terça-feira, 10 de novembro de 2020

O futuro da CoronaVac; Ibovespa seguirá subindo?; Divórcio na Apple

 

O dia começa no Brasil com a repercussão da suspensão dos testes da CoronaVac. Nos EUA, o Obamacare será tema da Suprema Corte. E, após cinco pregões de alta na bolsa, o que esperar para o resto do ano? Boa leitura.

CoronaVac: teste da vacina foi suspenso pela Anvisa | Governo de São Paulo/Divulgação
 
1 - FUTURO DA CORONAVAC

Uma coletiva de imprensa às 11h de hoje, em São Paulo, vai tratar da suspensão dos testes no Brasil da vacina chinesa contra o Coronavírus, a CoronaVac. O anúncio da interrupção foi feito na noite de ontem pela Anvisa, em decorrência de um evento adverso, sem grandes detalhes. Foi o suficiente para uma leva de versões sobre o fato. Interrupções como essa são comuns em processos de validação de vacinas, mas costumam vir acompanhadas de detalhes, o que não foi o caso. Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, afirmou que houve um óbito não relacionado à vacina, e que foi pego de surpresa pela paralisação. Mais cedo, ontem, o Butantan afirmou que começou as obras para fabricar 1 milhão de doses ainda em 2020. Leia mais.


2 - IBOVESPA EM ALTA 

O Ibovespa marcou ontem sua quinta sessão seguida de ganhos, acumulando em novembro alta de 10,18%. Na radar, investidores respiraram aliviados a definição da eleição americana e resultados preliminares da vacina da Pfizer com a BioNTech. Agora, o que esperar até o fim do ano? Na visão de três dos quatro especialistas de mercado consultados pela EXAME, tem mais alta ainda por vir, uma vez que as incertezas que puxaram os mercados no fim de outubro – eleições e pandemia – foram reduzidas. Mas os riscos ainda permanecem no caminho, entre eles, a possibilidade do novo pacote de estímulos nos Estados Unidos demorar e o atraso no desenvolvimento das vacinas. A volatilidade deve seguir dando as caras. Leia aqui
 
 
3 - DIVÓRCIO NA APPLE

A Apple realiza mais um evento nesta terça-feira, desta vez para uma nova linha de MacBooks. O evento vem após a empresa apresentar recentemente novos iPads e Apple Watches, em setembro, e lançar o iPhone 12, em outubro. A expectativa é de que a Apple apresente entre dois e três novos computadores (um MacBook Air e dois MacBook Pro, de 13 e 16 polegadas, segundo a Bloomberg). Os novos MacBooks devem ter como diferencial um processador próprio da Apple, marcando o fim da aliança com a Intel. Os computadores também terão o novo sistema operacional, o macOS. Veja o que esperar


4 - OBAMACARE NO ALVO

A vitória de Joe Biden nas eleições americanas não completou uma semana, mas uma das principais lutas políticas para sua gestão começa a se desenrolar hoje. A pedido de estados republicanos, a Suprema Corte analisa a constitucionalidade da obrigação legal de que todos os cidadãos americanos tenham plano de saúde. É a base do Obamacare (o Affordable Care Act), criado no mandato de Barack Obama e quando Biden era vice. A análise já estava prevista antes da eleição, mas ganha novos contornos com a vitória de Biden. Será também um teste para a nova composição da Suprema Corte, que passou a ter maioria conservadora de 6-3 com a juíza Amy Barrett. Leia mais
 
A farmacêutica americana Pfizer divulgou que sua vacina contra o coronavírus, feita com a alemã BioNTech, teve eficácia de 90%. A expectativa é pedir uma aprovação emergencial já neste mês. A empresa pode produzir 100 milhões de doses até o fim do ano (parte já comprada pelos EUA) e 1,3 bilhão em 2021.

O presidente americano eleito, Joe Biden, divulgou ontem os nomes que vão compor sua força-tarefa de combate ao coronavírus. Entre eles, está a brasileira Luciana Borio, que fez carreira nos EUA

A Adidas divulga seu balanço hoje com foco na estratégia ESG e em produtos de baixo carbono para se recuperar dos efeitos ainda presentes da pandemia. No trimestre anterior, o lucro caiu 96%. Leia aqui

A unidade brasileira do Carrefour também divulga seu resultado do terceiro trimestre, com projeção de alta de 26% nas vendas, para 17,5 bilhões de reais. Veja o que esperar do Carrefour e o que mais move o mercado hoje.

Dos balanços de ontem, um dos destaques foi o Magalu, que teve alta de mais de 80% na receita no trimestre e superou em nove meses as vendas de 2019. "O risco não acabou, mas permite uma gestão favorável”, diz o presidente Frederico Trajano. Leia a entrevista

A Faria Lima já pode estourar rojões: 2020 superou 100 bilhões de reais em ofertas de ações na bolsa, o maior volume da história. Há ainda IPOs importantes previstos para o resto do ano, como o da Rede D'Or. 

A Amazon anunciou que vai abrir mais três centros logísticos no Brasil: em Betim (MG), Santa Maria (DF) e Nova Santa Rita (RS). Com as aberturas, a empresa chegará a oito centros no Brasil e estará em quatro das cinco regiões.
 
Os top 50 carros mais vendidos (e os menos vendidos) até outubro.

Como será o futuro dos apartamentos, segundo estas construtoras

Feirão da Serasa permite que dívidas sejam quitadas por 50 reais

Quais são as lições da Estônia, país que é exemplo na digitalização, para as eleições no Brasil

As dicas desta guru para encontrar tempo quando o trabalho não tem fim

Esta startup brasileira cresce levando meditação para dentro das empresas.

O banco digital will bank está recrutando para mais de 80 vagas em diversas áreas, em home office. Veja aqui

Para Bill Gates, está é a chave para convencer alguém a mudar de opinião
 
Bolsa
HOJE | Xangai / -0,40%
Tóquio / +0,26%
Londres / +1,11% (às 7h)


ONTEM | Ibovespa / +2,57%
S&P 500 / +1,17%
Dólar / 5,39 reais (-0,04%)
Há dois anos, o empresário Elon Musk escreveu no Twitter que passaria a vender "Teslaquila". Na semana passada, o empresário cumpriu o prometido. Vendida a 250 dólares a garrafa (em formato de raio), o produto rapidamente esgotou. Não é a primeira vez que a Tesla vende souvenirs esquisitos: neste ano, já houve venda de shorts vermelhos para comemorar a alta das ações
Tequila da Tesla: garrafa de 250 dólares esgotou rapidamente | Divulgação

Nenhum comentário:

Postar um comentário