sábado, 16 de maio de 2020

Brasil tem mais de 15,6 mil mortes e supera o número de 233 mil casos confirmados de Covid-19

Foram notificados 816 óbitos e 14.919 infectados nas últimas 24 horas

Brasil já tem mais de 15,6 mil mortos por conta do novo coronavírus

Brasil já tem mais de 15,6 mil mortos por conta do novo coronavírus | Foto: Mauro Pimentel / AFP / CP

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Secretarias estaduais e municipais de saúde notificaram 816 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas. Com as informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, neste sábado (16), o Brasil tem agora 15.633 óbitos desde o primeiro registro oficial da doença. A taxa de letalidade, que é o percentual de vítimas fatais entre indivíduos contaminados, está em 6,7%.

Já o número de infectados cresceu 14.919, de ontem para hoje. Agora são 233.142 pessoas diagnosticadas com a doença provocada pelo novo coronavírus, sendo que, segundo o governo federal, 89.672 estão recuperadas. O país ultrapassou a Itália e, agora, é o 5º em casos confirmados no mundo.

Há também 127.837 ocorrências em acompanhamento e 2.304 óbitos em investigação. "São considerados como 'em acompanhamento' todos os casos notificados nos últimos 14 dias pelas Secretarias Estaduais de Saúde e que não evoluíram para óbito", diz Ministério da Saúde.

São Paulo

O estado de São Paulo ainda é o mais afetado pela pandemia do novo coronavírus. Só na capital paulista, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, foram confirmados 2.766 óbitos e 38.479 casos da doença desde o início da crise sanitária.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) destinados a atender pacientes com Covid-19 está em 89% na cidade —maior índice de todo o estado.

Interino no Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde está sob comando interino do general Eduardo Pazuello, secretário executivo da pasta. O presidente Jair Bolsonaro ainda não falou sobre a segunda baixa no ministério em menos de um mês de crise sanitária. Neste sábado, o mandatário interagiu com apoiadores, mas não sinalizou um novo nome para o cargo.

A aplicação de remédios à base de cloroquina para pacientes com sintomas iniciais da covid-19 foi, segundo informações de bastidores, o motivo principal das divergências entre Bolsonaro e Nelson Teich. O presidente defende um uso amplo da substância. O médico propôs um estudo profundo no ministério sobre os efeitos, mas foi cobrado sobre uma definição com urgência.


R7 e Correio do Povo

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