O Índice Geral de Preços–10 (IGP-10) registrou inflação de 0,88% em janeiro deste ano. A taxa é superior às registradas em dezembro de 2016 (0,20%) e em janeiro do ano passado (0,69%). Em 12 meses, o IGP-10 acumula taxa de 7,15%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
O aumento da taxa entre dezembro e janeiro foi influenciado principalmente pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo. A inflação desses produtos subiu de 0,22% em dezembro para 1,08% em janeiro.
A inflação do varejo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor, cresceu de 0,09% para 0,54% no período, enquanto que o Índice Nacional de Custo da Construção caiu de 0,31% para 0,30%. O IGP-10 é calculado com base em preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
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Em meio ao agravamento da crise nos presídios brasileiros, com 134 mortes de detentos em 15 dias, Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte, os três Estados que tiveram massacres neste ano, decidiram pedir uma ação mais ampla do governo federal para controlar a situação, resultado da disputa entre facções criminosas.
A principal reivindicação é a liberação para que a Força Nacional atue diretamente dentro das prisões, e não só do lado externo. Hoje, o presidente Michel Temer se reúne com órgãos de inteligência para tentar combater o crime organizado. Leia mais
O juiz da Vara de Execuções Penais de Natal, Henrique Baltazar, afirmou ao UOL que alertou, em fevereiro de 2015, sobre a situação de superlotação e riscos na penitenciária de Alcaçuz, onde 26 presos foram mortos em rebelião no último sábado (14).
A reunião foi realizada no dia 13 de fevereiro, 44 dias depois de Robison Faria (PSD) tomar posse como governador. A reunião foi noticiada, inclusive, no site do governo do Estado, com a confirmação do alerta de medidas 'urgente' feito ao governador. O juiz Henrique Baltazar afirma que o problema é antigo e foi herdado de outras gestões.Leia mais
Inspeções realizadas desde agosto em presídios paulistas constataram, a partir do relato dos detentos, que racionamento de alimentos nas principais refeições do dia e jejuns que podem durar de 12 a 14 horas têm sido problemas tão comuns quanto a superlotação e a falta de médicos nas unidades.
A informação é do Núcleo Especializado de Situação Carcerária da Defensoria Pública do Estado, responsável pelas inspeções. O grupo classificou os problemas como 'barbárie' e os condicionou a um potencial risco de rebeliões nesses locais. Leia mais
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