Da Rádio França Internacional
Dois chineses foram presos hoje (14) na Turquia, acusados de participação no atentado ocorrido em uma boate de Istambul na noite de Ano Novo. O atentado, que foi reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico, deixou 39 mortos. As informações são da Rádio França Internacional.
Os dois suspeitos, identificados como Omar Asim e Abuliezi Abuduhamiti, foram presos e acusados de integrar uma organização terrorista e de comprar armas de fogo sem autorização.
Na semana passada, o chefe do ministério turco das Relações Exteriores, Mevlüt Cavusoglu, anunciou que o responsável pelo atentado foi identificado, mas não revelou seu nome nem sua nacionalidade. No entanto, o vice-primeiro-ministro declarou que o suspeito era provavelmente de origem uigur, povo de origem turca, que habita parte da China.
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Investigação da Polícia Federal coloca o partido do governo Temer, o PMDB, como suposto favorecido pelo esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal.
O esquema envolveria o ex-ministro do governo Geddel Vieira Lima e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Geddel ainda não se manifestou e a defesa de Cunha nega as acusações; já a Caixa divulgou nota na qual alega colaborar com as investigações.Leia mais
Depois de dizer que iria permitir que as operadoras de internet de banda larga limitassem os dados, Gilberto Kassab voltou atrás. O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações soltou uma nota desmentindo a informação anterior
Kassab tinha dito que o limite de dados para assinantes seria implementado no segundo semestre deste ano. Leia mais
Pela terceira vez, a Justiça Federal prorrogou o prazo para a Samarco fazer o pagamento de R$ 1,2 bilhão como medida reparatória pelo rompimento da barragem, em Mariana (MG), em 2015. Agora, a mineradora tem até o dia 19 para efetuar o pagamento.
No desastre, morreram 19 pessoas e diversos municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo foram tomados pela lama. Leia mais
Ex-policiais transferidos de presídio fazem greve de fome no Rio
Da Agência Brasil
Um grupo de ex-policiais lotado no presídio Bangu 6, zona oeste do Rio, foi transferido nos últimos dias para a unidade Bangu 9, onde estão presos milicianos. Por medo de represálias, já que alguns desses oficias foram os responsáveis pelas prisões dos milicianos, os policiais fazem greve de fome.
Segundo a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, os policiais estão recusando a comida oferecida pela administração do presídio. Eles procuram pela cantina da unidade para se alimentar. As polícias Militar e Civil, procuradas pela Agência Brasil, preferiram não se posicionar sobre o tema.
Jovens indígenas atuam como guias turísticos em Brasília
Da Agência Brasil
Jovens de origem indígena atuam como guias turísticos no Memorial dos Povos IndígenasFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
A partir de uma demanda da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal, o Memorial dos Povos Indígenas passou contar com o trabalho de jovens indígenas, desde o dia 2 de janeiro, para auxiliar os turistas durante a visitação no local, com intuito de proporcionar um atendimento diferenciado ao público.
Integram o grupo os jovens Fêtxawewe Guaguajara, Dariana Machado, Jeilane de Souza, Yassury Souza Queiroz, Lucinha Alves, Eliane de Souza, Lezenita Lopes, Iraelson Lopes, a maioria da etnia Guajajara. Todos estão na faixa de 14 a 19 anos.
Os indígenas fazem parte do programa Jovem Candango, voltado à aprendizagem de pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Lucinha Alves tem 14 anos e é a guia mais nova do grupo. “Esse trabalho, para mim, está sendo muito fácil, o mais difícil é que eu sou tímida, mas estou perdendo a timidez cada vez mais para pode falar do que eu sei para o povo que não sabe da cultura indígena”, disse.
Fêtxawewe Guaguajara contou que é comum ver estrangeiros pelo memorial. O jovem disse que, apesar da dificuldade em falar outra língua, eles conseguem falar sobre as peças expostas no memorial.
A ideia é proporcionar um atendimento diferenciado ao públicoFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Durante as visitas, os guias podem fazer pinturas corporais indígenas, contar histórias e lendas, usar o espaço da arena do memorial para a prática de jogos como cabo de guerra, arco e flecha e peteca.
Para a analista ambiental Simone soares, muita gente não conhece a cultura e a riqueza cultural que existe no país. A analista disse que ficou surpresa com o passeio. “Estou achando a exposição interessante, tem muita coisa. Eu pensei que [o museu] era pequeno, mas é bem maior. Os guias são ótimos e estão me explicando tudo direitinho, com todos os detalhes. Eles estão de parabéns.”
Atualmente, o memorial reúne 380 peças de artesanato indígena. O espaço funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h.
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