Ser comunista é um luxo para poucos – os cariocas que o digam


Por Instituto Liberal

Ricardo Bordin*

Diz a sabedoria popular que “cabeça vazia é oficina do diabo” – e o terreno ideal para plantar a erva daninha do “progressismo”, complemento eu. Qual indivíduo seria mais facilmente transformado em idiota útil da Esquerda: o playboyzinho que está tomando cerveja artesanal no Delirium Café em Ipanema, quando deveria estar em uma aula bancada pelos pagadores de impostos, sem horário para acordar no dia seguinte; ou o cidadão que mora no morro, e precisa matinar quase todo santo dia em busca do sustento, desviando de criminosos pelo caminho, ansioso pelo dia do descanso sagrado? Este mapa do resultado das eleições municipais no Rio de Janeiro dá uma dica preciosa sobre a solução desse enigma:

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Esta notável polarização política entre um candidato representante da Igreja Universal e um legítimo e assumido (até onde as pretensões eleitorais permitiram) socialista, e sua coincidência com determinados níveis de renda per capita da cidade maravilhosa, merecem uma análise mais acurada, portanto. Entender por que as pessoas menos abastadas deram preferência a um bispo da religião que mais cresce no país, em detrimento daquele que, supostamente, fala em nome, justamente, de tais desfavorecidos pelo “sistema capitalista opressor”, é tarefa essencial no esforço contra a disseminação do ideário marxista. Se funcionou no RJ, pode perfeitamente dar certo Brasil afora.

  • “Se Deus quiser, meu filho…”: A frequência com que uma pessoa repete esta expressão costuma guardar relação inversamente proporcional com sua condição financeira. Não á toa, minha mãe, esposa de um motorista de caminhão, que cuidava dos três filhos em casa, seguidamente entoava o mantra. E não era difícil entender o porquê: em meio à inflação, juros e desemprego nas alturas, associada com a violência da vila onde residíamos, dentre outras mazelas sociais comuns naquela região, a fé no transcendente estava sempre na ordem do dia. A oração do anjo da guarda era sua favorita. Ateísmo não costuma proliferar em bairros de periferia. Rezar para o ordenado chegar ao final do mês ou para chegar vivo em casa, ao final da jornada, é prática corriqueira.

Meu pai não contribuía com dízimo, mas alguns de nossos vizinhos, sim. Pagar para continuar tendo esperanças, ao passo que a expansão do Estado pseudo-assistencialista tornava a vida cada dia mais dura, era expediente mais benéfico do que entregar os pontos e render-se aos vícios. É claro que para os moradores do Leblon que apenas visitam os pobres, vez por outra, para gravar documentário glamourizando a favela e produzir filme louvando bandido como vítima – e ganhar ainda mais dinheiro de pagadores de imposto, pela via torta da lei Rouanet – isso não faz muito sentido, por certo.

  • “Deus ajuda quem cedo madruga”: Outra máxima que compõe o repertório da população humilde, ela retrata a necessidade diária de correr atrás da própria subsistência – sim, existe um mundo além do cartão de crédito do papai, galera de Copacabana beach. Portanto, ao contrário do que poderia imaginar o eleitor médio do Freixo, pobre gosta é de capitalismo (bem selvagem, de preferência). Ele quer que muitos empresas sejam inauguradas no município, para que ele não precise engrossar as estatísticas dos desempregados. Quem sabe, dependendo das condições, ele mesmo não inaugure seu próprio negócio – se a regulação estatal permitir, claro.

E sim, pobre reza para arranjar ou manter o seu trabalho, ainda que seja varrer a rua, cortar grama ou lavar louça (quantas novidades hoje, hein, Zona Sul?). Aliás, só quem nunca executou um trabalho mais modesto (ou algum trabalho, qualquer que seja) pode considerar humilhação desenvolver tais atividades. Meu avô, sapateiro, costumava dizer que “todo trabalho honesto é digno” – e é bem melhor do que ficar dependendo de bolsa-esmola. E como bom comportamento ajuda a assegurar um currículo profissional decente, é óbvio que, ao contrário do filhinho de papai comuna e do sindicalista militante, o pobre trabalhador não pode se dar ao desplante de faltar o serviço para bradar “Fora Temer” em plena quarta-feira à tarde, sob o risco de seus filhos ficarem sem pão. Até porque “Deus dá o pão, mas não amassa a farinha”. Neste contexto, no departamento de RH, o crente que só toma refrigerante e dorme cedo larga na frente do ateu baladeiro maconheiro. Graças a Deus.

  • “Em algum lugar ele vai pagar pelo que fez”: A crença no post-mortem também desempenha importante papel de lenimento da alma. Tomar ciência no noticiário de tanta roubalheira, assistir crimes acontecendo da janela de casa e seguir caminhando, não é tarefa das mais simples. Neste sentido, acreditar que a vida não se resume ao plano físico pode evitar que uma pessoa menos favorecida enlouqueça e jogue tudo para o alto de seu barraco. Segundo consta, aliás, “Deus não daria uma cruz mais pesada do que aquela que conseguimos carregar”; “Deus está vendo tudo”; e por aí vai. Ou seja, esta esperança em um estágio posterior de existência pode salvar uma pessoa de entregar-se às drogas e à libertinagem total – o que, por conseguinte, poderia jogá-la na dependência do Estado (o pessoal da cracolândia do Haddad e sua mesada que o digam).

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Ademais, se nossa existência, conforme doutrinas espirituais as mais diversas, não está restrita a este corpo humano, não resta motivo para sair “curtindo a vida” por aí como se não houvesse amanhã (já que, contrariamente ao que acreditavam alguns fãs de Renato Russo, para 99% de nós, há um amanhã, sim – e ele vem com contas a pagar). Neste cenário, pode-se vislumbrar uma redução do uso de entorpecentes, de gravidezes precoces indesejadas e abortos. Curtir a experiência carnal de forma descontrolada torna-se, pois, desnecessário nesta conjuntura. E isso é muito salutar para quem não tem a vida ganha, diferentemente da maioria do pessoal que “fecha com Freixo”.

Trocando tudo em miúdos: foi-se o tempo em que o rebanho da Esquerda era composto pelas camadas mais desvalidas de nosso povo. Ele agora reduziu-se a “intelectuais” e artistas engajados, em um processo no qual os pobres, em sua maioria, abriram os olhos, mesmo em meio a tanta dificuldade, e perceberam que “gostar dos pobres” é muito diferente de “gostar da pobreza”, e dela fazer uso eleitoral. E, aparentemente, o pessoal que quer “mudar o mundo” ainda não percebeu que a galera do morro está mais preocupada com saúde e transporte do que com a liberalização das drogas e a ideologia de gênero.

Deduzo, pois, que tanto o fato de o novo prefeito do Rio de Janeiro ser um membro de uma instituição religiosa, quanto a circunstância de que seu rival representava tudo aquilo que mantém os pobres atolados na pobreza indefinidamente (vide a vizinha Venezuela), contribuíram para o resultado das urnas no domingo. E isso, por acaso, significa que os pastores evangélicos vão tomar conta do Brasil? Não creio. Acredito, tão somente, que o eleitor médio do Rio já estava de saco cheio de “progressismo”, e apenas valeu-se que um representante da instituição que costuma ajudá-lo a viver a vida de forma menos padecida era candidato, e votou nele. Crivella possivelmente não teria a vida tão facilitada contra outros políticos que ficaram pelo caminho no 1º turno (por muito pouco, e graças ao “voto inútil” dos Conservadores).

Sempre ouvi de esquerdistas que “os crentes são massa de manobra” de espertalhões de bom papo. Está bastante raso esse exame, viu, companheiros. É mais crível afirmar que as elites econômicas e intelectuais do Brasil é que estão apenas servindo aos propósitos de quem quer ver o Estado intrometendo-se em cada aspecto de nossas vidas e espalhando-se feito um câncer oneroso. Não por acaso, nos Estados Unidos, país cuja população atingiu níveis de prosperidade inéditos na história da humanidade (gerando, destarte, muita elite culpada), a Esquerda avança como nunca dantes.

Em suma: não é forçoso ajoelhar e rezar para fazer o capeta comunista ir embora do Brasil. Mas que o exorcismo operado ontem no Rio de Janeiro fez William Friedkin sentir inveja, ah, isso fez…

O marxismo sempre viu no cristianismo um adversário para suas pretensões totalitárias. Como aquele nega qualquer transcendência, seu paraíso deve se realizar neste mundo por meio do controle total. Seu absolutismo não admite concorrência. Segundo Lenin, “a guerra contra quaisquer cristãos é para nós inabalável. Não cremos em postulados eternos de moral, e haveremos de desmascarar o embuste”. Acho que o tiro saiu foi pela culatra…

Encerro indicando este vídeo de Dennis Prager, no qual ele relaciona a evolução do Ocidente com princípios religiosos – notadamente a noção de respeito à autoridade, tão em falta nos dias atuais (para regozijo dos marxistas). Cinco minutos para ajudar a entender, grosso modo, o que ocorreu no RJ:

Sobre o autor: Atua como Auditor-Fiscal do Trabalho, e no exercício da profissão constatou que, ao contrário do que poderia imaginar o senso comum, os verdadeiros exploradores da população humilde NÃO são os empreendedores. Formado na Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) como Profissional do Tráfego Aéreo e Bacharel em Letras Português/Inglês pela UFPR. Também publica artigos em seu site:https://bordinburke.wordpress.com/

 

SOBRE O AUTOR

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O Instituto Liberal é uma instituição sem fins lucrativos voltada para a pesquisa, produção e divulgação de idéias, teorias e conceitos que revelam as vantagens de uma sociedade organizada com base em uma ordem liberal.

 

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3 sinais de que estamos cada vez mais infantilizados e dependentes do governo


Por Instituto Liberal

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Edemir Bozeski*

Não é difícil constatar que os hábitos domésticos e familiares, têm grande influência na formação da criança e refletirão posteriormente na vida adulta. Esse é o ponto de partida para que fiquemos atentos aos 3 sinais de que estamos cada dia mais infantilizados e dependentes do governo:

As experiências na infância

Senão vejamos: Quando somos crianças, nosso almoço está sempre pronto à mesa e nossa cama está sempre arrumada. Depois, alguém vai lavar a louça ou as nossas roupas.

Observe que sempre existe alguém fazendo algo para nós, seja nossa mãe ou a diarista, de forma que temos ao nosso dispor o funcionando da casa, mesmo que não colaboremos em nada! A criança aprende, indiretamente, a não colaborar com o funcionamento do local onde vive. Evidentemente, há exceções!

A consequência disso é que essa criança vai exigir do Estado o mesmo, quando for viver em sociedade, posto que ela aprendeu a ter alguém fazendo algo por ela. Se jogar lixo na rua, vai exigir que o Estado providencie um gari para limpar. Não vai se dedicar aos estudos, não vai empreender, porém, vai querer ter sucesso e ser bem-sucedida. Acabamos sendo um povo mimado!

E o pior: a precariedade da educação doméstica perniciosa ao nosso futuro, é habilmente utilizada pelo Estado para interferir em nossas vidas, criando a mesma dependência existente em nossa casa.

O indivíduo “órfão” com dificuldades de dirigir sua própria vida

Isso ocorre através da infantilização da população, causada por uma dependência exagerada e desnecessária ao Estado, pois sem ele as pessoas se sentem “órfãs” e não sabem dirigir sua própria vida. Observe que ao longo dos anos, diversos governos vêm sistematicamente impondo políticas de dependência, através das quais se assenta o hábito de que ele, o Estado, vai cuidar de nós, assim como ocorre em nossa vida doméstica. Ele cuida do nosso dinheiro (FGTS), da nossa previdência, da nossa saúde e da educação, assim como nossos pais cuidaram de nós durante a infância.

É uma estratégia utilizada há muitas décadas, como forma de tratar a população de forma infantil, beirando à debilidade. E a lógica disso é que, quando você trata alguém como criança, a tendência é aquela pessoa se comportar como tal. Não é de se estranhar que a presidente anterior se dirigiu à população, através de um discurso pueril, mencionando “estocagem de vento” e “elogios à mandioca”.

Em razão disso, aceitamos como normal a presença de um funcionário público em nossa casa, visando combater um mosquito em nosso quintal (aedes aegypti), pois não sabemos fazer isso por conta própria. De igual modo, o ascensorista tem que apertar o botão do elevador, pois também não sabemos manusear os inúmeros botões do dispositivo. Por último, precisamos de um frentista para encher o tanque do automóvel. Esses são exemplos clássicos de infantilização de uma população!

A falta de iniciativa e motivação

Essa dependência e infantilização causam danos irreparáveis, pois torna as pessoas sem iniciativa e desmotivadas, criando uma população sem autoestima, deslumbrada com as qualidades dos outros povos e não do seu próprio país. Em países onde se aplica a liberalismo econômico, essa infantilização e falta de iniciativa da população, é praticamente inexistente!

Quando completam 18 anos, em países como Estados Unidos e Canadá, os jovens têm que sair de casa. Quando ainda estão em casa, eles colaboram com a administração doméstica, seja lavando pratos ou arrumando a cama. Essa cultura de independência e colaboração, faz com que esses países sejam empreendedores e a consequência disso, por óbvio, é a prosperidade e uma existência agradável na sociedade, com a colaboração para o seu funcionamento, seja cuidando dos lugares públicos ou cortando a grama da sua própria casa, posto que ela não é algo somente individual, mas parte de uma visão coletiva.

Aos brasileiros, cabe uma melhor compreensão sobre o que é ser dono do seu próprio destino. Poderíamos começar, por exemplo, exigindo que nós mesmos administremos nosso dinheiro, como o do FGTS, e não o governo! O FGTS e outras contribuições são verdadeiros confiscos, com a desculpa de que o governo está cuidando do nosso dinheiro.

A verdade, todavia, é que ele usa esse dinheiro para financiar um estado gigantesco e desnecessário, através de custos exorbitantes de administração (no caso do FGTS, menos da metade da inflação). É uma espécie de “consórcio do mal”, onde a taxa de administração é absurda e insuportável para o consorciado, no caso, os pagadores de impostos e o bem a ser usufruído é entregue pela metade, em razão da sua baixa rentabilidade!

Como superar esse problema?

A solução, sem dúvida, é o Estado parar de agir como empresário e deixar sob a responsabilidade da iniciativa privada as áreas incompatíveis com o governo (petróleo, eletricidade, sistema bancário, entre outras), posto que isso evita a necessidade de buscar recursos na sociedade, via impostos, para administrar a máquina governamental, além de impedir a péssima administração estatal nessas áreas, com o tradicional uso político dos cargos utilizados para rapinagem endêmica, como visto no caso da Petrobras.

Frise-se que a iniciativa privada é a verdadeira geradora de riqueza, aquela que mantém, inclusive, o Estado através dos impostos. É ela quem deveria ser a maior protagonista no país, mas hoje é o Estado, eis que sua onipresença é evidente em grande parte dos setores produtivos e burocráticos do país.  O Estado deveria operar tão somente onde a iniciativa privada não atua, como a diplomacia, poder judiciário, polícia, entre outros.

O que podemos concluir é que a dependência ao Estado e a infantilização da população são intencionais, para que não haja contestação à atuação do Estado nas áreas econômicas não condizente com seumister, prejudicando, sobremaneira, a população, principalmente os mais pobres, com serviços caros e ineficientes, relegando à iniciativa privada a fama de vilã do protagonismo econômico.

Sobre o autor: Edemir Bozeski é formado em direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

 

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Alerj aprova estado de calamidade pública no Rio e fim das isenções fiscais

Em votação única na tarde de hoje (1°), a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) reconheceu a situação de calamidade pública da administração financeira do estado com a aprovação do texto substitutivo do Projeto de Lei 2.150/16. O decreto com a declaração foi publicado no dia 17 de junho pelo então governador em exercício, Francisco Dornelles.

O texto recebeu 57 emendas e o colégio de líderes acordou um texto substitutivo, que foi aprovado por 40 votos a favor e 14 contrários. O deputado Luiz Paulo (PSDB) explicou que, com a aprovação, o Poder Executivo deverá apresentar, em sete dias, o plano para a recomposição financeira do estado.

De acordo com o deputado, sem essa aprovação, que suspende temporariamente alguns dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no estado até o dia 31 de dezembro de 2017, haveria a possibilidade real de demissão de servidores. Entres os artigos suspensos estão o que permite ao governo reduzir salários e demitir servidores.

“Esse decreto não bota um real dentro do cofre público. Esse decreto é para suspender artigos da LRF que querem punir o servidor de imediato, porque o limite de despesa de pessoal estoura a partir desse mês. Então, o que se está protegendo é o servidor e, ao mesmo tempo, dando mais um ano, para ver se a economia levanta, a receita melhora, para que o servidor possa manter o seu emprego e possa ter o seu salário pago em dia”.

Cheque em branco

Para o deputado Flávio Serafini (PSOL), o projeto é um “cheque em branco” para um governo que deu incentivos às empresas enquanto não pagava o salário dos servidores. “O governo está aprovando isso mesmo sem ter ocorrido nenhum desastre natural, porque essa é uma das situações previstas em lei para se desrespeitar a LRF. A gente votou contra porque entende que a situação financeira do estado do Rio de Janeiro é muito ruim e está se agravando. Não adianta o governo querer um cheque em branco para continuar gerindo o estado de maneira temerária”.

Entre as soluções citadas por Serafini para sair da crise estão o corte de cargos comissionados, revisão das isenções fiscais que diminuem as receitas, dar mais transparência na gestão e rever a gestão por meio das organizações sociais que encareceram o setor da saúde.

Rio de Janeiro - Servidores do estado fazem manifestação contra projeto de estado de calamidade pública na administração financeira (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Em frente ao Palácio Tiradentes, centenas de servidores do estado e estudantes fizeram protesto durante toda a tarde contra a aprovação do projeto de leiTomaz Silva/Agência Brasil

De acordo com o deputado Comte Bittencourt (PPS), a aprovação não significa um “cheque em branco” para o governo, já que as emendas aprovadas garantem regras como o prazo final para o vigor do estado de calamidade e a exigência do cumprimento da Lei de Licitações. Segundo ele, a aprovação foi uma salvaguarda dada ao governo para evitar o pedido de impeachment.

“Estamos dando um ano e dois meses para o governo fazer as reformas internas necessárias para que recoloque a máquina no rumo. Ao aprovarmos a emenda de que não poderá ter redução de jornada de trabalho nem salarial e o governo, não vetando essa emenda, ele faz um pacto político com a Casa. Para tomar qualquer decisão a esse respeito, vai ter que abrir o debate novamente com o poder. Na verdade, nós estamos tentando encontrar uma saída para o estado do Rio de Janeiro. Esse governo é o grande responsável por esse cenário e não adianta agora a gente querer inviabilizar o estado em função das decisões que esse governo tomou”.

A expectativa da Alerj é que o governo do estado comece a enviar na sexta-feira (4) as mensagens à Casa com as medidas a serem tomadas para resolver a situação financeira.

Isenção fiscal

Também foi aprovada na sessão de hoje, por unanimidade e sem debate em plenário, pois já havia consenso, o Projeto de Lei 1.431/16, que proíbe que o governo do estado conceda novas isenções fiscais pelo prazo de dois anos a empresas sediadas ou que venham a se instalar no Rio de Janeiro.

Segundo o deputado Waldeck Carneiro (PT), que relatou o projeto pela Comissão de Economia e Finanças, a atual política de renúncia fiscal do governo é feita sem critério e não tem transparência nem metodologia para acompanhar os benefícios proporcionados por ela para o estado.

“O projeto aprovado é importante para suspender por dois anos e arrumar a casa. Inclusive a renovação das concessões já dadas terão que passar pela assembleia. Esse projeto revoga a lei que permitia que o estado concedesse isenções fiscais por decreto, tudo terá que passar pela Alerj. Não tocamos ainda nas isenções que ficaram para trás, isso é para frente. É um avanço, mas temos que colocar uma lupa sobre as isenções já concedidas, que estão em curso para saber. Elas valem a pena para o estado do Rio de Janeiro? Elas fortalecem os interesses públicos ou outros interesses? Essa é a questão”.

Manifestação

Em frente ao Palácio Tiradentes, centenas de servidores do estado e estudantes fizeram protesto durante toda a tarde contra a aprovação do projeto de lei que reconhece a calamidade pública. Segundo a professora da rede estadual Rosilene Almeida, o projeto daria total liberdade para o governo decretar um “pacote de maldades” contra os servidores.

“Isso significa que o governo vai ter total liberdade para cortar salários, não investir na saúde e educação, fazer demissão. Vários ataques. Já estamos sem salário, nosso 13º não está garantido para o conjunto dos servidores. Nós já estamos sem reajuste salarial há dois anos. O que a gente conseguiu na educação, pela greve, foi que o governo pagasse o salário dos ativos em dia no início do mês, quando o governo quer pagar no meio do mês, mas as nossas contas não esperam. Com esse projeto essa garantia termina também”.

A sessão dentro da Alerj foi acompanhada por servidores nas galerias, que levaram faixas de protesto e aplaudiam ou vaiavam fortemente os deputados de acordo com suas posições contra ou a favor do projeto.

 

Agência Brasil

 

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O novo Paulistão

Folhapress

A Federação Paulista de Futebol sorteou hoje os grupos do Campeonato Paulista de 2017. O atual campeão Santos está no grupo D, o Corinthians no A, o São Paulo no B e o Palmeiras no C.
Em 2017, cada grupo terá quatro equipes, uma a menos que no torneio deste ano.Leia mais

 

Agência Brasil

 

A vez delas

Divulgação

A CBF anunciou hoje a saída do técnico Vadão do comando da seleção feminina de futebol. No lugar dele, assumirá Emily Lima, ex-treinadora do São José, de São Paulo. Emily vai ser a primeira mulher a treinar a seleção feminina.
Vadão estava no cargo desde 2014 e conquistou dois títulos. Leia mais

 

 

Plágio de Mars?

Reuters

O cantor Bruno Mars e o DJ Mark Ronson devem sentar no banco dos réus em breve. Isso porque a dupla é acusada de plagiar a música Uptown Funk, que seria uma cópia do single Young Girls, da banda Minneapolis Collage.
O hit de Mars já rendeu cerca de US$ 2 milhões desde quando foi lançado em 2014.Leia mais

Balança acumula superávit recorde de US$ 38,5 bi até outubro

A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 38,527 bilhões de janeiro a outubro deste ano. O resultado é o melhor para o período desde o início da série histórica, em 1989. Antes, o maior saldo registrado havia sido o de janeiro a outubro de 2006, positivo em US$ 38,166 bilhões.

colombia

Saldo positivo:as exportações superaram as importações em US$ 2,3 bilhões no último mês.EBC

O governo projeta superávit entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões para 2016. O resultado pode ser recorde histórico anual, caso supere o saldo positivo de US$ 46,4 bilhões verificado em 2006.

Para o mês de outubro, foi registrado superávit de US$ 2,346 bilhões, o melhor para o período desde 2011. Naquele ano, houve saldo positivo de US$ 2,362 bilhões para o mesmo mês.

Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. A balança comercial tem superávit quando as exportações, vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior, superam as importações, que são as compras do país também no exterior.

Exportações e importações

O saldo positivo de outubro resultou de US$ 13,721 bilhões em exportações e US$ 11,375 bilhões em importações. O valor exportado caiu 10,2% em relação a outubro de 2015, segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. Na comparação com setembro, as exportações caíram 8,8%.

Em relação às compras do Brasil no exterior, houve queda de 15% na comparação com outubro de 2015. Comparado com setembro deste ano, as importações caíram 0,4% segundo a média diária.

 

Agência Brasil

 

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Mercado em movimento

Folhapress

A Bovespa teve queda de 2,46%, para 63.326,42 pontos. A baixa, a maior desde 13 de setembro, foi puxada pelo mau desempenho das ações da Petrobras e dos bancos.
No mercado de câmbio, o dólar subiu 1,6%, cotado em R$ 3,241. Essa é a maior alta percentual desde 13 de setembro. A moeda acumula alta de 1,4% na semana. Leia mais

 

Produção industrial

Folhapress

Depois de registrar queda por dois meses seguidos, a indústria brasileira voltou a dar algum sinal positivo. Em setembro, na comparação com agosto, a produção do setor subiu 0,5%.
Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção caiu 4,8%. No acumulado do ano, a queda na produção foi de 7,8%. Os dados foram divulgados pelo IBGE. Leia mais

 

Desabamento em Tocantins

Divulgação

Um desabamento em uma gruta no Estado do Tocantins causou a morte de dez pessoas e deixou feridos. O desabamento ocorreu quando acontecia uma missa em alusão ao Dia de Todos os Santos.
A celebração ocorre todos os anos na cidade de Santa Maria do Tocantins e não há informações sobre as possíveis causas do acidente. Leia mais

TCU vai fiscalizar mais de 19 mil pensões pagas a filhas de servidores

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou hoje (1º) que seja feita uma análise em 19.520 pensões pagas a filhas solteiras de servidores públicos federais em que foram identificados indícios de irregularidades, como o recebimento de outros tipos de aposentadorias ou rendas extras, como emprego no setor público ou privado. Segundo o ministro Walton Alencar Rodrigues, as irregularidades podem somar R$ 6 bilhões em quatro anos.

“São irregularidades caríssimas que são pagas por toda a sociedade brasileira para sustentar privilégios que são absolutamente incondizentes com a situação do país, uma vez que essas privilegiadas beneficiárias auferem valores que são absolutamente fora da realidade nacional, acrescidos de valores advindos do regime geral de previdência social, juntamente com valores derivados do exercício de atividades na iniciativa privada”, disse.

As beneficiárias terão direito de apresentar sua defesa para continuar recebendo as pensões e deverão comprovar sua dependência econômica em relação ao benefício previdenciário, sob pena de imediata perda da pensão. O ministro apresentou alguns casos de pensionistas com irregularidades, como o caso de uma mulher que recebe cerca de R$ 24 mil de pensão do pai, que era servidor público, mais pensão previdenciária por morte de R$ 796.

O ministro Raimundo Carreiro elaborou um voto que defendia que só deveria ser cortada a pensão das filhas de servidores que tivessem renda remanescente acima do teto da Previdência Social, de R$ 4,6 mil, considerado valor suficiente para garantir a “subsistência condigna” da pensionista. Levando em conta esse teto, o número de pensionistas em situação irregular cairia para 7,7 mil.

No entanto, Walton Alencar avaliou que esse critério seria subjetivo e contrariaria a legislação vigente. “Suponha a hipótese de uma pensionista proprietária de um palácio, com gastos de saúde altos, a qual poderá alegar que a percepção da pensão especial conjuminada com o exercício de cargo público ainda assim não é suficiente para a sua subsistência condigna”, exemplificou.

O pagamento de pensões para filhas de servidores públicos que sejam solteiras e maiores de 21 anos foi determinada por uma lei de 1958, mas, desde 1990, o benefício foi extinto, sendo mantido apenas para as pensionistas que já recebiam o benefício.

 

Agência Brasil

 

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Ocupações afetam Enem

Rayder Bragon

Cerca de 191 mil alunos vão fazer o Enem nos dias 3 e 4 de dezembro por causa das ocupações das escolas que serviriam como local de prova. Ao todo, são 304 colégios ocupados.
O restante dos alunos vão fazer o exame neste fim de semana. Já os que vão realizar a prova em dezembro devem receber um SMS a partir de hoje com um aviso da alteração.Leia mais

 

 

Trump passa Hillary

NYT

O candidato republicano Donald Trump superou a rival democrata Hillary Clinton por um ponto na eleição presidencial americana. Essa é a primeira vez que Trump lidera uma pesquisa desde maio.
O magnata reúne intenção de voto de 46%, contra 45% de Hillary. A pesquisa foi feita pela emissora ABC News e pelo jornal Washington Post. Leia mais

 

Acelera, PEC

Agência Senado

A sessão da PEC do teto dos gastos em uma comissão do Senado foi interrompida por um pedido de vista. A interrupção gerou revolta na oposição que queria discutir mais sobre o assunto.
O pedido foi feito pelo senador Ricardo Ferraço, do PSDB. O movimento faz parte da aceleração dos debates sobre o texto para que a PEC seja aprovada o mais rápido possível. Leia mais

 

 

Repatriação bate metas

Dado Photos

A arrecadação com impostos e multas da regularização de recursos ilegais mantidos no exterior somou R$ 50,9 bilhões. Os dados são da Receita Federal.
Assim, o governo atingiu a meta de arrecadação de R$ 50 bilhões. Os recursos devem ser usados para amenizar o deficit deste ano e servir de reserva para riscos fiscais.Leia mais

Governo federal ficará com R$ 38,5 bi de recursos da repatriação, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (1º) que dos R$ 50,9 bilhões arrecadados com regularização de ativos do exterior, por meio da chamada Lei da Repatriação, R$ 38,5 bilhões irão para o governo federal. O restante será dividido entre estados e municípios.

Segundo Meirelles, do montante destinado ao governo federal, mais da metade será usado para o pagamento de restos a pagar do Orçamento e uma parte irá para cumprir a meta de resultado primário de 2016. O detalhamento de como serão usados os recursos será feito na próxima quinta-feira (3).

Há ainda a previsão de que os recursos da repatriação sejam usados para contrapor “uma possível frustração de arrecadação” até o fim de ano, segundo o ministro.

“Tudo isso já está nas contas e mais da metade deverá, sim, ser usada para pagamento de restos a pagar, que são muito altos e que foram deixados em uma quantidade enorme pelo governo anterior”, disse Meirelles em entrevista após palestra para empresários na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista.

Balanço

A Receita Federal arrecadou R$ 50,9 bilhões em impostos e multas com a regularização de ativos do exterior. O valor dos ativos regularizados chegou ao montante de R$ 169,940 bilhões, segundo o órgão. O prazo para pessoas físicas e empresas com recursos no exterior quitarem as pendências com o Fisco com desconto na multa terminou ontem (31). O total de pessoas físicas que fizeram a declaração foi de 25.011 e de pessoas jurídicas, 103.

“Isso mostra o acerto da iniciativa, em primeiro lugar. E mostra outra coisa, da maior importância, na medida em que brasileiros que estão com recursos no exterior há muitos anos, irregularmente, estão dispostos a regularizar o capital, pagar os tributos, pagar multa, e trazer o recurso para o país, para investir aqui ou manter regularizado de maneira que ele possa a qualquer momento para país, isso é muito importante porque mostra uma confiança no Brasil, nas instituições brasileiras, confiança com a economia brasileira”, destacou Meirelles.

De acordo com o ministro da Fazenda, a economia do país deverá reagir positivamente à medida, mas não imediatamente. “No devido tempo, sim. Não há, evidentemente, um influxo súbito de capitais. Isso está vinculado às oportunidades de investimento, à melhora gradual da economia, ao crescimento do país, mas recursos que estavam lá fora agora estão disponíveis para serem investidos no país”, disse.

Segundo round

Meirelles disse apoiar um “segundo round” da lei da repatriação, ou seja, uma nova oportunidade para que pessoas físicas e jurídicas legalizem recursos depositados no exterior. “Do ponto de vista do Ministério da Fazenda, quanto mais arrecadar, melhor”, disse.

“Não temos nada contra fazermos um novo projeto. Evidentemente, tem que levar em conta que seja consistente como o primeiro. Acho que, na medida em que o primeiro foi um sucesso, isso de fato pode encorajar algumas pessoas que estavam com medo a, inclusive, regularizar o seu capital porque viram que o primeiro foi um sucesso, que está funcionando, teve um volume expressivo”, disse.

Meirelles ressalvou que a decisão para que um novo programa de repatriação ocorra deverá ser tomada pelo Congresso Nacional. “É absolutamente possível que o Congresso decida. Ele é soberano para isso e o Congresso pode decidir discutir e até aprovar um novo projeto”, disse.

Mais cedo, o presidente do Senado, Renan Calheiros, anunciou que vai apresentar um projeto de lei para reabrir o prazo para a repatriação em 2017.

 

Agência Brasil

 

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A única importância de Lula

Lula falou a estudantes da Universidade Federal de São Carlos: "Cada vez mais, em vez de negar a política, a gente tem que fazer política. Porque a desgraça..." [leia mais

O Antagonista nas livrarias

Mario Sabino está lançando "Cartas de um Antagonista", pela editora Record. O livro reúne artigos escritos para a nossa newsletter e outros inéditos.
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Reunião de Pauta - 01.11.2016 - Bom dia, Janete!

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