Ministro Paulo Guedes: o liberal raiz que tenta emplacar uma agenda reformista | Mauro Pimentel/AFP
Na noite de 15 de maio, a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou um novo estímulo de 3 trilhões de dólares. Medidas parecidas aconteceram em todo o mundo, da Europa ao Japão. No Brasil, que já vivia sua batalha particular para retomar o crescimento antes do surgimento da covid-19, o governo federal reservou 253 bilhões de reais para o enfrentamento da crise e também é pressionado a injetar mais dinheiro na economia. Num mundo pré-coronavírus parecia haver consenso de que um Estado mais enxuto, focado em atividades essenciais, com menos intervenção na economia e mais investimento privado era a chave para gerar mais riqueza. Mas a receita quase unânime para evitar o colapso tem se limitado a pesados estímulos econômicos e fiscais. Com a pandemia, cresce a discussão sobre necessidade de uma revisão do papel que Estados e governos devem desempenhar. Leia a reportagem completa.
A pandemia atestou a importância da cobertura universal de saúde. Mas o avanço da pandemia no Brasil coloca os hospitais à beira do colapso e mostra a necessidade de rever o modelo, integrando melhor os setores públicos e privado
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