Jelena Jensen, atriz de filmes adultos

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O ÚLTIMO ADEUS DO WINDOWS 7

O ÚLTIMO ADEUS DO WINDOWS 7

O Windows é o sistema operacional para PCs mais popular em todo o mundo. Sua criação nos anos 1980, sua conversão de interface gráfica baseada no DOS para sistema operacional autônomo em 1995, o sucesso retumbante do Win98SE, do XP e do Seven e o fiasco das malsinadas edições ME, Vista e Eight, tudo isso já foi detalhado em outras oportunidades (notadamente na sequência sobre sistemas operacionais que eu publiquei a partir desta postagem).

Relembro essa “linha do tempo” porque a Microsoft encerrou no último dia 31 a venda de licenças do Windows 7 Pro e de todas as versões do 8.1, deixando seu mais novo rebento ― o Windows 10 ― como a única opção para os fabricantes de PCs que fornecem seus produtos com o sistema pré-carregado.

A interrupção das vendas do Seven Professional estava prevista para outubro de 2014 ― dois anos depois do lançamento do Eight ―, mas a empresa de Redmond voltou atrás e suspendeu apenas suas vendas no varejo. Um ano depois, todavia, ela avisou aos fabricantes parceiros que deixaria de fornecer essas edições, e foi o que fez, coincidentemente no Dia das Bruxas (ou Halloween, como se diz lá nos EUA).

Com bruxaria ou não, os PCs com o Seven Pro não sumirão do mercado num passe de mágica, pois os fabricantes poderão usar as licenças que ainda possuem em estoque. Vale salientar que o Windows 7 continua bastante popular ― com presença em48% dos computadores mundo afora ―, a despeito do Windows 10, ocorrido em meados do ano passado.

Seja como for, as empresas com acordos de licenciamento corporativos podem continuar a comprar novos PCs e fazer o downgrade do 10 para o 7 Pro, caso queiram continuar usando essa edição do Windows.

Com informações do portal de tecnologia IDG Now!

Jaqueline Carvalho, jogadora de voleibol brasileira

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Jaqueline Carvalho

campeã olímpica

Em 4 de junho de 2010, na 3ª Conferência Nacional do Esporte. Foto:Roosewelt Pinheiro/ABr.

Voleibol

Nome completo
Jaqueline Maria Pereira de Carvalho Endres

Apelido
Jaque

Modalidade
Voleibol indoor

Nascimento
31 de dezembro de1983 (32 anos)
Recife, PE

Nacionalidade
brasileira

Compleição
Peso: 70 kg Altura: 1,86 m

Clube
Brasil Sesi-SP[1]

Medalhas

Competidora do Bandeira do Brasil Brasil

Jogos Olímpicos

Ouro
Pequim 2008
Equipe

Ouro
Londres 2012
Equipe

Campeonatos Mundiais

Prata
Japão 2006
Equipe

Prata
Japão 2010
Equipe

Bronze
Itália 2014
Equipe

Copa do Mundo

Prata
Japão 2007
Equipe

Grand Prix

Ouro
Sendai 2005
Equipe

Ouro
Reggio Calabria 2006
Equipe

Ouro
Yokohama 2008
Equipe

Ouro
Tóquio 2014
Equipe

Ouro
Bangkok 2016
Equipe

Prata
Ningbo 2010
Equipe

Prata
Ningbo 2012
Equipe

Copa dos Campeões

Ouro
Japão 2005
Equipe

Jogos Pan-Americanos

Ouro
Guadalajara 2011
Equipe

Prata
Toronto 2015
Equipe

Competidora de Osasco

Campeonatos Mundiais

Ouro
Doha 2012
Equipe

Prata
Doha 2010
Equipe

Campeonato Sul-Americano

Ouro
Lima 2009
Equipe

Ouro
Lima 2010
Equipe

Ouro
Osasco 2011
Equipe

Ouro
Osasco 2012
Equipe

Jaqueline Maria Pereira de Carvalho Endres (Recife, 31 de dezembro de 1983) é uma jogadora de voleibol brasileira que atua na posição de ponteira-passadora. Atualmente, joga como titular da seleção brasileira. É casada desde 2009 com o também jogador de vôlei Murilo Endres, com quem tem um filho chamado Arthur.[2]

Índice

Carreira

Aos 11 anos, morando em Recife, Jaqueline jogava, paralelamente, basquete e vôlei na Escola, até que optou somente pelo vôlei, pois estava difícil conciliar as duas modalidades com os estudos. Participando de campeonatos escolares, iniciou sua carreira peloSport Club do Recife. Destaque no clube, com 13 anos, "olheiros" vindos de São Paulo a chamaram para fazer um teste em um clube da cidade, o na época, BCN/Osasco. Jaque passou na "peneira" do BCN/Osasco, consequentemente teve que mudar-se de Recife. Com pouco tempo, já estava na categoria adulta do BCN/Osasco. Em 2001, aos 17 anos, foi convocada para a seleção Juvenil e fora eleita a melhor jogadora do Campeonato Mundial de Vôlei Juvenil daquele ano. A jovem jogadora foi apontada por diversos técnicos e pessoas envolvidas no meio do vôlei como grande promessa do esporte no Brasil, o que lhe rendeu a convocação para a seleção adulta, no mesmo ano de 2001. No auge de sua ascensão, no início de 2002, Jaqueline teve umacontratura no joelho, que acabou por deixar a pernambucana numa mesa de cirurgia para tratar a contusão. Ficou por volta de seis meses sem jogar, recuperando-se. Depois desse período, voltou a treinar e no 2º dia após sua volta, torceu novamente o mesmo joelho e mais uma vez foi submetida a uma cirurgia. Jaqueline também teve complicações com a circulação sanguínea de sua mão (uma trombose com possibilidade de amputação do braço), o que a afastou mais ainda das quadras, deixando-a, inclusive, de fora do Campeonato Mundial de Vôlei Adulto de 2002, dos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingos (2003) e dos Jogos Olímpicos de Atenas (2004).

No fim de 2004, já recuperada, porém sem ritmo de jogo, Jaqueline transferiu-se para um clube no Rio de Janeiro, o Rexona/Ades. Depois de uma temporada jogando no clube, a ponteira, que por falta de ritmo estava no banco de reservas, terminou na titularidade do time e conseguiu sua convocação para a seleção brasileira em abril de 2005. Em 2005, no Grand Prix de Voleibol de 2005, foi apontada como estrela da seleção de José Roberto Guimarães, se tornando a jogadora mais completa do time. No ano de 2006, Jaqueline conquistou a medalha de prata no Campeonato Mundial de Vôlei, sendo eleita pela crítica, a melhor brasileira do campeonato.

Em 2006/2007, Jaqueline mudou-se para Itália defendendo Monte Schiavo/Jesi. Em julho de 2007, às vésperas dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, Jaqueline, titular da seleção brasileira, foi pega no exame anti-doping. A acusação tinha origem de um exame feito durante as finais dos campeonato italiano, no mês anterior. Jaqueline foi suspensa preventivamente durante 60 dias. Nesse período, houve audiências para se esclarecer o fato, e a atleta usou como defesa o fato de ter tomado um chá para celulite, que tinha a substância sibutramina - proibida para atletas. Na primeira decisão do julgamento, foi dada uma punição de 9 meses para Jaqueline, o que significava a ausência da atleta em grande parte das competições de 2008 e a volta às vésperas dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Em 18 de setembro de 2007, após ser investigado tudo que a atleta utilizava, Jaqueline mudou sua defesa sobre o caso. O argumento foi que o produto que tinha como componente a sibutramina era o CLA da IntegralMed, remédio que a atleta tomava com receita médica para queimar gordura (o chá, usando como argumento inicial, era realmente natural). Em junho (mesmo mês em que a atleta fez o exame que acusou o doping), o Comitê Olímpico Brasileiro foi informado sobre a suspensão das atividades da empresa Integralmédica S/A, fabricante do CLA, por contaminação de produtos pela substância. Como Jaqueline estava na Itália e não recebeu a informação, continuou a utilizar o remédio. Com isso, foi feita uma nova avaliação sobre a pena a ser aplicada e houve uma redução de 9 para 3 meses, e como Jaqueline já estava suspensa desde julho (a suspensão prévia contou como punição oficial), foi liberada para jogar.

Assim, Jaqueline transferiu-se para o Murcia na Espanha para jogar a temporada 2007/2008, onde conquistou o campeonato espanhol. Em 2008, Jaqueline regressou à seleção, participando da conquista do Grand Prix, e da inédita medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, que consagrou essa geração do vôlei feminino como a segunda equipe na história a conseguir vencer todos os jogos na fase de classificação por 3 sets a zero (a primeira foi a equipe japonesa). Na semifinal, a equipe encarou as campeãs Olímpicas de 2004, as chinesas, e com dois aces seguidos de Jaqueline, o Brasil venceu por 3 a 0 e chegou à sua primeira final Olímpica. Na disputa pela medalha de ouro, o Brasil levou a melhor e venceu a equipe norte-americana, terminando a competição sem disputar nenhum tie-break, perdendo apenas um set, exatamente na final. Nesse mesmo ano, Jaqueline retorna à Itália, dessa vez para jogar pelo Scavolini/Pesaro na temporada 2008/2009, sob o comando de José Roberto Guimarães, consagrando-se campeã italiana e melhor jogadora da final do campeonato. No ano seguinte (2009), retorna ao Brasil para defender o Sollys/Osasco, onde tornou-se penta campeã brasileira.

Em agosto de 2012, depois de uma campanha irregular na 1ªfase e impecável na 2ª fase, a Seleção Brasileira de Voleibol Feminino conquistou a 2ª Medalha de Ouro nos Jogos Olimpícos de Londres. Jaqueline, ponteira titular, tornou-se Bicampeã Olímpica de Vôlei, entrando para a história do voleibol mundial. Na final olímpica, novamente diante das norte-americanas, Jaqueline foi considerada a melhor jogadora em quadra (MVP), além de ter sido a maior pontuadora do confronto, com 18 pontos.

Após o vice-campeonato brasileiro em abril de 2013 pelo time do Osasco, Jaqueline anunciou que estava grávida. Arthur, fruto do relacionamento de 12 anos com Murilo Endres, nasceu em dezembro. A partir do seu nascimento, Jaqueline retomou às atividades físicas, com o objetivo de ainda jogar a fase final da Superliga 2013/2014 pelo próprio time de Osasco, conforme acordo feito pós-anúncio da gravidez. Entretanto, o time alegou entrosamento com as atletas contratadas para aquela temporada, iniciando uma verdadeira saga da atleta por um novo time. O principal empecilho era o ranking de atletas elaborado pela CBV, onde cada jogadora recebe uma pontuação, sendo 7 o teto para as mais valiosas, caso de Jaqueline. Os principais times em São Paulo já tinham duas jogadoras com 7 pontos em seu elenco, e essa quantidade é o limite estabelecido. Jaqueline e outras atletas chegaram a protestar pelo ranking, alegando que essas restrições fazem com que jogadoras importantes saiam do país, caso de Fernanda Garay e Sheilla.

Diante deste cenário, José Roberto Guimarães acolheu Jaqueline na seleção, visando a recuperação do seu ritmo de jogo. Recuperou-se rapidamente e, pela seleção, conquistou o décimo título do Grand Prix e a medalha de bronze no Mundial da Itália, ambos como titular.

Sem opções para sua carreira em clubes no estado de São Paulo, e desejando ficar no Brasil para não separar a família recém-formada com a chegada de Arthur, Jaqueline optou por aceitar a proposta do Minas Tênis Clube, onde jogam a campeã olímpica Walewska e a ex-seleção Carol Gattaz.

Características

Jaqueline tem como principal característica de jogo o seu fundo de quadra, ou seja, a excelência nos fundamentos de recepção e defesa. Na seleção e também no clube onde joga, a pernambucana é a principal jogadora nesses quesitos. Antes de suas contusões no joelho, Jaqueline atuava na posição de oposta, sendo um grande referencial de ataque nas equipes onde jogava. Quando se transferiu para o Rio de Janeiro, após as cirurgias, passou a jogar como ponteira-passadora(além de atacar, adquiriu as responsabilidades de recepção e defesa). A alegria com que joga e a personalidade absolutamente emotiva é o que a consagra como a jogadora mais carismática do grupo brasileiro atual. Sendo assim, a mais requisitada pela imprensa e pelo mercado publicitário brasileiro. Além disso, por sua beleza, feminilidade e sensualidade, é considerada a musa da atual Seleção Brasileira de Voleibol Feminino.

Vida pessoal

Jaqueline e Murilo Endres se conheceram em 1998, quando ela jogava no BCN/Osasco e ele, no Banespa. Ele, com 16 anos, foi assistir a um treino dela, então com 14 anos, e se encantou. Com ajuda de amigos, pegou o telefone da ponteira da seleção feminina. Desse dia ao início do namoro foram três meses. Depois de anos defendendo clubes na Europa, em 2009, o casal, já noivos, regressou ao Brasil para oficializar a relação que já durava cerca de 10 anos. Assim, em 22 de outubro de 2009, casaram no civil, estabelecendo residência e jogando em clubes em São Paulo. Em maio de 2011, teve uma gravidez interrompida devido a um aborto espontâneo. Superado o trauma, Jaqueline novamente engravidou e o primeiro filho do casal, Arthur, nasceu em 19 de dezembro de 2013.[2]

Clubes

Clube
País
De
Até

Sport Club do Recife
Brasil
1994
1998

BCN/Osasco
Brasil
1999
2004

Rexona/Ades
Brasil
2004
2006

Monte Schiavo/Jesi
Itália
2006
2007

Grupo 2002/Murcia
Flag of Spain.svg Espanha
2007
2008

Scavolini/Pesaro
Itália
2008
2009

Osasco/Nestlé
Brasil
2009
2013

Camponesa/Minas
Brasil
2014
2015

Sesi-SP[1]
Brasil
2015
2016

Principais conquistas

Seleção Brasileira
Clubes
Finasa/Osasco (BRASIL)
Rexona-Ades (BRASIL)
Murcia (ESPANHA)
Scavolini/Pesaro (ITÁLIA)
Sollys/Osasco (BRASIL)
Prêmios e títulos individuais

Referências

  1. Ir para:a b Abramvezt, David (30 de abril de 2015). «Jaque é do Sesi-SP, Murilo renova, e casal joga pelo mesmo clube: "Sonho"». globoesporte.com. Grupo Globo. Arquivado desde o original em 29 de setembro de 2016. Consultado em 29 de setembro de 2016.
  2. Ir para:a b «Jaqueline dá à luz primeiro filho com Murilo: 'Arthur, nossa melhor jogada'». globoesporte.com. Grupo Globo. 20 de dezembro de 2013. Arquivado desde o original em 29 de setembro de 2016. Consultado em 29 de setembro de 2016.

Ligações externas

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ve

Molico/Osasco • Temporada 2013/2014

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ve

Brasil Seleção Brasileira de Voleibol Feminino - Olimpíadas de 2008 (Ouro) Brasil

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ve

Brasil Seleção Brasileira de Voleibol Feminino - Olimpíadas de 2012 (Ouro) Brasil

 

Wikipédia

Dilma cobrou pessoalmente R$ 12 milhões em propina de Marcelo Odebrecht. CONFIRMADO

Dilma cobrou pessoalmente R$ 12 milhões em propina de Marcelo Odebrecht

 

A ex-presidente Dilma Rousseff não é honesta. Em prévia de seu acordo de delação, o empreiteiro Marcelo Odebrecht revela que Dilma cobrou pessoalmente propina para pagar, via caixa dois, dívidas de  campanha com o marqueteiro João Santana e sua esposa, Mônica Moura.
As informações prestadas por Marcelo Odebrecht forma confirmadas pelo casal de marqueiros de Dilma, que a pressionaram para pagar as dívidas da campanha de 2010 como condição para fazer sua campanha de 2014. Segundo o próprio Marcelo, entre o primeiro e o segundo turno da eleição de 2014, o tesoureiro da campanha de Dilma, Edinho Silva, cobrou dele uma doação “por fora” no valor de R$ 12 milhões para serem repassados ao marqueteiro João Santana. O empreiteiro se recusou a fazer o repasse, mas diante da insistência de Edinho disse que iria procurar Dilma.  Dias depois, em encontro pessoal, o empreiteiro e a ex-presidente mantiveram a conversa abaixo:
– Presidente, resolvi procurar a sra. para saber o seguinte: é mesmo para efetuar o pagamento exigido pelo Edinho?, perguntou Odebrecht.
– É para pagar, respondeu Dilma.
A revelação feita por Marcelo Odebrecht implica pessoalmente a ex-presidente Dilma numa operação de caixa dois na eleição de 2014 – o que configura crime.  Aos procuradores da Lava Jato, o empresário afirmou que a mandatária exigiu R$ 12 milhões para a campanha durante encontro privado entre os dois. A conversa ocorreu depois do primeiro turno da disputa presidencial. O recurso, segundo Odebrecht, abasteceu o caixa paralelo de Dilma e serviu para pagar o marqueteiro João Santana.

 

Imprensa Viva

Grand Park Lindóia: Uma Ilha de Harmonia no melhor ponto do Jardim Lindóia

 

Conceito1(1)

 

Mais informações:

Luis Borges

e-mail: luisaugustoborges@gmail.com

Fone: (51) 8039-0049

Ex-deputado tucano lança campanha por FHC na presidência

Chefe de gabinete do tucano durante o governo federal, Xico Graziano criou uma página no Facebook e um site chamados "FHC presidente"

SÃO PAULO - A disputa dentro do PSDB está cada vez mais forte para a candidatura à presidência em 2018. O embate está mais deflagrado entre o governador paulista Geraldo Alckmin e o senador mineiro Aécio Neves, com o primeiro ganhando forças após o pleito municipal de outubro. Além disso, em entrevista ao jornal O Globo na véspera, o governador de Goiás Marconi Perillo afirmou que pode participar das prévias para 2018. 

Contudo, dentro do partido, há quem defenda um nome bastante antigo - e conhecido - para a presidência. O ex-deputado federal Xico Graziano defendeu que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso seja candidato à presidência em 2018. Chefe de gabinete do tucano durante o governo federal, Graziano criou uma página no Facebook e um site chamados "FHC presidente". 

Nesta quinta-feira, ele ainda defendeu o lançamento da campanha em artigo de opinião para ojornal Folha de S. Paulo. "Qual liderança poderá recolocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento? Como fazer a reforma política tão desejada? Quem conseguirá estabelecer conexão com a sociedade organizada nas redes? É o que todos querem saber. Creio que somente o ex-presidente FHC se legitima, pela vasta experiência, sensatez e sabedoria, para nos conduzir nessa difícil travessia", diz ele no artigo.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Xico Graziano, que também atua como assessor de FHC, disse que avisou o ex-presidente sobre a campanha, mas que não se expressa em nome do tucano. 

Ao ser questionado se a idade não seria um impedimento, uma vez que FHC tem 85 anos, Graziano afirmou que que o ex-primeiro ministro britânico Winston Churchill também voltou ao cenário político em 1951, aos 76 anos. “O ex-presidente é sempre procurado nos momentos difíceis, seja por ministros, magistrados ou políticos de todos os partidos. FHC passou a ser um ponto de equilíbrio.”

O nome de FHC também é citado no PSDB como uma opção de consenso para disputar a Presidência caso o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) casse a chapa Dilma-Temer e, desta forma, seja convocada um nova eleição presidencial.

 

InfoMoney

Ex-deputados federais gaúchos são denunciados no caso da "farra das passagens". Entre os nomes citados, aparecem Luciana Genro (PSol e ex-PT) e Manuela D’Ávila (PCdoB)

Entre os políticos citados na denúncia pelo crime de peculato, está o secretário da Segurança do RS, Cezar Schirmer

Por: Jocimar Farina e Vanessa Kannenberg

 

Ao menos 18 ex-deputados federais do Rio Grande do Sul estão entre os 443 parlamentares denunciados pela Procuradoria da República na 1ª Região (PRR1) no caso da "Farra das Passagens" por uso indevido de dinheiro público.

Entre os políticos gaúchos que aparecem na denúncia, está o atual secretário da Segurança do Estado, Cezar Schirmer. 

— Estou fora da Câmara há oito anos. Não sei do que se trata. Nunca fui ouvido ou chamado. E sou, por convicção e formação, cumpridor da lei — alegou, em nota, o peemedebista.

Leia mais:
Veja a lista dos 443 ex-deputados divulgada pelo site Congresso em Foco
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Cunha chama Temer e Lula como testemunhas de defesa em ação penal

Também constam na lista Vieira da Cunha, ex-secretário da Educação, o atual deputado estadual Enio Bacci e Luciana Genro, que concorreu ao cargo de chefe do Executivo de Porto Alegre nas eleições municipais deste ano. Se a Justiça aceitar a denúncia, os envolvidos se tornarão réus.

Todos os parlamentares denunciados pelo PRR1 vão responder pelo crime de peculato, que corresponde a uso indevido de recursos públicos para benefício próprio ou de terceiros. 

A "farra das passagens" veio à tona em 2009, quando foi revelado que deputados federais usavam recursos públicos para pagar passagens para familiares e amigos se deslocarem para diversas regiões do Brasil.

Agora, a denúncia será enviada ao relator, desembargador Olindo Menezes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que vai decidir por receber ou rejeitar a acusação do Ministério Público Federal. 

Quem são os gaúchos citados na denúncia:

- Alceu Collares
- Cezar Schirmer
- Cláudio Castanheira Diaz
- Enio Bacci
- Érico da Silva Ribeiro
- Fernando Marroni
- Francisco Turra
- Germano Bonow
- Luciana Genro
- Luiz Roberto (Beto) de Albuquerque
- Manuela Pinto Vieira D'Avila
- Matteo Rota Chiarelli
- Nelson Luiz Proença Fernandes
- Orlando Desconsi
- Paulo Roberto Manoel Pereira
- Tarcísio Zimmermann
- Vieira da Cunha
- Vilson Covatti

CONTRAPONTOS

A reportagem está tentando contato com todos os ex-deputados gaúchos citados na denúncia. 

— Beto Albuquerque (PSB)
"Até o presente momento desconheço a existência da denúncia. Sequer fui notificado. Também desconheço os fatos referidos. Assim que tomar conhecimento terei o maior prazer de prestar esclarecimento."

— Cezar Schirmer (PMDB)
"Se tem 443 deputados envolvidos, deve ser algo que era senso comum. Estou fora da Câmara há oito anos. Não sei do que se trata. Nunca fui ouvido ou chamado. E sou, por convicção e formação, cumpridor da lei. Tenho 44 anos de vida pública austera e limpa."

— Cláudio Diaz (PP)
"Fazem sete anos que não estou mais no Congresso. Quando fui deputado, eu era membro do Mercosul e representante do Mercosul no parlamento europeu, de 2007 a 2009. Fiz inúmeras viagens oficiais. Tenho certeza que nunca, em momento algum, foi burlada lei nesse aspecto.

Não fui informado e notificado de nada ainda. Vou buscar dados. Quem tratava de questões de passagem eram meus chefes de gabinete. Nunca comprei uma passagem. Eu sou inocente. Não usei as passagens de forma irregular. Usei sempre de acordo com a lei vigente. Estou absolutamente tranquilo."

— Enio Bacci (PDT)
"Simplesmente não sei porque o meu nome está nessa relação. Não lembro e não tenho conhecimento sobre fato nenhum envolvendo passagens. Sempre fui um combatente ferrenho da corrupção. Espero ser informado exatamente do que se trata para poder me manifestar e me defender.

Esse tipo de lista a granel é misturar alhos com bugalho. Misturam alguns culpados com alguns inocentes para depois não dar em anda. Acabam todos sendo absolvidos."

— Érico da Silva Ribeiro (PP)
"Não sei de nada. Vou me informar. Estou sabendo agora, por ti. Mas vou me informar sobre o assunto."

— Fernando Marroni (PT)
"Fiquei sabendo dessa denúncia através da imprensa e recebo com muita surpresa a notícia. Sequer fui notificado sobre este assunto. À época, em 2009, quando surgiu o tema, não estava entre os envolvidos e meu nome jamais foi citado. Nunca usei passagem da Câmara para viajar a turismo para qualquer lugar. Todas as passagens emitidas pelo mandato eram para tratar de questões políticas e que envolviam a atividade parlamentar. Quero saber por que meu nome foi inserido nessa lista agora e qual fato específico levou a Procuradoria a isso. Sabendo isso, terei o maior prazer em prestar todos os esclarecimentos."

— Francisco Turra (PP)
"Estou absolutamente tranquilo por ter seguido plenamente todas as regras da Câmara dos Deputados para a emissão de passagens.  Tanto o é que em todos os anos de meu mandato devolvi verbas destinadas à esta finalidade."

— Germano Bonow (DEM)
"Quando cheguei em Brasília (foi deputado federal entre 2007 e 2010) recebi as regras. Procurei trabalhar sob essas regras. Não conheço as denúncias. Vou esperar receber as denúncias para poder me posicionar. Vou aguardar o tipo de denúncia que será formulada a meu respeito para poder me pronunciar."

— Luciana Genro (PSOL)
"Não houve nenhuma ilegalidade. Meu mandato tinha uma regra: utilizar as passagens para fazer política e apoiar lutas, como a luta contra a corrupção. Na época fui "acusada" de usar a cota para pagar passagens ao delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, que estava sendo perseguido por enfrentar corruptos.

Em novembro de 2008, Protógenes veio ao Rio Grande do Sul para participar de uma série de atividades e palestras contra a corrupção no país, na condição de líder das investigações que resultaram na Operação Satiagraha - que apurou o desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro e resultou na prisão de banqueiros e investidores, como Daniel Dantas. Hoje, felizmente estamos vendo vários grandes empresários presos. Na época era bem mais dura a luta e Protógenes até hoje é perseguido.

Repito o que disse na época: é justo e legal usar a cota parlamentar para este fim. Vou aguardar com muita tranquilidade o desdobramento desta denúncia, com a certeza de que não descumpri nem a lei, nem as regras de conduta que sempre defendi."

— Manuela D'Ávila (PC do B)
"Tivemos acesso ao caso pela imprensa, não entendemos o que motivou a denúncia haja visto que não fomos denunciados à época porque não cometermos nenhuma irregularidade. Jamais usamos passagens para qualquer fim que não as atividades de nosso mandato.

Quando surgiu o famoso escândalo das passagens (2008), um conjunto de parlamentares foi denunciado. Não é o meu caso. Pois nunca fizemos uso irregular de nenhuma passagem. Nos parece que essa lista apresentada consta o nome de todos ex-parlamentares. Logo, parece que o procurador julga irregular o deslocamento para o trabalho."

Matteo Chiarelli (DEM)
"Fui deputado no ano de 2007. Não tenho conhecimento sobre essa denúncia. Posso dizer que as passagens foram usadas rigorosamente dentro do que prevê a lei e o regimento interno da Câmara. Todo o meu movimento de passagens era feito pelo gabinete, que emitia sob minha responsabilidade. Todas foram usadas para o exercício do mandato.

Me lembro que fiz audiências públicas, uma delas pra discutir as agências de regulação. E convidei um professor especialista na área para ir a Brasília falar no Plenário da Câmara. E a Câmara não oferecia as passagens. Então, mesmo que o professor tenha ido cumprir uma função pública, numa audiência pública, cujo tema era de interesse nacional, a passagem dele foi custeada pelo parlamentar no caso eu, que fiz o convite.

De resto, eu usava passagens uma vez por semana, para ir a Brasília (deputado mora em Pelotas). Estou dizendo tudo isso no escuro. Sem conhecer a denúncia, não tenho o que dizer, a rigor. Antecipadamente, digo que todas foram emitidas na forma da regra do Congresso."

Orlando Desconsi (PT)
"Primeiro, com toda franqueza, eu fui deputado premiado pela ética na política, com vários projetos nessa direção. Presidi a comissão do recesso parlamentar e nós conseguimos reduzir o recesso parlamentar. Eu jamais autorizaria fazer qualquer coisa que não fosse dentro das leis e normas permitidas pela Câmara (dos Deputados). Então, com certeza, se foi utilizado, foi dentro de um padrão que era autorizado e reconhecido como legal pela Câmara dos Deputados.

Eu não tenho a menor ideia do que se trata. Eu preciso ser notificado, primeiro, para poder analisar. Jamais teria feito alguma coisa que tivesse algum cunho de ilegalidade. Se pratiquei alguma coisa corriqueira, foi dentro do que a Câmara autorizava. Agora, eu não conheço o fato concreto. (A prática) era autorizada, tanto que a Câmara tomou uma medida posterior a isso emitindo essa proibição".

Tarcísio Zimmermann (PT)
"Nenhum de nós recebeu intimação ou notificação para esclarecer qualquer irregularidade. De qualquer forma, naquele período, vigia um certa possibilidade de utilizarmos passagens para pessoas não vinculadas ao mandato. Eu usava eventualmente para algum vereador, prefeito ou autoridade viajar a Brasília. Imagino que seja algo desse tipo. Como são 400 e tantos deputados, acredito que se trate de alguma coisa que era mais ou menos usual, conhecida da direção da casa e autorizada. Eu não eu recordo, nem que sim, nem que não (sobre familiares terem se beneficiado). Quem administrava isso era muito mais uma secretária do mandato e não era uma coisa tão administrada diretamente pelo parlamentar. Agora, tem de verificar se houve efetivamente algum uso indevido."

Vieira da Cunha (PDT)
"Na época, me manifestei sobre o caso. Havia o envolvimento de um servidor do meu gabinete no esquema e, assim que eu tomei conhecimento, ele foi imediatamente demitido. Em ato contínuo, me dirigi até o Ministério Público Federal e me coloquei pessoalmente à disposição, assim como todos os meus computadores e informações do gabinete, para colaborar com as investigações. De lá para cá, nenhum contato foi feito comigo, a não ser pela Câmara dos Deputados, que instaurou uma sindicância, que se transformou em inquérito. Esse ex-servidor, que eu demiti, foi considerado responsável pelas irregularidades, foi inclusive notificado para fazer o recolhimento aos cofres públicos dos valores correspondentes à emissão irregular de passagens. Ele inclusive não recolheu esses valores, e o montante foi inscrito em dívida ativa da União.

Então, no meu caso, há um responsável, colaborei com as investigações, dávamos o caso por encerrado e me surpreendi com essas denúncia. Me parece que o procurador, para evitar a prescrição, resolveu denunciar todo mundo, colocou todo mundo no mesmo balaio, o que me parece, no mínimo, injusto, porque cada caso é um caso. No meu caso específico, tomei todas as providências que estavam ao meu alcance na época, não só para responsabilizar quem praticou o ato irregular, como também para que as investigações pudessem avançar."

— Vilson Covatti (PP)
"Não estava sabendo (sobre essa denúncia). Nunca tinha ouvido falar. Na minha época (como deputado), tenho a certeza que não fiz nada ilegal e nada desnecessário. Todas as minhas viagens foram a trabalho e dentro da cota. Todas viagens foram necessárias.

Na época em que a cota não era exclusiva do parlamentar, tínhamos muitos problema. Muitas pessoas pediam cedência da cota. Chegava no dia 20 do mês e o deputado precisava tirar dinheiro do bolso para viajar. Pessoas doentes que precisavam ir para Brasilia, por exemplo, fazer tratamento, pediam passagem para os deputados. Se tu cedesse passagem, tinha que tirar dinheiro do bolso para viajar quando se aproximava do fim do mês. Os próprios deputados lideraram tratativas para que a cota fosse exclusiva, senão os deputados pagavam para viajar quando a cota terminava."

 

Zero Hora

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CAMPO ABERTO PARA CIRO GOMES EM 2018!

1. É verdade que no Brasil as projeções eleitorais não podem apontar para mais que seis meses. Até porque não se sabe nem quem serão os candidatos. Um exemplo disso é o PMDB, o partido do Planalto e com maior capilaridade do Brasil. É certamente o parceiro mais desejado dos outros numa chapa presidencial, mas –ainda- sem nome para ocupar a cabeça dessa chapa.
2. Uma eleição majoritária no Brasil, nos grandes estados, nas grandes cidades e no país, a força partidária terá pouco significado se o candidato não tiver força e imagem de um forte personagem. Agora mesmo em 2016 o prefeito eleito de Porto Alegre –do PSDB- trouxe com ele apenas 1 vereador eleito.
3. Na Cidade do Rio de Janeiro não foi diferente. O prefeito eleito liderou com grande vantagem as pesquisas desde o início do primeiro turno. Seu partido elegeu apenas 3 vereadores e o mais votado deles chegou em oitavo lugar. Em Belo Horizonte da mesma forma. O prefeito eleito levou consigo 3 vereadores, de 41, sendo que dois foram o último e o penúltimo colocados.
4. Ao se olhar para a eleição presidencial de 2018 deve-se levar em conta a expressão partidária e em especial a capilaridade. Nas condições brasileiras, essa é, no máximo, uma condição que ajuda, mas nem de longe uma condição suficiente. Há que se avaliar os personagens.
5. Os personagens são menos uma questão de oferta, ou seja, eles em si mesmos e mais uma questão reflexa, ou seja, se refletem a demanda dos eleitores naquela conjuntura. Os programas dos candidatos assessorados por equipes técnicas da maior qualidade certamente servirão para governar, mas não para ganhar as eleições.
6. A debacle do PT que foi quase o décimo partido em número de prefeitos eleitos nada tem a ver com os programas oferecidos e mesmo com a qualidade de seus candidatos. A desintegração da imagem nacional do PT alcançou ampla capilaridade em micro, pequenos, médios e grandes municípios. Como uma nuvem de cinzas de um vulcão em erupção. Alguns candidatos trocaram de sigla para não serem varridos pelo desmonte de imagem, como o caso do prefeito reeleito em Niterói que saiu –a tempo- do PT para o PV.
7. O PT ter um candidato à imagem do partido em 2018 é garantia de derrota. Seu principal cacife é o tempo de TV, que poderá atrair uma candidatura mais ou menos em seu campo político. Mas ocultando cuidadosamente a sigla, nomes e imagem do PT.
8. Dos nomes escalados hoje para o grid de largada em 2018, Marina Silva incorpora a postura antipolítica do eleitor hoje. Falta capilaridade e tempo de TV. O PSDB vai gastar um tempo precioso para, de hoje até final de abril de 2018, longos e importantes 18 meses em que os 2 pré-candidatos ou 3 estarão arranhando a imagem do adversário interno ou torcendo para as longas mãos da Lava Jato alcance algum/alguns dele(s), simplificando a tarefa.
9. O PMDB fica torcendo por um efeito Plano Real, em que a economia se recupere e o presidente Temer passa a ser um candidato tão forte quanto compulsório. Mas dará tempo para isso? E isso é possível? Alvaro Dias, com minguado tempo de TV, espera que seu carisma retórico sulista possa produzir algum impacto e memória dos espaços que teve como líder da oposição no Jornal Nacional, na cobertura dos escândalos.
10. Com tudo isso, os espaços estão abertos para Ciro Gomes entrar como uma nova esquerda, agressiva, moralista, desde o mesmo nordeste que impulsionou Lula e Dilma. Terá um tempo intermediário de TV que, dependendo das pesquisas pré-eleitorais, poderá ser agregado. E seus apoiadores torcerão para que uma provocação não produza um desgaste que lembre os piores momentos de Trump na atual campanha norte-americana.

Ex-Blog do Cesar Maia