As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.
Aécio: ‘manobras’ tentam minar credibilidade da Lava Jato
Nestor Cerveró é preso pela Polícia Federal no aeroporto do Rio
Universidade em Santa Catarina oferece vagas gratuitas para haitianos
Homens que postam muitas ′selfies′ podem ter sinais de psicopatia, diz estudo
Uma pesquisa conduzida na Universidade Estadual de Ohio apontou que homens que publicam muitos autorretratos nas redes sociais podem apresentar sinais de narcisismo e psicopatia.
"Não é surpresa que homens que postam muitas ′selfies′ e gastam tempo editando suas fotos são mais narcisistas, mas é a primeira vez que isso é confirmado por um estudo científico", disse Jesse Fox, principal autora do artigo e professora de comunicação na universidade americana.
De acordo com a pesquisa, a pessoa narcisista é aquela que acredita ser melhor e mais atraente do que os outros, mas que possui uma "insegurança escondida". Já a psicopatia se caracteriza como a falta de empatia e consideração pelos outros e por tendências comportamentais impulsivas.
Fox submeteu 800 homens com idades entre 18 e 40 anos a um questionário sobre a postagem de ′selfies′ na internet que abordava a frequência com que publicam e se utilizam ou não um editor de fotos, entre outros pontos.
Os entrevistados também responderam perguntas sobre comportamentos sociais e auto-objetificação –a valorização excessiva da aparência em detrimento de outros aspectos da personalidade.
A conclusão foi que a publicação excessiva de fotos está relacionada ao narcisismo e à psicopatia. Os que se preocupam em editar suas fotos antes de postá-las não revelam sinais de psicopatia, pois são menos espontâneos, mas tendem mais à auto-objetificação.
Segundo a pesquisadora, os resultados não significam, necessariamente, que quem posta muitas fotos de si mesmo é narcisista e psicopata. Os dados analisados estão dentro da normalidade de comportamento social, apesar de ultrapassarem os níveis médios dessas características para a maioria das pessoas.
PÚBLICO FEMININO
O estudo não levou em conta as mulheres porque os dados comparados recebidos por Fox, compilados por uma revista, não incluíam o público feminino.
"Nós sabemos que a auto-objetificação leva a um monte de coisas terríveis, como depressão e distúrbios alimentares em mulheres", disse Fox.
"Como o uso de redes sociais é cada vez maior, todo mundo está mais preocupado com sua aparência. Isso significa que o problema pode se tornar ainda maior", continuou. Para ela, a auto-objetificação traz mais impactos para o público feminino.
A pesquisadora está conduzindo um novo trabalho para sugerir que as informações confirmadas por sua pesquisa também se aplicam às mulheres.
Fonte: Folha Online - 12/01/2015 e Endividado
Perfil oficial no Facebook traz Dilma como ′super-heroína′ contra inflação
O perfil oficial da presidente Dilma Rousseff no Facebook publicou na tarde desta segunda-feira (12) mensagem em que exalta a presidente como super-heroína por ter garantido, segundo o perfil, a menor inflação média de um presidente em primeiro mandato, de 6,41%.
Intitulada "Super Dilma", a mensagem, em tom informal, traz uma ilustração feita em cima de uma fotografia da cerimônia de posse do segundo mandato de Dilma, em 1º de janeiro. Dilma é retratada com uma capa e com os braços para cima, como se estivesse voando.
A mensagem se baseia em um artigo do jornal "O Estado de S. Paulo" que afirma que o primeiro mandato de Dilma registrou a menor inflação média de um presidente em primeiro mandato desde o Plano Real.
Reprodução/Facebook/SiteDilmaRousseff
Arte publicada na página oficial no Facebook retrata presidente Dilma como "super-heroína′
"Mesmo com uma das maiores crises econômicas mundiais rolando, a presidenta Dilma e sua equipe econômica conseguem o mais importante para o povo: manter o emprego, a renda e ainda garantir a menor inflação média de um presidente em primeiro mandato desde o plano Real. Dilma teve 6,41%, pertinho de Lula com 6,65% e bem abaixo dos 7,39% de FHC", diz a postagem.
O artigo original ressalta, no entanto, que apesar do resultado, a alta média dos preços no país durante o ano ficou acima dos 6,5%, o teto da meta. O centro da meta, que seria o ideal para ser atingido e que só se deverá chegar em 2016, é de 4,5%.
Apenas em dezembro o governo conseguiu com que o IPCA (índice oficial de inflação) ficasse pouco abaixo da meta da inflação, após o governo ter segurado preços administrados
O artigo lembra ainda que o governo terá dificuldades neste ano para combater a inflação, com possíveis aumentos de impostos e reajuste de tarifas represadas, como a gasolina e a energia.
Nesta segunda, economistas de instituições financeiras pioraram pela segunda semana seguida suas projeções para a inflação e o crescimento econômico neste ano, elevando também a perspectiva para a alta dos preços administrados.
De acordo com o Boletim Focus, realizado pelo Banco Central e divulgado nesta segunda-feira (12), a previsão para a alta do IPCA de 2015 foi elevada a 6,60%, de 6,56% anteriormente, mantendo-se acima do teto da meta do governo (6,5%).
Uma fonte de pressão são os preços administrados, cuja projeção para este ano subiu a 8%, contra 7,85%
Fonte: Folha Online - 12/01/2015 e Endividado
Joaquim Levy diz que ajuste econômico não é "saco de maldades"
Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso
Mudanças serão compatíveis com proposta de elevar poupança pública, diz LevyMarcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, descartou um“saco de maldades ou pacotes” para fazer correções na economia e nas contas do governo. Em encontro com jornalistas que cobrem o setor e acompanhado do primeiro escalão da área econômica, Levy fez questão de mostrar que as mudanças serão compatíveis com a proposta do governo de elevar a poupança pública.
Ele não informou, porém, quais tributos poderão ser elevados ou ajustados, mas, sobre os gastos, citou medidas recentes do governo para aumentar o rigor na concessão de benefícios da Previdência Social. “[As primeira medidas] se pautam na preservação do direito, mas fazem ajuste de distorções e excessos que só servem para enfraquecer os direitos.” Segundo o ministro, o governo está atuando para evitar desperdícios.
Saiba Mais
Para Joaquim Levy, a intenção de uma pensão é proteger um pai que, porventura, tenha sofrido acidente ou falecido. “Não é [conceder] uma renda vitalícia para alguém que tenha capacidade de trabalhar e é independente. No caso dos impostos, também. Qualquer movimento será compatível com nosso objetivo”, destacou.
Na mesma linha, o ministro defendeu o “realismo tarifário”. “É um desafio importante no momento em que se deve reorientar a economia. Temos de fazer coisas que tenham um mínimo de impacto na atividade econômica”, avaliou. Levy deixou claro que não haverá repasses do Tesouro Nacional para o setor elétrico para equilibrar a conta de energia, ficando a cargo dos consumidores o aporte final por meio das tarifas.
Para justificar os ajustes que o governo pretende realizar , Levy comparou o governo com famílias que têm orçamentos e devem honrá-los. “Às vezes, em uma semana, deixa-se de ir à balada ou de comprar um tênis, porque tem de pagar outra coisa, como um caderno. Na hora de comprar, o material escolar vem na frente”, exemplificou.
Conforme o ministro, o que o governo está fazendo é exatamente isso. “São decisões que todas as famílias sempre tiveram de tomar e que nos garantem ir para a frente”, completou.
O ministro explicou ainda a tributação de investimento, garantindo que não será uma decisão “absolutamente imediata” e que o governo fará muitas consultas. “O objetivo, ou qualquer coisa que seja feita, fará parte de uma estratégia de harmonização, de maneira que tenhamps a melhor composição possível de instrumentos de poupança, investimento. Vamos fazer com certa presteza, mas não é uma coisa eminente.”
O novo secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Barbosa Saintive, admitiu que 2015 não será um ano fácil, porque será justamente de ajustes na economia. Ele destacou que as medidas de corte de gastos para o governo atingir o equilíbrio fiscal estão sendo estudadas e serão submetidas ao ministro Joaquim Levy. Saintine não adiantou valores e medidas.
Ministro promete pedir à Volkswagen que suspenda demissões
Miguel Rossetto disse que garantirá estabilidade do emprego até março de 2017
Miguel Rossetto disse que garantirá estabilidade do emprego até março de 2017 | Foto: Samuel Maciel / CP Memória
ANÁLISE: Com críticas, Marta quer usar sentimento antipetista para voltar ao cenário político em SP
#marta (via Politica Estadão)
ANÁLISE: Com críticas, Marta quer usar sentimento antipetista para voltar ao cenário político em SP
POLITICA.ESTADAO.COM.BR
Pesquisa constata que consumidores brasileiros adoram uma promoção
Pesquisa da CNI também constatou que consumidores brasileiros estão mais exigentes e preocupados com o meio ambiente na hora de ir às compras.
Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria constatou que os consumidores brasileiros adoram uma promoção. E que estão mais exigentes e preocupados com o meio ambiente na hora de ir às compras.
O brasileiro é um consumidor exigente e seletivo: 91% comparam preços antes de comprar.
“Melhor esperar porque fica mais barato. Tudo sai mais em conta”, diz um homem.
E 78% dos entrevistados na pesquisa da Confederação Nacional da Indústria disseram que pechincham.
E o brasileiro dá muito valor a uma liquidação. A pesquisa mostra que o brasileiro aprendeu mesmo a esperar a melhor hora para ir às compras. Dois em cada três consumidores deixam para comprar produtos de maior valor, como eletrodomésticos e televisores, quando as lojas entram em promoção.
Os homens são ótimos na hora de barganhar o preço e as condições de um carro. Mas em todos os outros itens, as mulheres são mais cuidadosas. Nalu é um exemplo. Passou um mês comparando preços antes de comprar o fogão. E valeu a pena: economizou 30%.
“Antigamente eu não era assim. Eu tinha vontade de comprar um sapato, eu ia na sapataria, não importava pra mim o preço. Hoje não, se tiver que comprar um sapato, vou esperar a hora certa, vou esperar o momento do preço bom e o dinheiro tá no jeito pra poder comprar esse sapato”, afirma a dona de casa Nalu Lima.
Metade dos entrevistados disse que gastaria um pouco mais para comprar produtos que não agridam o meio ambiente. A indústria e o comércio terão que se adaptar ao novo consumidor.
“O consumidor está preocupado com o serviço de pós-venda, o consumidor preocupado com as questões ambientais, com a questão de consumo de eletricidade do bem, isso mostra um consumidor mais focado na qualidade do produto e do serviço que ele tá querendo adquirir”, explica o gerente-executivo da CNI Renato da Fonseca.
E para quem ainda insiste em comprar sem pesquisar, dona Maria, que sempre vai às compras de caderninho na mão, dá um conselho.
Maria Zenaide, aposentada: É bom ter paciência. Mais paciência é melhor.
Jornal Nacional: Mais paciência, mais dinheiro no bolso?
Maria Zenaide: Mais dinheiro no bolso. Falou certo. É isso aí.
Fonte: Jornal Nacional - 12/01/2015 e Endividado
Justiça no DF oferece programa a consumidores superendividados
Ivan Richard* - Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto
O superendividamento – resultado da equação crédito fácil-falta de planejamento financeiro – tem se tornado, nos últimos anos, um problema cada vez maior, quando o valor das dívidas a pagar compromete drasticamente a renda ou mesmo o ganho mensal. O caminho, que vai da satisfação pela compra de algo desejado por meses ao desespero e à angústia por não conseguir pagar as contas no fim do mês, tem sido percorrido por um número cada vez maior de brasileiros nos últimos anos.
Maria do Socorro espera organizar as finanças com o apoio do Programa de Prevenção e Tratamento de Consumidores SuperendividadosFábio Pozzebom/Agência Brasil
A vendedora ambulante de Brasília Maria do Socorro enfrenta o problema. O sorriso fácil desaparece quando começa a falar das contas. Socorro acumulou cerca de R$ 10 mil em dívidas com cheques e agora não tem crédito para conseguir financiar uma casa no programa habitacional do governo local. “Estou pagando aluguel e preciso quitar a dívida, mas o dinheiro é pouco. Escolhi pagar o aluguel, porque sem casa não dá para ficar”.
Mãe de três filhas, duas menores e uma adulta, a vendedora de água, sucos e refrigerantes na área central da capital consegue apenas o suficiente para pagar as contas do dia a dia e vê os débitos crescerem. “Só eu trabalho para pagar as contas e as dívidas foram se acumulando”, contou.
Para ela, a “luz no fim do túnel” pode estar no Programa de Prevenção e Tratamento de Consumidores Superendividados oferecido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Como em um acompanhamento médico para um paciente, consultores do tribunal farão a análise das dívidas decorrentes da relação de consumo para indicar caminhos destinados ao pagamento dos débitos.
“Muitas vezes, quando a pessoa está superendividada não enxerga a luz no fim do túnel e a gente pretende dar essa luz, dizer que ela tem como sair da situação”, explicou o coordenador do projeto e vice-presidente do TJDFT, Waldir Leôncio. "[O superendividamento] ocorre quando a pessoa tem a capacidade de pagamento das dívidas superando os seus rendimentos, comprometendo sua subsistência. O programa está diretamente ligado à dignidade da pessoa humana”, acrescentou.
Pode se inscrever, a pessoa física maior de idade que, de boa-fé e por má administração do orçamento, seja por distúrbio – como o consumismo – ou por infortúnios – como morte, doença, divórcio ou desemprego, por exemplo – esteja impossibilitada economicamente de pagar o conjunto das dívidas.
“Na verdade, é tratamento mesmo. Temos [no meio jurídico] doutrina sobre o assunto, que dá esse enfoque, porque o superendividado equivale a uma pessoa cujas finanças estão mal de saúde. Em uma situação em que alguém tem sua saúde física necessitando de melhoria e cura, é preciso se submeter a um tratamento. Em se tratando de finanças, é a mesma coisa”, comparou Leôncio.
Para ele, o tratamento exigirá dedicação e sacrifícios. "O programa não é para perdoar dívidas. Estamos chamando essas pessoas para assumir a responsabilidade delas. Não existe aqui um tratamento paternalista. Não queremos tratar o devedor com a visão paternal, mas sim realista. Então, se a família têm dois automóveis, é claro que ela poderá ser aconselhada a se desfazer de parte do patrimônio para quitar as dívidas”, acrescentou.
De acordo com o coordenador, estão sendo firmados convênios com instituições, especialmente bancos, para possibilitar que os devedores aptos a participar do programa tenham o débito negociado de forma diferenciada. “Então, com aquele que é assalariado e tem dívida em várias instituições, por exemplo, procuraremos trabalhar para uma solução em que ele possa se manter e, ao mesmo tempo, pagar os débitos. Haverá várias formas de negociação, com a chamada moratória, possibilidade de redução dos encargos e até mesmo capital emprestado. Na verdade, esses convênios vão dar aos superendividados condições de eles se reerguerem.”
Segundo o vice-presidente do TJDFT, o primeiro passo para solucionar o problema é reconhecer que ele existe. Para se inscrever no programa, o próprio devedor deve enviar e-mailpara conciliar@tjdft.jus.br relatando os problemas com as finanças. Está fora do programa a negociação de dívidas oriundas de débitos fiscais, trabalhistas, de alimentos, profissionais e habitacionais.
Dados do SPC Brasil mostram crescimento de 3,5% da inadimplência em dezembro
Da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso
Em dezembro, o número de consumidores com contas em atraso cresceu 3,45% na comparação com o mesmo período de 2013. Os dados são do Indicador de Inadimplência calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Eles representam aproximadamente 54,5 milhões de consumidores, 38% da população brasileira, que terminaram o ano com restrições no Cadastro de Pessoa Física.
Apesar do aumento, os números divulgados hoje (13) indicam que esse foi o crescimento mais fraco dos meses de dezembro desde 2011. Conforme o SPC Brasil, o aumento na inadimplência em ritmo menor tem como causa peculiaridades da economia em 2014 e maior seletividade na concessão de crédito. "As vendas de itens essencialmente ligados a crédito, como móveis, eletrodomésticos, veículos e materiais de construção têm apresentado franca desaceleração", afirmou Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.
Saiba Mais
- SPC Brasil : 48% dos consumidores vão comprar presentes de Natal a prazo
- SPC Brasil estima que 52 milhões de consumidores estejam inadimplentes no país
Os dados ressaltam que, comparado a dezembro de 2013, pessoas entre 85 e 94 anos foram as que tiveram maior aumento na participação da quantidade de dívidas, com acréscimo superior a 10%. Na outra ponta, as dívidas ligadas aos mais jovens cresceram menos, chegando a variar negativamente em 8,19%. Conforme os cálculos, pessoas entre 30 a 39 anos são as que mais se endividam no país.
Especialistas do SPC avaliam que a situação deve-se ao fato de que os jovens estão cada vez menos comprometidos com a emancipação financeira, o que os leva a "necessitarem menos de aquisição de itens pagos a longo prazo, ao contrário dos mais idosos", salientou Marcela.
De acordo com o indicador do SPC Brasil, cinco em cada dez dívidas pendentes de pessoas físicas (46%) têm como credor bancos ou instituições financeiras. A segunda maior representatividade é do comércio, que concentra 21% das dívidas atrasadas, seguido do setor de comunicação (16%), que engloba serviços de internet, televisão e telefonia. Apesar da menor representatividade nas dívidas em atraso em dezembro, foram os setores de comunicação e de água e luz que apresentaram o maior crescimento na variação anual.
"Isto porque elas estão inseridas no grupo de dívidas mais novas, até 90 dias. É uma tendência crescente entre as concessionárias de negativar o consumidor indimplente. É uma forma de receber o débito mais rápido, antes da suspensão do serviço", avaliou Marcela.
Comparada mensalmente, a inadimplência também recuou 0,94%. O total de dívidas pendentes apresentou retração ainda mais intensa, chegando a 1,62% na comparação com novembro. Segundo os dados, os recuos ocorrem anualmente em dezembro por conta da injeção do décimo terceiro salário na economia durante o período de Natal. Para a economista, uma boa maneira de evitar o aperto financeiro é "tentar fazer as compras à vista".
Agricultor que matou 04 bandidos que tentaram invadir sua casa é liberado pela Polícia do Paraná
Agricultor que matou 04 bandidos que tentaram invadir sua casa é liberado pela Polícia do Paraná
O agricultor foi ouvido na Delegacia e liberado depois de prestar esclarecimentos.
FOLHACENTROSUL.COM.BR
Polo industrial da Serra Gaúcha, Caxias do Sul vive crise de emprego
por FELIPE BÄCHTOLD
Após um boom de desenvolvimento e emprego na década passada, Caxias do Sul, polo industrial da Serra Gaúcha, perdeu milhares de vagas e começou 2015 com setores em férias coletivas.
Dados do Ministério do Trabalho mostram que o município teve um dos piores saldos da indústria de transformação no país e fechou o ano com 3.137 vagas a menos.
Segundo o sindicato das indústrias locais, 7 de cada 10 empregados do setor metalomecânico, foco da economia da cidade, estão em férias coletivas. São 35 mil pessoas, 7% da população. O nível de emprego recuou cinco anos.
As perdas do setor de implementos em 2014, de 10% no país, tiveram especial impacto em Caxias do Sul, sede de duas das maiores fabricantes de implementos rodoviários do Brasil (Guerra e Randon) e de montadoras de ônibus como a Marcopolo.
No cálculo da Câmara de Indústria e Comércio local, a economia da cidade encolheu 5% no ano passado. O faturamento da indústria metalomecânica caiu 15%.
"É uma economia que cresce mais do que a média em tempos de desenvolvimento, mas cai mais do que a média em tempos de retração", diz o secretário das Finanças, Gilmar Santa Catharina.
Para as indústrias locais, pesou a indefinição nas concessões rodoviárias, que afetou a venda de ônibus.
Segundo o presidente da Câmara da Indústria, Carlos Heinen, os cortes só não foram mais numerosos por causa de medidas como férias coletivas e redução da carga horária. "As empresas também aproveitaram para dar férias coletivas à espera das medidas do novo ministro da Fazenda [Joaquim Levy]."
Fonte: Folha Online - 13/01/2015 e Endividado
Poupança termina 2014 com ganho de 0,63% acima da inflação
A poupança registrou no ano de 2014 ganho de 0,63% acima da inflação, o quarto menor ganho desde que o Plano Real foi instituído, em 1994, de acordo com dados do Banco Central.
O cálculo vale tanto para depósitos feitos antes de 3 de maio de 2012 quanto após essa data, que estão com o mesmo rendimento. No ano passado, a poupança teve rentabilidade 7,08%, ante uma inflação de 6,41%.
O resultado só não foi pior do que o observado nos anos de 2002 (quando o rendimento da poupança teve perda de 3,01% depois de descontada a inflação), 2013 (ganho real de 0,43%), 2004 (0,46%) e 2012 (0,60%).
Editoria de arte/Folhapress
Segundo o economista Samy Dana, professor da FGV (Fundação Getulio Vargas), a tendência para a poupança é manter uma rentabilidade pouco acima da inflação, não superando o patamar de 1%. "A poupança vai continuar nessa casa de 7% ao ano, em um cenário de inflação elevada. O investidor tem que levar em conta que a Selic subiu muito. Quando você olha a curva futura de juros, já enxerga uma taxa de 12%", ressalta.
"Enquanto o mercado de títulos públicos paga em média 6% acima da inflação, a poupança não chega a 1%. Então você tem um custo muito alto de deixar o dinheiro na poupança. Deixa de ganhar todos esses juros", ressalta.
Em 2014, a poupança foi o segundo pior investimento, de acordo com ranking elaborado pela Folha. A caderneta só perdeu para os fundos de ações livre, que tiveram perdas de 0,83% no ano passado.
CAPTAÇÃO
No ano passado, a poupança registrou a menor diferença entre depósitos e saques em três anos, de acordo com dados do Banco Central.
A captação líquida da poupança foi de R$ 24 bilhões no ano passado, uma queda de 66,2% em relação ao saldo registrado em 2013, quando somou R$ 71 bilhões.
O montante de 2014 foi superior aos R$ 14,2 bilhões de 2011.
O saldo do ano passado foi resultado da aplicação de R$ 1,64 trilhão e saques de R$ 1,616 trilhão. O rendimento da poupança no ano foi de 7,08%. O patrimônio atual da poupança está em R$ 662,7 bilhões, novo recorde, de acordo com os dados do BC.
Em dezembro, a captação líquida da poupança foi de R$ 5,43 bilhões, montante 51,5% inferior ao do mesmo mês de 2013, quando havia sido de R$ 11,2 bilhões. Em relação a novembro, porém, o resultado foi de aumento de 114,2%.
O desempenho ruim da poupança em 2014 pode ser explicado pelo aumento da inflação, que deixa menos dinheiro livre disponível, afirma Mauro Calil, especialista em investimentos do Banco Ourinvest. "Está sobrando menos dinheiro no orçamento e as pessoas que antes aportavam R$ 100, por exemplo, colocam hoje R$ 70, e assim por diante", ressalta.
Outra explicação é a transferência de recursos da poupança para outros produtos financeiros que tenham rendimento superior ao da caderneta, completa.
Com a Selic em 11,75% ao ano, a poupança -tanto para depósitos até 3 de maio de 2012 quanto após essa data- rende 0,5% ao mês mais Taxa Referencial (TR). Caso a taxa básica de juros fique igual ou abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento da caderneta com depósitos após 4 de maio de 2012 cai para 70% da Selic mais TR.
Fonte: Folha Online - 12/01/2015 e Endividado
Levy descarta mudar alíquotas da tabela do IR
Governo defende correção de 4,5% apesar do Senado ter aprovado reajuste de 6,5% para 2015
Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, participou de café-da-manhã com jornalistas | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP
Cartão de crédito tem maior taxa de juros em 15 anos, mostra Anefac
As taxas de juros cobradas no cartão de crédito atingiram o maior patamar em mais de 15 anos, de acordo com dados da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgados nesta segunda-feira (12).
Os juros médios cobrados na modalidade chegaram a 11,22% ao mês (ou 258,26% ao ano) em dezembro de 2014, maior patamar registrado desde julho de 1999, quando a taxa era de 11,74% ao mês (ou 278,88% ao
ano). Em novembro, o juro médio foi de 10,90% ao mês (246,08% ao ano).
Parte do aumento é explicada pela retomada do ciclo de aumento da taxa básica Selic, iniciada na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) de outubro do ano passado, segundo Miguel Ribeiro de Oliveira, coordenador da pesquisa e diretor executivo da entidade. Esse aperto monetário faz com que aumente o risco de inadimplência.
"Outro fator é o atual cenário econômico, que sofre consequências causadas pelas altas inflacionárias e aplicação de juros maiores, e implicam diretamente na redução da renda familiar e no aumento da inadimplência. Com cenário de instabilidade, o mercado sofre retração e apresenta consequências, como desemprego, auxiliando o desaquecimento da economia", diz a Anefac em nota.
Os juros no cheque especial também subiram e atingiram o maior valor em mais de 11 anos. A taxa média cobrada em dezembro de 2014 foi de 8,92% ao mês (ou 178,80% ao ano), enquanto em setembro de 2003 foi de 9,03% ao mês (ou 182,20% ao ano). Em novembro do ano passado, a taxa havia sido de 8,56% ao mês (ou 167,94% ao ano).
De acordo com a Anefac, o juro médio ao consumidor cobrado nas operações de crédito passou de 6,14% ao mês em novembro (ou 104,43% ao ano) para 6,30% ao mês (ou 108,16% ao ano) em dezembro de 2014.
Todas as seis linhas de crédito pesquisadas pela associação registraram alta no último mês do ano passado (confira abaixo).
TAXA DE JUROS PARA PESSOA FÍSICA EM DEZEMBRO
PESSOA JURÍDICA
Os juros médios cobrados de empresas registraram alta em dezembro do ano passado, passando de 3,49% em novembro (ou 50,93% ao ano) para 3,54% no mês passado (ou 51,81% ao ano).
As três linhas de crédito analisadas viram seus juros subirem.
No capital de giro, os juros subiram de 1,96% ao mês em novembro para 2% em dezembro.
Já a taxa de desconto de duplicatas avançou de 2,56% ao mês em novembro para 2,60% mensais em dezembro. A conta garantida passou de 5,94% ao mês em novembro para 6,02% ao mês em dezembro.
Fonte: Folha Online - 12/01/2015 e Endividado
LIFE PARK
Para maiores informações, entrar em contato com o corretor de imóveis Lúcio Borges (51) 9194 3742 ou através do e-mail: luciomachadoborges@gmail.com
LIFE PARK
SEGMENTO
Residencial
BAIRRO
Marechal Rondon
CIDADE
Canoas
CONSTRUTORA
LANÇAMENTO
Jan / 2015
CONCLUSÃO
Ago / 2018
DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO | LIFE PARK
Conceituado como um clube, o Life Park transforma o morar em uma experiência diária de lazer e diversão, no conforto do lar.Os apartamentos de 2 e 3 dormitórios oferecem infraestrutura completa para curtir os melhores momentos da vida com a família e os amigos. Entre as torres do condomínio, itens de lazer convivem lado a lado com as pessoas, em total segurança e harmonia. Isso porque as garagens ficam no subsolo, o que deixa as áreas de lazer livres da circulação de carros. Assim, pode-se deixar que as crianças brinquem livremente e aproveitem o espaço externo. Localizado em bairro nobre de Canoas, em torno valorizados bairros Jardim do Lago e Moinhos de Vento e com grande proximidade ao futuro shopping Multiplan.
TIPOLOGIAS DO EMPREENDIMENTO | LIFE PARK
Área
Tipo
Vagas
Dormitórios
Entrega
Valor
Planta


