A retranca do Internacional na partida contra o Corinthians mostra a falta de qualidade do plantel colorado, por Lúcio Machado Borges*

Na noite de quarta-feira, dia 16 de setembro de 2015, o Internacional vai jogar pelo Campeonato Brasileiro contra o Corinthians, só que o Internacional vai fazer uma retranca, já que estará sem D'Alessandro e Sasha.
Em mim não vão passar este cachorro: não vivem dizendo que o Internacional é o melhor time e o melhor plantel do Brasil? Era só pegar os jogadores do banco e os incentivarem pra ir para cima do Corinthians.
A verdade é uma só: a comissão técnica do Internacional sabe que o time e o plantel que eles tem nas mãos é muito fraco e por isso eles vão fazer um “retrancão” para evitar tomar uma goleada do Corinthians.
Aquela história de que o Inter perdia por causa do rodízio de Diego Aguirre e agora com Argel, por falta de preparo físico, é conversa para boi dormir. O Inter é muito limitado tecnicamente e vai se retrancar para que Argel não perca o seu prestígio junto a torcida colorada.




*Editor do site RS Notícias



Artigo escrito no dia 16 de setembro de 2015. 

A retórica da democracia pelos partidos de esquerda, por Lúcio Machado Borges*

Só rindo para não chorar! Estava ouvindo agora há pouco o deputado gaúcho, Luiz Fernando Mainardi (PT), dizendo que foi uma atitude anti-democrática do presidente da Assembleia Legislativa, do Rio Grande do Sul, Edson Brum (PMDB) de impedir no dia de hoje a entrada dos sindicalistas e dos funcionários públicos estaduais de entrarem na Casa.
Ora, tremenda demagogia, já que o presidente da Assembleia Legislativa agiu hoje dessa forma, por medida de segurança, já que ontem, além dos sindicalistas não permitirem a entrada dos deputados na Casa. Aliás, pela primeira vez, a Assembleia Legislativa fechou em mais de 180 anos. Isso não aconteceu nem na época da ditadura militar.
Eu fico impressionado é com a mania que a esquerda tem de distorcer os fatos os servidores estaduais e os sindicalistas é que cometeram ontem um gesto antidemocrático, impedindo o funcionamento da Casa.
No passado não muito distante, Lula, Dilma, José Dirceu, José Genoíno entre tantos outros sempre disseram que lutaram na década de 60 contra a ditadura militar e pelo restabelecimento da democracia. Pura mentira, eles nunca lutaram em prol da democracia!
O que eles desejavam, de fato, era implementar no Brasil uma ditadura comunista, nos mesmos moldes que existam naquela época no Leste Europeu, Alemanha Oriental, Cuba, China e União Soviética.
É impressionante como a esquerda adora distorcer os fatos históricos!
Para finalizar, Luiz Fernando Mainardi deve ter esquecido que quando Ivar Pavan (PT), quando foi presidente da Assembleia quis prender baderneiros que invadiram a Assembleia e queria entregá-los a política. Ele também cogitou, naquela época, de querer impedir o povo de entrar na “Casa do Povo”.


*Editor do site RS Notícias



Artigo escrito no dia 16 de setembro de 2015.

A prática da transparência, por Cezar Miola

Neste ano o Prêmio Boas Práticas de Transparência na Internet chega à sua segunda edição. Trata-se de uma iniciativa do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) que tem por objetivo reconhecer os esforços dos Executivos e dos Legislativos municipais no que diz respeito à transparência, de acordo com os resultados de uma avaliação de sus portais. Para tanto, são atualmente utilizados 22 critérios, num total de 88 itens de controle, por meio dos quais é verificado o atendimento, pelos públicos, dos preconceitos da Lei de Acesso à Informação e da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Assim, praticando ele próprio a transparência, e sem descuidar de suas atribuições fiscalizatórias mais tradicionais, o tribunal lançou mão de ações alternativas e, com elas, tem contribuído de forma mais concreta para a melhoria da gestão pública, da governança e, consequentemente, dos serviços prestados à população gaúcha.
Nesse contexto se insere a honraria que hoje estamos outorgando a 76 Executivos e a 60 Câmaras Municipais riograndenses. Trata-se da concessão de um selo digital e de um diploma, que tem se revelado como uma importante credencial conferida aos poderes e órgãos da administração pública, que promovem e prestigiam a disponibilização de informações acerca do ambiente governamental.
Por isso, os critérios de avaliação não se limitam a exigir o cumprimento dos requisitos ministros estabelecidos pelas já citadas normas. O Tribunal de Contas procura identificar quais informações a sociedade mais busca quando acessa os portais públicos. A resposta é “serviços públicos”: acessar atos normativos no portal da Câmara de Vereadores e, no sítio do Executivo, obter informações sobre como pagar tributos e participar de campanhas de vacinação; saber a respeito da mobilidade urbana, da iluminação pública, do transporte coletivo, das obras do município, entre outros assuntos. Assim, o TCE-RS estimulou a disponibilização desses dados, embora nem sempre haja exigência legal explícita nesse sentido. E os resultados das auditorias realizadas demonstram o êxito da iniciativa.
De qualquer forma, trata-se apenas dos primeiros passos. Ainda é necessário avançar em relação à desburocratização para acesso a dados e serviços públicos e, principalmente, quanto à exposição dos informes, de modo que sejam de fácil localização e compreensíveis para toda a população. Mas esse começo é importante para o processo de consolidação da cultura da transparência e da integridade no Estado do Rio Grande do Sul e – quiçá por meio do exemplo – também em âmbito nacional.


Presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul



Fonte: Correio do Povo, página 2 de 20 de outubro de 2015. 

4 truques para escrever melhor

Posted: 04 Sep 2015 11:23 AM PDT
Saiba como saber escrever ou melhorar na redação - Para se ter uma boa escrita é extremamente necessário que tenha o hábito de ler diariamente. Existem algumas técnicas além da leitura constante, que podem melhorar em muito as habilidades de escrita, além de tudo expandir o seu vocabulário. Treinar é fundamental, principalmente no ano em que o candidato irá participar de vestibulares e Enem,

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Passarinho troca inverno americano por calor do DF e atrai observadores

O bacurau-norte-americano tem boca e olhos grandes e coloração parda
Imagem: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
CORREIOBRAZILIENSE.COM.BR|POR CORREIO BRAZILIENSE

A PEC dos Cartórios, por Guilherme Pinho Machado

Uma das maiores conquistas da Constituição de 1988 foi a consagração do princípio segundo o qual o acesso a cargos, empregos e funções públicas deve se dar por meio do concurso público. Há exceções, claro, como nos casos dos mandatos eletivos e cargos de confiança, nos quais se justificam, mesmo que com relação aos últimos existam cada vez mais limitações, como no caso da proibição ao nepotismo.
A regra é acima de tudo moralizadora, é acima de tudo moralizadora, uma vez que permite o acesso dos que efetivamente se preparam e demonstram capacidade para exercer as tarefas, aprovados que foram em certame público. Mais do que isso, o concurso público preserva a impessoalidade administrativa, afastando os interesses pessoais dos governantes, a quem não cabe escolher quem exercerá tais funções, limitando, assim, tanto os apadrinhamentos quanto as conhecidas perseguições.
A mesma Constituição, de forma expressa, dispôs que as funções de notário e de registrador também sejam preenchidas por concurso público. Acabou o legislador com a antiga prática, na qual cartórios eram transmitidos de pais para filhos, ou para cônjuges, mantendo-se uma mesma família por décadas responsável pela prestação de um serviço público ao cidadão.
No entanto, de forma surpreendente, e em absoluto retrocesso, a Câmara dos Deputados acaba de aprovar em primeiro turno a PEC 471, emenda constitucional em efetiva como “donos” dos cartórios os atuais interinos. A chamada “PEC dos Cartórios” vem desde o ano de 2005 entrando e saindo da pauta do Congresso Nacional, mas exatamente agora, quando vários concursos estaduais estão sendo realizados, muitos já encerrados, surge a aprovação deste verdadeiro “trem da alegria”.
Afirmam alguns que a emenda visa preservar os donos de pequenos cartórios, uma vez que muitos concursados são aprovados e não querem residir nas pequenas cidades, o que levaria ao fechamento das serventias. A alegação é falsa, e para tanto basta dizer que se um concursado não quer assumir determinado cartório, este permanece com o interino. O oficial de cartório deve ser um profissional do Direito que demonstre a efetiva qualificação para realizar as tarefas que são delegadas pelo Estado. De forma alguma se quer proibir que esses “herdeiros” exerçam tais funções. Para eles estão também abertos os concursos públicos, podendo concorrer de forma igual pelas vagas com os demais brasileiros, vagas estas a serem conquistadas por seu mérito, não por seus laços de sangue.
A emenda não só é inconstitucional, ela é imoral. Nossos deputados federais prestarão um grande serviço à população se não aprovarem a PEC 471 em segundo turno. Não só irão preservar uma conquista histórica do povo brasileiro, como demonstrar que nessa questão não reside nenhum outro interesse que não seja o público.


Juiz federal e professor de Direito Administrativo




Fonte: Correio do Povo, página 2 da edição de 28 de setembro de 2015.


A ampliação do calote, por Adroaldo Furtado Fabrício

Há décadas, os credores do nosso estado vêm sendo vítimas de um escandaloso, habitual e talvez irreversível calote dos débitos judiciais representados por precatórios. Não é demais lembrar que se trata aí das dívidas mais definitivas e inquestionáveis do ente público, porque decorrentes de sentenças transitadas em julgado, esgotadas todas as possibilidades de discussão da existência e do valor.
Débitos que, fosse o devedor um particular, autorizariam imediata penhora dos seus bens. Como o poder público tem o privilégio – entre tantos outros – de imunidade a esse instrumento de execução, tudo que o credor pode obter do Judiciário é uma ordem de pagamento dirigida ao Tesouro público, cujo atendimento, teoricamente, deveria ser incluído no orçamento do exercício imediatamente posterior.
Deveria, mas não é. Passa o ano, passam os seguintes, passam as décadas e nada acontece. Os credores morrem sem receber (como aquelas tricoteiras do acidente da TAM); as empresas têm de ganhar de novo o dinheiro que é seu e lhes foi negado, ou quebram, ou vendem a agiotas seus créditos – hoje, com prejuízos superior a 80%.
Para os haveres de menor monta, há o mecanismo alternativo da requisição de pequeno valor (RPV), cuja fila de espera é menor e cuja satisfação deveria – também teoricamente – ser imediata. Na prática, mesmo esses créditos mais miúdos enfrentam entraves orçamentários e burocráticos que postergam os pagamentos. Mas, enfim, para esses credores há, pelo menos, uma perspectiva de recebimentos.
Como, em regra, os titulares desses créditos menores são pessoas de modesta condição econômica, não deixa de ser um consolo saber que, se não os outros, esses serão um dia satisfeitos, o que ameniza um pouco a imoralidade intrínseca e repugnante do calote sistemático, erigido em política de Estado: os mais necessitados terão de vencer percalços e protelações, mas talvez recebam.
Pois é precisamente esse o limite do valor – hoje estabelecido no módico e razoável patamar de quarenta salários mínimos – que agora se pretende rebaixar, não para 30, ou 15, mas para sete. É muito triste e doloroso que um estado com o porte e as tradições do nosso, que em tempos valorizou a integridade e a ética do fio de bigode, possa descer a esse nível de mesquinharia.


Jurista e advogado, ex-presidente do TJRS



Fonte: Correio do Povo, página 2 da edição de 16 de outubro de 2015. 

A politização da crise do Rio Grande do Sul, por Lúcio Machado Borges*

O Rio Grande do Sul está passando por uma forte crise financeira, mas antes de qualquer coisa, preciso fazer alguns relatos.
Nesta terça-feira, dia 2 de setembro, uma mulher segurou a mochila de um brigadiano que cuida do canil da Brigada Militar. Ela é esposa de um ex-brigadiano que foi expulso da Brigada Militar. Ela pretende concorrer no próximo ano a vereadora.
Quando o governador estava na Expointer no último domingo, dia 30 de agosto, na frente de sua casa, na zona sul de Porto Alegre, tinha um casal de brigadianos da reserva que protestavam na frente da casa de José Ivo Sartori. Estes dois militares são da reserva e trabalhavam na Casa Militar durante o governo Tarso Genro.
Aonde eu estou querendo chegar? O que eu quero dizer que o país está enfrentando um forte recessão técnica e que o Rio Grande do Sul está passando pela pior crise econômica de sua história, mas é importante salientar que há algumas pessoas querendo que a coisa pareça muito pior do que é por motivos eleitorais.
Ninguém comenta, mas o grande responsável por esta crise que o Estado do Rio Grande do Sul enfrenta são os mesmo, na maioria das vezes que estão protestando contra o governo Sartori. A CUT, a Fessergs, O Cpers/Sindicato, o PT e os demais partidos de esquerda e dos movimentos sociais. Eles sempre foram contra as mudanças estruturais que o estado tinha que ter feito no passado, como a reforma da previdência estadual, privatização de empresas ultrapassadas e obsoletas, como a Corag, O Instituto Gaúcho de Silos e Armazéns e assim por diante. Ninguém fala, mas esta gente é contra porque nestas instituições e em muitas fundações estaduais que são verdadeiros cabides de empregos no governo estadual, tem várias pessoas que são militantes destes partidos e destes movimentos sociais.
Em nenhum momento eu vi eles responsabilizarem o ex-governador Olívio Dutra, que mandou a Ford para a Bahia, nem o senhor Tarso Genro, que com a sua incompetência, terminou de matar o Rio Grande do Sul, já que ele tirou da iniciativa privada as estradas que estavam privatizadas, limpou os cofres do Estado, e gastou todos os valores dos depósitos judiciais.
Os ex-governadores Antônio Britto, Germano Rigotto e Yeda Crusius tentaram fazer reformas no Estado, mas estas entidades sempre foram contra. Britto promoveu algumas privatizações e só não fez mais porque não conseguiu se reeleger. Britto, foi um dos poucos governadores, assim como Yeda Crusius que conseguiram ter superávit em seus governos. Yeda Crusius conseguiu devolver aos cofres gaúchos boa parte dos valores sacados dos depósitos judiciais, mesmo com a forte oposição dos movimentos sociais e dos partidos de esquerda, em especial, o PT. Como o Estado é um verdadeiro elefante branco e tem várias pessoas que se aposentam muito cedo, era certo que um dia isso iria acabar com a quebra do Estado. Este dia chegou, mas os movimentos de esquerda até agora não fizeram a sua mea culpa e assumiram a sua responsabilidade.



*Editor do site RS Notícias


Artigo escrito no dia 3 de setembro de 2015.

Dercy Gonçalves - Quando alguém diz que não gosta de mim




E ponto.
Posted by Leo Roberto Oliveira on Segunda, 2 de novembro de 2015