Post de Revista Oeste
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A evolução da televisão aberta no Brasil, batizada de TV 3.0 (ou DTV+), ganhou novos capítulos nesta semana com avanços em Brasília e Curitiba. O novo padrão, que promete revolucionar a experiência do telespectador ao integrar rádio e internet, deve ter suas primeiras transmissões oficiais em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ) já em junho, coincidindo com a Copa do Mundo.
Em Brasília, uma estação de testes foi instalada na Torre de TV para validar modelos de transmissão em ambiente real. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Ministério das Comunicações, Anatel e EBC. Segundo o ministro Frederico de Siqueira Filho, o objetivo é preparar o terreno para a implementação nacional da tecnologia.
Paralelamente, Curitiba sediou testes do sistema 5G Broadcast em parceria com a Rede CNT e a Claro. A tecnologia permite que celulares recebam sinal de TV aberta de forma gratuita e sem sobrecarregar a rede móvel, funcionando de maneira complementar à TV 3.0.
Apesar da proximidade da estreia, a indústria de hardware ainda mantém cautela. Para acessar a DTV+, o consumidor precisará de novos televisores ou conversores específicos (similares aos set-top boxes atuais).
Questionadas sobre o cronograma de produção, grandes fabricantes como LG, TCL e Hisense não se pronunciaram. A Samsung limitou-se a informar que monitora o desenvolvimento da tecnologia e comunicará próximos passos oportunamente.
A TV 3.0 é considerada a maior mudança desde a digitalização em 2007. O modelo substitui a grade de canais tradicional por uma interface baseada em aplicativos e oferece:
Qualidade de Cinema: Suporte a imagens em 4K e 8K, além de som imersivo.
Interatividade: Conteúdo sob demanda integrado ao vivo e publicidade segmentada.
Acesso Social: Facilidade para acessar serviços públicos e alertas de emergência diretamente pela tela.
A transição completa para o novo padrão deve ser gradual, com previsão de conclusão em até 15 anos em todo o território nacional.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho devido a uma intensa onda de calor que atinge quatro estados brasileiros entre os dias 19 e 25 de abril. O fenômeno, que afeta diversas mesorregiões do Paraná, o noroeste do Rio Grande do Sul, o oeste de Santa Catarina e partes do Mato Grosso do Sul, deve registrar temperaturas pelo menos 5°C acima da média histórica para o período. A classificação de "grande perigo" justifica-se pela persistência do calor por mais de cinco dias consecutivos, o que eleva drasticamente o risco de incêndios, especialmente no Pantanal, e de problemas graves de saúde pública, como desidratação e crises cardiovasculares.
Embora o alerta oficial cubra a última semana de abril, projeções meteorológicas indicam que a anomalia térmica pode se intensificar na virada para maio, perdendo força apenas após o dia 25 do próximo mês. Especialistas alertam que este episódio de calor extremo em pleno outono é um forte indicativo de um 2026 com temperaturas acima do padrão, sugerindo um inverno mais ameno e um calendário climático cada vez mais imprevisível. Diante do cenário de estresse térmico contínuo, as autoridades recomendam hidratação constante, evitar exposição solar entre 10h e 16h e atenção imediata a sintomas como tontura e exaustão.
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