O valor máximo da parcela do seguro-desemprego subiu R$ 101,48, para R$ 1.643,72, informou o Ministério do Trabalho. Em 2016, o valor máximo era de R$ 1.542,24.
O reajuste entrou em vigor nesta quarta-feira (11) com base na variação do Índica Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulada até dezembro de 2016.
Recebem a parcela máximo do benefício desempregados cuja média dos três últimos salários recebidos seja superior a R$ 2.417,29.
As demais faixas de seguro-desemprego não foram reajustadas. Assim, para quem recebia uma média de salário inferior a R$ 1.450,23, o benefício continua a equivaler a 80% do rendimento.
O cálculo para a faixa intermediária (médias salariais entre R$ 1.450,24 e R$ 2.417,29) também não foi alterado. Quem se enquadrar nesse caso deve calcular 50% do montante que exceder R$ 1.450,23 e a esse valor somar R$ 1.160,18.
O seguro-desemprego pode ser solicitado por profissionais demitidos sem justa causa ou com contrato de trabalho suspenso (lay off), pescadores artesanais em período de defeso e trabalhadores resgatados em condições análogas à de escravo.
Fonte: Folha Online - 13/01/2017 e SOS Consumidor
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Intenção de consumo das famílias cai 1,7% em janeiro deste ano
Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil
Saiba Mais
A intenção de consumo das famílias caiu 1,7% em janeiro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados hoje (18) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A queda foi provocada principalmente pela piora na perspectiva de compra a prazo (-11,9%).
Também houve quedas na avaliação sobre a renda atual (-6,9%), no nível de consumo atual (-5%) e na perspectiva profissional (-0,9%). Por outro lado, houve crescimento na avaliação sobre o emprego atual (1,2%), perspectiva de consumo (7,3%) e momento para a compra de bens duráveis (8,4%).
Na comparação com dezembro de 2016, a intenção de consumo das famílias manteve-se estável. Se por um lado, houve queda em componentes como o emprego atual (-1%) e a renda atual (1%), por outro, houve crescimento de 3,2% no momento para compra de duráveis e de 1,7% no nível de consumo atual.
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