Aluguel de até 400 reais em prédio invadido

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Um dos líderes do movimento que invadiu o prédio que desabou no centro de São Paulo disse mais cedo que as famílias pagavam uma taxa de 80 reais, como registramos.

Agora a informação é de que “o aluguel” dos sem-teto chegava a 400 reais.

Os coordenadores do movimento foram os primeiros a deixar o edifício em chamas. Tiveram tempo de tirar os carros da garagem — isso mesmo.


O Antagonista

Rádio Livre - 30.04.18 - Eduardo Galvão, Rochane Ponzi, Sandro Miguel e Wilmar Govinatzki

90 ANOS DE DELFIM NETTO E AINDA HÁ QUEM QUEIRA BAJULAR O “SARNEY DA ECONOMIA”

A coisa mais revoltante no Brasil nem é o esquerdismo hegemônico, e sim a insistência nos mesmos personagens de sempre, como se nada se aprendesse com o tempo, como se o país estivesse condenado ao feitiço do Dia da Marmota, acordando todo dia no mesmo dia. Aqueles que não aprendem com o passado estão condenados a repeti-lo, como alertou George Santayana.

Pensei nisso ao ver essa singela homenagem de Marcos Lisboa, no site de Geraldo Samor, aos 90 anos de Delfim Netto. Sim, Delfim, o mesmo do regime militar, do governo FHC, dos governos Lula e Dilma. O mesmo que ronda o poder feito uma mosca apetitosa há décadas. Esse Delfim ainda merece elogios! Diz Lisboa:

Pode-se discordar de Delfim. Pode-se criticar muitas de suas escolhas na vida pública. A ditadura foi deplorável. Em vários momentos, critiquei severamente opções de política econômica que ele defendeu com o maneirismo usual. Mas não se pode deixar de ler Delfim.

O velho economista conhece o seu ofício. Em sua longa carreira, quase toda fora da universidade, Delfim permaneceu atento à pesquisa acadêmica e a seus resultados sutis. Um dos seus esportes prediletos é criticar propostas ligeiras que desconhecem a complexidade dos casos particulares ou pouco embasadas pelas evidências.

Deve-se discordar de Delfim, e o único ofício que ele realmente conhece é o de se manter no poder “no matter what”, a mesma “habilidade” de um José Sarney. Que o homem tem inteligência, isso ninguém nega; mas que ela jamais é utilizada para análises isentas em prol do país, isso é um fato que pode ser constatado facilmente. Foi ignorado por Lisboa, porém:

Aos 90 anos, Delfim ainda impressiona pelo seu vigor em continuar a se atualizar sobre a produção acadêmica em economia e a contribuir com o debate público. Ele e Affonso Celso Pastore. Não obstante as suas muitas diferenças, ambos surpreendem por continuarem a ler com cuidado os trabalhos mais recentes depois de vidas tão longas e carreiras tão bem-sucedidas.

[…]

Delfim tem o mérito adicional da prosa sinuosa, elegante e sutil. Sua crítica parece um truque de mágico. Convida-nos a olhar sua mão direita, quando a surpresa vem pela esquerda. Com discrição paulista, tão diferente dos arroubos cariocas, resta sempre a dúvida sobre quem o velho economista está a criticar. Em algumas de suas colunas, acho que fui a vítima. Não havia jeito. Terminava de lê-las rindo-me a roldão.

O mago da dialética engana ou surpreende justamente porque não tem compromisso com os fatos, com a verdade, com a lógica. Depende do chapéu que ele resolveu usar, a quem pretende agradar. Tem o dia do médico e o dia do monstro, como já apontei aqui:

Hélio Beltrão, ao tomar conhecimento da homenagem de Lisboa, desabafou: “É inacreditável que esta eminência parda ainda seja bajulada hoje em dia. Um cara que todos sabem que recebeu propina adoidado desde o governo militar, destruiu nossa economia, e se aliou a todo governo de ocasião. Não há ninguém mais repugnante no establishment”. O professor Antony Mueller acrescentou com uma objetividade alemã: “A incapacidade de aprender é impressionante”.

Somos um país que ainda dá destaque para as opiniões de uma Maria da Conceição Tavares, apesar de tudo, até daquele choro de emoção com o congelamento de preços do Plano Cruzado. Somos um país que ainda dá destaque para as opiniões de um Bresser-Pereira, apesar do plano fracassado que leva seu nome e dos elogios que ele fez ao regime de Chávez na Venezuela. Mas Paulo Guedes, o doutor por Chicago, liberal que condenava cada um desses planos terríveis e apontava os caminhos certos? Esse é radical demais, ignorado, ainda mais agora que foi apontado como eventual ministro da Fazenda de Bolsonaro.

O Brasil passou por tanta coisa, tanto plano econômico terrível, insistiu tanto nos mesmos erros… e vamos enaltecer a figura mais repetida nessa história econômica das últimas décadas, aquele que estava sempre por perto?! É como aquela piada de judeu, do velho Jacó em seu leito de morte, lembrando que a companheira Sarah estava com ele em todos os momentos difíceis: quando a lojinha pegou fogo, quando o filho adoeceu, quando foram à falência, quando perderam a casa. Caramba, Sarah, vai dar azar assim no inferno!

Delfim Netto não é azarento; ao contrário, apesar de tudo que fez, das acusações de corrupção, da proximidade com o poder, está aí, firme e forte, completando 90 anos e ainda ocupando espaços na mídia com suas “análises imparciais”. E sendo bajulado por nossos “liberais” ainda por cima. Azarento é mesmo o povo brasileiro!

Rodrigo Constantino

#SanatórioGeral: Quadrilheiros unidos


José Dirceu avisa que só vai pensar em fugir do Brasil quando Lula sair da cadeia

Por Augusto Nunes

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“Como vou deixar o país se o Lula está preso? Não se abandona um companheiro assim. Há erros que você pode cometer. Outros, não”. (José Dirceu, condenado a mais de 40 anos na Operação Lava Jato, ainda em liberdade graças à fábrica de habeas corpus de Gilmar Mendes, prometendo que não fará com Lula o que Lula fez com ele)


Veja

Artigo Prof. Villa na Istoé: “Joaquim Barbosa vem aí?”

Marco Antonio Villa
Joaquim Barbosa vem aí?
No Brasil, a história política se repete. E sempre como um misto de tragédia e farsa. Novamente o tema da corrupção vai assumir o primeiro plano da cena eleitoral. Não é uma novidade. Vale recordar que na eleição de 1960 Jânio Quadros se notabilizou pela defesa enfática da luta contra a corrupção. Transformou a vassoura no símbolo maior da sua campanha. Teve no jingle “Varre, varre, vassourinha” seu carro-chefe. Quase trinta anos depois, Fernando Collor, o caçador de marajás, também deu ao combate à corrupção enorme destaque. E, assim como Jânio, venceu a eleição. Tanto um como o outro não terminaram seus mandatos. Frustraram os eleitores.
E a corrupção continuou presente na estrutura de Estado. Joaquim Barbosa, hoje, é quem está vestindo essa fantasia. Tem suas particularidades mas veste bem o figurino. Apresenta como principal cartão de visita a sua atuação na Ação Penal 470, o processo do “mensalão”. Foi relator e depois presidiu o STF ainda no decorrer da ação. Ficou muito conhecido. Teve entreveros famosos com o revisor, o ministro Ricardo Lewandovski. Em outros momentos trocou pesadas acusações com o ministro Gilmar Mendes. Acabou, por razões de saúde, se aposentando precocemente. Parece curado tendo em vista a disposição com que enfrenta a atual maratona como pré-candidato.
Lembrei do ex-presidente Epitácio Pessoa. Aposentado, em 1912, segundo sua filha e biógrafa, Laurita Raja Gabaglia, pois “sua saúde, combalida pela crise que determinara a extração da vesícula, desaconselhava-lhe de modo absoluto um regime de vida todo sedentário, como era o de ministro do Supremo Tribunal Federal.” Porém, acabou eleito senador pela Paraíba meses depois e, em 1919, presidente da República. Morreu em 1942, 30 anos após ter se aposentado.Trabalhou apenas 10 anos no STF. Coisas do Brasil.
A permanência da corrupção como importante mote de campanha é preocupante. Demonstra como a longa duração é componente da história do Brasil. Não há país democrático no mundo que numa eleição retome um tema de mais de meio século. É uma clara demonstração de que a corrupção é uma indústria poderosa e que conta com amplo apoio entre as diversas frações da classe dominante. Também evidencia o desejo da cidadania de extirpá-la. E o único caminho encontrado — em um País que ainda tem uma sociedade civil relativamente frágil — é votar em um candidato que se propõe enfrentá-la.


Blog do Villa

Tirar foto por debaixo de saia pode virar crime na Inglaterra

Hoje, o "upskirting" gera apenas uma advertência por lá. No Brasil, tirar foto por baixo da saia não está tipificado na lei: https://glo.bo/2w5buf0

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G1.GLOBO.COM

Depoimento da filha de Temer gera expectativa no governo

O objetivo é que Maristela Temer esclareça uma reforma feita na casa dela, que teria sido paga pelo ex-coronel da PM João Batista Lima filho, amigo do presidente: https://glo.bo/2I77W0x

Depoimento da filha de Temer gera expectativa no governo

G1.GLOBO.COM

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Moro quer provas de palestras de Lula

Sérgio Moro determinou à defesa de Lula que demonstre a origem lícita dos cerca de R$ 9 milhões que estão bloqueados em fundos de previdência.

Essa é a condição para que o juiz libere os recursos, como querem os advogados. O dinheiro aplicado seria parte dos ganhos do ex-presidente com palestras.

Entraram na conta da LILS Palestras cerca de R$ 27 milhões. Desse total, R$ 9,5 milhões foram repassados pelas grandes empreiteiras do petrolão: Odebrecht (R$ 3 milhões), Andrade Gutierrez (R$ 2,1 milhões), Camargo Corrêa (R$ 2 milhões), Queiroz Galvão (R$ 1,2 milhão) e OAS (R$ 1,1 milhão).

Moro virou o jogo e agora pergunta: cadê as provas, Lula?


O Antagonista

Criminosos usam proximidade com o Dia das Mães para aplicar golpe pelo WhatsApp

Captura de Tela 2018-05-01 a?s 18.12.03.pngO link é de sites que roubam informações pessoais e deixam o dispositivo da vítima com vírus

Desta vez, diversos usuários do aplicativo de mensagens estão recebendo um link prometendo um kit feito especialmente para a data pela O Boticário
O Dia das Mães está próximo e não só o comércio está se preparando para a data especial. Cibercriminosos estão aproveitando o momento para enganar os usuários do WhatsApp utilizando o nome da marca O Boticário.
De acordo com a empresa especializada em cibersegurança que detectou o golpe , a Arcon Labs, as vítimas em potencial estão recebendo o link pelo WhatsApp de uma falsa promoção prometendo um kit de Dia das Mães da O Boticário que, na verdade, leva as pessoas para sites que roubam informações e deixam o dispositivo – celular ou computador - da pessoa com vírus.

Mais golpes pelo WhatsApp

Na última quinta-feira (27) mesmo o Brasil Econômico deu uma nota sobre um golpe que ex-beneficiários do programa Bolsa Família estão sendo vítimas . Na ocasião, os hackers estavam enviando uma mensagem prometendo à pessoa o direito de sacar o valor de R$ 954.

O golpe também compartilhado por meio de um link leva o usuário do aplicativo de mensagens  para uma página em que ele deve responder algumas perguntas, que independente das respostas dadas, a vítima é informada de que precisa compartilhar o link recebido com 10 amigos ou 10 grupos do app.
Mas como não cair nos golpes?

Para não cair em falsas promoções, especialistas destacam a importância dos usuários criarem o hábito de se certificar da veracidade de qualquer informação antes de compartilhá-la com seus contatos. Além disso, é importante utilizar soluções de segurança que contam com função de bloqueio anti-phishing, que previne contra esse tipo de tática.

Vale destacar também que na maioria das situações, as mensagens pedem que aquele que deseja receber o brinde compartilhe o conteúdo com seu grupo de amigos. A ideia é atingir sua rede de relacionamentos e fazer o golpe chegar a mais pessoas. No entanto, isso não significa que todos que receberem a mensagem pelo  WhatsApp  serão hackeados. A campanha maliciosa atinge apenas aqueles que efetivamente abrirem o link e seguirem o que a página determina.

Fonte: Brasil Econômico - 27/04/2018 e SOS Consumidor




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