Tabellaria Lex Cassia–História virtual

A lex Cassia tabellaria era uma lei romana, proposta pela tribuna das plebeus Lucius Cassius Longinus Ravilla e promulgada em 137 aC. [1] Estendeu o voto secreto para julgamentos na assembléia popular. [2]

A lei era controversa. Cícero cita ao lado de duas peças da legislação Grachan no pro Sestio como sendo um exemplo do conflito entre populares e optimates . [3] [4]

Conteúdo

Antecedentes

A cédula secreta tinha sido introduzida para a eleição de magistrados pelo léxico Gabinia tabellaria em 139 aC. [5]

Acredita-se que esta lei foi adotada após a absolvição que L. Aurelius Cotta obteve ao corromper os juízes em 138 aC. [6] Aperfeiçoamentos ou extensões posteriores à lei foram a lex Papiria (131 aC), a lex Maria e a lex Caelia (107 aC), todas destinadas a limitar a corrupção. [ citação necessitada ] Junto estas leis são chamadas legell tabellariae . [7]

A aprovação da lei foi rejeitada pelo tribuno M. Antius Briso, que ameaçou aplicar seu veto , com o apoio de um dos cônsules do ano, M. Lépido . A ameaça de veto era incomum, já que não era costumeiro que ela fosse aplicada em questões consideradas de interesse dos plebeus . [8] Briso foi aparentemente dissuadido de fazer por Scipio Aemilianus , talvez exibindo sentimentos populares . [9] [10]

Provisões

A lei introduziu a votação secreta aos julgamentos realizados nas assembleias populares, com exceção dos casos de traição. [11]

Veja também

Referências

  • Hornblower, Simon; Spawforth, Antony; Eidinow, Esther (29 de março de 2012). "O Dicionário Clássico de Oxford" . OUP Oxford.
  • Caçador, William Alexander (1803). "Uma Exposição Sistemática e Histórica do Direito Romano na Ordem de um Código" . Doce e Maxwell
  • Cic. Sest. 103
  • "CICERO, Pro Sestio" . Loeb Classical Library.
  • Hornblower, Simon; Spawforth, Antony; Eidinow, Esther (29 de março de 2012). "O Dicionário Clássico de Oxford" . OUP Oxford.
  • Alexander, Yakobsen. "Voto secreto e seus efeitos na república romana tardia" (PDF) .
  • Caçador, William Alexander (1803). "Uma Exposição Sistemática e Histórica do Direito Romano na Ordem de um Código" . Doce e Maxwell
  • Crook, JA; Lintott, Andrew; Rawson, Elizabeth (24 de fevereiro de 1994). "A história antiga de Cambridge" . Cambridge University Press.
  • Bauman, Richard A. (1983). "Advogados na política republicana romana: um estudo dos juristas romanos em seu cenário político, 316-82 aC" . CHBeck.
  • Cic. Brut. 25,97
    1. Berger, Adolf (1968). "Dicionário Enciclopédico do Direito Romano" . Sociedade Filosófica Americana.

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  • Wikipédia

    Lex Cassia–História virtual


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    Senado de Roma

    Nome latino
    Lex Cassia

    ano
    137 aC

    Lista de leis romanas

    O Lex Cassia foi uma disposição emitida em 137 aC, que ampliou o escrutínio secreto das assembleias eleitorais ( Lex Gabinia , 139 aC) para o tribunal sobre o suborno .

    Motivações

    Acredita-se que esta lei foi adotada após a absolvição que L. Aurelio Cotta obteve ao corromper os juízes em 138 aC . Melhorias subseqüentes ou expansões foram Lex Papiria (131 aC) e Lex Maria e Lex Coelia (107 aC), todas destinadas a limitar a corrupção. Essas leis são chamadas Leges tabellariae

    Itens relacionados

    Links externos (e fontes)

    Roma Antiga Portal Roma Antiga

    direito Portal Jurídico


    Wikipédia

    Brasil negocia cota maior para aço com os EUA

    Medida é uma forma de limitar as exportações estabelecendo volumes máximos a serem embarcados

    O governo brasileiro avalia negociar com os Estados Unidos alterações no cálculo das cotas de exportação de aço e alumínio para diminuir prejuízos ao comércio por causa das sobretaxas de 25% sobre o aço e de 10% sobre o alumínio anunciadas em março.

    Segundo fontes do governo, essa é uma das poucas alternativas que restam, depois que os americanos colocaram apenas duas alternativas sobre a mesa: cota ou sobretaxa. As duas opções são consideradas ruins pelo governo e pelo mercado. A cota é uma forma de limitar as exportações estabelecendo volumes máximos a serem embarcados para os EUA. Já a sobretaxa eleva o valor pago pelo importador americano, o que pode inviabilizar as vendas para aquele mercado.

    O Brasil vinha defendendo, nas negociações, que não deveria sofrer nenhum tipo de restrição no comércio dos dois produtos. O principal argumento é que 80% do aço exportado para os EUA é semiacabado, ou seja, insumo para a indústria local. Os negociadores vinham nessa queda de braço até que, na última sexta-feira, os americanos avisaram que não havia mais tempo para negociação e que o País precisaria escolher entre cota ou sobretaxa.

    No fim da noite de segunda-feira, quando terminou o prazo dado por ele próprio para a conclusão das negociações com os países afetados pela sobretaxa, o presidente Donald Trump disse que havia fechado um acordo "em princípio" com o Brasil e que seriam necessários mais alguns dias para negociar detalhes. Muito provavelmente, Trump se referia às cotas que eles propuseram ao Brasil e sobre as quais não tiveram resposta positiva. Mas, fora desse cardápio, aparentemente não há muitas opções, admitem fontes.

    Uma possibilidade seria questionar a medida norte-americana na Organização Mundial do Comércio (OMC). Não há decisão de governo quanto a isso. "Precisamos esperar para ver como fica", disse  o presidente da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), Milton Rego. Ele confirmou que havia as duas opções sobre a mesa, mas não está seguro sobre o que acontecerá, agora que os Estados Unidos decidiram prorrogar o prazo das negociações.

    No caso do setor de alumínio, a proposta americana era uma cota baseada na média das exportações dos últimos cinco anos. Esse volume, disse o executivo, não é suficiente nem para cumprir as vendas que já foram contratadas para este ano.

    Além disso, a cota proposta por eles é do tipo "hard", além da qual não se pode exportar mais nada. Por isso, segundo fontes, o setor tendia a optar pela sobretaxa. Rego não confirmou. Ele prefere esperar para ver se haverá alguma alteração na proposta americana. Posição Para o aço, a sobretaxa de 25% praticamente inviabiliza as vendas, segundo declarou várias vezes o presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo Mello Lopes.

    A entidade só deve se posicionar sobre o caso nesta quarta-feira. Também nesta quarta, os ministérios das Relações Exteriores e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços deverão divulgar nota conjunta. Fontes ligadas ao governo informaram que, no caso dos produtos siderúrgicos, as cotas serão calculadas sobre a média exportada de 2015, 2016 e 2017, anos que foram ruins para o comércio exterior. Ou seja, são cotas baixas. É nesse ponto que os técnicos acreditam haver espaço para negociação.

    Enquanto o Brasil ainda avalia o que fazer, a Argentina anunciou haver alcançado um acordo definitivo com os Estados Unidos, segundo o jornal Clarín. Ela ficará livre das sobretaxas, mas observará cotas para suas exportações. Porém, diferente do que ocorreu com a Coreia, que aceitou cotas cujo resultado foi um corte nas vendas de 30%, a Argentina diz ter conseguido uma cota de 180 mil toneladas de aço, 35% superior à média dos últimos três anos. Para alumínio, serão 130 mil toneladas, o que corresponde à média dos últimos três anos.


    Correio do Povo

    Gabinia e Cassia

    Resultado de imagem para Gabinia e Cassia

    Na verdade, duas boas leis do ponto de vista da democracia moderna – o que Roma de fato não era – que instituíam o voto secreto nas eleições e nos tribunais de justiça, a fim de que as represálias contra os votantes ou jurados fossem impossíveis.

    Palocci pediu propina da Odebrecht para manter relação criminosa com PT, diz PGR

    Raquel Dodge sustenta que ex-ministro era o responsável por gerenciar os recursos arrecadados de vantagens indevidas

    Raquel Dodge sustenta que Palocci era o responsável por gerenciar os recursos arrecadados de vantagens indevidas | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP

    Raquel Dodge sustenta que Palocci era o responsável por gerenciar os recursos arrecadados de vantagens indevidas | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em denúncia encaminhada ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o ex-ministro Antonio Palocci solicitou US$ 40 milhões à Odebrecht para dar "perenidade" a "relação criminosa entabulada já no início do primeiro mandato do ex-presidente Lula". Os dois, junto com a senadora Gleisi Hoffmann e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, foram denunciados por corrupção passiva. Já o empresário Marcelo Odebrecht teria praticado corrupção ativa.

    Raquel sustenta que Palocci era o responsável por gerenciar os recursos arrecadados de vantagens indevidas "no interesse do Partido dos Trabalhadores" entre 2008 e 2011, tendo sido substituído por Guido Mantega depois. "A contrapartida pretendida pelos corruptores era o trabalho de agentes políticos em prol da agenda que a Odebrecht tinha com o governo federal", traz a documentação. Essa conta administrada por Palocci era referente às linhas de crédito Brasil-Angola, do BNDES.

    A PGR sustenta que o aval do ex-presidente Lula foi "determinante" para o BNDES ampliar para US$ 1 bilhão a linha de financiamento, que beneficiou a Odebrecht e outras empresas. Raquel Dodge aponta que o aumento da linha de crédito "teve seu preço ilícito pago sob a forma de vantagem indevida" a integrantes do PT.

    Em nota, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que a PGR atua de "maneira irresponsável" ao formalizar denúncia contra ela "sem provas, a partir de delações negociadas com criminosos em troca de benefícios penais e financeiros". Pelo Twitter, ela disse ainda que a denúncia foi apresentada no momento em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que considera ter sido preso "ilegalmente", lidera pesquisas de intenção de voto como pré-candidato à Presidência da República. Gleisi também lamentou a "irresponsabilidade da PGR em agir com esse denuncismo". "O Ministério Público tenta criminalizar ações de governo, citando fatos sem o menor relacionamento, de forma a atingir o PT e seus dirigentes", escreveu Gleisi na nota divulgada pela assessoria.

    A senadora defendeu também que, "além de falsas, as acusações são incongruentes, pois tentam ligar decisões de 2010 a uma campanha eleitoral da senadora Gleisi Hoffmann em 2014". "A denúncia irresponsável da PGR vem no momento em que o ex-presidente Lula, mesmo preso ilegalmente, lidera todas as pesquisas para ser eleito o próximo presidente pela vontade do povo brasileiro."

    A defesa de Antônio Palocci informou que só se manifestará quanto ao teor dessa nova acusação após ter acesso à denúncia. A defesa de Lula disse que analisará o caso antes de se pronunciar. Em nota, a defesa de Marcelo Odebrecht reafirmou "o seu compromisso contínuo no esclarecimento dos fatos já relatados em seu acordo de colaboração e permanece à disposição da Justiça para ajudar no que for necessário". A Odebrecht, por sua vez, reiterou que está colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua.


    Estadão Conteúdo e Correio do Povo

    Defesa pede outra vez ao TRF4 que Lula "deixe a prisão"

    Advogados reforçam que a condenação do ex-presidente "é absolutamente insubsistente"

    Defesa pede outra vez ao TRF4 que Lula

    Defesa pede outra vez ao TRF4 que Lula "deixe a prisão" | Foto: Heuler Andrey / AFP / CP

    Em petição ao presidente do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores, a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu efeito suspensivo aos recursos especial e extraordinário encaminhados em 23 de abril ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que Lula deixe a prisão. O documento foi encaminhado nesta segunda-feira, 30, ao TRF-4, o Tribunal da Lava Jato.

    "Requer o recorrente, portanto, a atribuição de efeito suspensivo aos recursos especial e extraordinário, a fim de que seja imediatamente suspensa a execução da injusta e estapafúrdia reprimenda estabelecida pelo acórdão recorrido, e seus efeitos secundários", traz a peça. Os advogados reforçam que a condenação de Lula "é absolutamente insubsistente, tendo sido violados as normas legais previstas". "Vê-se que o recorrente foi vítima de excesso de acusação; foi, ainda, julgado por juiz de exceção, que conduziu o feito com parcialidade e, sempre em prejuízo da ampla defesa, desrespeitou os limites do devido processo legal", afirma a defesa.

    Os advogados sustentam que tanto o recurso especial como o extraordinário demonstraram que os acórdãos proferidos pela 8.ª Turma do TRF-4 violaram "diversos dispositivos legais e constitucionais".


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    Dia do Trabalho reúne dois mil em ato pró Lula na PF em Curitiba

    Manifestação teve gritos de guerra em apoio ao ex-presidente e discursos de políticos

    Sindicalistas, petistas, integrantes do MST e apoiadores e simpatizantes lotaram as ruas do acesso principal da polícia | Foto: Heuler Andrey / AFP / CP

    Sindicalistas, petistas, integrantes do MST e apoiadores e simpatizantes lotaram as ruas do acesso principal da polícia | Foto: Heuler Andrey / AFP / CP

    Cerca de 2 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, fizeram o maior ato em defesa da liberdade de Luiz Inácio Lula da Silva, preso e condenado na Operação Lava Jato, desde que ele foi encarcerado na sede da Polícia Federal, em Curitiba - há 24 dias. Sindicalistas, petistas, integrantes do MST e apoiadores e simpatizantes lotaram as ruas do acesso principal da polícia desde a manhã desta terça-feira.

    Desde a tarde de segunda, 37 ônibus com sindicalistas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e do interior do Paraná chegaram em Curitiba para o primeiro ato unificado das sete maiores centrais sindicais no Dia do Trabalho - CUT, Força Sindical, CTB, NCST, UGT, CSB e Intersindical. Logo cedo, um dos sindicalistas que viajou para Curitiba caminhou até a sede da PF, onde um grupo de menos de 100 pessoas ainda permanece acampado, a cerca de um quilômetro do prédio onde Lula está preso, em vigília.

    Todos os dias, o grupo se concentra em uma encruzilhada de acesso ao portão principal da polícia, onde fica montada toda estrutura operacional do acampamento (como ponto de donativos, setor de comunicação, organização etc). É nesse ponto em que são feitos os atos, os discursos e os tradicionais gritos de saudação matinais: "Bom dia, presidente Lula" - hoje repetido sete vezes em coro e megafones.

    Com o ato de 1º de Maio, foram pelo menos quatro "Bom dias" ao presidente, muitos discursos de políticos que passaram pelo local, um ato ecumênico, cantorias, gritos de guerra em apoio a Lula e por sua liberdade e muitos xingamentos ao juiz federal Sérgio Moro, titular da Lava Jato, à juíza Carolina Moura Lebbos, responsável pela execução da pena do ex-presidente, aos procuradores e "à mídia golpista".

    O ex-governador da Bahia, amigo e um dos possíveis nomes de plano B do PT para substituir Lula na corrida eleitoral ao Planalto, passou pelo local, onde discursou. "Não temos plano B, nem C, X, Y ou Z. Nosso plano é Lula livre, Lula candidato e Lula presidente", repetiu Jaques Wagner, aos manifestantes. Ele enalteceu os "40 milhões de pessoas" que Lula tirou da extrema pobreza e falou do momento único do ato. "Nós veremos um movimento como nunca tenhamos visto. Esse 1º de Maio tem a cara daquele que levantou a classe operária à partir das greves do ABC", acrescentou.

    Passaram ainda pelo ato o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, outro nome cotado para ser o candidato do PT na disputa presidencial, a senadora Gleisi Hoffmann, presidente do partido, e outros políticos. O ato que conta com a participação das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo foi organizado para ser o maior evento do Dia do Trabalho. Durante a semana os organizadores falaram em reunir 25 mil pessoas na capital paranaense.

    Para Haddad, Lula seria eleito se pudesse disputar o cargo de presidente. Mesmo inelegível pela Lei da Ficha Limpa, ele pode registrar sua candidatura até 15 de agosto. "Por que privar o trabalhador do direito de escolher? Se as pessoas tivessem direito, elas votariam no Lula presidente", discursou.

    A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e o presidente do diretório do PT no Paraná, Dr. Rosinha, também participam da manifestação. Na pesquisa Datafolha mais recente, de 15 de abril, Wagner teve 1% das intenções de voto no 1º turno. Outra alternativa petista, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad alcançou 2%. O ex-presidente Lula continuava na frente com até 31% das intenções de voto.

    Por volta das 12h, o grupo se dispersou e seguiu - parte de ônibus, parte em caminhada - até a Praça Santos Andrade, na região central de Curitiba, onde ocorre nesta tarde o evento do Dia do Trabalho. O primeiro ato unificado dos sindicatos, tem como bandeira a "Defesa dos Direitos e por Lula Livre".


    Estadão Conteúdo e Correio do Povo