1. Estudantes universitários realizaram pesquisa nesta semana na porta de 4 escolas de ensino médio na Zona Sul do Rio. A pesquisa tinha o objetivo de testar se em escolas tradicionalmente consideradas com estudantes de esquerda, se em relação ao Impeachment de Dilma haveria uma tendência diferente da tendência geral de pesquisas gerais similares em todo o Rio.
2. Foram pesquisadas 4 escolas, sendo 2 públicas e 2 particulares: Escola Parque (Particular - Gávea), Escola Notre Dame (Particular - Ipanema), Escola André Maurois (Pública - Leblon) e Escola Ignácio Azevedo do Amaral (Pública - Jardim Botânico). Amostragem foi de 30 alunos por escola, totalizando 120. Metade homens e metade mulheres.
3. Você é a favor do impeachment da Presidente Dilma Rousseff? SIM 75% / NÃO 21,7% / Não Sabe: 3,3%.
4. Portanto, não houve nenhuma alteração em relação à opinião pública geral.
Ex-Blog do Cesar Maia
Celular se torna principal meio de acesso à internet nos lares, diz IBGE
por BRUNO VILLAS BÔAS
O telefone celular tornou-se, pela primeira vez, o principal aparelho de acesso à internet nos domicílios brasileiros, superando os microcomputadores, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (6).
O número de domicílios com acesso à internet por meio de telefone celular saltou de 16,8 milhões em 2013 para 29,6 milhões em 2014. Dos lares conectados à internet, em 80,4% o acesso era feito pelo aparelho.
Naquele ano, o país viveu um período de grande popularização dos aparelhos smartphones, o que era acompanhado pela migração de terminais 2G para 3G e 4G (de maior velocidade de acesso à internet).
O acesso por meio de computadores até cresceu no período, de 27,6 milhões em 2013 para 28,2 milhões em 2014 (alta de 2,2%). Mas o aumento do número de lares no país foi ainda maior e o PC acabou perdendo espaço.
Com isso, a proporção de residências que usavam o PC para acessar a internet recuou de 88,4% em 2013 para 76,6% em 2014, segundo o suplemento de tecnologias da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
REGIÕES
Num olhar por regiões do país, Norte e Centro-Oeste destacam-se no uso do celular. Nelas, o uso do aparelho para acessar a internet foi registrado em 92,5% e 86,3% dos domicílios pesquisados, respectivamente.
Essa maior presença é explicada por fatores como a baixa densidade populacional e pouca infraestrutura por fibra ótica ou ADSL. Isso faz com que a telefonia móvel acabe se tornando, muitas vezes, a única opção de conexão.
Por essa mesma lógica de disponibilidade, o uso do microcomputador para acessar a internet continuava maior nas regiões Sudeste e Sul do país, em 82,4% e 83,2% dos lares em 2014. As regiões têm diferentes fornecedores de internet.
No geral, 54,9% das residências do país tinha acesso à internet. Isso significa que, pela primeira vez, mais da metade das residências particulares estavam conectadas à web. Eram 48% em 2013.
A pesquisa do IBGE mostra também que uma parcela ainda pequena dos lares usava tablets (21,9% dos domicílios) e a televisão (0,9%) para acessar a internet. Neste caso, a proporção é maior no Sudeste.
MAIS DA METADE
Segundo os dados do IBGE, o número de pessoas com telefone móvel para uso pessoal no país cresceu 4,9%, passando de 132,2 milhões em 2013 para 136,6 milhões em 2014. Isso corresponde a 77,9% da população (com 10 anos ou mais).
Essa forte expansão foi uma das razões para que, pela primeira vez, mais da metade da população usasse a internet em 2014. Essa proporção cresceu de 49,4% em 2013 para 54,4% em 2014 (95,4 milhões de pessoas).
O levantamento constatou também que a proporção de pessoas que utilizam a rede aumenta conforme o rendimento: das pessoas que ganham mais de dez salários mínimos, 91,5% acessava a internet.
Já os que não acessaram somaram 79,8 milhões de pessoas, uma queda de cinco pontos percentuais em relação ao ano anterior. Os sem-internet eram formados sobretudo por idosos e pessoas menos escolarizadas.
Fonte: Folha Online - 06/04/2016 e Endividado
Saques da poupança superam depósitos em R$ 5,38 bi em março
Em março, as retiradas da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 5,38 bilhões, informou o Banco Central nesta quarta-feira (6).
Esse foi o segundo pior desempenho para o mês na série histórica, iniciada em 1995. O resultado só não foi pior que em março do ano passado, que havia registrado saída líquida de R$ 11,438 bilhões.
Houve recuo na saída de recursos também em relação a fevereiro deste ano, quando somou R$ 6,63 bilhões.
No primeiro trimestre, os saques líquidos chegaram a R$ 24,050 bilhões, um saldo negativo de R$ 21,441 bilhões via Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e de R$ 2,609 bilhões da poupança rural.
Em março apenas, os resgates superaram os depósitos em R$ 5,184 bilhões no SBPE. Ao mesmo tempo, na poupança rural, houve saída líquida de R$ 195,239 milhões.
Fonte: Folha Online - 06/04/2016 e Endividado
PROTESTE considera ilegal que operadoras imponham limites à internet fixa
Ação judicial da Associação quer impedir as empresas de limitarem o acesso à internet por meio de uma franquia, tanto no celular quanto em conexões fixas. Veja como identificar a situação do seu plano e o que fazer em caso de alterações no contrato.
A PROTESTE avalia como ilegal a iniciativa de algumas das principais operadoras de telefonia e internet como Oi, Vivo e NET que decidiram passar a cobrar acesso à internet fixa por meio de franquias de dados, como já é feito com a internet móvel. Em ação civil pública que tramita desde maio de 2015, a Associação já questiona a medida.
Na ação foi pedida liminar contra as operadoras Vivo, Oi, Claro, TIM, e NET para que sejam impedidas de comercializar novos planos com previsão de bloqueio à conexão após fim da franquia do 3G e da internet fixa. E sejam obrigadas a adequar suas práticas na contratação do serviço de conexão à internet aos termos do Marco Civil. Caso seja acatada, a medida valerá para todo o país.
Limitar internet fixa fere garantias do Marco Civil
As operadoras querem que os consumidores passem a ter um limite para a navegação em redes ADSL , no qual a conexão é feita a partir de uma linha telefônica. Neste caso, a operadora pode vir a cortar o acesso ou diminuir a velocidade quando for atingido o limite da franquia contratada. Não foram anunciadas mudanças para os planos de fibra ótica.
“A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) não pode se omitir e aceitar essa mudança, porque é um retrocesso", disse Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PROTESTE. De acordo com o Marco Civil da Internet uma operadora de telecomunicações só pode impedir o acesso de um cliente à internet se este deixar de pagar a conta.
Se você já tem planos de internet fixa, verifique se a operadora mudou o contrato atual. Já quem estiver contratando um novo plano precisa se atentar às condições de uso do serviço e se há uma franquia mensal estabelecida.
Atualmente, os planos de internet fixa são contratados com base na velocidade desejada pelo usuário. Mas as operadoras passaram a incluir em seus contratos uma cláusula que permite - a depender da operadora e da velocidade contratada - que o usuário respeite um limite de dados, a chamada franquia.
É o mesmo processo que as operadoras passaram a adotar com a internet móvel, nos quais você precisa estar sempre atento ao consumo da franquia, pois, caso ultrapasse o que foi contratado, poderá ter a velocidade da sua internet reduzida ou seu acesso suspenso até que um novo pacote seja comprado ou até o mês seguinte.
Fonte: Proteste - proteste.org.br - 06/04/2016 e Endividado
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