Moisés Mendes: o sucesso do legítimo nu gaúcho

O colunista escreve às terças e sextas-feiras em ZH
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Para ciclista que ficou nu em Porto Alegre, ato foi um protesto


Aldo Lammel foi o único a tirar a roupa durante caminhada proposta para reunir pessoas nuas
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Gaúchos organizam corrida sem roupa com objetivo de apoiar a 'causa'


Se depender de internautas de Porto Alegre, os quatro casos de pessoas correndo nuas pela capital do Rio Grande do Sul não serão os últimos. Um...
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Marido de mulher que se suicidou morre em acidente a caminho do sepultamento

Tragédia: Após perder a mulher, que cometeu suicídio no bairro da Madalena, o esposo sofreu um acidente fatal na BR-408, quando estava a caminho do enterro da companheira.

Ex-diretor da Petrobras, Renato Duque é preso pela PF no Rio de Janeiro

Duque tem ligações com o PT e foi indicado ao cargo pelo ex-ministro José Dirceu (PT). O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e dois executivos ligados à Toyo-Setal – empresa que tem contratos de mais de R$ 4 bilhões com a estatal –, afirmaram em delação premiada que Duque era beneficiado pelo esquema de suborno na estatal. ‪#‎ADComunicação‬
O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque foi preso pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (14) durante nova fase da Operação Lava...
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INMETRO: 80 vagas de níveis médio e superior

Primeiro edital com postos para especialista sênior foi publicado nesta quinta-feira (13); os outros dois devem ser lançados na sexta-feira (14). Os vencimentos variam de R$ 4.845,71 a R$ 16.512,79

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) oferece 80 vagas de níveis médio e superior, cujo o primeiro edital, com duas vagas para especialista sênior, foi publicado nesta quinta-feira (13). Do total de vagas, 56 serão para o Rio de Janeiro, 12 para o Rio Grande do Sul e 12 para Goiás.    Os outros dois editais devem ser publicados a partir de amanhã (14) no Diário Oficial da União (DOU). No total, os dois somam 78 oportunidades de níveis médio e superior. Segundo o coordenador geral de desenvolvimento e gestão de pessoas do Inmetro, Paulo Roberto Rodrigues, os documentos já foram encaminhados ao DOU, porém, não se sabe o motivo da não publicação.   

No primeiro edital, são duas colocações na carreira de especialista em metrologia e qualidade sênior, que exige ensino superior completo e doutorado obtido há, pelo menos, dez anos.  

As vagas são para as áreas de metrologia elétrica e metrologia dos materiais. O salário oferecido, já acrescidas as bonificações, é de R$ 16.512,95.

A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.  

Exige-se que os candidatos para a primeira área possuam diploma em engenharia elétrica e, para a segunda, em engenharia de materiais ou mecatrônica.  

As oportunidades abertas neste concurso são para lotação no Rio de Janeiro.  

Participação –  Os interessados devem se inscrever a partir das 14h do dia 19 de novembro até às 23h59 do dia 22 de dezembro no site do Idecan (www.idecan.org.br). A taxa de participação custa R$ 150.  

Processo seletivo – O processo seletivo para o especialista constará de prova de defesa e arguição pública de memorial; exame de defesa e arguição pública de plano de trabalho; contagem por ponto de título; e produção científica e tecnológica. O instituto ainda não divulgou as datas e horários de aplicação das avaliações.  

Outros editais - O segundo documento terá 39 postos para a carreira de analista executivo em metrologia e qualidade e 19 para assistente executivo em metrologia e qualidade. E o terceiro abrirá 11 ofertas para o cargo de pesquisador-tecnologista em metrologia e qualidade e nove para técnico em metrologia e qualidade.

Cargos
 
Vagas
 
Analista Executivo em Metrologia e Qualidade
 
39
 
Assistente Executivo em Metrologia e Qualidade
 
19
 
Total de vagas
 
58
 
Cargos
 
Vagas
 
Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade
 
11
 
Técnico em Metrologia e Qualidade
 
09
 
Total de vagas
 
20
 
Cargos
 
Vagas
 
Especialista em Metrologia e Qualidade Sênior
 
02
 
Total de vagas
 
02
 

Fonte: JCConcursos - www.jcconcursos.uol.com.br - 13/11/2014 e Endividado

Ministério da Fazenda tem prazo para explicar 'contabilidade criativa', diz residente do TCU


Leia a notícia completa: goo.gl/YsS4db.

Itaú, Bradesco e Santander abrem agência ′sem caixa e sem dinheiro′

O Itaú, o Bradesco e o Santander abriram um novo tipo de agência bancária, só com caixas eletrônicos e com o gerente de conta. Essas agências não têm caixa, não aceitam pagamento de contas de consumo e não lidam com dinheiro em espécie.

Para essas transações, os clientes são orientados a se dirigir a uma agência completa mais próxima ou a usar o caixa eletrônico -normalmente, há um funcionário para ajudar e tirar dúvidas.

O próprio gerente costuma abrir e fechar o local, atender aos clientes e informar à regional se algum caixa eletrônico está desabastecido.

Como não têm dinheiro, não precisam de cofre, abastecimento por carro-forte (só para os terminais eletrônicos), porta giratória nem segurança reforçada.

Os bancos chamam as unidades de agências "de negócios", focadas, por exemplo, em aplicações financeiras, contratação de empréstimo e seguros. A maioria está em São Paulo. Algumas foram instaladas em pequenos prédios comerciais e shoppings.

Várias delas tinham o serviço completo até o mês passado. São os casos das agências do Bradesco na av. Aclimação e na rua Lacerda Franco (zona sul de São Paulo).

No caso do Itaú, algumas dessas agências são antigas unidades do Unibanco que eram menores do que a do vizinho Itaú. É o caso da agência 8.087 da av. Duque de Caxias (centro), ao lado de uma agência maior do banco.

Quem entra no local vê um quadro informando a mudança: "Esta agência tem um novo modelo de atendimento". Ao lado estão os endereços das agências com atendimento pessoal nas redondezas.

Funcionários contam que ficaram apreensivos, pois achavam que a automação traria muita reclamação dos clientes, mas se surpreenderam com a rapidez com que os correntistas passaram a frequentar as agências.

Já o sindicato dos bancários critica a mudança: "Só quem ganha são os bancos. Perdem os clientes, com o mau atendimento e o alto custo, e os trabalhadores, com as demissões e a sobrecarga", diz Juvandia Moreira, presidente do sindicato.

Segundo o Itaú, a iniciativa faz parte da estratégia de oferecer "modelos de atendimento de acordo com a necessidade do cliente", como as 900 agências que funcionam até as 20h. Nas agências de negócio, os caixas do Itaú aceitam até pagamento de contas com o cartão de outro banco. O Santander informou ter nove agências nesse formato. O Bradesco não quis comentar o assunto.
Fonte: Folha Online - 13/11/2014 e Endividado

Prefeitura de SP faz acordo para usar sacolinha como embalagem de lixo

A Prefeitura de São Paulo, a indústria plástica e o setor supermercadista fecharam um acordo para padronizar as embalagens que serão distribuídas nos supermercados da capital paulista. Indústria e supermercadistas terão 60 dias para apresentar um modelo de sacolinha que deve ter cor, dimensão e resistência adequadas para aguentar o peso das compras e também de resíduos secos.

De acordo com o prefeito, Fernando Haddad (PT), essa embalagem deverá ser usada pelo consumidor para a coleta seletiva nas centrais mecanizadas de triagem, que foram inauguradas neste semestre. Hoje, a cidade tem duas centrais, as primeiras da América Latina, para fazer a separação do lixo com capacidade para separar cerca de 18% do lixo seco. A partir de 2016 haverá mais duas com capacidade para 25%.

"A partir daí começa a substituição das atuais [sacolas] pelas novas", diz o prefeito. Segundo ele, as sacolinhas terão instruções sobre o que pode ser colocado dentro delas, como vidro, plástico, papel e metal.

Nessas sacolas padronizadas, o consumidor não vai poder colocar o lixo orgânico, tendo que comprar outra embalagem para isso.

O prefeito diz contar com a população para que o programa dê certo e diz que cidades da Europa já têm esse procedimento.

De acordo com Haddad, a instrução dos consumidores vai ser feita com a ajuda dos supermercadistas, que explicarão o novo processo. Haverá também cartilhas educativas.

ENTENDA O CASO

No início de outubro, o Tribunal de Justiça de São Paulo definiu que é legal a lei de 2011 que proibia as sacolinhas plásticas nos supermercados da capital paulista. O acórdão ainda não foi publicado no "Diário Oficial" do município, o que é necessário para discutir a regulamentação da lei.

O Sindiplast (Sindicato da Indústria do Material Plástico do Estado de São Paulo) entrou com uma ação em 2011, quando a lei municipal nº 15.374 foi criada, e conseguiu uma liminar que permitia o uso das sacolinhas na cidade.

Com a decisão de outubro, essa liminar ficou suspensa e a ação se tornou improcedente.

A assessoria de imprensa do TJ afirma que, como o acórdão ainda não foi publicado, não é possível definir o prazo em que a decisão judicial entrará em vigor.

O Tribunal informou logo depois à Prefeitura de São Paulo que ela decidirá quando a proibição deve começar para valer nos supermercados da cidade. Até semana passada, a Prefeitura não sabia informar sobre o prazo em que deve começar a fiscalizar a proibição de sacolinhas.

Na segunda-feira (10), o Sindiplast entrou com recurso contra a decisão do órgão especial do TJ.

De acordo com o advogado que representa o sindicato, Jorge Luiz Kaimoti Pinto, o recurso foi protocolado na sexta-feira (7) em Bauru (SP) e deveria ser processado pelo TJ na quarta-feira. "A expectativa é que o julgamento ocorra daqui a duas ou três semanas, já que o Pleno do TJ só se reúne às quartas-feiras", explica o advogado.

Ele comentou que caso não ocorra nas próximas semanas, ficará para o ano que vem, já que depois disso começa o recesso forense.

Enquanto não há julgamento do recurso, os supermercados seguem distribuindo as sacolinhas normalmente.

OUTRAS CIDADES

Em 20 cidades do Estado de São Paulo, o uso das sacolinhas plásticas está garantido nos supermercados, com o encerramento dos processos que discutiam a sua proibição nessas localidades.

Na capital e em mais 22 municípios, ações diretas de inconstitucionalidade movidas pelo Sindiplast ou pela Apas (associação dos supermercados) discutem a questão.

Com o acordo firmado entre a prefeitura, indústria e supermercadistas, agora a questão fica resolvida também na capital.

O levantamento foi feito, a pedido da Folha, pelo escritório Kaimoti Pinto, Calsolari & Telles Advogados Associados, que cuida das ações do sindicato.

Estão garantidas as sacolinhas aos consumidores de: Guarujá, Sorocaba, Caçapava, Osasco, São Vicente, Indaiatuba, Mogi Mirim, São José do Rio Preto, São Roque, Hortolândia, Itapetininga, Caieiras, Franca, Mirassol, Itapeva, Bebedouro, Presidente Prudente, Barretos, Agudos e Votuporanga.
Fonte: Folha Online - 13/11/2014 e Endividado

Mais empresas em SP vão fazer empréstimo para poder pagar 13º

Com vendas mais fracas e orçamento mais apertado neste ano, a indústria paulista terá mais dificuldades para pagar o 13º salário.

O benefício está garantido na lei e pode ser pago em até duas parcelas: 30 de novembro e 20 de dezembro.

A estimativa do Dieese é que, neste ano, a economia paulista deva receber R$ 46 bilhões, até o final do ano, em decorrência do 13°. No país, serão R$ 158 bilhões.

A maior parte das empresas usa recursos provisionados durante o ano para fazer caixa e conseguir pagar o salário extra no prazo.

Mas, em 2014, a indústria brasileira já acumula até setembro retração de 2,9% na produção, e o emprego completou o sexto mês de queda consecutiva, segundo o
IBGE.

Resultado: o percentual de empresas que conseguiram provisionar recursos é o menor desde que a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) iniciou o levantamento, há seis anos.

Neste ano, 29,2% das 578 empresas consultadas pretendem usar financiamento de bancos para pagar o 13º -maior índice desde 2009, quando a economia sofria a crise financeira global.

A situação é ainda pior entre as indústrias de menor porte, com até 99 empregados. Cerca de um terço delas (32,2%) recorrerá a empréstimos para quitar o 13º, com financiamentos equivalentes a quase 80% de suas folhas de pagamento.

"Em um ano em que a economia está em situação difícil, o crescimento perto de zero, os ganhos de renda menores e a situação de crédito comparativamente pior do que no passado, não se podia esperar nada diferente do setor industrial", diz Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp.

"O ano está morto. Só falta agora enterrar o defunto."

Seis em cada dez empresas esperam vender menos no último trimestre de 2014 do que no do ano passado. A queda média prevista é de 7,8%.

 Editoria de Arte/Folhapress 

Fonte: Folha Online - 13/11/2014 e Endividado