Barulhentos até o fim

Música. Black Sabbah lança DVD sobre bastidores do último show da carreira, realizado em fevereiro do ano passado

Há cinco décadas, Birmighan, no centro-oeste da Inglaterra, não era exatamente conhecida por sua cena musical. Enquanto Londres e Liverpool exportavam os principais expoentes da cultura da britânica, os artistas da cidade eram ignorados pela imprensa até o surgimento triunfal do Black Sabbath, em 1968.

Meio século depois, uma das maiores bandas de heavy metal da história voltou à cidade natal para o último show da carreira. O adeus chegou às telas de cinema recentemente com o documentário “The End Of the End”, que acaba de ser lançado em DVD.

Dirigido por Dick Carruthers, que produziu filmes semelhante para o Led Zeppelin, o longa traz imagens dos bastidores da apresentação, realizado em fevereiro de 2017. Considerado o último grande espetáculo da carreira, o show de Birmigham encerrou a “The End Tour”, que passou por 20 países, incluindo o Brasil.

Ao longo de sua trajetória, a banda teve diversas formações, mas o ponto final fica por cont dos membros originais: o vocalista Ozzy Osbourne, o baixista Geezer Butler e o guitarrista Tommy Iommi. Rompido com os antigos colegas, o baterista Bill Ward ficou de fora da despedida.

Com o DVD, os fâs têm uma celebração dos 19 discos dos metaleiros. O repertório reúne clássicos como “Paranoid” e “Iron Man” e se alterna com faixas do último trabalho, “The End”.

“Nunca sonhamos, nos dias iniciais, que 49 anos deposi estaríamos fazendo nosso último show em casa. Foi difícil se despedir”, disse o grupo, em nota.

Fonte: Metro Jornal, página 10 de 16 de janeiro de 2018.

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Alberto Fujimori volta a ser hospitalizado no Peru

Alberto Fujimori, 79 anos, ex-presidente autoritário do Peru que recebeu perdão para uma pena de prisão de 25 anos com um indulto humanitário na véspera do Natal, foi internado com problemas cardíacos no último domingo. Fujimori já havia sido hospitalizado no final de dezembro por problemas cardíacos.


Fonte: Metro Jornal, página 08 de 16 de janeiro de 2018.



A VOLTA DE UM MUNDO BIPOLAR!

(Embaixador Sérgio Amaral- Estado de S. Paulo, 09) 1. Com o fim da guerra fria, o confronto entre Washington e Moscou parecia ceder lugar a um mundo unipolar, sob a égide dos Estados Unidos, de sua visão de mundo e de suas instituições, assim como de sua supremacia econômica e militar. Aos poucos, no entanto, os fatos mostraram que não era bem assim.
2. Os Estados Unidos continuavam a ser, como serão por um bom tempo, o primus inter pares. Mas a China já afirmava sua aspiração a ser um entre os grandes. A Rússia buscava com determinação restaurar o poder e o território que havia perdido, como evidenciou na ocupação da Crimeia. A Europa, desvendava a força de seu soft power ao seduzir a Ucrânia a deixar a órbita de influência russa. Sem falar no Japão, que conta com o peso político que corresponde ao tamanho de sua economia.
3. O fato é que o novo século trouxe de volta a geopolítica e, com ela, a fisionomia de um novo mundo multipolar, que inclui igualmente potências médias e líderes regionais, tais como a Índia, o Brasil, o México, a Indonésia e a África do Sul, entre outros.
4. Ao mesmo tempo que se desenhava uma nova configuração do poder mundial, multiplicavam-se as formas de exercício do poder. Numa visão multidimensional, Nye (Joseph Samuel Nye Jr., cientista político norte-americano) coloca no topo da hierarquia as questões políticas e militares, em que a supremacia americana é inegável; num segundo plano, os fluxos comerciais e financeiros, em que a superioridade é compartilhada com a China e com a Europa, entre outros; por fim, na base, o poder está disperso num conjunto de atores transnacionais, que não raro fogem ao controle dos Estados nacionais. Correspondem aos temas de uma sociedade cada vez mais organizada, das mudanças climáticas, dos direitos humanos, do tráfico de drogas, das migrações, para citar apenas alguns dos tópicos que demandam uma concertação internacional para seu adequado equacionamento.
5. Em meio a diferentes geometrias, desenhadas por uma multiplicidade de polos de poder e por um emaranhado de atores, as relações entre os Estados Unidos e a China despontam, com crescente nitidez, como o principal eixo estruturante de um novo ordenamento mundial. A relação entre as duas potências, seja de cooperação ou de conflito, deverá plasmar a ordem internacional do século 21. O presidente Xi Jinping já havia sugerido ao então presidente Barack Obama que o intercambio entre Washington e Pequim revestisse o caráter de uma relação especial entre grandes potências. A recente visita do presidente Donald Trump à China, explícita ou implicitamente, consagrou a natureza especial desse relacionamento e apontou para uma nova bipolaridade nas relações mundiais.
6. A partir daí, a indagação central está em saber como evoluirá o relacionamento entre os Estado Unidos e a China. Prevalecerão as forças da cooperação ou da confrontação? Ou, ainda, uma combinação instável entre ambas?
7. A esse respeito Henry Kissinger é claro. Não há alternativa à cooperação. A hipótese de confrontação é impensável, pois condenaria a humanidade ao desastre. A reunião Trump-Jinping em Mar-a-Lago, em abril de 2017, deu alento à tese da cooperação. A visita de Trump à China em novembro reforçou a aposta no entendimento. O presidente norte-americano não poupou elogios ao líder chinês, ao mesmo tempo que não escondeu sua expectativa de contar com o apoio de Pequim para a contenção da Coreia do Norte. Xi Jinping, por sua vez, fortalecido pelos poderes que lhe foram outorgados pelo 19.º Congresso do Partido Comunista Chinês, acolheu Trump com todas as honras e a reiteração da emergência pacífica da China, conforme a doutrina de Deng Xiaoping.
8. Passados os capítulos iniciais dessa aproximação, a parceria para a construção de convergências corre o risco de ser ofuscada por novos pontos de fricção. O empenho de Trump em reduzir o déficit bilateral norte-americano, da ordem dos US$ 300 bilhões por ano, a retomada dos contenciosos comerciais, como o reconhecimento da China como economia de mercado, e as frequentes ameaças às exportações chinesas turvaram mais uma vez o ambiente. O monitoramento dos investimentos chineses em tecnologias sensíveis ou a exigência das autoridades chineses para a transferência de tecnologias por parte de investidores norte-americanos sinalizam que o novo normal do intercâmbio sino-americano possa ser o de um equilíbrio instável, marcado pela alternância entre momentos de cooperação e de conflito.
9. Mais recentemente, a conclusão do ciclo das armas estratégicas anunciada pela Coreia do Norte e a consequente moderação em sua retórica poderão abrir caminho para o diálogo entre as duas Coreias e ao mesmo tempo para uma convergência entre Estados Unidos e China, em decorrência de seu interesse comum em evitar a nuclearização da Península Coreana.
10. Nem só cooperação, nem só conflito. Possivelmente uma combinação instável de ambos, que, no dia a dia, tem por pano de fundo uma disputa, silenciosa, mas efetiva, entre as duas superpotências por mercados e áreas de influência.
11. Esse é o sentido do pivô para a Ásia orquestrado pelo governo Obama, a fim de conter a expansão da China na região, mediante uma combinação de acordos de comércio – entre os quais a Parceria Transpacífica (TPP, na sigla em inglês) – e o fortalecimento de alianças militares. Esse parece ser desígnio do programa One Belt One Road, lançado pela China há alguns anos, que configura uma verdadeira geopolítica da infraestrutura. Compreende financiamento, promoção de investimentos e a expansão do comércio, mediante os quais Pequim estende sua influência a diferentes partes do mundo. Começou com a Nova Rota da Seda, no entorno regional da China, em seguida expandiu-se pela África e agora avança na América Latina, como ilustra a magnitude dos investimentos chineses na região.


Ex-Blog do Cesar Maia



Julgamento de Lula e a incerteza jurídico-eleitoral

Publicado em 16 de jan de 2018

Neste ‘Estúdio VEJA’, a repórter Nicole Fusco recebe a colunista de VEJA Lillian Witte Fibe , que comenta sobre a recente gafe no Twitter da presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), e o rebaixamento de nota do Brasil de BB para BB- pela Standard & Poor’s. Além disso, Lillian fala sobre o surgimento de novos partidos e o papel das redes sociais e das “fake news” nas eleições deste ano. Para a jornalista, 2018 é o “cenário de incerteza”.

Começa a 1ª temperada de estágios 2018

Trabalho. Período é o melhor do ano para estudantes buscarem se alocar; serão abertas 35 mil vagas em todo o Brasil, diz Nube

Todos os anos, entre janeiro e março, o mercado para estagiários se aquece. Após queda de 10,1% em 2016 e uma pequena elevação de 3,2% em 2017, este ano de 2018 chega com a expectativa de 35 mil novas vagas, um crescimento de 9,4% em relação ao ano passado. Quem está no ensino médio e técnico encontrará uma estimativa de 5,8 mil oportunidades abertas, avanço de 3,6%. Já para o nível superior, são 29,2 mil, melhora de 10,6% ante 2017.

“A ocasião deve ser aproveitada da melhor forma possível. Portanto, a palavra do momento é dedicação e investimento em sua empregabilidade”, ressalta Carlos Henrique Mencaci, presidente do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), responsável pelo estudo que engloba a concentração de oportunidades para os três primeiros meses do ano – a primeira temporada 2018.

Nas férias, a grande maioria viaja, e a concorrência diminui. As faltas nos processos seletivos chegam a até 40% durante esta época. Quem está atento e disponível para participar das entrevistas já ganha pontos com os recrutadores e disputa com menos pessoas aquela oferta de estágio, diz o presidente do Nube.

Quanto às qualidades técnicas, saber idiomas, ter conhecimentos de informática, cursos extracurriculares e experiência com trabalhos voluntários conta pontos. E falar e escrever corretamente. “Os jovens acabam se esquecendo do principal: a língua nativa”, informa Mencaci.

Pesquisa: seis carreiras em alta

Levantamento realizado pela Catho, site de empregos, mostra que as áreas de saúde, vendas, engenharia e TI estão entre as mais promissoras para 2018.

A tendência foi apontada a partir da análise da base de dados da empresa e também por meio de pesquisas conduzidas com dezenas de recrutadores sobre as áreas com mais contratações previstas para este ano.

As seis carreiras que se destacaram nos quatro grupos são educação física, farmacêutica, marketing digital, engenharia com foco em agronegócio, tecnologia da informação e big data.

Segundo especialistas da área de empregos, 2018 tem tudo para ser melhor do que 2017. No quadro abaixo, veja por que cada uma das seis carreiras está em alta.

PARA FICAR DE OLHO

EDUCAÇÃO FÍSICA

A busca pela boa forma por meio da malhação fez do Brasil o segundo país com mais academias no mundo (32 mil), atrás apenas dos EUA

O educador físico deve ser formado e registrado no Conselho Regional de Educação Física

FARMACÊUTICA

Com uma população de mais de 200 milhões de habitantes com a expectativa de vida cada vez mais alta, o Brasil continua sendo visto como um mercado estratégico

As que se destacam são de farmacêutico e bioquímico

MARKETING DIGITAL

A migração do off-line para o on-line, com destaque para a ascensão do comércio eletrônico, faz com que as empresas precisem estar na internet para atingir seu público e vender mais

Algumas das habilitações de comunicação social

ENGENHARIA COM FOCO EM AGRONEGÓCIO

O mercado de produtos orgânicos vem ganhando cada vez mais espaço na economia, sendo mais que uma tendência no Brasil, mas também tendência global

Gestão ambiental, zootecnia, agronomia, engenharia de alimentos e cursos que envolvam técnicas dirigidas a como lidar com a cadeia produtiva rural

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

O mercado incessantemente busca soluções e recursos tecnológicos para o aprimoramento de processos e rotinas corporativas

Aqui, às vezes, uma certificação tem mais valor do que um MBA ou mestrado. É preciso se manter atualizado, a evolução é muito rápida nessa área

BIG DATA

Diante da superlotação de dados e informações, as empresas precisam cada vez mais de profissionais que façam a análise estratégia de todo esse volume de conteúdo

Matemática, estatística e processamento de linguagem pode abrir oportunidades

FONTE: CATHO

Fonte: Metro Jornal, página 07 de 15 de janeiro de 2018.

Carteira inteligente alerta contra roubo

Bolso seguro. Sinal sonoro dispara se a conexão com o smartphone por perdida

Cuidar do seu dinheiro e documentos pode ser uma tarefa muito difícil, especialmente nas grandes cidades geralmente com índices (infelizmente) elevados de criminalidade. Foi pensando nisso que a carteira Woof Glow (algo como “latido brilhante” em português) foi desenvolvida.

Trata-se de uma carteira inteligente dedicada ao estilo de vida urbano com sistema antirroubo, que alerta o usuário quando a carteira se afasta e perde a conexão com o smartphone. Uma vez que essa conexão está perdida, a carteira emite um alarme e uma luz led.

Mas as vantagens que ela oferece sobre as carteiras comuns não se limitam ao sistema antirroubo, afirma o “pai” do novo dispositivo, Marek Cisba, CEO da Woolet.co. A Woof Glow não é projetada apenas para ajudar a manter nosso pertences intactos. Também vem com algumas características extras como um sensor que mostra a última localização de nossa carteira em um mapa e até um gravador oculto (pressionando um botão é possível remover uma gravação remotamente através do nosso smartphone).

“O melhor é a tranquilidade que proporciona, quem não adora ter controle sobre a própria vida?” A segurança invisível da carteira Woof Glow tem conectividade Bluetooth Low Energy compatível com os sistemas operacionais iOS e Android.

Como funciona?

As funções inteligentes não são apenas relacionadas ao controle através do usuário. Woof Glow tem um zumbido estridente disparado pelo sistema de alarme assim que a conectividade é perdida.

“Roubar uma carteira fica bem mais difícil, pois o som vai apontar onde a tentativa de assalto está ocorrendo”, diz o CEO da Woolet.co.

Segundo a Ciesla, o novo dispositivo vem ao encontro do que o futuro espera para carteiras. “Para um mundo realmente moderno, precisamos de coisas que nos ajudem a melhorar a vida”. A carteira hi-tech antirroubo sai por US$ 109 no site: woolet.com.

Fonte: Metro Jornal, página 13 de 15 de janeiro de 2018.

Asas do Bem, voando para salvar vidas

Esforço conjunto. Empresas aéreas comerciais transportam gratuitamente boa parte dos órgãos transplantados no país

Dos 23 mil transplantes realizados no ano passado no Brasil, cerca de 30% deles só puderam ser realizados porque os órgãos foram transportados em aviões até os pacientes. As grandes dimensões do país, aliados ao tempo exíguo da retirada do órgão até sua chegada ao paciente, exigiram a formação de uma rede aérea integrada, batizada de Asas do Bem. Em 2016, o programa (do qual fazem parte a Gol, Azul, Avianca e Latam) transportou 96% dos órgãos que usaram rotas aéreas.

Esse tipo de transporte de órgão existe oficialmente desde 2001, mas só em 2013 ele ganhou agilidade, com a colocação de uma equipe da Central Nacional de Transplantes trabalhando 24 horas por dia em uma sala no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Esta equipe é a responsável por pedir, junto às empresas, espaço nos aviões. “Eles têm acesso a todos os voos de todas as companhias. A prioridade é deles para escolher o voo que chega antes ao local”, diz o porta-voz da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Adrian Alexandri.

Na hora do pouso ou da decolagem, esses voos têm prioridade sobre os outros aviões. Caso seja necessário, as equipes médicas também têm prioridade nos assentos – se o avião estiver lotado, a tripulação pode procurar voluntários para ceder o lugar. “Não costuma acontecer, porque quase sempre tem lugar, mas é possível”, diz Adrian. “Via de regra, apenas os órgãos são levados na cabine do piloto ou da tripulação. Uma equipe médica deixa em um aeroporto e outra o recebe no destino”, explica.

É a central de Transplantes quem decide para onde vão os órgãos. Corações e pulmões, por exemplo, que precisam chegar em apenas quatro horas, costumam ser transplantados para pacientes no mesmo Estado.

Não há uma “fila” do transplante, visto que a decisão de quem será o receptor depende da compatibilidade do órgão, gravidade do paciente e do tempo de transporte.

THIAGO MACHADO

METRO CURITIBS

Voo que levam órgãos têm prioridade no pouso e decolagem. Se o voo estiver lotado, a tripulação procura voluntários para ceder o lugar

42% das famílias rejeitam doar

Segundo os dados da BTO (Associação Brasileira de Transporte de Órgão), até setembro as equipes médicas entrevistaram 4.877 familiares de possíveis doadores. Dessas 42% (2.057) não permitiram a retirada dos órgãos de seus familiares com morte cerebral. Essa taxa de recusa, no entanto, vem caindo ano a ano – em 2016 ela foi de 44%.

O Distrito Federal foi o local com maior percentual de permissão de doação (72%). Na sequência vieram Paraná (69%) e Santa Catarina (66%). Já Sergipe teve maior recusa – com 72% não permitindo, seguido de Maranhão e Goiás, ambos com 63%.

No geral, o número de doadores no Brasil vem crescendo expressivamente. No primeiro semestre de 2017 foram 1.662, aumento de 16% em relação a 2016. Entre 2010 e 2017, o aumento foi de 75%.

Fonte: Metro Jornal, página 03 de 15 de janeiro de 2018.




Baby Boom no pinguinário

O ano de 2017 parece ter sido e muito romance no pinguinário da Sabina Escola Parque do Conhecimento, em Santo André (SP). O resultado veio nos últimos meses, quando oito casais de pinguins geraram 16 ovos, dois cada um deles.

Entre os dias 1° e 19 de dezembro, sete filhotes nasceram. O restante dos ovos acabou não prosperando. A bióloga responsável pelo espaço, Catherina Bartalini, conta que é o maior número de nascimentos já registrado na Sabina.

“Este foi o quinto ano consecutivo que tivemos reprodução no pinguinário, mas nunca com tantos ovos e tantos filhotes. Isto é um bom sinal, mostra que os animais estão adaptados ao espaço”, explica a bióloga.

Os novos integrantes já podem ser vistos pelo público circulando no espaço. Eles têm pelagem diferente, de cor cinza, são menores, e ainda precisam se alimentar com a ajuda dos pais.

Catherina conta que nos primeiros três meses são os pais que mastigam os peixes e entregam o alimento triturado para os filhotes.

Como os nascimentos, o espaço alcança 33 pinguins do tipo magalhães, espécie típica da Patagônia, na Argentina. O número é considerado uma superlotação, já que o pinguinário e comporta apenas 28. A bióloga afirma que ao menos cinco dos filhotes terão de ser transferidos para outro parque. “Vamos aguardar até que eles possam se alimentar sozinhos para depois verificar para onde poderão ser levados”. Entre as possibilidades estão pinguinários localizados no litoral paulista, em cidades como Santos, Guarujá e Ubatuba.

Por conta das transferências, os filhotes ainda não ganharam nomes. A equipe da Sabina aguarda também exame de DNA para saber o sexo de cada um deles.

A escola parque tem entrada gratuita para alunos e professores da rede municipal de Santo André. Às 11h e às 15h30 é possível ver as equipes alimentando os pinguins.

Vanessa Seliconi

Metro ABC

Parabéns aos pais!

  • Escola Parque de Santo André, São Paulo, tem maior número de nascimento de filhotes de sua história: sete bebês

  • 30 anos vive em média um pinguim. As fêmeas alcançam idade reprodutiva em média aos 5 e os machos, aos 7 anos.

Pinguins terão festa de 10 anos

O pinguinário da instituição completa no próximo ano uma década de funcionamento. Os animais chegaram em março de 2009 e se tornaram uma das principais atrações da escola parque. Na época, eram apenas 13, número que atualmente chega a 33.

O espaço conta com um tanque de água salgada e com 33 metros quadrados de parte seca.

Os 10 anos da abertura devem ganhar uma festa de comemoração no próximo ano.

Fonte: Metro Jornal, página 06 de 15 de janeiro de 2018.



Extensivo: UX Design da Alfamídia

UX Design

Próximas Turmas
Sábados 03/03/2018 
Noite  06/03/2018 
UX é uma sigla cuja origem vem do inglês User Experience, e tem como foco a experiência do usuário ao utilizar um produto, sistema ou serviço.
O Extensivo em UX Design da Alfamídia trabalha ao longo de uma série de etapas com os diversos conceitos fundamentais necessários para a construção de um Design com foco na experiência do usuário.
Para mais informações, entre em contato pelo telefone (51) 3073-2100, pelo e-mail info@alfamidia.com.br ou peça uma proposta online.


Conteúdo Programático

Arquitetura da Informação e Design de Interação
A Arquitetura da Informação tem por objetivo tornar eficaz a interação entre o usuário e a interface que ele utiliza para acessar informações. Assim, é fundamental organizar e apresentar o conteúdo de um forma estrutura e coerente para o usuário.
Avaliação de Usabilidade e Acessibilidade
Usabilidade é a característica de um produto ou serviço que define se seu uso é fácil e de rápido aprendizado, satisfaz o usuário e é eficiente. Já acessibilidade se refere a acesso para todos, e está relacionado a possibilidade de qualquer pessoa, independente de suas capacidades específicas, poder fazer uso pleno do produto ou serviço.
Prototipação e Design Visual
Curso em que serão vistas ferramentas e técnicas para prototipação.
Ferramentas de prototipação são essencias para o Designer UX. Criar e testar protótipos é essencial para garantir agilidade e segurança no design de interfaces.
Estratégia de UX
Estratégia de UX se refere ao aspecto estratégico do Design UX, ou seja, a relação entre o sucesso de um design de UX no que tange a percepção do usuário com o sucesso sob a ótica da organização, em relação ao sucesso de um produto ou serviço.
Google Analytics e Google Adwords
Através do Google Analytics, o aluno aprenderá a mensurar os resultados em termos de visitas ao site, bem como identificar a origem e perfil dos visitantes. Serão vistos desde relatórios básicos até consultas e relatórios sofisticados com segmentações por público, georeferência e outros recursos.
Design Responsivo
Com a popularização dos dispositivos móveis, houve uma grande mudança na forma como sites passaram a ser desenvolvidos. Ao invés de pensar um site em termos de um tamanho fixo de exibição, como era muito comum em layouts de sites no surgimento da World Wide Web, o design moderno de sites exige que um site esteja preparado para funcionar em diferentes resoluções e tamanhos de dispositivos. O Design responsivo, assim, é aquele design que se adapta de forma plena a diferentes dispositivos.
O Impacto do Design Visual na experiência do usuário
O Design Visual se refere a estética de um site, e tem por foco aspectos de imagens, cores, fontes e outros elementos, e o impacto dos mesmos na percepção do usuário.
UX e Aplicações Móveis
A experiência do usuário adquire uma nova dimensão quando trabalhamos com interfaces para dispositivos móveis, que vai muito além da responsividade do site. Em dispositivos móveis, uma série de novos fatores passam a impactar diretamente a experiência do usuário, desde a forma como ele utiliza um site quando faz uso de um dispositivo móvel, até os recursos de GPS, orientação e movimento do dispositivo, touchscreen, e diversos outros aspectos que influenciam diretamente sua experiência.