Produção total de veículos em julho cresce 14,2% em relação a junho, diz Anfavea

Número de automóveis fabricados passou de 233,2 mil para 266,4 mil

Na comparação com julho do ano passado, a produção de veículos cresceu 8,4%

Na comparação com julho do ano passado, a produção de veículos cresceu 8,4% | Foto: Paul Ellis / AFP / CP Memória

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A produção de veículos automotores cresceu 14,2% em julho na comparação com junho, passando de 233,2 mil unidades para 266,4 mil unidades. A informação foi divulgada nesta terça-feira pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Na comparação com julho do ano passado, a produção de veículos cresceu 8,4%. No ano passado, no mesmo mês, as montadoras produziram 245,6 mil unidades. No acumulado ano até julho, a produção de veículos cresceu 3,6% para 1,74 milhão de unidades.

Vendas

Ainda de acordo com a entidade, as vendas totais de veículos no mercado interno em julho cresceram 9,1% em relação a junho. No comparativo de julho com o mesmo mês do ano passado, as vendas cresceram 12%. Com o resultado do mês passado, o comércio dos automóveis acumula no ano uma alta de 12,1% em relação ao mesmo período do ano passado, com 1,55 milhão de unidades colocadas nas ruas.

Máquinas agrícolas

As vendas no mercado interno de máquinas agrícolas em julho caíram 9,4%, segundo a instituição. Em julho, foram vendidas 3,9 mil máquinas agrícolas contra 4,3 mil em junho. Na comparação com julho do ano passado, as vendas de máquinas agrícolas caíram 17,2% e no acumulado do ano até julho a queda foi de 3,4%.


Agência Estado e Correio do Povo

Porto Alegre recebe exposição com esculturas de Xico Stockinger

Publicado em 6 de ago de 2019

Obras raras e inéditas integram a mostra que abre neste dia 07 de agosto.
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Cesta básica de Porto Alegre tem queda de 1,04%, mas segue a mais cara do Brasil

A alta acumulada no ano é de 6,13%

A batata foi um dos vilões em termos de alta de preços durante o ano

A batata foi um dos vilões em termos de alta de preços durante o ano | Foto: Guilherme Testa

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A cesta básica de Porto Alegre registrou queda de 1,04%, passando de R$ 498,41, para R$ 493,22 em julho. Mesmo com a redução de preços, a composição dos alimentos básicos na capital continua a mais cara do Brasil.

No ano, a cesta está 6,13% mais cara e, em 12 meses, registrou alta de 13,38%. O cálculo, feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), foi divulgado nesta terça-feira.

Porto Alegre vem seguida por São Paulo, onde os insumos ficaram em R$ 493,16, Florianópolis, em R$ 483, e Rio de Janeiro, onde a cesta básica custa R$ 479,28. Os menores valores médios do País foram observados em Aracaju, onde a cesta custa R$ 359,95 e em Salvador, com R$ 372,25.

Ao todo, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Dieese, averiguou redução de preços em alimentos essenciais em todas as 17 capitais analisadas. Na passagem de junho para julho, dos 13 produtos que compõem a cesta, sete ficaram mais baratos. O café teve queda de 4,33%, o tomate diminuiu 3,03%, o leite fechou o período com diminuição de 2,33% e a manteiga registrou redução de 2,29%. Além desses produtos, feijão, banana e a carne registraram discreta queda de preços.

Por outro lado, houve alta de 6,25% no valor da batata e 2,63% no preço do açúcar. O arroz registrou aumento de 2,55%, a farinha de trigo teve variação de 0,79% e o pão aumentou 0,22%. O óleo de soja foi o único item que não registrou alteração.

Em 2019, o vilão dos preços é a batata, acumulando alta de 77%. Logo atrás vem a banana com alta de 17,25% no ano e a manteiga com variação para cima de 11,96%. O arroz, o leite, o feijão, o tomate e o pão também acumularam alta nos valores nos primeiros sete meses do ano. 

Na Capital, o custo da cesta básica é referente a 53,72% do salário mínimo líquido, contra 54,28% em junho e 49,56% em julho de 2018. O portoalegrense e moradores da Região Metropolitana também precisam trabalhar mais tempo para adquirir a cesta básica. O trabalhador assalariado necessitou, em julho, cumprir uma jornada de 108 horas e 44min para adquirir os bens alimentícios básicos.

Na comparação com os trabalhadores dos demais estados, em julho, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica totalizou 94 horas e 25 minutos. O mínimo hoje é de R$ 998.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em julho, 46,65% da remuneração para adquirir os produtos.


Correio do Povo

Brasil vai proibir entrada de funcionários do governo da Venezuela

Portaria interministerial do governo brasileiro visa pressionar Maduro

Medidas devem ser anunciadas por Araújo

Medidas devem ser anunciadas por Araújo | Foto: Arthur Max / MRE / CP

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O Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Justiça e Segurança Pública elaboraram uma lista de funcionários do alto escalão do governo da Venezuela cujo ingresso no Brasil será proibido. A medida é uma reação contra o presidente Nicolás Maduro.

Segundo fontes do Palácio do Planalto, a portaria Interministerial está em fase final de trâmite para publicação. O objetivo, de acordo com uma fonte do governo, é "impedir o ingresso no país de indivíduos cujos atos contrariam princípios e objetivos da Constituição Federal brasileira por atentar contra a democracia e os Direitos Humanos, além de representarem riscos concretos à segurança nacional brasileira".

A medida deve ser anunciada nesta terça-feira, pelo chanceler Ernesto Araújo, que está em Lima, no Peru, para a Conferência Internacional pela Democracia na Venezuela. O ministro também pretende anunciar medidas de apoio ao autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó. Entre as medidas estão o recebimento das credenciais da embaixadora Maria Belandria, designada por Guaidó; o reconhecimento de passaportes não renovados pelo governo de Nicolás Maduro; e a introdução do tema nas reuniões do Brics, grupo de países que reúne Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul.

Em janeiro, os governos do Peru e da Colômbia anunciaram a proibição da entrada em seus territórios de pessoas ligadas ao governo de Nicolás Maduro. A medida seguiu acordo firmado no início do ano por integrantes do Grupo de Lima, do qual o Brasil faz parte.


Agência Estado e Correio do Povo

Carros&Motos: Teste drive do Mercedes-Benz GLA

Publicado em 6 de ago de 2019

Renato do Rossi e Gisele Schaurich comentam e avaliam o novo Mercedes-Benz GLA.
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Estados devem ter texto de reforma tributária na semana que vem

Reunidos em Brasília, alguns governadores conheceram detalhes da proposta hoje

Reunidos em Brasília nesta terça, alguns governadores conheceram detalhes da proposta formulada pelo Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz)

Reunidos em Brasília nesta terça, alguns governadores conheceram detalhes da proposta formulada pelo Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) | Foto: José Cruz / Agência Brasil / CP

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Governadores dos 26 Estados e do Distrito Federal vão se debruçar sobre uma proposta de reforma tributária desenhada por secretários estaduais e devem fechar o texto na semana que vem. Reunidos em Brasília nesta terça-feira, 6, alguns governadores conheceram detalhes da proposta formulada pelo Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

O texto propõe a criação de um imposto sobre bens e serviços substituindo três tributos federais (IPI, PIS e Cofins), o ICMS, que é estadual, e o ISS, municipal, conforme a reforma elaborada pelo economista Bernard Appy e apresentada na Câmara.

A diferença é que a proposta do Comsefaz exclui a União do comitê gestor do novo imposto, não permitindo que o governo federal altere a alíquota do tributo, e mantém o benefício da Zona Franca de Manaus. "Vamos unificar impostos, então é natural ter participação do governo federal", defendeu o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), discordando do texto dos secretários.

O consenso entre os governadores é defender que a reforma não diminua a arrecadação atual dos Estados e municípios, observou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM). O texto não foi fechado porque a reunião desta terça se esvaziou e não contou com a presença de alguns representantes.

Proposta

Uma das dúvidas é a possibilidade de cada Estado estabelecer uma alíquota diferente para o IBS. Na proposta dos secretários, uma lei futura definiria o porcentual de uma alíquota mínima, que poderia ser alterada por cada Estado e município.

"A tendência é estabelecer na emenda constitucional só a metodologia para se chegar a essa alíquota mínima, que seria exatamente para não provocar perdas significativas para nenhum Estado da federação", afirmou o Presidente do Comsefaz e secretário da Fazenda do Piauí, Rafael Fonteles.

Outro ponto que ainda levantou questionamentos foi a configuração dos fundos de desenvolvimento regional e de compensação para eventuais perdas com a reforma, previstos na proposta dos secretários.

A distribuição dos recursos do novo imposto para União, Estados e municípios ainda não teve os cálculos finalizados na proposta, disse Fonteles. A tendência é que aproximadamente metade do bolo seja destinada a Estados na proposta dos governadores. União e municípios ficariam com um quarto da receita cada, de acordo com o texto.

Lei Kandir

Estados querem voltar a ter autonomia para legislar sobre a cobrança de ICMS em exportações. Reunidos em Brasília, governadores decidiram aguardar o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para discutir a revisão da Lei Kandir, que isenta pagamento de ICMS aos Estados sobre as exportações de produtos primários e semielaborados ou serviços.

Anteriormente, uma decisão de defender a revogação da lei havia sido anunciada. O ponto, no entanto, encontrou divergências.

Alguns governadores querem que o tema seja discutido na reforma tributária no Congresso. "Entendo que esse encaminhamento se faça com uma discussão preliminar no âmbito do Confaz para avaliar impactos de Estados para uma futura reforma tributária", disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB).

De acordo com o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), os Estados pedirão à União o ressarcimento de R$ 8 bilhões a R$ 10 bilhões referente a perdas na arrecadação em 2018 e 2019. Em relação a anos anteriores, o tema continuaria no Supremo Tribunal Federal (STF).

"Não estamos tributando exportação. Estamos deixando claro que, como não existe compensação desses últimos 16 anos, nada mais correto do que dar ao Estado a possibilidade de legislar sobre sua própria tributária em matéria bruta e semiacaba com matéria básica", disse o governador Ronaldo Caiado.


Agência Estado e Correio do Povo



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Onyx espera concluir votação em 2º turno da reforma da Previdência até quarta

Declaração foi dada após reunião do ministro com o presidente da Câmara

Onyx e Maia discutiram estratégias para votação da proposta

Onyx e Maia discutiram estratégias para votação da proposta | Foto: José Cruz / Agência Brasil / CP Memória

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O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta terça-feira que o governo espera que a votação em segundo turno da proposta de reforma da Previdência seja encerrada até amanhã na Câmara dos Deputados. Onyx deu a declaração após reunir-se com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na residência oficial da Câmara, para definir as estratégias de votação da proposta de emenda à Constituição (PEC 6/19) da Previdência.
"Queremos a nova Previdência, se possível, aprovada no início da noite de amanhã. Também sabemos que a oposição deverá apresentar uma série de destaques. Precisamos construir uma estratégia para enfrentar isso. A gente já espera que a oposição cumpra seu papel democrático de se contrapor", afirmou Onyx.
Segundo ele, o início da discussão deve ocorrer hoje à noite, quando terá de ser votada a quebra de interstício (intervalo) de cinco sessões do plenário entre o primeiro e o segundo turnos. Onyx destacou que a expectativa do governo é repetir o bom resultado da votação em primeiro turno, no mês passado, quando o texto-base foi aprovado por 379 votos favoráveis a 131 contrários no mês passado.
Assim como na votação em primeiro turno, serão necessários 308 votos para que a matéria seja aprovada e enviada ao Senado, onde também será analisada em dois turnos de votação. Os acordos entre os partidos para aprovar concessões à reforma da Previdência reduziram para R$ 933,5 bilhões a economia estimada em 10 anos. Ao encaminhar a proposta ao Legislativo, o governo federal pretendia gerar uma economia de R$ 1,236 trilhão, também no período de 10 anos.

Oposição

Na votação em segundo turno, os partidos podem apresentar apenas destaques supressivos, ou seja, que retirem trechos do texto aprovado em primeiro turno. A líder da Minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), afirmou que a oposição apresentará os nove destaques a que tem direito para tentar retirar pelo menos quatro itens do texto da reforma.
Estão no foco de partidos da oposição a retirada de trechos como a pensão para mulheres, aposentadorias especiais, pensão por morte e as regras de transição. "Vamos entrar no segundo turno esperando que, neste recesso, os parlamentares tenham sido sensibilizados nas suas bases para alguns temas que, na minha opinião, são muito cruéis", disse Jandira.
Segundo a deputada, a oposição trabalhará na "redução de danos" ao trabalhador. Parlamentares de partidos da oposição ainda definem estratégias para obstrução da sessão que analisará a reforma. A ideia é tentar adiar a votação do texto.


Agência Brasil e Correio do Povo

42ª Expointer é lançada com previsão de superar os números do ano passado

Publicado em 5 de ago de 2019

Feira será realizada entre 24 de agosto e 1º de setembro.
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Carnaval de Porto Alegre de 2020 será realizado pela primeira vez com parceria privada

Evento está marcado para 6 e 7 de março

Por Henrique Massaro

Empresa é a mesma produtora dos carnavais de Cruz Alta e Pelotas

Empresa é a mesma produtora dos carnavais de Cruz Alta e Pelotas | Foto: Alina Souza

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Marcado para os dias 6 e 7 de março, no Complexo Cultural Porto Seco, o Carnaval de Porto Alegre de 2020 será realizado pela primeira vez através de uma parceria privada. A programação para a tradicional festa, lançada hoje na Capital, será viabilizada pela Bah! Entretenimento, mesma produtora de eventos dos carnavais de Cruz Alta e Pelotas, município de origem da empresa. Com ingressos que vão de R$ 10 a R$ 300, a empresa fica com o lucro e a União das Escolas de Samba de Porto Alegre (Uespa) se responsabiliza pelos desfiles.

Para o maestro Milton Pereira, da Bambas da Orgia, a parceria privada é a melhor maneira de viabilizar o carnaval, que, depois de 2016, deixou de contar com recursos da prefeitura. “A expectativa é de tranquilidade, porque cada um vai cuidar daquilo que entende melhor”, disse, ao explicar que a produtora tem a estrutura e a experiência para realizar eventos de grande porte, enquanto que as escolas só precisarão se preocupar com a beleza do espetáculo em si.

Depois de 2016, os foliões se depararam com diversas dificuldades para realizar o Carnaval da Capital sem recursos públicos. Em 2019, os desfiles só foram possibilitados pela união das escolas de samba, que então formaram a Uespa – anteriormente, a responsável pela festa era a Liga Independente das Escolas de Samba de Porto Alegre (Liespa), que não participou da última edição. Apesar de solucionar a questão financeira, a parceria com uma empresa ainda é motivo de certa resistência para alguns dos adeptos do evento, que, durante a divulgação, fizeram questionamentos sobre como será o funcionamento.

Para Érico Leoti, da Impradores do Samba, no entanto, é natural que haja alguma estranheza porque a parceria representa mudanças na forma como os foliões se acostumaram a realizar o Carnaval ao longo dos anos. De acordo com ele, um novo modelo era necessário porque, mesmo em uma eventual mudança de governo municipal no próximo ano, é difícil acreditar que o Executivo volte a disponibilizar recursos.

O contrato com a produtora foi firmado para três anos. Os diferentes modelos de ingresso, desde o setor popular até camarotes, podem ser adquiridos de forma parcelada em até sete vezes o boleto e dez no cartão de crédito nos dias 21, 22 e 23 de agosto. No dia 6 de setembro, ocorre a festa de apresentação do evento e, em 5 de outubro, a escola da Corte do Carnaval. Nos dias 10 de novembro e 7 de dezembro, ainda serão realizadas uma feijoada e um bingo, respectivamente.


Correio do Povo

Extinção de aposentadoria especial de deputados estaduais passa na CCJ

Projeto da deputada Any Ortiz (PPS) estava desde fevereiro na comissão. Tramitação no Legislativo ainda inclui várias etapas

Por Flavia Bemfica

Aprovação na Comissão foi por unanimidade

Aprovação na Comissão foi por unanimidade | Foto: Galileu Oldenburg / Agência ALRS / CP

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Até a deputada Any Ortiz (PPS), autora da proposta, ficou surpresa com a aprovação, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por unanimidade, da extinção da aposentadoria especial para deputados estaduais. Por 11 votos a zero, na primeira reunião do colegiado após o recesso parlamentar de inverno, os integrantes da comissão aprovaram o parecer do deputado Elton Weber (PSB), que é favorável ao projeto de Any, o PLC 78/2019, que acaba com o chamado Plano de Seguridade Social dos Parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado do RS. Agora, o texto pode seguir dois caminhos dentro da Casa, mas a celeridade com que chegará ao plenário depende de muita costura política, porque as diferentes etapas que uma proposta cumpre dentro do Legislativo incluem uma série de mecanismos que podem agilizar ou adiar sua apreciação final.

O PLC 78/2019 pode seguir para uma comissão de mérito, provavelmente a de Serviços Públicos, e cumprir a tramitação normal. Ou a deputada pode solicitar ao colégio de líderes sua publicação, com a consequente suspensão da tramitação pelas comissões de mérito. Se fizer esta opção, os líderes das bancadas, em sua reunião semanal (às terças-feiras), decidem pela publicação ou não. Contudo, se na apreciação do colegiado pelo menos três bancadas não derem acordo, o projeto não é publicado e segue a tramitação na comissão de mérito. Caso obtenha acordo para publicação, depois que ela ocorrer a deputada pode solicitar sua inclusão na ordem do dia. Para que uma proposta seja incluída na ordem é necessário que, também em uma das reuniões do colégio de líderes, obtenha o voto favorável de pelo menos 37 dos 55 parlamentares (neste caso, os líderes representam a totalidade de cadeiras de suas bancadas).

Em função do histórico da tramitação do texto na CCJ (onde estava desde fevereiro, recebeu cinco pedidos de vistas ou teve a apreciação adiada em função de quedas no quórum) e de sua experiência anterior com o projeto que acabou com a aposentadoria vitalícia para ex-governadores, Any avalia agora qual a melhor opção. “Não estávamos contando 100% com a aprovação do relatório do deputado Elton hoje porque três partidos com assento na comissão (PDT, PSL e PRB) poderiam ainda ter pedido vistas do projeto. E quando uma proposta tranca na CCJ, não tem o que fazer. Agora podemos trabalhar internamente para levar o projeto a plenário. Mas como não tínhamos certeza da aprovação nesta volta do recesso, vamos discutir internamente para avaliar se o mais adequado é que siga para a comissão de mérito ou se faço a solicitação aos líderes”, resumiu a deputada.

Segundo ela, o fato de uma lei complementar de 2017 já trazer todo o regramento a respeito de como um deputado estadual deixa de fazer parte do plano, e de não existir nenhum parlamentar que já tenha sido ‘aposentado’ conforme suas regras, facilitam a extinção. O atual Plano de Seguridade dos deputados estaduais foi ressuscitado em 2014, quando a própria Mesa Diretora da Casa apresentou um projeto, aprovado pelos parlamentares em novembro daquele ano. Entre 2004 e 2014 eles se aposentavam conforme as regras do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Isto porque, em 2004, foi definitivamente extinto o Fundo Estadual de Previdência do Parlamentar (Feppa), um sistema anterior que também garantia aposentadorias diferenciadas.  Em 2014, para aprovar a própria aposentadoria especial, os parlamentares gaúchos buscaram inspiração na lei federal 9.506/1997, que regra aposentadorias de deputados federais e senadores. Na tarde desta terça, a deputada utiliza o período do Grande Expediente da sessão plenária para tratar do tema, estabelecendo relação com as regras previstas para o Regime Geral previstas na reforma da previdência em tramitação na Câmara dos Deputados.



Correio do Povo


Reunidos em Brasília nesta terça, alguns governadores conheceram detalhes da proposta formulada pelo Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz)

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