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Reflexão mais do que atual do escritor e jornalista inglês George Orwell, que viveu entre os anos de 1903 e 1950, e é autor de obras como "1984" e "A Revolução dos Bichos"
'A burrice no Brasil é a nova obra do PAC', diz Marcelo Madureira
#TVeja Um dos assuntos do programa ainda sem nome de Marcelo Madureira e Joice Hasselmann é o resultado do Enem 2014 e a constatação de que, no Brasil, nem é preciso estudar para obter sucesso. Afinal, tivemos um presidente da República semialfabetizado. "Podemos ficar calmos porque, no Brasil, tem uma coisa que cresce a passos largos: a 'ingnorranssia'. É tudo para combinar com o novo PAC. O PAC da burrice", diz Madureira
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VEJA.ABRIL.COM.BR
Meteorologia diz que pode chover no DF até terça-feira
Da Agência Brasil Edição: Kleber Sampaio
O Instituto Nacional de Meteorologia informou hoje (17) que pode chover em áreas isoladas do Distrito Federal (DF), principalmente à tarde, até a próxima terça-feira (20).
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Hoje, a temperatura máxima atingiu 31 graus. A mínima da madrugada foi 17 graus.
A meteorologista Odete Chiesa explicou que o DF “vive um veranico” e lembrou que o mesmo ocorreu em janeiro do ano passado quando, durante 15 dias, altas temperaturas foram registradas em janeiro.
A umidade relativa do ar situa-se em 45%.
O calor tem contribuído para a prática de esportes ao ar livre em parques e clubes.
Datas comemorativas lembram fatos históricos e despertam curiosidade
Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil Edição: Kleber Sampaio
As datas comemorativas fazem parte do calendário anual. Enquanto algumas são conhecidas porque trazem a lembrança de um fato histórico ou são comemoradas mundialmente, outras despertam a curiosidade como o Dia Nacional do Macarrão, instituído no ano passado. Ele passa a ser celebrado em 25 de outubro.
Em geral, as datas comemorativas reconhecem a importância de um fato histórico, homenageiam uma profissão, registram uma conquista social ou política e buscam mobilizar a sociedade em torno de uma causa. Um levantamento do site da Câmara dos Deputados - com datas comemorativas criadas por normas federais e com registro até 2010 - soma 275 datas distribuídas pelo ano.
Algumas celebrações são bem antigas, como o Dia de Natal, criado por um decreto imperial em 1822, e o Dia do Trabalho, feriado nacional criado em 1924 e celebrado em 1° de maio. O calendário traz algumas curiosidades como o Dia do Órfão (24 de dezembro), o Dia do Sogro (10 de março), e o Dia do Enfermo (14 de janeiro).
Entre as que homenageiam profissionais estão atividades conhecidas como professor, advogado e carteiro, e outras nem tão comuns como o eletricitário e o auditor-fiscal do trabalho. No último dia 9, a presidenta Dilma Rousseff sancionou cinco leis que instituem novas datas como o Dia do Humorista (20 de maio) e o Dia do Pedagogo (13 de outubro).
Ao longo dos anos, essas datas comemorativas foram estabelecidas a partir de leis e decretos. Em 2010, a Lei 12.345 fixou critérios para a instituição de datas comemorativas. Pelo texto, a proposição de datas que vigorem em território nacional deve ser feita por meio de projeto de lei e obedecer ao critério de “alta significação” para diferentes segmentos profissionais, políticos, religiosos e étnicos.
A definição de alta significação deve se dar por meio de consultas e audiências públicas, com a participação da população e organizações legalmente reconhecidas e vinculadas aos segmentos interessados.
O doutor em história pela Universidade de São Paulo (USP) Ricardo Oriá diz que as datas comemorativas são a forma de uma sociedade manter costumes e cultuar seus heróis e efemérides. Ele avalia que é importante que elas sejam criadas com a participação ativa da sociedade e de grupos profissionais e sociais a que essas datas estão ligadas. Segundo Oriá, ao fixar critérios e determinar consultas e audiências públicas, a lei de 2010 buscou suprir a necessidade de debate e evitar que a criação se banalize.
“A lei veio fazer não só que se estanque o volume exacerbado de proposições, como é também uma forma de legitimar essa demanda que, entendemos, deve partir da própria sociedade. A sociedade é que deve estabelecer aquilo que pretende homenagear, que datas históricas quer que sejam comemoradas. Isso dá legitimidade a essa proposição e evita que o próprio grupo a que ela se direciona nem tome conhecimento das razões de determinada data comemorativa”, disse Oriá.
Entre as que buscam mobilização social estão o Dia Nacional do Combate ao Trabalho Escravo (28 de janeiro) e o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas (7 de fevereiro). Um exemplo que consegue provocar mobilização de governos e da sociedade civil é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que desde 2000 é lembrado em 18 de maio.
O secretário executivo da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced), Vitor Alencar, conta que o 18 de maio é importante para atrair a atenção e colocar em discussão a temática do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes.
“O fato de existir essa data gera uma mobilização bastante significativa por parte da sociedade civil e do governo e tem um ganho fundamental na inserção nos meios de comunicação”, disse. “De alguma maneira obriga o Poder Público a tomar medidas”, acrescentou.
Alencar ressaltou que ter um dia específico é também uma oportunidade para provocar reflexão sobre o que vem depois e estimula que seja um primeiro passo para gerar comprometimento da sociedade com a temática.
Além do levantamento do site, a Câmara dos Deputados lançou a publicação Datas Comemorativas e Outras Datas Significativas, que lista também datas estabelecidas por organizações internacionais e que foram adotadas pelo Brasil e semanas de mobilização temática.
Mostra homenageia Augusto Boal no CCBB Rio
Paulo Virgílio - Repórter da Agência Brasil Edição: Kleber Sampaio
Centro Cultural Banco do Brasil expõe retrospectiva sobre a vida e obra do dramaturgo carioca, Augusto Boal, que atuou também como diretor, professor e ensaísta (Tomaz Silva/Agência Brasil) Tomaz Silva/Agência Brasil
Reconhecido mundialmente pela importância de seu principal legado, o Teatro do Oprimido, o dramaturgo e diretor teatral Augusto Boal (1931-2009) ganha, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) no Rio de Janeiro, a primeira mostra multimídia sobre sua vida e obra. Aberta ao público no último dia 13, a exposição, que narra a trajetória do intelectual e artista, é o carro-chefe do evento, que também conta com um espetáculo teatral, um show, leituras dramatizadas e oficinas. Nessas últimas, o público poderá aprender e participar dos exercícios, jogos e técnicas do revolucionário método teatral criado por Boal.
O panorama ocupa todo o segundo andar do CCBB. No ambiente concebido pelo cenógrafo Hélio Eichbauer, também curador da mostra, cartas, documentos, objetos pessoais e cartazes estão expostos em vitrines. Em uma área reservada, o visitante pode folhear e ler os livros do dramaturgo, com destaque para o clássico Teatro do Oprimido e outras poéticas políticas e os textos das diversas peças que escreveu.
Na mesma sala, o público pode apreciar uma grande linha da vida de Boal, desde seu nascimento no bairro carioca da Penha, na zona norte da cidade, sua formação nos Estados Unidos, a carreira no Brasil, iniciada no Teatro de Arena, em São Paulo, a atuação na resistência à ditadura militar, o exílio e a trajetória após o retorno ao país. Uma terceira sala do circuito é ocupada por vídeos e filmes sobre Boal, formando uma instalação, organizada pelos filhos do artista, Fabian e Julian.
“Estou muito satisfeita em organizar essa mostra aqui, já que Boal nasceu no Rio”, comenta a viúva do dramaturgo, Cecília Boal, que preside o instituto criado para preservar e fomentar o legado do artista. Segundo ela, no fim de 2013 foi realizada no Sesc Pompeia, em São Paulo, uma retrospectiva, mas sem a abrangência do projeto em cartaz agora no CCBB Rio.
A mostra paralela, com curadoria do diretor Sergio de Carvalho, da Companhia do Latão, leva à cena, no Teatro do CCBB, a partir do próximo dia 28, a peça Os que ficam, um ensaio sobre os textos de Boal. No elenco estarão atores da Cia do Latão e o veterano Nelson Xavier como convidado especial.
Ainda como parte da programação paralela, será apresentado no dia 22 de fevereiro o showCancioneiro de Boal, com a cantora Juçara Marçal. O espetáculo é inspirado em canções deArena conta Zumbi e outros trabalhos de Boal para a companhia teatral que marcou época nas décadas de 50 e 60 na capital paulista.
Foi no Arena que Augusto Boal pôde colocar em prática a formação em dramaturgia adquirida na Universidade de Columbia, em Nova York, cidade onde chegou em 1953, para fazer um doutorado em engenharia química. Lá, descobriu que o teatro era sua verdadeira vocação e assistiu às encenações do famoso Actor's Studio, de Lee Strasberg.
Quando retornou ao Brasil, foi convidado para integrar a direção do Teatro de Arena. Já interessado no teatro como fator de transformação social, Boal criou um seminário de dramaturgia que funcionava como espaço experimental para a discussão de textos que seriam encenados pelo Arena. Entre eles, o hoje clássico Eles não usam black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri, Chapetuba Futebol Clube, de Oduvaldo Viana Filho, e Revolução na América do Sul, do próprio Boal.
Também na mostra paralela, a oficina A arte do curinga, com Julian Boal, vai apresentar nos dias 25, 26 e 26 de fevereiro os princípios do trabalho do Teatro do Oprimido, discutindo sua atualidade.
Com foco na democratização dos meios de produção teatral, no acesso das camadas sociais menos favorecidas a esses meios e na transformação da realidade, o Teatro do Oprimido trouxe nova técnica de preparação do ator que alcançou repercussão mundial, principalmente a partir da atividade didática exercida por Boal e universidades norte-americanas e europeias. “Já perdi a dimensão do interesse que o método provoca e da quantidade de grupos teatrais que o utiliza no mundo inteiro”, conta Cecilia Boal.
No encerramento da mostra paralela, o ciclo Leituras abertas: a dramaturgia de Augusto Boal vai reunir diretores consagrados, como Aderbal Freire Filho e Bruce Gomlevsky, apresentando cenas inéditas ou pouco conhecidas da obra do dramaturgo e abrindo ao público o seu processo de ensaio. O ciclo será interativo, incorporando as sugestões dos espectadores.
No evento final do projeto, dia 16 de março, um debate, acompanhado de leitura de cartas de Boal, terá a participação de Cecilia, Sergio de Carvalho, artistas e intelectuais convidados.
De acordo com Cecilia, o engajamento político de Boal, presente em toda a sua obra, está bem destacado em todo o projeto. Uma das personalidades de maior destaque na resistência, no meio teatral, à ditadura militar, Boal dirigiu o lendário show Opinião, em 1965, no Rio de Janeiro, e em 1968 organizou em São Paulo a Primeira Feira Paulista de Opinião, no Teatro Ruth Escobar, um grande ato de protesto contra a censura.
O período negro iniciado após a assinatura do Ato Institucional nº 5 levou o Arena a excursionar pelos Estados Unidos, México, Peru e a Argentina. De volta ao Brasil, Augusto Boal foi preso e torturado em 1971 e, em seguida, partiu para o exílio na Argentina, até 1976, e depois em Portugal e na França. “Ele não saiu do Brasil porque desejava e isso está bem contado na mostra”, ressaltou Cecília.
A redemocratização do país trouxe o dramaturgo de volta ao Brasil. Em 1985, ele encenava a peça O Corsário do Rei, de sua autoria, com música de Edu Lobo e Chico Buarque, e no ano segunte dirigia o clássico Fedra, de Jean Racine, com Fernanda Montenegro no papel-título.
Ao mesmo tempo, a convite do então vice-governador e secretário de Educação do estado do Rio de Janeiro, Darcy Ribeiro, assumiu a direção da Fábrica do Teatro Popular e criou o Centro do Teatro do Oprimido (CTO).
Em 1992, Boal foi eleito vereador do município do Rio de Janeiro, pelo PT. Nesse período, ajudou a formar 50 grupos de teatro que atuavam em favelas, sindicatos e igrejas.
No fim do século 20, Boal iniciou experiência inédita, encenando óperas tradicionais, comoCarmen, de Bizet, e La Traviatta, de Verdi, com a utilização de ritmos brasileiros. Na última década de sua vida, dedicou-se quase completamente ao Teatro do Oprimido, dirigindo oficinas, publicando livros e fazendo palestras no Brasil e no exterior. Pouco antes de morrer, foi nomeado pela Unesco “Embaixador do Teatro”.
Sob a guarda do Instituto Augusto Boal, o vasto acervo do dramaturgo teve sua guarda reivindicada há três anos pela New York University (NYU), onde ele lecionou. “Eles se ofereceram para acolher toda a documentação na biblioteca da universidade, que é excelente, e se tivesse ido para lá com certeza já estaria tudo catalogado e disponível em meio digital”, conta Cecília.“Eu disse à pessoa da New York University que veio conversar comigo que o acervo, por ter origem na cultura brasileira, deveria permanecer aqui. E vamos continuar batalhando para que ele fique aqui e seja tratado da melhor forma possível”, enfatizou.
A exposição fica em cartaz até 16 de março e pode ser visitada de quarta-feira a segunda-feira, das 9h às 21h, com entrada franca. O espetáculo teatral, de 29 de janeiro a 15 de fevereiro, será encenado às 19h30, de quinta-feira a domingo, às 19h30, com ingressos a R$ 10, a inteira, e R$ 5, a meia-entrada.
O mesmo preço será cobrado pelo show O cancioneiro de Boal, dia 22 de fevereiro, às 19h30. As oficinas e leituras dramatizadas, nos dias 25 e 28 de fevereiro e 7 e 14 de março, às 19h30, terão entrada franca, com retirada de senhas uma hora antes. O CCBB fica na Rua Primeiro de Março, 66, no centro do Rio.
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POLÍCIA
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Charlie Hebdo aumenta tiragem para 7 milhões de exemplares
O semanário francês Charlie Hebdo anunciou hoje (17) que vai aumentar novamente a tiragem, de 5 milhões para 7 milhões de exemplares, do número editado após os atentados jihadistas da semana passada em Paris.
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O jornal, cuja tiragem habitual é 60 mil, disponibilizou inicialmente 3 milhões de exemplares dessa edição, número que foi posteriormente aumentado para 5 milhões.
Esses exemplares vão ser vendidos em etapas, nos próximos dois meses, junto com a edição impressa. O semanário está promovendo outras iniciativas.
Na página na internet, as pessoas podem fazer uma assinatura do jornal, fazer uma doação ou subscrever uma aplicação que permite ler o último número do jornal no smartphone.
A primeira edição após os atentados tem na capa uma caricatura de Maomé, com uma lágrima, segurando uma folha com a frase “Je suis Charlie”, a mesma que tem sido utilizada por milhões de pessoas em todo o mundo em defesa da liberdade de expressão.
A sede em Paris do Charlie Hebdo foi atacada no dia 7 de janeiro pelos irmãos Chérif e Said Kouachi, dois jihadistas franceses, que mataram 12 pessoas, incluindo cinco caricaturistas, entre eles o diretor do jornal Stéphane Charbonnier.
Agência Lusa e Agência Brasil
Hollande defende liberdade de expressão após protestos contra Charlie Hebdo
Depois dos protestos em vários países contra as caricaturas do profeta Maomé, publicadas pelo semanário Charlie Hebdo, o presidente François Hollande defendeu hoje (17) a liberdade de expressão como um dos princípios e valores franceses. "Há tensões no exterior, onde as populações não compreendem o que é o compromisso com a liberdade de expressão", disse Hollande em Tulle, no Sul da França, uma semana após os atentados terroristas em Paris, que causaram 20 mortes.
O chefe de Estado francês destacou que seu país "tem princípios e valores" entre os quais se destaca "a liberdade de expressão", mas lembrou que os Estados onde se registraram protestos contra o jornal atacado, como o Paquistão, a Jordânia, o Líbano ou Níger, são nações que a França "apoiou na luta contra o terrorismo".
Vários países mostraram, nos últimos dias, que condenam as caricaturas publicadas peloCharlie Hebdo na primeira edição após o ataque de 7 de janeiro à sua redação em Paris.
Na ocasião, dois homens encapuzados e armados, os irmãos Said e Cherif Kouachi, entraram na redação e mataram 12 pessoas. Depois de dois dias em fuga, os dois suspeitos do ataque foram mortos, quando forças de elite francesas atacaram uma gráfica, em Dammartin-en-Goële, onde eles se encontravam.
Além do ataque contra o jornal, mais dois incidentes violentos marcaram a semana passada na capital francesa. Um dia depois, Amédy Coulibaly iniciou uma escalada de violência, matando a tiro uma agente de polícia e assaltando um supermercado de produtos judaicos, que resultou na morte de quatro reféns e do próprio Coulibaly.
Na sexta-feira (16), milhares de pessoas manifestaram-se em vários países muçulmanos após o lançamento, na quarta-feira, de uma nova caricatura do profeta Maomé na capa do Charlie Hebdo.
Os protestos mais graves ocorreram em Zinder, a segunda cidade do Níger, onde o Centro Cultural Francês foi incendiado por manifestantes, tendo os protestos causado quatro mortes e 45 feridos.
Hoje, a polícia do Níger usou gás lacrimogêneo para dispersar milhares de manifestantes perto da grande mesquita da capital Niamey. Os manifestantes atiraram pedras contra a polícia e queimaram pneus, enquanto gritavam "Allah Akbar" (Deus é grande).
Também na Mauritânia, Argélia, no Senegal, Paquistão, na Jordânia, no Líbano e na Turquia manifestantes saíram às ruas contra o Charlie Hebdo, cuja capa da mais recente edição consideram insultuosa.
Agência Brasil e Agência Lusa
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