Merkel x Trump: quem é quem na foto que expôs tensão inédita no G7

Presidente americano retira apoio à declaração final após encontro

RODRIGO LOPES

Já é uma das imagens do ano. A chanceler alemã, Angela Merkel, cercada de líderes mundiais, em pé, com o corpo avançado sobre Donald Trump, o presidente dos EUA, que aparece sentado. A foto, feita durante o G7, pelo fotógrafo oficial da delegação alemã, Jesco Denzel, foi postada na conta de Merkel no Twitter. Logo viralizou. E deu o tom de um dos encontros do G7 mais tensos da história, por conta das declarações do presidente americano, que retirou seu apoio à declaração final, logo após o encontro.

“Eu instruí nossos representantes a não endossarem o comunicado”, disse Trump pelo Twitter.

Quem é quem na foto

1 — Larry Kudlow, diretor do National Economic Council, dos Estados Unidos
2 — Theresa May, primeira-ministra do Reino Unido
3 —Emmanuel Macron, presidente da França
4 — Angela Merkel, chanceler da Alemanha
5 — Yasutoshi Nishimura, subchefe de Gabinete do primeiro-ministro do Japão
6 — Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão
7 — Kazuyuki Yamazaki, vice-ministro de Relações Exteriores do Japão
8 — John Bolton, conselheiro de Segurança Nacional dos EUA
9 — Donald Trump, presidente dos EUA

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A frase de Trump incendiou, mais uma vez, as relações internacionais. A decisão desmonta a fragilidade do acordo que havia sido costurado pelos líderes. O documento enfatizava a importância do livre comércio, baseado em regras internacionais, para o crescimento econômico, e pontuava a necessidade de reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) –no que havia sido considerada uma vitória pelo grupo, em especial pela Europa.

A promoção da igualdade de gênero e a proteção dos oceanos também haviam sido consensuais, assim como a proteção das democracias contra interferências externas.

Veja alguns memes que foram criados na internet:



GaúchaZH


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Prédio da PUC é evacuado após piso do 7º andar rachar

Mais de 930 pessoas estavam no local, onde fariam exames para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)

  Prédio da PUC foi evacuado por volta das 13h | Foto: Alina Souza

Prédio da PUC foi evacuado por volta das 13h | Foto: Alina Souza

O prédio 40 da Pontifícia Universidade Católica (PUC) foi evacuado, por volta das 13h deste domingo, devido a uma rachadura no piso de uma das salas do sétimo andar. Mais de 930 pessoas estavam no local, onde fariam o exame para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Segundo o Corpo de Bombeiros, houve um deslocamento do piso. A primeira medida foi evacuar o edifício. Os bombeiros, que seguem no local, estão fazendo a vistoria e estão solicitando uma avaliação mais profunda por parte dos responsáveis pelo prédio. Porém, alerta que não haveria rachaduras nas paredes.



De acordo com os candidatos, o pânico foi maior porque ninguém sabia o que estava acontecendo no momento da evacuação. Apenas os concorrentes que estavam no sétimo andar tinham a informação e, ao descerem as escadas, foram contando aos demais.

O que diz a PUCRS

Neste domingo, dia 10 de junho, durante a aplicação da segunda fase da prova da OAB no campus da PUCRS, devido à variação de temperatura, o revestimento cerâmico do piso quebrou em uma pequena área, de aproximadamente de três metros quadrados, no corredor do sétimo andar do prédio 40. Por segurança dos candidatos, o prédio foi evacuado prontamente pelo Corpo de Bombeiros. Não houve feridos. O local está à disposição para a perícia e a PUCRS acompanha todos estes trabalhos.

• “Tínhamos que pular por cima das rachaduras”, relata candidata

Prova é cancelada

Os candidatos fariam a 2ª fase do XXV Exame de Ordem Unificado. A OAB e a Fundação Getulio Vargas resolveram suspender a aplicação do exame exclusivamente em Porto Alegre. A OAB-RS esclarece que ainda não há previsão para a divulgação da nova data da prova. Inicialmente foi informado que seria na próxima quarta. A data será informada no site da instituição.  Em entrevista ao Correio do Povo, o presidente da OAB Ricardo Breier disse que está tudo sob controle e que foi a primeira vez que ocorreu um incidente deste tipo em uma aplicação de exame.

Contudo, a aplicação da prova ocorre normalmente nas cidades de Capão da Canoa, Caxias do Sul, Frederico Westphalen, Ijuí, Passo Fundo, Pelotas, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa, Santo Ângelo e São Leopoldo.


Correio do Povo


“Pulamos por cima das rachaduras”, diz candidata

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Segunda-feira será de chuva forte em todo o Rio Grande do Sul

No período da noite, frente fria avançará sobre o Estado

Porto Alegre deve ter máxima de 27ºC | Foto: Alina Souza

Porto Alegre deve ter máxima de 27ºC | Foto: Alina Souza

A segunda-feira será chuvosa em praticamente todo o Rio Grande do Sul. O guarda-chuva e a sombrinha serão itens obrigatórios para quem precisará sair de casa. A vestimenta poderá ser mais leve, em razão do abafamento e que fará a temperatura ficar elevada. Uma frente de ar quente atua com força no Centro, Sul e Leste do Estado. Em Porto Alegre a máxima deve ser de 27ºC. Em Santa Cruz, no Vale do Rio Pardo, será de 28ºC.

No decorrer do dia, sobretudo da tarde pra noite, uma massa de frente fria avança a partir do Oeste pras demais regiões.  Com isso, haverá a possibilidade de temporais com raios, vento forte e queda de granizo. Vendavais não são descartados, especialmente na Metade Norte. Do Centro pro Norte gaúcho antes da frente fria haverá vento Norte com rajadas fortes e ainda aberturas de sol entre as nuvens que trarão calor e desconfortável abafamento.


MetSul Meteorologia e Correio do Povo


Vendavais e chuvas provocam estragos em cidades gaúchas neste domingo



Vendedor bonzinho não vende. Duas técnicas infalíveis de fechamento de vendas


Danieli Guimarães

Danieli Guimarães


Aprenda a se posicionar durante a negociação e fechar mais vendas

A insegurança nas vendas é um fator emocional que deve ser combatido com o autoconhecimento. Então quer dizer que só vou vender quando eu me conhecer plenamente? Claro que não é assim que funciona, caso contrário não existiriam tantos profissionais de vendas tão bem-sucedidos.

O segredo está conhecer e aplicar técnicas de vendas infalíveis que, se bem empregadas, podem transformar qualquer pessoa em um vendedor de muito sucesso. Então aproveite enquanto você trabalha seu autoconhecimento para já ir aplicando essas duas técnicas simples e infalíveis. 

A primeira técnica é o Fechamento Alternativo:

Quando é chegado o momento do fechamento, depois de já ter explicado o produto, preço e benefícios você vai partir para a conclusão e fechamento da venda. Conheço muitos vendedores que dizem ‘e aí, gostou? quer fechar?’. Automaticamente a pessoa vai refletir, é o neocórtex dela falando mais alto. Sendo assim, a probabilidade do cliente achar que ainda deve fazer mais pesquisas e buscar outras opções, é muito grande.

Neocórtex: porção do cérebro que controla o raciocínio e é responsável pela tomada de decisão.

Por isso, você deve usar a técnica do fechamento alternativo e fazer a pergunta de fechamento da seguinte forma: “o senhor prefere pagar em cartão ou dinheiro?”. Dependendo da resposta você dá andamento ao fechamento ou passa a vencer as objeções que o cliente demonstrar.

A segunda técnica é o Fechamento por Resumo ou a Recapitulação #recapitular

Nessa técnica você vai elencar os melhores benefícios que você notou que foram importantes para ele no processo da venda. Aí dessa forma ele irá relembrar tudo que foi dito e possa ter ficado esquecido. Benefícios do produto, o que o cliente está levando com a compra, o que ele vai ganhar etc. Verifique se ficou alguma dúvida e prossiga para o fechamento direcionando para o caixa ou solicitando documentação para emissão de contrato.

Siga essas técnica e depois me conte seus resultados. Comente abaixo!



Tenho novas dicas de vendas toda semana lá no Youtube é só clicar e me seguir, vou adorar receber sua visita - http://www.youtube.com/c/DaniGuimarães

Um abraço e #FoconaAção

___

Dani Guimarães. Empresária, criadora do método Master Coaching em Vendas, Trainer e Consultora Empresarial na Área de Vendas e Liderança. Fundadora da Athos Treinamento e Desenvolvimento, especialista em Vendas B2B, com mais de 18 anos de experiência.


Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/vendedor-bonzinho-n%C3%A3o-vende-duas-t%C3%A9cnicas-infal%C3%ADveis-de-guimar%C3%A3es/?trk=eml-email_feed_ecosystem_digest_01-recommended_articles-3-Unknown&midToken=AQEEb89zxg9o1A&fromEmail=fromEmail&ut=3NFtlE_edGNog1



Investidores temem segundo turno entre Ciro e Bolsonaro

A possibilidade de um segundo turno entre Ciro Gomes e Jair Bolsonaro “tem contribuído para o sentimento de desalento de investidores”, publica o Estadão.

Entre os dois candidatos, Ciro assusta mais. Uma pesquisa da XP Investimentos mostra que 94% dos entrevistados apostam que a Bolsa recuará caso o candidato do PDT vença a eleição — contra 51% caso Bolsonaro seja eleito. Já 80% acreditam que o dólar ultrapassaria os R$ 4 com Ciro — contra 45% com a vitória de Bolsonaro.


O Antagonista


Temer é o presidente mais impopular da história, aponta Datafolha


Governo é considerado ruim ou péssimo por 82% dos brasileiros

Michel Temer é rejeitado por 82% dos brasileiros | Foto:  Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

Michel Temer é rejeitado por 82% dos brasileiros | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

O governo de Michel Temer é considerado ruim ou péssimo por 82% dos brasileiros, de acordo com a pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo. Com o resultado, Temer bate o próprio recorde como presidente mais impopular desde a democratização do Brasil.

O levantamento foi realizado entre quarta e quinta-feira em todos os Estados brasileiros. De acordo com o Datafolha, apenas 3% dos brasileiros consideram o governo Temer ótimo ou bom e 14% acham a gestão regular. A impopularidade do presidente apresentou aumentou em todas as regiões do País e em todas as faixas de renda e escolaridade.

No início do governo, Temer era rejeitado por 31% dos brasileiros.


Correio do Povo



Executiva petista dá prioridade a aliança nacional

Partido mantém posição sobre candidatura do ex-presidente Lula

  Executiva Nacional do PT aprovou no sábado, resolução que aponta para uma tentativa de isolar o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, e garantir o apoio de PSB e PCdoB a uma eventual candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O documento afirma que "uma aliança garantiria o posto de vice na chapa petista para um nome indicado". A resolução é uma reação à aproximação dessas duas legendas ao candidato pedetista. A força de atração de Ciro está em um desempenho considerado bom nas últimas pesquisas e, principalmente, na convicção, compartilhada por muitos dirigentes do PSB e PCdoB, de que Lula não conseguirá oficializar sua candidatura.

Os três principais pontos do documento tratam justamente da aliança entre PT e os dois partidos. O texto coloca como objetivo "construir uma coligação nacional para apoiar a candidatura Lula com PSB, PCdoB e outros partidos que venham a assumir este apoio" e destaca que "essa construção passa pela indicação do candidato a vice-presidente em entendimento com os partidos aliados". A Executiva também escreve que a legenda "deve construir palanques estaduais com partidos de centro-esquerda, preferencialmente com PSB, PCdoB e outros partidos que apoiem Lula".

Na terça-feira passada, o PT fez um movimento parecido - visando ao isolamento da candidatura Ciro Gomes. Na ocasião, a Executiva Nacional petista decidiu prorrogar a definição das candidaturas estaduais e nacional do partido. O objetivo foi ganhar tempo para negociar uma aliança nacional com possíveis aliados, especialmente o PSB e PCdoB, e evitar que estas siglas reforçassem a pré-candidatura do PDT. PT e PSB negociam apoios mútuos em 11 Estados (PE, MG, BA, CE, AP, AM, PB, AC, PI, ES e RO). As chaves para o entendimento são Pernambuco, onde o PSB quer apoio para a reeleição de Paulo Câmara, e Minas - o PT quer o PSB junto com Fernando Pimentel.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo



VÍDEO: Bolsonaro questiona Datafolha

Bolsonaro questiona Datafolha

Jair Bolsonaro acabou de publicar um vídeo nas redes sociais questionando os números apresentados no Datafolha.

Segundo o presidenciável do PSL, na pesquisa Datafolha ele perderia de todos os candidatos no segundo turno.

Veja o vídeo abaixo:





O Antagonista



Sem Lula no 2º turno, Marina venceria Ciro, Alckmin e Bolsonaro, diz Datafolha

Pesquisa foi divulgada na madrugada deste domingo

Sem Lula, Marina venceria eleições no 2º turno | Foto: Elza Fiúza / ABr / CP

Sem Lula, Marina venceria eleições no 2º turno | Foto: Elza Fiúza / ABr / CP

A Pesquisa Datafolha sobre as intenções de voto na corrida presidencial de outubro, divulgada na madrugada deste domingo, revela que, nas simulações para um eventual segundo turno sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), considerando a margem de erro da pesquisa de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, aparece em situação de empate técnico, com 36% dos votos, contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) (34%). Lula está preso em Curitiba desde abril.

Mesma situação de empate aparece contra o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), quadro em que o pedetista tem 32% e o tucano, 31%. Ciro venceria, com 38%, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), que teria 19%. A única simulação em que Ciro ficaria atrás no segundo turno é contra Marina Silva (Rede), que teria 41%, ante 29% do ex-ministro. Marina aparece na frente também com 42% ante Bolsonaro (32%) e contra Alckmin (27%).

Nas simulações de primeiro turno, sem Lula na corrida presidencial, Bolsonaro (PSL) está à frente dos concorrentes, com 19%, seguido de Marina, que oscila entre 14% e 15%. Ciro oscila entre 10% e 11%, Alckmin tem 7% e Alvaro Dias (Podemos), 4%. Já Bolsonaro, no segundo turno, aparece empatado com Alckmin, ambos com 33%. Contra Haddad (27%) venceria o pleito, com 36%. Alckmin (36%) venceria a eleição somente se o adversário no segundo turno fosse Haddad (20%).

Nas simulações com Lula, o petista venceria a eleição em qualquer cenário. Segundo a pesquisa, o ex-presidente seria eleito com 49% tanto na disputa contra Bolsonaro, que teria 32%, quanto contra o ex-governador Alckmin, com 27%. Se a oponente fosse Marina, Lula teria 46% ante 31% da ex-ministra. Votos em branco, nulos ou 'nenhum' representam, respectivamente nos cenários acima, 22%, 21% e 17%. A mais recente pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 6 (quarta-feira) e 7 (quinta-feira) deste mês, teve como base 2.824 entrevistas em 174 municípios em todos os Estados do País, mais Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob número BR-05110/2018.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo





Após declaração polêmica, Ciro tenta conter mal-estar com DEM e PP

Candidato terá reuniões com dirigentes dos partidos de olho num eventual apoio

Comentário de Ciro foi feito na sexta-feira, em Buenos Aires | Foto: Facebook / Reprodução / CP

Comentário de Ciro foi feito na sexta-feira, em Buenos Aires | Foto: Facebook / Reprodução / CP

O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, tenta contornar o mal-estar causado por declarações dadas por ele de que uma ampla aliança em torno de seu nome pode até incluir o DEM e o PP, partidos de centro-direita, desde que antes seja fechado acordo com o PSB e o PCdoB para garantir a "hegemonia moral e intelectual" da chapa. O comentário de Ciro foi feito na sexta-feira, em Buenos Aires - onde ele foi recebido pela vice-presidente da Argentina, Gabriela Michetti -, e provocou curto-circuito político.

O clima esquentou porque, com a esperada desistência do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de concorrer ao Palácio do Planalto, o DEM e o PP estão justamente inclinados a apoiar a candidatura de Ciro. A cúpula dos dois partidos, porém, não escondeu a irritação com a frase do ex-ministro.

Nos bastidores, a leitura foi a de que, com a ressalva feita por ele, ficou parecendo que essas siglas seriam um apêndice de segunda linha em uma eventual dobradinha. Para conter o princípio de crise, o ex-governador do Ceará Cid Gomes - irmão de Ciro - logo telefonou para dirigentes do DEM e do PP e procurou jogar água na fervura, sob o argumento de que tudo não passou de um mal-entendido. Cid desembarcará primeiro em Brasília. Nos próximos dias, terá conversas reservadas com políticos das duas legendas.

A reunião de Ciro com eles será logo depois. "Nesse primeiro momento, minha prioridade são o PSB e o PCdoB. Se esta aliança se faz, posso avançar em partidos do centro à direita, porque a hegemonia moral e intelectual do rumo estará afirmada. Poderia incluir o PP e o DEM, desde que eu tenha o PSB e o PCdoB", afirmou Ciro em Buenos Aires, na sexta-feira, quando questionado por jornalistas sobre a possibilidade de coligação com o DEM de Rodrigo Maia e o PP do senador Ciro Nogueira (PI). Com porcentuais que variam de 1% a 2% nas pesquisas de intenção de voto, Maia já disse a interlocutores que vai desistir de sua candidatura ao Planalto e disputar novo mandato.

Na prática, toda a estratégia do deputado é voltada para a construção de uma sólida base suprapartidária que permita a sua reeleição ao comando da Câmara. Nessa empreitada, Maia conta com a adesão de Ciro Nogueira, presidente do PP e, se avalizar a campanha do PDT, também exigirá como contrapartida o apoio na briga pela presidência da Câmara, em 2019. Há no DEM quem pregue uma aliança com o pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, hoje estagnado nas pesquisas.

Em recente entrevista, Maia disse que o tradicional casamento entre o seu partido e o PSDB está perto do fim. A portas fechadas, no entanto, líderes das duas legendas argumentam que é preciso esperar mais um mês para o fechamento de qualquer acordo porque o cenário eleitoral ainda está muito indefinido.

Defensor do aval do PSB a Alckmin, o governador de São Paulo, Márcio França, concordou que será muito difícil para o partido tomar uma decisão antes de julho. "A disputa vai ser voto a voto na convenção, mas também pode haver neutralidade", ponderou ele. Além de Ciro, que precisa do PSB para aumentar o seu tempo no horário eleitoral de TV, a partir de agosto, o PT também negocia a união com os socialistas, mesmo que para isso tenha de sacrificar a candidatura da vereadora petista Marília Arraes, em Pernambuco.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo



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