem repetidamente divulgado fotos da violência com a intenção de desacreditar as contestações. A mídia chinesa também divulgou imagens de soldados chineses e de veículos blindados do outro lado da fronteira, em Shenzhen.

A manifestação deste domingo busca se apresentar como uma prova da determinação dos ativistas pró-democracia e da popularidade de seu movimento. - "Não abandonaremos" -"Se a tática de Pequim e Hong Kong é deixar nosso movimento morrer pouco a pouco, eles estão errados. Não vamos desistir", afirmou Bonnie Leung, porta-voz da FCDH. As autoridades justificam sua decisão nos atos por estarem cada vez mais violentos.

O movimento de protesto não cede, apesar da detenção de mais de 700 pessoas em mais de dois meses de manifestações. No sábado, as manifestações começaram com uma marcha de milhares de professores para apoiar o movimento pró-democracia, em grande parte motivado por jovens militantes.

Na parte da tarde, uma multidão ainda maior se reuniu para seguir para Hung Hom e To Kwa Wan, dois bairros populares de portos frequentados por turistas chineses do continente. Ao mesmo tempo, milhares de apoiadores do governo também se reuniam em um parque para denunciar o movimento e apoiar a polícia.


AFP e Correio do Povo


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ARTE & AGENDA

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CORREIO FEMININO

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Auxiliar de Serviços Gerais
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Mesmo na crise, cirurgia plástica aumenta 25,2%

Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram aumento no número de procedimentos realizados por idosos

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Mesmo com a crise econômica, a quantidade de cirurgias plásticas com fins estéticos cresce no Brasil. Foi realizado no ano passado 1,7 milhão de operações no País, sendo 60% para fins estéticos, estima o censo bianual da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), principal entidade do setor. Comparando com dados do período anterior, de 2016, o número de cirurgias plásticas estéticas é 25,2% maior.

O levantamento reúne relatos obtidos com profissionais associados da SBCP - em dois anos, houve aumento de 10,3% no número de filiados. Os dados totais são uma projeção estatística com base na amostra obtida.

A técnica em enfermagem Ana Cláudia Machado, de 32 anos, ajudou a engrossar os números de 2018. No ano passado, de uma só vez, fez lipoaspiração e colocou 355 ml de prótese na mama. Para conseguir pagar os procedimentos, diz ela, houve esforço financeiro. "Pesquisei bastante, fiz avaliações que não caberiam nunca no meu bolso. Juntei minhas férias, fiquei cinco meses sem comprar nada e consegui o dinheiro."

As cirurgias pelas quais Ana Cláudia passou estão entre as preferidas dos brasileiros. Os procedimentos mais procurados são o aumento de mama, a lipoaspiração e a abdominoplastia. Entre 2016 e 2018, houve redução na procura pelo aumento de mama. Por outro lado, foi registrada maior busca pela redução mamária. Alternativas como parcelamento e até consórcios ajudaram a popularizar as plásticas. "Fiz parcelado no cartão em 12 vezes", conta a atendente Eliana Oliveira, de 41 anos, que pôs prótese mamária.

Botox e preenchimentos também tem maior procura

Também chama a atenção o número de procedimentos estéticos não cirúrgicos, como aplicação de botox e preenchimentos. Em 2018, as intervenções desse tipo se equipararam às operações plásticas. "Os produtos melhoraram bastante. Uma cirurgia envolve todo um pré-operatório, avaliações, exames e pós-operatório. A complexidade é absolutamente diferente", explica Níveo Steffen, presidente da SBCP. "Os procedimentos não cirúrgicos têm uma morbidade infinitamente menor", ressalta.

Pessoas com mais de 50 anos estão fazendo mais procedimentos

Pessoas de 36 a 50 anos são as que mais se submetem aos procedimentos estéticos, mas, segundo Níveo Steffen, chama a atenção o aumento na procura desses procedimentos por idosos.

Entre os que fizeram plásticas no ano passado, 36,3% estão na faixa etária de 36 a 50 anos. Esse grupo ultrapassou os mais jovens, de 19 a 35, que hoje respondem por 34,7% dos procedimentos. Os dados também revelam que o porcentual de cirurgias plásticas para estética em idosos passou de 5,4% para 6,6% entre 2016 e 2018.

A alta nessa faixa etária pode parecer pequena, mas evidencia uma tendência. "Por ano, representam em torno de 70 mil a 80 mil cirurgias realizadas com o propósito de melhoria dessa parte estética", diz Steffen. "Antes, essa faixa etária não tinha um significado dentro da cirurgia plástica estética." Segundo ele, operações no rosto, nas mamas e no abdome são as preferidas desse público.


Correio do Povo


GRÊMIO

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POLÍCIA

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POLÍTICA

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Bolsonaro assina decreto sobre bem-estar de animais usados em rodeios

Órgãos de sanidade agropecuária dos estados e do Distrito Federal serão responsáveis de checar o cumprimento dos protocolos

Bolsonaro assinou nesse sábado decreto sobre bem-estar de animais usados em rodeios

Bolsonaro assinou nesse sábado decreto sobre bem-estar de animais usados em rodeios | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP

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Decreto presidencial assinado na noite desse sábado estabelece que compete ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) avaliar os protocolos de bem-estar animal elaborados por entidades promotoras de rodeios.

Na prática, o decreto que o presidente Jair Bolsonaro assinou ao participar da 64ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (SP) complementa a Lei nº 10.519 , de julho de 2002, que estabelece as normas de promoção e fiscalização da defesa sanitária animal em rodeios.

O decreto, que será publicado no Diário Oficial da União, estipula que o Mapa poderá, a qualquer momento, requerer parecer de especialistas para subsidiá-lo na avaliação dos protocolos de bem-estar dos animais empregados nos eventos de montaria, com ou sem provas de laço, realizados para avaliar a habilidade dos peões em dominar os animais.

O texto assinado pelo presidente também decreta que será responsabilidade dos órgãos de sanidade agropecuária dos estados e do Distrito Federal checar o cumprimento dos protocolos de bem-estar animal elaborados pelas entidades promotoras de rodeios e devidamente reconhecidos pelo Mapa. O reconhecimento destes protocolos se dará por meio de ato administrativo normativo assinado pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Pela Lei nº 10.519, de 2002, aplicam-se aos rodeios as disposições gerais relativas à defesa sanitária animal, incluindo-se a exigência dos atestados de vacinação contra a febre aftosa e de controle da anemia infecciosa eqüina.

Em nota, a associação Os Independentes, promotora da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, elogiou a assinatura do decreto. "Por meio de um ato corajoso, o presidente está demonstrando que é possível ter um rodeio 100% sem maus tratos (aos animais). Esse decreto permitirá a realização de rodeios sem qualquer risco", comentou Ricardo Batista da Rocha, presidente da associação.


Agência Brasil e Correio do Povo


GERAL

Onda de solidariedade ajuda mãe que entregou filho ao Conselho Tutelar em Porto Alegre

CIDADES

Identificada vítima de incêndio em Uruguaiana

GASTRONOMIA

Pães feitos em casa e com sabores marcantes

Carla Camurati recebe o troféu Eduardo Abelin no 47º Festival de Cinema de Gramado

Publicado em 18 de ago de 2019

Atriz e diretora dedicou a homenagem a todas as mulheres que fazem cinema no Brasil.
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Inscrição para vestibular da UFRGS 2020 inicia nesta segunda

Estudantes têm até 16 de setembro para concorrer a vagas

Estudantes têm até 16 de setembro para concorrer a vagas

Estudantes têm até 16 de setembro para concorrer a vagas | Foto: Guilherme Testa / CP Memória

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As inscrições para o concurso vestibular 2020 da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) iniciam nesta segunda-feira. Os participantes que desejam ingressar na universidade têm até o dia 16 de setembro para realizarem o cadastro, exclusivamente, pelo site do vestibular. As provas serão aplicadas em Porto Alegre, Bento Gonçalves, Imbé e Tramandaí nos dias 23, 24 e 30 de novembro e 1º de dezembro.

O horário de início das provas será às 15h, em todos os dias, com exceção aos sabatistas, que têm assegurado horário diferenciado. Os candidatos terão 4 horas e 30 minutos para resolver questões de múltipla escolha e a redação. São oferecidas 3.980 vagas em 90 opções de cursos de graduação. O valor da inscrição no Concurso Vestibular será de R$ 145, e o boleto gerado terá vencimento em 17 de setembro.

Nesta edição, permanece a mesma divisão de vagas. Serão destinadas 50% para o acesso universal e 50% para o programa de ações afirmativas (cotas). A distribuição da reserva de vaga se dá em oito modalidades, conforme as condições: renda familiar inferior a 1,5 salário mínimo nacional per capita e autodeclaração racial preta, parda ou indígena e de pessoa com deficiência – direito que pode ser utilizado apenas pelo candidato que tenha cursado a integralidade no Sistema Público de Ensino Médio.

Para usufruir das ações afirmativas, os ingressantes devem comprovar a condição de ocupação da vaga de acordo com todas as exigências descritas no edital.


Correio do Povo

Projeto sobre porte de armas deve ser votado esta semana na Câmara

Atualmente, porte só é permitido a militares das Forças Armadas, policiais e guardas prisionais

Atualmente, porte só é permitido a militares das Forças Armadas, policiais e guardas prisionais

Atualmente, porte só é permitido a militares das Forças Armadas, policiais e guardas prisionais | Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil / CP

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O plenário da Câmara dos Deputados pode votar, esta semana, o Projeto de Lei 3.723/19, do Poder Executivo, que permite a concessão, por decreto presidencial, de porte de armas de fogo para novas categorias, além das previstas no Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03). Na semana passada, o plenário da Casa aprovou o regime de urgência para votação da proposta. Atualmente, o porte só é permitido para as categorias descritas no Estatuto do Desarmamento, como militares das Forças Armadas, policiais e guardas prisionais. O porte de armas consiste na autorização para que o indivíduo ande armado fora de sua casa ou local de trabalho. Já a posse só permite manter a arma dentro de casa ou no trabalho.

O relator do projeto, deputado Alexandre Leite (DEM-SP), acatou três das 20 emendas apresentadas à proposta, como estender o porte de arma para os oficiais de Justiça e para os oficiais do Ministério Público. Outra emenda quer incluir os integrantes dos órgãos policiais da Câmara Legislativa do Distrito Federal e das assembleias legislativas dos estados na lista dos autorizados a ter porte de arma e permitir os órgãos a comprar armas de fogo de uso restrito sem autorização do Comando do Exército.

Reforma tributária

A comissão especial da Câmara que analisa a proposta de emenda à Constituição (PEC 45/19) da reforma tributária vai ouvir na próxima terça-feira o autor da matéria, deputado Baleia Rossi (MDB-SP). Também será ouvido o economista Bernardo Appy, que preparou a proposta da Câmara, que unifica tributos sobre a produção e o consumo arrecadados pela União, pelos estados e pelos municípios, e cria outro imposto sobre bens e serviços específicos, cujas receitas ficarão apenas com o governo federal.

Na semana passada, a comissão aprovou o plano de trabalho do relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). Ele propôs oito audiências públicas na Câmara sempre às terças-feiras, e seminários em cada uma das cinco regiões do país, em datas ainda serem definidas. O relator espera apresentar o parecer a partir de 8 de outubro.

Aposentadoria dos militares

A comissão especial da Câmara que vai debater a aposentadoria dos militares das Forças Armadas se reúne na próxima terça-feira para eleger os três vice-presidentes e para definir o roteiro de trabalho do colegiado. Na semana passada, a comissão elegeu como presidente o deputado José Priante (MDB-PA) e como relator o deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP). A instalação do colegiado, composto de 34 membros titulares e igual número de suplentes, foi feita na quarta-feira (14). Segundo o Projeto de Lei 1645/19, enviado pelo governo em março deste ano, os militares passarão a contribuir mais para a previdência especial e a trabalhar mais para terem direito a aposentadorias e pensões.


Agência Brasil e Correio do Povo


TRÂNSITO

Acidente na BR 116 deixa quatro mortos em Cristal, no Sul do Estado

Pescadores protestam contra liberação da Pesca de Arrasto

Publicado em 18 de ago de 2019

Mobilização ocorreu na Barra do Rio Tramandaí, no Litoral Norte.
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Lava Jato consultou Receita Federal sem autorização, diz site

Procuradores tiveram acesso a dados sigilosos de maneira informal

Procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa em Curitiba, foi um dos que solicitou informações

Procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa em Curitiba, foi um dos que solicitou informações | Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

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Procuradores que integram a força-tarefa da Operação Lava Jato tiveram acesso a dados sigilosos da Receita Federal de maneira informal ou sem autorização da Justiça nos últimos anos, de acordo com supostas mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil e publicadas neste domingo em parceria com o jornal Folha de S.Paulo.

Pelos diálogos, os procuradores contariam com a contribuição do aditor fiscal Roberto Leonel, à época chefe da área de inteligência da Receita em Curitiba e hoje presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Em agosto de 2015, o procurador Roberson Pozzobon teria pensado em falar com Leonel para obter dados que o ajudariam em uma investigação envolvendo negócios em Angola de um dos sobrinhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O vínculo entre a força-tarefa da Lava Jato e o auditor, segundo as supostas mensagens, teria sido frequente no início de 2016, quando se desenrolava a investigação sobre as reformas em sítio frequentado por Lula e sua família em Atibaia (SP). O caso rendeu a Lula sua segunda condenação - a 12 anos e 11 meses por corrupção e lavagem de dinheiro na ação que apurou se ele recebeu propina por meio da reforma da propriedade.

Na época, o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa em Curitiba, teria pedido que Leonel levantasse informações sobre o caseiro do sítio, sobre uma nora de Lula, sobre o patrimônio dos antigos donos do imóvel e sobre compras que a mulher do ex-presidente, Marisa Letícia (morta em 2017), havia feito.

Ainda de acordo com as supostas mensagens, em ao menos um caso Leonel teria repassado informações de pessoas que nem eram investigadas em Curitiba. Em 2017, o auditor teria informado Deltan que havia feito uma representação contra os pais do deputado Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR) e preparava outra contra a ex-mulher do parlamentar. Loures era investigado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), não pela força-tarefa da Lava Jato.

Procurados, tanto a força-tarefa quanto a Receita Federal afirmaram que a troca de informações entre elas é permitida pela legislação e não ameaça o sigilo fiscal dos contribuintes. Dallagnol também usou ontem o Twitter para rebater as acusações de que teria driblado a lei para obter dados sigilosos da Receita. "Mais acusações falsas contra a Lava Jato. A Receita passou informações para o MP (Ministério Público) na Lava Jato em três situações, sempre com amparo na lei", escreveu o procurador.

Essas três situações teriam sido "quando houve quebra de sigilo fiscal decidida por juiz; quando o MP requisitou informações fiscais, poder dado pela lei complementar 75/93 e reconhecido em atos e decisões da administração pública e do Judiciário; e, por fim, quando a Receita identificou indícios de crimes, em apuração de iniciativa própria ou a partir de informações recebidas do MP, de outros órgãos ou de cidadãos".

O promotor afirmou que a Receita tem liberdade de apurar atos ilícitos a partir de notícias que recebe e de comunicá-los ao MP. "Uma função central dos escritórios de pesquisa e inteligência, como aquele que o auditor Roberto Leonel chefiava, é exatamente fazer pesquisa e investigação."


Agência Estado e Correio do Povo