Navios Fantasmas 'da Coreia do Norte' aparecem no Japão

Publicado em 8 de dez de 2015
Japão: Veja dentro dos misteriosos navios fantasmas 'da Coreia do Norte'

Nos últimos dois meses, pelo menos, 12 navios de madeira misteriosos foram encontrados à deriva ao longo da costa do Japão. A Ruptly enviou um cinegrafista para investigar dois dos 12 barcos localizados em um porto em Wajima, terça-feira.

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Japan: See inside the mysterious 'North Korean ghost ships'

In the last two months at least 12 mysterious wooden ships have been found drifting along the coast of Japan. Ruptly sent a cameraman to investigate two of the 12 boats located at a harbour in Wajima, Tuesday.

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Ataques em Paris causam prejuízo à Air France KLM #ECONOMY

Publicado em 8 de dez de 2015
A transportadora aérea Air France KLM afirma que sofreu prejuízos na ordem dos 50 milhões de euros na sequência dos ataques terroristas ocorridos em Paris em novembro.

De acordo com dados revelados esta terça-feira pela transportadora, os ataques tiveram um impacto negativo sobre as reservas principalmente em mercados como os Estados Unidos e o Japão.

Ainda assim, e apesar do impacto negativo dos ataques, a companhia registou um aumento de 1,8% no tráfego de passageiros.

De acordo com o diret…
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ORACLE TEAM USA and Airbus: Wings and boards

Publicado em 8 de dez de 2015
The wings of an Airbus jetliner and the wing sail of a yacht operate in similar ways. That’s why ORACLE TEAM USA, the America’s Cup defender, is utilising Airbus’ know-how to help achieve optimum performance on water. This video clip includes insight from Ian “Fresh” Burns, Performance Team Manager for ORACLE TEAM USA.

Credit: Airbus

O ''parto de bigorna'' do Internacional contra o Fluminense, por Lúcio Machado Borges*

Plagiando o “comentarista” Maurício Saraiva da Zero hora, Rádio Gaúcha e RBS TV, a partida do Internacional contra o Fluminense foi um verdadeiro “parto de bigorna”. Por não ter um bom plantel e por ter um time muito fraco, o Internacional penou, mais uma vez, mas mesmo assim, conseguiu vencer o Fluminense. Mais uma vez Alisson salvou o Inter, bem como Ronaldinho não jogou nada pelo Fluminense e Cavalieri fechou o gol do Flu.
Interessante que o Maurício não diz que as partidas do Inter são um “parto de bigorna”, mesmo que o Internacional, jogo após jogo, apanhe da bola. Se não fosse as duas expulsões do Fluminense e o gol muito na sorte que o Vitinho, que saiu do banco e salvou o Inter. Vitinho chutou uma bola de forma errada, mas ele teve tanta sorte que a bola acabou batendo no rosto do goleiro do Fluminense e entrou no gol do clube carioca. Se a bola não tivesse batido em ninguém, teria ido diretamente para fora. O Inter teve muita sorte, já que time o Inter não tem. O Internacional tem sim um grande goleiro que está carregando o time nas costas. Quero ver como é que o Inter vai fazer agora, já que Alisson foi convocado para a Seleção Brasileira. Além de “parto de bigorna”, vai ser um verdadeiro filme de terror.


*Editor do site RS Notícias

Artigo escrito no dia 13 de agosto de 2015.



O pigarro pode prejudicar a voz?

O costume de pigarrear pode se tornar um hábito que contribui para o aparecimento de alterações nas pregas vocais, provocadas pelo seu atrito. Essa limpeza da garganta causa irritação na mucosa e provoca descamação do tecido, piorando as condições da laringe. A frequência da prática produz a impressão de remoção de “algo na garganta”, dando a sensação de alívio.
Ao sentir a necessidade de raspar a garganta, deve-se respirar fundo pelo nariz e deglutir a saliva para aliviar esse sintoma. Recomenda-se beber água para manter a laringe hidratada porque o pigarro pode ser um sinal de insuficiência de hidratação na laringe. SE o hábito persistir por muitas semanas, deverá ser avaliado por especialista.


O oportunista Antônio Carlos Macedo, por Lúcio Machado Borges*

Mais uma vez, o oportunista e mal profissional do rádio gaúcho, Antônio Carlos Macedo destilou o seu veneno e o seu ódio na Rádio Gaúcha.
Confesso que até hoje não entendi as razões da Rádio Gaúcha dar dois importantes programas como o “Gaúcha Hoje” e o “Chamada Geral – 1ª Edição”, para um jornalista tão medíocre, ditatorial como ele. Além de todos serem obrigados a concordar com este jornalista de quinta categoria, que nem no futebol deu certo como repórter, na manhã de hoje, durante o “Chamada Gera – 1ª Edição”, o colérico Antônio Carlos Macedo fez duras críticas ao time do Grêmio, por sua desclassificação na noite de ontem para o Fluminense, na Copa do Brasil. Se um dia este sujeito morder a língua, com toda a certeza ele irá morre, vítima do seu próprio veneno. Interessante que em nenhum momento ele tinha feito críticas aos comandados de Roger Machado, mas ontem o oportunista se manifestou após o empate do Grêmio em 1 X 1 com o Fluminense e a consequente eliminação da Copa do Brasil. Espero que a Rádio Gaúcha “arquive” logo este péssimo profissional do rádio gaúcho.
Este sujeito ainda vai morrer de câncer ou do coração, por causa desta sua raiva, do seu ódio que ele destila contra tudo e contra todos.


*Editor do site RS Notícias


Artigo escrito no dia 1º de outubro de 2015.

O Pan-Arabismo de Nasser

Em meio aos interesses expansionistas das potências que ao longo dos séculos exploraram o Oriente Médio surgiu a figura do líder Egípcio Gamal Abdel Nasserr, desfraldando a bandeira do pan-arabismo. Procurou alicerçar sua atração na Liga Árabe, organismo criado em 1945, contando com 22 membros. Em seu livro “Filosofia da Revolução”, Nasser expressou o seu objetivo de liderar não só os 150 milhões de árabes que se espalham desde o Golfo Pérsico até a Mauritânia como também 0s 420 milhões de muçulmanos da época, espalhados pelas mais diversas partes do mundo.
Embora sua ação se voltasse para os muçulmanos, procurou afastar a influência da religião islamita sobre a legislação e os costumes egípcios. Nasser governou o Egito de 1956 a 1970 e seu grande sonho era tornar o mundo árabe uma só nação, laica e unificada.
Chegou a fazer algumas tentativas práticas nesse sentido, a República Árabe Unida, integrada pelo Egito e pela Síria e que chegou a existir de 1958 a 1961, logicamente sob a presidência de Nasser. Todavia, alguns fatores foram determinantes para acabar com a efêmera república. Pesaram, sobremaneira, as dificuldades para integrar as duas economias, a nacionalização da indústria síria e a presença de altos postos do exército sírio de oficiais egípcios. Esses fatos acabaram por causar descontentamento generalizado entre os sírios, que culminou com um golpe militar, restabelecendo a independência síria.
O fato é que o mundo árabe, assim como é marcado por laços que unem sua população, com a mesma origem histórica, tradições, língua, religião muçulmana e o petróleo, de outra parte, apresenta profundas rivalidades políticas, territoriais e econômicas que, periodicamente, suscitam violentas explosões.
Acrescentem-se a isto alguns fatores de tensão como a luta de classes entre a riqueza feudal e a pobreza, aa continuidade das antigas lealdades tribais, agora disfarçadas em lealdade a partidos políticos, a existência de algumas fronteiras artificiais herdadas da época do colonialismo, divergências sobre o modo de resolver a questão palestina bem como sobre o posicionamento a assumir no conflito Leste-Oeste, que por longos anos teve no Oriente Médio o seu principal cenário.
Essas divergências, levadas ao extremo pelas posições de alguns líderes, fizeram com que o Iraque e Síria permanecessem em constante estado de beligerância e levaram o Egito e a Líbia, a uma confrontação bélica em 1977.
O Iraque e o Kuwait também chegaram a ter choques fronteiriços em 1973. Marrocos e Argélia chegaram a romper relações, em 1976, em virtude da anexação marroquina da faixa norte do Saara Ocidental.
Essas e outras múltiplas disputas e divergências, no entanto, sempre foram postas de lado quando se tratou de enfrentar o inimigo maior, no caso Israel. Na guerra de 1973, por exemplo, esquecendo todas as divergências, a Líbia enviou quarenta caças Mirage para a frente egípcia, o Iraque mandou tropas para ajudar a Síria, e o Marrocos enviou uma brigada à Síria.
É aquela velha frase: “... eu e o meu irmão lutamos contra o nosso primo...”.
Mas, tirando esta vontade para lutar contra Israel, é muito difícil manter o mundo árabe unido. Damasco e Bagdá, por exemplo, mantém uma rivalidade histórica, que data do século 18, quando a dinastia Ommayad governava o que é hoje a capital da Síria, enquanto que os Abassid dirigiam a atual capital iraquiana. Na esteira da influência soviética do pós-Segunda Guerra, o Partido Baath – de tendência laica e socialista – assumiu o poder nos dois países e passou a preconizar a restauração da harmonia na área. Mas a antiga rivalidade tribal prevaleceu, envolvendo mesmo a direção dos dois partidos. Houve sucessivas tentativas de cada um das partes para submeter o regime da outra.
Apesar das divergências internas, os dois países se tornaram aliados da União Soviética, com quem fizeram “tratados e amizade” - expediente comumente usado pelos soviéticos em sua época expansionista. Esses tratados possibilitaram o recebimento permanente de armamentos. Era uma nova aliança que os árabes buscavam como o contraponto ao colonialismo exercido pelo Ocidente. Até mesmo o nacionalismo e o pan-arabismo de Nasser foram arrastados para o lado de Moscou, que forneceu os armamentos de que ele precisava para os confrontos com Israel. Propiciou, igualmente, o financiamento para a construção da hidrelétrica de Assuã, financiamento este que fora negado pelo Ocidente.

Câmara Legislativa do DF é 1ª a aprovar canabidiol pelo SUS

A Câmara Legislativa do DF aprovou o uso da substância derivada da maconha na lista de remédios da rede pública para pacientes com epilepsia.
Governador Rodrigo Rollemberg tem 30 dias para sancionar ou vetar a medida
EXAME.ABRIL.COM.BR

O Brasil na ONU, por Jurandir Soares

Durante sua passagem pela ONU, nesta semana, a presidente Dilma abordou três temas. Um deles sobre economia, admitindo que o modelo adotado pelo Brasil esgotou. E fez o mea culpa, dizendo que problemas internos contribuíram para as dificuldades atuais do país. Teve que admitir que nossos problemas não se devem somente à crise externa, conforme insistia. Outro tema foi o relacionamento com o meio ambiente, quando apresentou metas ambiciosas como o fim do desmatamento ilegal, a restauração e o reflorestamento de 12 milhões de hectares e a recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradáveis. Mais: participação de 45% de fontes renováveis – eólica, solar e biomassa – na geração de energia. Com isto, segundo disse, o Brasil estaria dando sua imensa contribuição para a preservação do planeta. Um belo discurso “para inglês ver”, sabendo-se das limitações que existem no país, principalmente no que toca ao desmatamento e reflorestamento. Mas, enfim, vamos acreditar que, se metade do anunciado for concretizado, já teremos dado um grande salto. Até porque outros países fazem muito menos que isto.
Agora o que não dá para entender é a insistente reivindicação de que o Brasil tenha um assento permanece no Conselho de Segurança da ONU. A pergunta que se faz é: que papel tem cumprido o Brasil no cenário internacional para ter tal direito? Tivemos, é verdade, uma grande contribuição no Haiti. Porém, na questão da diplomacia temos sido uma fracasso. Apesar de seu gigantismo na América Latina, o país não tem feito a mínima ação como mediador de conflitos. Basta ver o seguinte: o recente conflito fronteiriço entre Venezuela e Colômbia teve um acordo mediado por Equador e Uruguai; o conflito entre o governo da Colômbia e as Farc, mediação de Cuba; o conflito entre Chile e Bolívia, levado ao Tribunal Internacional de Haia; o restabelecimento de relações entre EUA e Cuba, mediação do Papa. E o que é pior, o conflito entre os dois vizinhos e parceiros do Mercosul. Argentina e Uruguai, em torno das papeleiras, foi levado à mediação do rei da Espanha. Ou seja, o Brasil está fazendo jus à denominação de “anão diplomático” que lhe foi atribuída pelo porta-voz da Chancelaria de Israel pela posição assumida na guerra de Gaza em 2014. Assim, como querer um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU?!


Fonte: Correio do Povo, página 8 de 4 de outubro de 2015.


O impeachment da Dilma deu mais um passo importante. Confira.


O Brasil gaúcho, por Aldo Rebelo

A comemoração dos 95 anos do Instituto Histórico Rio-Grandense, de que tive a hora de participar neste 6 fr agosto, assinala a documentação e continuidade da epopeia gaúcha, regada com audácia e valentia desde que os consolidadores do nosso território, a destacar o bandeirante Raposo Tavares, ignoraram o Tratado de Tordesilhas que nos tirava estas terras e muito lutaram para integrá-las ao mapa e à identidade nacionais. É um rapto geopolítico imaginar um Brasil que começava em Belém e terminava em Lages (SC).
A refundação do Instituto em 1920 serviu ao propósito de produzir uma historiografia da unidade nacional. Se o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), fundado em 1938 surgiu para produzir uma história do Brasil baseada na centralização política, o sul-rio-grandense cuidou de deslindar a polêmica do separatismo. É tema fascinante a quem estuda a história do Brasil.
O historiador Sousa Docca foi taxativo no discurso de posse no IHGB, no Rio: “Sinto-me feliz de poder principiar, afirmando-vos que Bento Gonçalves, Bento Manuel, Canabarro e Netto nunca foram separatistas de coração”. A independência da província jamais foi unanimidade entre os farrapos.
O general Antônio Neto, se nunca abdicou da bandeira do Piratini, iria defender o Império na Guerra do Paraguai. Sabedores, antes da expressão de um estadista, que “a paz só se faz entre inimigos”, Bento Gonçalves e o barão de Caxias trataram-se com vinhos da mesma pipa. O próprio Bento, após o Tratado de Ponche Verde, reconheceu a generosidade “deste homem verdadeiramente amigo dos rio-grandenses” (Luís Ernani Caminha Giorgis, em “O Duque de Caxias”).
A boa-nova é que o chefe farrapo continua a ser símbolo da fibra gaúcha, Bento Gonçalves foi apontado como principal figura histórica do Rio Grande. Supera o “inventor” do Brasil, Getúlio Vargas. O reconhecimento deve-se à permanência e exaltação farroupilha como elemento de formação da identidade gaúcha e vetor do ufanismo regional. Muitos, ontem e hoje, não entenderam as razões da guerra. Mas todos entendemos que valeu a pena forjar um Brasil gaúcho.

Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação

Fonte: Correio do Povo, edição de 7 de agosto de 2015.